Por Carlos César Higa

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Abertura dos portos abriu as portas do mundo para o Brasil

O ato encerrou o pacto colonial, ou seja, o Brasil não tinha mais a obrigatoriedade de negociar apenas com Portugal. A Inglaterra foi beneficiada

Confira quem foi o presidente da República que empregou muitos parentes

José Linhares governou três meses, depois da queda de Getúlio Vargas, em 1945, mas teve tempo de empregar muita gente

A conexão entre São Paulo, capital do Estado, e o santo da Igreja Católica

Que a conversão de Paulo nos motive a mudar de vida, a alegrar sempre no Senhor, orar sem cessar em todas as circunstâncias e dar graças a Deus por tudo

Lucio Costa adaptou ideia de Montesquieu ao criar a Praça dos Três Poderes em Brasília

"Veja-se agora como nesse arcabouço de circulação ordenada se integram e articulam os vários setores. Destacam-se no conjunto os edifícios destinados aos poderes fundamentais”

Revolução Francesa devorou a cabeça dos nobres e até dos jacobinos

Danton foi morto pelos seus aliados jacobinos. Depois, Robespierre, o chefão, também “perdeu” a cabeça

Gamaliel tinha razão: não se mexe com os cristãos. Hoje eles estão em todo o mundo

No Rio de Janeiro, São Sebastião é padroeiro da cidade, pois teria intercedido pelos portugueses na luta contra os franceses pela Baía da Guanabara

Conferência da Paz em 1919 foi crucial pra traçar rumos que o mundo seguiria após a Grande Guerra

Brasil foi representado por Epitácio Pessoa. O país conseguiu indenização por conta da apreensão de sacas de café em portos alemães e participou da fundação da Liga das Nações

Joaquim Nabuco: o bravo intelectual que lutou pela abolição da escravidão

Em 1888, o brasileiro arrojado e culto pediu ao papa Leão XII que fizesse uma encíclica contra a escravidão

O presidente Rodrigues Alves modernizou o Rio de Janeiro e vacinou os brasileiros

Ele foi eleito duas vezes para a Presidência da República. Mas, vítima da gripe espanhola, não pôde tomar posse no segundo mandato

Começo do século XX. A palavra-chave deste período era modernidade. O paulista Francisco de Paula Rodrigues Alves queria modernizar o Brasil. Quinto presidente da República, governando de 1904 a 1906, ele promoveu grandes reformas no Rio de Janeiro, que ainda era a capital federal. A cidade maravilhosa era a porta de entrada do Brasil e precisava urgentemente transformar o seu visual.

Revolta da vacina, no início do século 20 | Foto: Reprodução

O Centro do Rio era repleto de casarões coloniais e ruas estreitas. Rodrigues Alves, juntamente com o prefeito carioca Pereira Passos, começou a demolir aquelas construções antigas. É a modernidade tratorando os restos de colônia. Os desalojados tiveram que se mudar para as periferias ou ocupar as encostas dos morros. Rua estreita era coisa do passado, a moda agora é avenida larga. Começava a ser aberta a Avenida Central (atual Rio Branco).

Rodrigues Alves não era negacionista e sim um defensor da ciência. As epidemias que os cariocas sofriam não eram "gripezinhas". Para resolver este problema, em 1904, o presidente chamou o médico sanitarista Osvaldo Cruz para começar a vacinar de forma obrigatória a população contra a varíola. Muita gente não gostou e se rebelou contra o governo iniciando a Revolta da Vacina.

Naquela época não havia reeleição. Quem quisesse retornar à Presidência, deveria se candidatar posteriormente. Foi o que Rodrigues Alves fez. Em março de 1918, ele foi eleito novamente presidente, mas não tomou posse porque contraiu a gripe espanhola. Rodrigues Alves morreu em 16 de janeiro de 1919, no Rio de Janeiro.

O centenário de Flávio Cavalcanti, o senhor dos domingos na TV brasileira

Quantos artistas foram alvo das críticas dele. Flávio não tinha medo de expor seu descontentamento com determinada música e quebrava os discos desaprovados no palco

A morte de Lisa Marie, a filha única de Elvis Presley

O Jardim da Meditação de Graceland ganhou mais um túmulo e bem do lado do mito Elvis Presley

Estado da Guanabara foi um “prêmio” para o eficiente administrador Carlos Lacerda

O político e jornalista polêmico fez a adutora do Guandu, abriu túneis e inaugurou o Aterro do Flamengo... e acabou cassado

A saga do repórter Rubem Braga na Segunda Guerra Mundial

Apontado como um dos maiores cronistas do Brasil, Rubem Braga cobriu a batalha na Itália para o jornal “Diário Carioca”

Do tempo da fita K7: ouvindo os Beatles

Sinto saudades do tempo que a gente ouvia música K7, mas não abro mão das vantagens das plataformas digitais

A entrevista que “derrubou” a ditadura de Getúlio Vargas

A ditadura do Estado Novo já ia mal das pernas, portanto a entrevista de José Américo de Almeida contribui para sua queda