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José Maria Eymael, do DC, diz que partido não se fundirá a nenhuma sigla

Mesmo sem alcançar cláusula de barreira, presidente do Democracia Cristã e candidato a presidente do Brasil por diversas vezes, diz que legenda se "mantém firme" [caption id="attachment_157926" align="aligncenter" width="620"] Foto: reprodução[/caption] O partido Democracia Cristã (DC) diante da cláusula de barreira que penalizou 14 legendas para que fiquem sem Fundo Partidário e sem tempo de rádio e televisão, afirmou, por meio de nota, que se "mantém-se viva e estruturada em todo o país, enfrentando o desafio da desigualdade, que fere a Constituição Federal". Segundo o Presidente Nacional, o Deputado Federal Constituinte José Maria Eymael, que foi candidato a presidente do Brasil por diversas vezes, declarou, ainda, que "a DC foi procurada por outras siglas partidárias com o intuito de fusão, ou incorporação, mas a decisão foi uma só: manter a sigla viva, atuante e independente". ”A Cláusula de Barreira sempre existiu. Quando refundamos a Democracia Cristã, em 1995, não tínhamos Fundo Partidário, nem tempo de televisão e rádio, que hoje é dado para quem faz uma simples lista de assinaturas, pedindo uma sigla”, disse Eymael. O comunicado do partido, afirmou, também, que não necessita de recursos financeiros, porque a sigla é administrada com "simplicidade, seriedade, ética e previsão contra investidas covardes, dos chamados grandes partidos, que tentam jogar a culpa dos seus escândalos e malfeitos, nos partidos que eles chamam de menores". “Sim somos pequenos! Pequenos, muito pequenos mesmo, em Fundo Partidário, em tempo de rádio e televisão e simplesmente não existimos em corrupção, falcatruas e manchetes que envergonham nosso país”, concluiu Eymael, dizendo que o Fundo Partidário e o tempo de rádio e televisão, que não serão distribuídos para os partidos penalizados pela Cláusula de Barreira, não serão aplicados na saúde, educação ou segurança".

Após João Campos perder protagonismo, Magda Mofatto fala sobre apoio do PR a Maia

Sigla deve bancar deputado do DEM à reeleição como presidente da Câmara

Eleitos em 2018 são diplomados no Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins

Após evento, o governador Mauro Carlesse concedeu entrevista coletiva à imprensa e afirmou que deverá implantar grandes reformas na nova gestão [caption id="attachment_153853" align="aligncenter" width="620"] Foto: reprodução[/caption] Nesta segunda-feira, 17, foi realizada no auditório do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins, a cerimônia de diplomação dos candidatos eleitos e suplentes nas eleições de outubro. Foram diplomados o governador Mauro Carlesse (PHS) e o vice-governador, Wanderley Barbosa (PHS), reeleitos em primeiro turno, com 57,39% dos votos válidos, os dois senadores, Eduardo Gomes (SD) e Irajá Abreu (PSD), os oito (8) deputados federais e os vinte e quatro (24) estaduais, além dos respectivos suplentes. Após a diplomação, o governador Mauro Carlesse concedeu entrevista coletiva à imprensa e afirmou que deverá implantar grandes reformas na nova gestão. A principal delas é a redução de gastos com pessoal. “Estamos terminando de concluir um planejamento para anunciar, são reformas para conduzir o Estado com mais firmeza, segurança, com pessoas técnicas que realmente vem para nos ajudar... Tudo que fizermos será para reduzir despesas, para dar melhoria técnica para conseguir colocar o Estado em um caminho novo de desenvolvimento, enfatizou Carlesse. Uma das personalidades diplomadas no evento foi o ex-governador Siqueira Campos (DEM), primeiro suplente de Eduardo Gomes. Ele chegou a se candidatar ao senado, mas desistiu da disputa após problemas de saúde, permanecendo, entretanto, como primeiro suplente da mesma chapa. Siqueira subiu à tribuna de honra numa cadeira de rodas empurrada pelo filho caçula e ainda convalesce, pois foi submetido a uma cirurgia no dia 7 de setembro, em São Paulo, para retirada do intestino grosso. O ex-governador ficou dois meses internado e recebeu alta no dia 14 de novembro, sendo esta a primeira aparição de Siqueira em uma solenidade pública.

Em São Paulo, Caiado se reúne com governadores e discute contas públicas

"União também precisa ser nossa parceira nesta hora e dar condições aos Estados que necessitam aderir ao regime de recuperação fiscal", disse governador eleito no evento

Em reunião com DEM, Bolsonaro afirma ter como prioridade fim da reeleição. Entenda

Com proposta, presidente eleito quer desvincular funções administrativas da expectativa de uma próxima candidatura [caption id="attachment_152940" align="aligncenter" width="620"] Foto: divulgação[/caption] Durante reunião com a bancada do DEM nesta quarta-feira, 12, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) voltou a defender o fim da reeleição para cargos no poder executivo. Uma fonte do Jornal Opção presente no evento afirmou que Bolsonaro citou o tema, explicando a necessidade de uma reforma política. Ainda de acordo com a fonte, Bolsonaro pediu que a Câmara aprovasse a proposta e que podia contar com seu apoio para a medida. Apesar disso, não é segredo que o presidente eleito apoie o fim da reeleição. Ele já tocou no assunto diversas vezes durante a entrevista, declarando que, mesmo não sendo possível o fim da reeleição, ele não irá se candidatar novamente em 2022. Outro fator que colabora com a proposta do ex-capitão do exército, é a de que ele quer demonstrar a desvinculação de funções administrativas dessa expectativa de uma próxima candidatura. Estiveram presentes na reunião o presidente do Democratas, prefeito de Salvador (BA), ACM Neto, deputados e senadores, dentre eles o governador eleito Ronaldo Caiado.

Moro diz que movimentação financeira de ex-assessor Flávio Bolsonaro precisa ser esclarecida

Futuro ministro da Justiça também alegou que não cabe a ele dar explicações sobre relatório do Coaf

Temer altera Lei e entorno do DF vira região metropolitana

Os municípios que comporão a região metropolitana do DF serão definidos por lei complementar estadual

Palácio aceita entrega de cargos de comandantes da SSP e eleva o tom

Cargos são “prerrogativas exclusivas do governador”

“Não tenho mais nada a declarar sobre o PSDB”, diz deputado sobre fusão da sigla

O deputado federal Fábio Sousa disse que foi preciso perder uma eleição para entender que precisava deixar o partido [caption id="attachment_70251" align="alignnone" width="620"] Deputado federal Fábio Sousa | Foto: Zeca Ribeiro/ Agência Câmara[/caption] O PSDB registrou em 2018 o pior desempenho eleitoral de sua história. Além de perder a eleição presidencial, ficou sem 20 cadeiras na Câmara. Ao comentar uma proposta do secretário-geral do partido e deputado estadual por Minas Gerais, Marcus Pestana, do PSDB realizar uma fusão com outras siglas para disputar as próximas eleições, o deputado federal Fábio Sousa (PSDB-GO) disse que não tem mais nada a declarar. "Eu não sofro desse mesmo amor que o Pestana tem pelo PSDB. Acho que o partido errou muito e passou uma grande vergonha, Eu precisei perder uma eleição para entender que preciso deixar esse partido", desabafou o parlamentar que não conseguiu a reeleição, em 2018. Porém, Fábio afirma que não está em tratativas com nenhum outro partido. "Vou ficar um ano em 'stand by', dando aula e cuidando da minha vida. Depois disso, eu vejo o que vou fazer", declarou o deputado. Fusão A iniciativa será apresentada por Pestana à direção executiva da sigla. A ideia, de acordo com ele, é que em maio os tucanos renovem o comando partidário e em seguida iniciem o processo. O deputado cita quatro siglas para a possível fusão: PPS, PSD, PV e DEM. Para ele, ainda é cedo para afirmar qual seria o modelo de fusão e a autonomia que cada partido dentro da nova legenda.

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Já a cirurgia para remoção da bolsa a qual o presidente eleito será submetido está prevista para 12 de dezembro

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Texto estabelece valor mínimo de 25% para emendas parlamentares destinadas à saúde

“Estrutura do Ministério do Trabalho será unida a outra pasta”, diz Bolsonaro

Sem detalhar o que pretende fazer, Bolsonaro indicou que a pasta do Trabalho pode ser fundida à Indústria e Comércio, que será agregado ao Ministério da Economia