Fecomércio encara suspensão do retorno às atividades como “inadequada ao momento”

Na interpretação do presidente da Federação, Marcelo Baiocchi, o que se deve é discutir a ampliação de leitos nos hospitais. Para ele, havendo maior capacidade não haverá a necessidade de manter as atividades interrompidas

Foto: Reprodução

Após o Judiciário suspender os efeitos do decreto que permitia o retorno parcial das atividades econômicas em Goiânia, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Goiás (Fecomércio-GO), Marcelo Baiocchi, se pronunciou, por meio de um vídeo divulgado nas redes sociais, para dizer que entende a medida como inadequada ao momento.

“O comércio está há mais de 100 dias fechado. A lei diz, de maneira clara, que qualquer atividade suspensa deve receber um prazo de início e término. No Brasil inteiro, várias capitais já estão funcionando normalmente”, argumentou o presidente.

Em outro trecho da gravação, Baiocchi diz que a Federação entende que o momento é de discussão sobre a oferta de leitos de UTI para pacientes acometidos pela Covid-19. “Precisamos convocar os hospitais para possam ofertar mais leitos e assim poderemos entender o que está acontecendo”. Na interpretação do presidente, havendo mais leitos não haverá a necessidade de manter as atividades interrompidas.

Por fim, Baiocchi adiantou que a Federação recorrerá à Justiça, no mesmo processo, para que não haja impedimento, não apenas do comércio, mas de todas as demais atividades que se encontram paralisadas no Estado.

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