Por Euler de França Belém
Além de sugerir que o policial federal Sérgio Menezes não investigava o banqueiro Daniel Dantas, o jornalista permitiu que leitores o achincalhassem
Fica-se com a impressão de que o diretor de cinema britânico Branagh nasceu para interpretar Shakespeare, o que faz à perfeição
Jornalistas dizem que a direção da rádio alega contenção de despesas e queda no faturamento
O Grupo Algar diz que crise levou à descontinuidade do principal jornal da cidade do Triângulo Mineiro
Uma saída, já que não quer mandar repórter para o Iraque e para a Síria, é a Globo pôr Demétrio Magnoli para fazer análises sobre o que está acontecendo no Oriente Médio
O jornal diz que o peemedebista foi eleito em 1983 e em 1991. Ele foi eleito em 1982 e em 1990
Dada uma cegueira precoce, o jornalista se aposentou e ficou deprimido. Deixou Goiânia e foi morar em Bertioga
Ex-presidente da República seria proprietário de uma casa, na Saint-Tropez da América do Sul, que vale 2 milhões de dólares. Seu testa-de-ferro seria o empresário Alexandre Grendene. Cheiro de ficção no ar
Ao retirar a Polícia Federal das investigações sobre a polícia do Senado, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, mandou dois recados.
Primeiro, o fato de o presidente do Senado, Renan Calheiros, ter chamado o juiz que autorizou a investigação da polícia do Senado — que estaria sendo chamada de James Bond de Brasília — de “juizeco”, apesar de ter desgostado os magistrados, não gerou ressentimento. Zavascki priorizou a ação institucional, não corporativa.
Segundo, após ter dado uma demonstração de descortino e moderação, Teori Zavascki está livre para pedir, se necessário, a prisão de Renan Calheiros.
Macaco velho, dos mais escolados, Renan Calheiros deve ter percebido isto. Mas fingiu que obteve uma vitória. Na verdade, o senador alagoano sabe, mais do que ninguém, que é a próxima caça. Na sequência de Dilma Rousseff e Eduardo Cunha.
O caixa 2 era repassado para o PT nacional, supostamente para José Dirceu. O petismo tentou frear a turma do caixa 3, que decidiu eliminar o prefeito de Santo André
Comenta-se que um deputado federal de Goiás será “enrolado” pela delação premiada da Odebrecht. Mas seu nome ainda não circula nas praças.
"Lógica, comportamento ordenado e premeditação são indicadores de improbabilidade de psicose”, diz o psiquiatra Lúcio Malagoni
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Projeto de 2003 foi aprovado depois de 13 anos[/caption]
Aprovar um projeto na Câmara dos Deputados é uma tarefa de Hércules. O deputado Sandes Júnior, do PP, apresentou um projeto em 2003 com o objetivo de a União conceder pensão às 555 vítimas do acidente radioativo do césio 137, em Goiânia (ocorrido em 1987).
O projeto só foi aprovado em 2016 — treze anos depois —, após a morte de algumas das vítimas.
Aprovado em todas as comissões da Câmara dos Deputados, o projeto será levado ao plenário. Se aprovado, irá à sanção do presidente Michel Temer. Nesta semana, o governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, acompanhará Sandes Júnior numa audiência com o presidente da Câmara dos Deputados.
O tucano e o pepista vão pedir empenho de Rodrigo Maia na aprovação do projeto, de caráter eminentemente social.
Ranking da plataforma SimilarWeb mostra que mais de 2,9 milhões de usuários acompanharam a sucessão nos municípios pela internet
Dennison de Oliveira, doutor em Ciências Sociais, é autor do livro “Os Soldados Brasileiros de Hitler” (Juruá, 122 páginas). O Jornal Opção resenhou-o (http://www.jornalopcao.com.

