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Ed Motta rasga elogios a Pabllo Vittar: “Não imaginava essa musicalidade e timbre lindo”

Músico surpreendeu fãs no Facebook nesta quinta-feira depois de sair em defesa da drag queen

“Esdras Nogueira Quinteto – Ao Vivo” é um álbum notório

Com show de lançamento em ocupação artística no centro de Goiânia, disco ao vivo de Esdras Nogueira é ato de resistência em tempos delicados para a música brasileira [caption id="attachment_110242" align="aligncenter" width="620"] Esdras Nogueira, o homem e a marca: o artista tem contribuições relevantes para a música instrumental brasileira contemporânea, e seus álbuns merecem espaço nas prateleiras[/caption] André Luiz Pacheco da Silva Especial para o Jornal Opção Na rua 7, há uma porta discreta que pode parecer um pouco suspeita. Quem não conhece o estabelecimento, pode estranhar o movimento fora do horário comercial em plena zona central de Goiânia. Ao entrar e subir os primeiros degraus da longa e estreita escada, já é possível ouvir as notas e ver as tintas. O Complexo Estúdio & Pub abriu as portas há dois anos. A além de produzir gravações - Carne Doce e Bo­ogarins já passaram por lá -, mantém programação interessante com apresentações de jazz, música instrumental e bandas autorais. Para comemorar o biênio, a casa organizou a ocupação artística RENKA, com arte urbana e música de qualidade. Além de conferir os painéis coloridos na laje no prédio, quem foi ao lugar na noite do dia 8 deste mês, pôde desfrutar do show de lançamento do álbum mais recente de Esdras Nogueira. [caption id="attachment_110243" align="alignleft" width="620"] Foto: divulgação[/caption] “Esdras Nogueira Quinteto - Ao Vivo” comporta a intimidade do show e leva aos ouvidos instrumentistas de louvável capacidade técnica para interpretar improvisos em cima de releituras de excelentes composições da música brasileira, como “Capivara” e “Voa Ilza”, do gênio Hermeto Pascoal, “Ca­pri­cho de Raphael”, do bandolinista brasiliense Hamilton de Holanda. Há também a internacional “This ship will sink”, de Gustav Rasmussen e Michael Blicher. Mais que isso, apresenta autorais de músicos versáteis e sincretistas, misturando jazz com samba, ska e carimbó. O novo álbum nasceu de uma apresentação no Sesc Ceilândia (DF), em 24 de maio, depois de ter sido amadurecido por dois meses durante a turnê do disco NaBarriguda (2016), que passou por casas importantes do país como Circo Voador (Rio de Janeiro) e Clube do Choro de Brasília, e por expressivos festivais nacionais como Sonido (Belém), Bananada (Goiânia), além do festival Jazzahead!, de Bremen, Alemanha. Abrindo com a inédita “Plantas que nascem”, o álbum indica a influência do afrobeat no processo criativo de Esdras. A repetição das linhas de baixo ao longo dos compassos duplos e a marcação de bateria e percussão dão o tom dançante da faixa batizada pelo sobrinho de seis anos do saxofonista. O ritmo felakutiano volta a aparecer na bela versão de “This ship will sink”, feita pelo grupo dinamarquês The KutiMangoes. De bom astral e com pinceladas de ska, “Chá de bananeira” é divertida, jovial e tem um quê de experimentação arlequinada. “Tardinha” segue outra vertente: evolui preguiçosa, despretensiosamente gostosa. Ao longo de seis minutos e meio, vai do verde ao amarelo e tem sabor de fruta. Em pegada similar, porém com clímax mais enérgico, “Quase balada” é contemplativa e dotada de uma tímida dramaticidade que seduz o corpo a performar um número de dança minimalista. De volta à pegada frenética, as canções “Nabarriguda” e “Olha o boi” des­tilam latinidade. Marcadas por ritmos do norte e nordeste do país como o carimbó, a guitarrada e o frevo, as duas são oriundas da robusta parceria en­tre Esdras e o guitarrista Marcus Mo­raes e suas respectivas bagagens. Além dessas, Marcus ainda assina sozinho “Salsa 02”, a outra inédita, que en­tra pro time das composições jazzy-tropicais. O disco “Esdras Nogueira Quinteto - Ao Vivo” é notório por apresentar música de qualidade em tempos de resistência. A arte no Brasil, de forma geral, não passa por bons momentos, e em se tratando de música, projetos instrumentais sobrevivem graças aos festivais e a boas produções como este álbum. Com efeito, a palavra não foi necessária. Bateria, percussão, saxofone, baixo e guitarra conversam entre si para bons ouvidos escutarem. Bacharel em saxofone, o músico fez sucesso na cena independente com o grupo Móveis Coloniais de Acaju. Depois de dezoito anos de carreira, os integrantes do grupo anunciaram no ano passado que dariam uma pausa em suas atividades. Esdras não parou. Ainda em 2014, já havia lançado o disco solo "Capivara", um tributo a Hermeto Pascoal. Em 2016, foi a vez da produção do álbum "NaBarriguda". Com referências como John Col­trane, Dominguinhos, Kenny Garrett, Tokyo Ska Paradise Orchestra, Gon­za­gui­nha, Astor Piazzola, Kamasi Was­hington, entre tantos outros, Es­dras Nogueira (saxofone barítono) for­ma seu quinteto com Marcus Moraes (gui­tarra), Thiago Cunha (bateria), Ro­drigo Balduíno (baixo) e Léo Barbosa (percussão). Elogiado por Hermeto Pascoal em seu trabalho solo e contemplado com Prêmio Multishow em 2010, ainda na formação do Móveis, Esdras é talentoso. Mostra que a bagagem de uma longa carreira e a inevitável necessidade de criar e experimentar são elementos que podem resultar em uma obra sazonada com matizes exóticas. Contribui­ções relevantes para a música instrumental brasileira contemporânea, seus álbuns merecem espaço nas prateleiras - isso quando não estiverem rodando. André Luiz Pacheco da Silva é estudante de psicologia e psicanálise, escritor e melômano

Sinfônica de Goiânia toca Mozart

Espetáculo será todo dedicado à obra do compositor alemão, uma grande oportunidade de se assistir à execução, ao vivo, de um dos maiores gênios da música [caption id="attachment_109861" align="alignnone" width="620"] Mozart, compositor clássico por excelência, revolucionou a música, influenciando todos que vieram depois dele, inclusive Beethoven[/caption] Amanhã à noite, a sociedade goianiense terá um compromisso com a música clássica. A Orquestra Sinfônica de Goiânia vai se apresentar às 20 horas no palco do Teatro Goiânia, com entrada franca. O espetáculo será todinho dedicado à obra de Wolfgang Amadeus Mozart, sob a regência de Katarine Araújo, com apresentação solo de Igor Vasconcelos (trompa). Será uma grande oportunidade de se assistir à execução, ao vivo, de um dos maiores gênios da música. Segundo críticos e historiadores, Mozart se destaca em todos os fundamentos da composição, em variação de estilo, em profundidade. Mozart é um compositor clássico por excelência. Convencionou-se a chamar a música erudita de clássica, embora haja uma divisão por período que vai desde o período antigo, passando pelo barroco, clássico, romântico (talvez o mais extenso) até o moderno. Para traçar um paralelo com outro gênio, Albert Einstein registrou o seguinte: “Não podemos desprezar a espécie humana sabendo que Mozart foi um homem.” A despeito de cada um ouvir música a seu modo, principalmente no Brasil, onde não se cultiva uma cultura musical como linguagem, muito menos como linguagem sofisticada, tentar perceber os movimentos da orquestra e o som saindo dos instrumentos e se misturando no ambiente de câmara do teatro, será uma experiência e tanto. Se eu fosse você não perderia. Até para entender porque não se pode dizer que Goiás é monófono.   Serviço: Concerto Orquestra Sinfônica de Goiânia Regente: Katarine Araújo Solo: Igor Vanconcelos (trompa) Data: 14 de Novembro Horas: 20 horas Local: Teatro Goiânia Entrada: Franca

“Caravanas”, de Chico Buarque: a culpa deve ser do Sol

Mais que poético, álbum “Caravanas”, de Chico Buarque, é um disco-manifesto, com negros torsos nus e sungas estufadas, e o artista continua o mesmo libertário de sempre, com um recado ao público contemporâneo, atento ou não

Concerto traz composições de sultões turcos a São Paulo

Com entrada gratuita, evento será realizado no dia 9 deste mês, às 19h30, no MIS, sob a batuta do maestro e compositor Musa Göçmen

Canto da Primavera começa nesta quarta (27) em Pirenópolis. Veja programação

18ª edição conta com shows de jazz, blues, MPB, instrumental, samba e música erudita

O vinho virou vinagre: os Tribalistas não convencem mais

Com novo álbum, lançado em 24 de agosto, os velhos ícones não criam; soam recursos estilísticos já desbotados, surrados, suados [caption id="attachment_104486" align="aligncenter" width="620"] Tribalistas: Carlinhos Brown, Marisa Monte e Arnaldo Antunes | Foto: divulgação
[/caption] André Luiz Pacheco da Silva Especial para o Jornal Opção Os talentos individuais de Arnaldo Antunes, Marisa Monte e Carlinhos Brown e suas respectivas carreiras são incontestáveis. Suas posições, funções e contribuições para o surgimento do Tribalismo na música brasileira fizeram do projeto um happening, genial. Fizeram um espetáculo, saíram do palco sem bis, imaculados e amados. No entanto, a relevância do novo trabalho em conjunto é questionável. Após o boom que causaram, o trio fez jus aos versos da canção que o apresenta enquanto um antimovimento, desintegrando-se logo em seguida e desiludindo a nação. Ainda que as parcerias tenham se mantido nos respectivos projetos individuais, o retorno dos Tribalistas era apenas uma expectativa e, depois de tantos anos, restava apenas se contentar com aquelas treze faixas. Porém, no fim do ano passado, os três se apresentaram juntos e surgiram rumores de um novo álbum acontecer. E aconteceu. Antes não tivesse acontecido. Os três são mais que um grupo, são uma tribo com identidade musical própria, costumes sonoros próprios, método de composição instituído e pouca amplitude criativa. Como eles mesmo dizem, na segunda faixa do novo álbum, juntos são um só. Um só artista com dificuldades criativas, com recursos artísticos desbotados, que vive na sombra dos louros de outra época. Em 2002, quando Arnaldo, Marisa e Brown se apresentaram como “Tribalistas”, as testemunhas do fenômeno Marisa no Jazzmania, os reminiscentes do Rock Brasil, os emepebistas, bossanovistas, os fãs do axé music, os viúvos do tropicalismo e as torcidas de Flamengo e Corinthians puseram seus olhos grandes sobre eles. O hit “Já sei namorar” estourou nas rodas de violão, nas rádios e nas boates: na crista da onda da febre do remix, embalava os solteiros. Do outro lado, o clássico da MPB deste século, “Velha Infância” fascinava todo mundo, era trilha de paixões secretas e declaradas; com seus quatro acordes, soava de todo e qualquer violão; quem não tinha um amor, queria ter só para cantar de um coração para outro. Manifestos como as faixas “Carnavália”, “Carnalismo” e “Tribalistas” mexeram com a nostalgia dos saudosos e atiçaram a fraca brasa da esperança do surgimento de um movimento na música brasileira. Versos como “segredos de liquidificador” e “um dia eu já fui chimpanzé” eram familiares a quem se deliciou em saber da piscina, da margarina, da Carolina, da gasolina e que respondia de peito inflado: “Yes, nós temos banana!”. Na cozinha da música brasileira, os tropicalistas já haviam deixado receitas e ingredientes para fazer a salada e os tribalistas aproveitaram. A neobossa “Pecado é lhe deixar de molho” é uma bonita homenagem, sem excessos, com um arranjo para João Gilberto nenhum botar defeito. Além disso, ao longo daquele álbum, as dissonâncias ressoam bem distribuídas. Outras canções encorpam o debut com bom desenvolvimento, com leveza e peso, simplicidade e sofisticação, ingenuidade e maturidade. Enfim, há 15 anos, essa tríade, esse trinômio, essa trindade, esse trímero mostrava a extensão de seu talento, suas matizes estéticas e sua capacidade inventiva, agradando a gregos, troianos, egípcios. Republicanos, monarquistas, tribalistas aplaudiam enquanto o trio saía de cena. Em sua diáspora tribalista para o Novo Mundo fonográfico, o novo álbum começa com uma canção tratando sobre retirantes, refugiados. Logo de início, há a presença de dois recursos típicos dos Tribalistas já explorados à exaustão: a gravíssima voz de Arnaldo recitando versos e as agudíssimas e manjadas vocalizações de Marisa. Cada um se repete posteriormente. Nem mesmo as referências às obras O Guesa e Vozes d’África dos poetas românticos Sousândrade e Castro Alves, respectivamente, desviam a atenção da já cansada fórmula tribal de cantar. Com letra instigante e reflexiva, com exceção do desnecessário refrão em inglês, a primeira canção política dos Tribalistas deixa a desejar. A quarta faixa do álbum é irmã de outra canção gravada por Marisa em seu “Infinito Particular”, lançado em 2006. “Vilarejo” é composta pelo trio em parceria com Pedro Baby; Pretinho da Serrinha se junta aos compositores para assinar a apaixonada “Aliança”, que encaixa com a mesma proposta de “Velha Infância” no álbum anterior. O arranjo requentado não é nada criativo, tampouco o é a letra, mas a faixa é amorosa, cativante, bonitinha e gruda como chiclete, é forte candidata a cair no gosto popular. Ao longo do disco, encontramos a interessante “Baião do Mundo”, uma oração tribalista ao elemento água. Os versos vazam para dentro dos nossos ouvidos e trazem na correnteza uma sensibilidade estética, com a percussão de Brown marcando o jorrar rítmico. Uma das poucas faixas originais deste álbum, pode passar despercebida em meio a tanta repetição estilística por ser, ironicamente, destoante do conjunto. Ao ouvir “Feliz e Saudável”, é possível que soe familiar, isso porque a introdução tem como referência “A Minha Menina” d’Os Mutantes. Ambivalente, ora amorosa, ora vingativa, essa faixa nos faz lembrar a versatilidade com a qual os Tribalistas surgiram no início do século. Um background tropical, arranjo criando diferentes ambientes para casar letra e música e sem perder o fio da meada, tudo isso em menos de três minutos. De forma geral, cada faixa tem a tatuagem tribal. “Ânima” e “Fora da Memória” não fogem ao quadrado e “Peixinhos”, tal como “Mary Cristo” em 2002, parece corresponder à cota de ingenuidade e leveza presente nas obras do trio, sobretudo, nas de Marisa. A participação da cantora portuguesa Carminho é um charme para a canção. Ponto positivo. A vocalização de Marisa se repetindo em todas as faixas cansa, aqui não será diferente. Ponto negativo. E por falar em características individuais que se sobressaem, a faixa “Trabalivre” é a cara de Arnaldo, tem o seu DNA, figuraria em um de seus álbuns solo sem nenhum estranhamento. Se a última faixa do álbum de 2002 era um cartão de visitas que inspirava, que animava, que colocava mão no teto e chão no pé, o mesmo não acontece agora com “Lutar e Vencer” que convida a participar dessa “ocupação tribalista”. E, apesar de parecer ser um b-side de “Tribalistas”, não convence, não tem a mesma força, nem a mesma jovialidade. Um retorno já não era tão necessário, um álbum novo menos ainda. Caíram no erro do revival. Time que vence no tempo regulamentar não volta a campo para mais alguns minutos. André Luiz Pacheco da Silva é estudante de psicologia e psicanálise, escritor e melômano.  

Conheça as 4 músicas que alcançaram 1 bilhão de plays no Spotify

Drake, Ed Sheeran, The Chainsmokers e Major Lazer estão na lista

Música e solidariedade em troca de roupa (quase) nova no Escambo Ahma

Grupo de mulheres realiza sarau para arrecadar agasalhos e cobertores para pessoas em estado de vulnerabilidade. Quem ajudar pode sair de lá com um terno ou roupa de festa

Goiânia recebe evento de trombone com concertos gratuitos

Simpósio oferece aulas e concertos gratuitos, atividades que integram calendário mundial voltado para celebrar o instrumento [caption id="attachment_90772" align="alignleft" width="300"] Wagner Poulistchuk, primeiro-trombone da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), é um dos convidados do evento[/caption] De 3 a 7 de abril, Goiânia recebe o 4º Simpósio de Trombones do Estado de Goiás, com professores renomados, músicos talentosos e amantes do instrumento. A programação reserva espaço para aulas especiais – chamadas de “masterclasses” – e concertos. As atividades têm formatos e locais variados, mas uma coisa em comum: são gratuitas. Os convidados desta edição do simpósio são Wagner Poulistchuk, primeiro-trombone da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp); Raphael Paixão, da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB); e Ricardo Santos, também da OSB. Eles ministrarão masterclasses e participarão de um concerto especial na quarta-feira, 5, às 18 horas, no Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás (UFG), na Praça Universitária. O evento é realizado por meio da Lei Goyazes e coordenado pelos professores Marcos Botelho, da Universidade Federal de Goiás (UFG), e Roberto Milet, do Instituto Federal de Goiás (IFG). O simpósio está ligado à International Trombone Association (ITA) e inclui na programação a BoneWeek Goiânia, dentro do calendário da International Trombone Week (ITW), realizada simultaneamente em vários países com objetivo de congregar trombonistas amadores e profissionais, além de divulgar e desenvolver o instrumento. Serviço: Evento: IV Simpósio de Trombones do Estado de Goiás/BoneWeek Goiânia Data: de 3 a 7 de abril de 2017 Locais: vários (ver programação) Entrada franca Site oficial: http://trombone8.wixsite.com/boneweekgoiania/ Facebook: https://www.facebook.com/boneweekgoiania/ Programação completa3 de abril – segunda-feira 19 horas – Teatro Goiânia - Concerto de abertura com participação de Corporação Musical Cemadipe, Banda Marcial C.E. Jose Lobo, Banda Marcial CPMG Ayrton Senna, Grupo Heróis de Botequim e professores de trombone. ● 4 de abril – terça-feira 15 horas – IFG - Masterclasses 18 horas – Teatro IFG - Concerto de música de câmara com professores locais ● 5 de abril – quarta-feira 15 horas – Centro Cultural UFG - Masterclasses com professores convidados 18 horas – Centro Cultural UFG - Concerto com professores convidados ● 6 de abril – quinta-feira 9 horas – EMAC/UFG (Praça Universitária) - Masterclasses avançados com professores convidados 14h30 – CPMG Ayrton Senna - Masterclasses ● 7 de abril – sexta-feira 9 horas – EMAC/UFG (Praça Universitária) - Masterclasses avançados com professores convidados 14h30 – IFG - Masterclasses com professores convidados 18 horas – Teatro IFG - Concerto de encerramento com Banda Sinfônica Jovem de Goiás e Banda Sinfônica do Estado de Goiás

Sertanejo universitário desconhece a palavra crise e reina absoluto no mercado

Disputa por espaço em um universo nem sempre leal e ético, mas que conquistou jovens de todo o Brasil e parece se consolidar ainda mais nos últimos oito anos

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Canção de letra mais forte do disco Princesa, música de 6 minutos e 38 segundos é representada em bom roteiro de Bruno Alves, Pedro Ferrarezzi e Salma Jô

Tom Jobim: os 90 anos de um dos maiores gênios da música

[caption id="attachment_85658" align="aligncenter" width="620"] Tom Jobim, gênio da música não apenas brasileira, mas internacional, faria 90 anos neste 25 de janeiro | Foto: Otto Stupakoff[/caption] Nesta quarta-feira, 25 de janeiro de 2017, o músico Antônio Carlos (“Tom”) Jobim completaria 90 anos de idade. Para celebrar a data, segue abaixo cinco vídeos do grande músico em momentos de descontração, junto a amigos e parceiros de composição, como Chico Buarque e Vinícius de Moraes. “Eu quase que me cortei” Diz Tom, ao lado de Vinícius de Moraes, ambos já “pra lá de Bagdá”, que quase se cortou na ocasião em que sua esposa quebrou duas garrafas de whisky, na pia, diante dele. Detalhe: repare nos dois amigos cantando (ou melhor, tentando cantar) a música “Pela luz dos olhos teus”... https://www.youtube.com/watch?v=A6MfF4v9ZD0&w=640&h=360 “Chama o Tomzinho pra ajudar…” Durante a festa de entrega dos prêmios do Festival Internacional da Canção, de 1968, vencido pela dupla Tom Jobim e Chico Buarque, com a música “Sabiá”, Chico, entrevistado por Nelson Mota, diz que está um tanto atordoado e diz: “Chama o Tomzinho para ajudar”. Tom, além de parceiro de composição, era também parceiro de copos de Chico, como podemos perceber no vídeo. [youtube https://www.youtube.com/watch?v=4hyKYhn59b4&w=640&h=360]   “É pau, é pedra…” Aqui, Tom e Elis Regina, gravando “Águas de Março”, em meados da década de 1970, em clima de total descontração. [youtube https://www.youtube.com/watch?v=E1tOV7y94DY&w=640&h=360]   “Aqui está um marco da música brasileira...” Tom Jobim foi recebido na Escolinha do Professor Raimundo, em 20 de novembro de 1993, e fez piada  com o fato de fumar charuto (“Esse charuto é de alface, para não poluir”) e com os títulos de suas músicas — que acabam se tornando respostas para questões sobre política, formuladas pelo personagem de Chico Anysio. [youtube https://www.youtube.com/watch?v=SclxJjRQ-xA&w=640&h=360]    “Que é para o rock não entrar...” Mais uma vez com Chico Buarque, Tom, além de tecer elogios ao parceiro, fala também de detalhes de sua vida familiar e acaba revelando que “não é contra o Rock’n Roll”, mas “já mandou fazer um estúdio”, para o “rock não entrar”... [youtube https://www.youtube.com/watch?v=JNafHwjJfBU&w=640&h=360]

Enquanto você estava de férias, bandas goianas apresentaram novidades

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Secos e Molhados: que fim levaram todas as flores 45 anos depois

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