Resultados do marcador: Repúdio
China e Rússia, dois dos principais aliados internacionais do governo venezuelano, condenaram neste sábado, 3, a ação militar anunciada pelos Estados Unidos contra a Venezuela, que teria resultado, segundo o presidente Donald Trump, na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Em comunicados oficiais, os dois países classificaram a ofensiva como uma violação do direito internacional e da soberania venezuelana, elevando a tensão diplomática em torno da intervenção americana no país sul-americano.
A reação chinesa foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores em nota oficial, na qual o governo de Xi Jinping afirmou estar “profundamente chocado” com o que descreveu como um "uso flagrante da força por parte dos Estados Unidos contra um Estado soberano." Para Pequim, a ação representa “uma grave violação do direito internacional e dos princípios básicos que regem as relações entre países”.
No comunicado, a diplomacia chinesa alertou que a ofensiva americana ameaça a estabilidade regional, ao colocar em risco a paz e a segurança na América Latina e no Caribe. A China reiterou sua oposição a iniciativas que considera de caráter hegemônico e defendeu o respeito à soberania e à integridade territorial da Venezuela, além de instar Washington a cumprir os princípios estabelecidos na Carta das Nações Unidas.
Rússia
A Rússia, aliada histórica de Caracas desde à ascensão do chavismo ao poder, também reagiu de forma contundente. Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores russo afirmou que Washington cometeu um “ato de agressão armada” contra a Venezuela. “Esta manhã os Estados Unidos cometeram um ato de agressão armada contra a Venezuela. Isso é profundamente preocupante e condenável”, declarou a diplomacia russa.
A embaixada da Rússia em Caracas informou que sua sede não foi atingida durante os ataques. Segundo o embaixador russo, Serguéi Melik-Bagdasárov, o bairro onde está localizada a representação diplomática e áreas adjacentes não foram alvos da ofensiva.
Além de China e Rússia, o Irã também se manifestou contra a operação americana. Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores iraniano condenou o ataque militar e classificou a ação como uma violação da soberania nacional e da integridade territorial da Venezuela. O chanceler Abbas Araghchi afirmou que iniciativas desse tipo tendem a agravar a instabilidade regional e aumentar os riscos de escalada do conflito.
Leia também:
Casa Branca divulga imagens de Trump assistindo a operação que capturou Maduro; veja
Entenda as raízes históricas da tensão entre Estados Unidos e Venezuela
Presidente fala em responsabilizar diretoria da SMS após edital
O parlamentar citou o recente assassinato do influenciador cristão e conservador norte-americano Charlie Kirk
A carta também denunciou a disponibilidade para venda de livros impróprios com apologia à pedofilia e apoio ao comunismo, assim como broches em defesa do grupo terrorista Hamas e bebidas alcoólicas durante o evento
"Lastimamos que a Universidade de Rio Verde, ao contrariar sua vocação pedagógica de gerar e difundir conhecimento, tenha cedido à pressão e realizado inaceitável censura", dizem as instituições
Presidente pediu que as autoridades investiguem o caso e tomem as providências cabíveis
Vereadora resolveu se posicionar logo após a colega de Parlamento, Gabriela Rodart, chamar atenção para o assunto na tribuna. "Pediram a cassação de uma vereadora eleita e caso ela perca o mandato quem assumirá provavelmente será um homem", lamentou Rodart na tribuna
Na interpretação do presidente da Federação, Marcelo Baiocchi, o que se deve é discutir a ampliação de leitos nos hospitais. Para ele, havendo maior capacidade não haverá a necessidade de manter as atividades interrompidas
“Manobra para capturar competências da Administração Tributária”, afirma sindicato, que promete questionar através de medida judicial
Vice-presidente da AMB diz que medida é ilegal e não traz nenhum benefício ao processo, à medicina ou ao País
União Nacional dos Estudantes divulgou nota de repúdio às declarações de Bruno Peixoto e quer, ainda, que ele se retrate
Vice-presidente da República se posicionou sobre retirada de reportagens do ar e cumprimentos de mandado de busca e apreensão na casa de críticos da Corte

Após retirada de reportagens publicadas pela revista Crusoé e pelo portal de notícias O Antagonista do ar, além das buscas e apreensão na casa de pessoas que teriam ofendido o Supremo Tribunal Federal (STF), o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, se posicionou sobre a postura do Supremo e considerou que o “bom senso” não tem prevalecido.
Mourão, comentou, nesta quinta-feira, 18, as investidas contra jornalistas e pessoas que supostamente ofenderam a Corte nas redes sociais.
[relacionadas artigos="178280"]A medida do STF foi tomada para inibir a manutenção de reportagens que revelaram a suposta menção ao presidente da Corte, Dias Toffoli, em um e-mail do empresário e delator na Operação Lava Jato, Marcelo Odebrecht.
A represália foi encabeçada pelo ministro Alexandre de Moraes a mando do presidente do Supremo. Foram realizadas, ainda, buscas e apreensão na casa de oito pessoas na intenção de apurar as supostas ofensas e ameaças disseminadas nas redes sociais contra a Corte. Em entrevista, Mourão considerou a postura Supremo como um “ato de censura”.
“Esse desconforto do governo reforça importância do movimento sindical para manutenção do debate e da democracia”, afirma
Sindicato declarou repúdio à elevação do preço e disse que atitude não representa categoria
Mateus Ferreira sofreu traumatismo craniano e segue internado em estado grave. Caso repercutiu Brasil afora e provocou reação da Polícia Militar de Goiás

