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Eleições nos EUA
Trump volta mais poderoso com Congresso e Judiciário mais favoráveis; entenda o contexto político americano

As eleições presidenciais de 2024 nos Estados Unidos, que resultaram na vitória de Donald Trump, não só reforçam sua posição como líder do Partido Republicano, mas também proporcionam uma oportunidade única de governar com uma base de apoio consolidada em ambas as casas do Congresso, além de uma Suprema Corte e um Judiciário mais alinhados com suas posições conservadoras. Se o primeiro mandato de Trump foi marcado por desafios legislativos e conflitos com o Congresso, sua segunda presidência promete ser bem diferente, com um caminho muito mais aberto para implementar sua agenda.

A mais significativa mudança no cenário político dos EUA com a eleição de 2024 é o controle renovado que o Partido Republicano exerce sobre o Senado. Embora o Senado tenha sido por muito tempo uma câmara dividida, a vitória republicana nas eleições deste ano trouxe uma clara maioria de 52 a 42, após uma virada histórica em estados chave, como Ohio e West Virginia, com as vitórias de Bernie Moreno e Jim Justice, respectivamente.

O controle do Senado confere a Trump um poder considerável para aprovar suas nomeações e projetos de lei. "Nós alcançamos algo na política que é incrível, uma vitória política que nosso país nunca viu antes", declarou Trump em seu discurso de vitória, referindo-se não só à sua própria vitória presidencial, mas também ao fortalecimento do Partido Republicano no Senado.

O controle do Senado também significa que Trump terá uma influência muito maior sobre a composição do governo, uma vez que a casa legislativa tem o poder de confirmar ou rejeitar suas nomeações. Especialistas políticos consideram que com o Senado sob domínio republicano, "Trump não precisará negociar nada para aprovar suas nomeações para o governo. O Senado dará o aval diretamente, sem a necessidade de grandes concessões". Isso se aplica especialmente a cargos-chave, como a presidência do Banco Central Americano (FED), cuja nomeação será feita em 2026, mas que desde já pode ser vista como um reflexo do novo equilíbrio de forças.

Além disso, o Senado será crucial para a aprovação de pacotes legislativos importantes, como a reforma fiscal (Tax Cuts and Jobs Act) e questões de saúde, como o Affordable Care Act, que devem passar por revisão nos próximos anos. Com a maioria republicana, Trump tem chances reais de passar suas reformas de forma mais ágil, em um cenário que lembra as primeiras etapas de sua presidência, mas com mais suporte no Congresso.

Embora o controle do Senado seja fundamental, a composição da Câmara dos Representantes também desempenha um papel crucial no próximo mandato de Trump. Após as eleições de 2024, os republicanos mantiveram uma vantagem confortável na Câmara, com 203 cadeiras de um total de 218 necessárias para a maioria. Por enquanto, os democratas estão com 180 cadeiras, mas a disputa ainda está aberta para algumas vagas não definidas.

A Câmara tem um papel vital na aprovação de orçamentos e leis fiscais, além de ser responsável por criar e revisar políticas em áreas como saúde, educação e segurança. Nesse sentido, a vantagem republicana poderá garantir que Trump consiga avançar com sua agenda legislativa, embora o equilíbrio de forças no Congresso continue a apresentar desafios. A professora Flávia Loss Araújo, da FESP, observou que "mesmo com algumas divergências dentro do próprio Partido Republicano, o controle da Câmara e do Senado será crucial para o avanço de uma virada conservadora no país".

No entanto, a Câmara pode se tornar um campo de batalha, especialmente se os republicanos, que têm uma maioria estreita, não conseguirem manter coesão em torno das políticas de Trump. Isso pode levar a um cenário de negociações complexas e disputas internas que podem dificultar a aprovação de algumas das reformas mais polêmicas.

Uma das heranças mais duradouras do primeiro mandato de Trump foi sua habilidade em nomear juízes para a Suprema Corte dos Estados Unidos, com as confirmações de Neil Gorsuch, Brett Kavanaugh e Amy Coney Barrett. Essas nomeações garantiram uma maioria conservadora de 6 a 3 na Corte, permitindo a Trump, na prática, moldar a jurisprudência americana em uma direção mais à direita.

Mesmo com a eleição de 2024, Trump enfrentará um Judiciário mais sólido, já que a formação atual da Suprema Corte dificilmente mudará nos próximos anos. A maior parte dos juízes da Corte possui idades avançadas, como os conservadores Clarence Thomas (76 anos) e Samuel Alito (74 anos), que são vistos como potenciais aposentados nos próximos anos. No entanto, como a nomeação de juízes precisa ser confirmada pelo Senado, e o Partido Democrata ainda possui alguma força na câmara, as chances de uma reconfiguração significativa da Suprema Corte durante seu segundo mandato são limitadas.

No entanto, Trump ainda poderá influenciar a composição do Judiciário federal. Durante seu primeiro mandato, ele nomeou um número recorde de juízes federais, o que teve um impacto profundo em tribunais de apelação e distritais em todo o país. Isso coloca Trump em uma posição vantajosa para continuar suas nomeações e consolidar uma rede judicial mais alinhada com sua agenda conservadora, especialmente se ele puder nomear juízes mais jovens, que permaneceriam por décadas.

Embora os desafios legais sejam um ponto recorrente na presidência de Trump, o controle do Senado e a composição mais conservadora do Judiciário garantem que ele tenha maiores recursos legais e judiciais para se proteger de possíveis investigações e litígios durante seu segundo mandato. Esse fortalecimento institucional também ajuda a garantir que ele possa aprovar reformas sem enfrentar tantas obstruções jurídicas.

Com um Congresso mais alinhado e um Judiciário favorável, Trump parece determinado a avançar em sua agenda, focando especialmente em questões como imigração e economia. Durante sua campanha, ele destacou que uma de suas prioridades será "fechar as fronteiras" e reformar o sistema de imigração, implementando medidas mais rígidas para conter a entrada de imigrantes ilegais no país.

Trump também falou sobre a necessidade de revitalizar a economia americana, com propostas de corte de impostos e redução da regulamentação sobre as empresas, além de reformar o sistema de saúde. Sua vitória, acompanhada da maioria republicana no Senado, coloca essas propostas no centro da política nacional, com uma possibilidade real de implementação sem os entraves que marcaram seu primeiro mandato, quando o Partido Republicano tinha um controle mais dividido no Congresso.

Com a Câmara e o Senado sob seu comando, Trump tem um caminho mais aberto para adotar políticas que atendam aos interesses de sua base eleitoral, que, em grande parte, espera uma retomada da "América forte e livre" que ele prometeu em 2016. Sua retórica, que combina nacionalismo econômico e medidas restritivas em relação à imigração, agora conta com um Congresso que dificilmente se oporá a essas medidas.

Ao final das eleições de 2024, Donald Trump emergiu não apenas como o vencedor presidencial, mas como uma figura ainda mais poderosa no cenário político dos Estados Unidos. Com o controle do Senado, uma maioria na Câmara e um Judiciário mais conservador, seu segundo mandato tem o potencial de ser decisivamente diferente do primeiro. O fortalecimento de sua base no Congresso e no Judiciário significa que Trump poderá governar com um maior grau de liberdade, implementando sua agenda de forma mais eficaz, sem as limitações e confrontos que marcaram o período anterior.

A trajetória de Trump na presidência será definida por uma abordagem mais agressiva em questões como imigração, economia e saúde, além de uma continuidade das políticas conservadoras na Suprema Corte e nos tribunais federais. Com um mandato considerado “poderoso” e uma base sólida, o ex-presidente está pronto para redefinir o futuro político dos Estados Unidos, moldando o país segundo sua visão por muitos anos a frente.

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As eleições americanas acontecem nesta terça-feira, 5, e os dois candidatos com maior intenção de voto são Donald Trump e Kamala Harris. Nesse cenário, portanto, ambos receberam diversos apoios públicos de personalidades do cinema, música, esporte, televisão e empresariado.

Pessoas como Elon Musk, que não escondem seu posicionamento, já declararam apoio meses atrás. Enquanto isso, outras celebridades, como a cantora pop, Lady Gaga, deixaram para se pronunciar na reta final. A manifestação de celebridades estimula os eleitores a votarem, já que o voto não é obrigatório nos Estados Unidos da América.

Quem apoia Kamala Harris?

  • Lady Gaga;
  • Katy Perry;
  • Beyoncé;
  • Taylor Swift;
  • Billie Eilish;
  • Olivia Rodrigo;
  • Eminem;
  • Charli XCX;
  • Geroge Clooney;
  • Bad Bunny;
  • LeBron James;
  • Jennifer Anniston;

Quem apoia Donald Trump?

  • Kanye West;
  • 50 Cent;
  • Elon Musk;
  • Mel Gibson;
  • Hulk Hogan;
  • Amber Rose;
  • Dana White;
  • Kid Rock;

Influências

Alguns dos nomes mais famosos do país são as artistas internacionais do pop, como Beyoncé, Olivia Rodrigo e Taylor Swift, que, portanto, influenciam um grande grupo de jovens na nação. Beyoncé, por exemplo, concedeu à campanha de Kamala Harris autorização para usar a música "Freedom" em um vídeo promocional.

Enquanto Elon Musk, fundador da Tesla e da SpaceX, anunciou oficialmente seu apoio a Trump em julho. Além disso, ele prometeu doar cerca de R$ 245 milhões por mês para apoiar a campanha do candidato.

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Racha na Extrema-Direita
Marçal critica Bolsonaro e o alerta a “cuidar da vida” para evitar conflitos

O ex-coach Pablo Marçal, do PRTB, publicou um vídeo nesta sexta-feira, 1º, em que ataca o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Com as eleições presidenciais de 2026 se aproximando e as tensões entre os líderes da direita em alta, Marçal pediu a Bolsonaro que "cuide da vida" e alertou que, se as críticas persistirem, "o pau vai quebrar".

"Bolsonaro, toca a sua vida, irmão. Seja candidato, mas me deixa em paz. Estou falando sério, gosto de você. Foca na sua trajetória e deixa os bolsonaristas quererem se levantar contra mim. Estou tranquilo, vou fazer o que preciso e, em 2026, 'nós' nos encontramos", disse Marçal, que já manifestou interesse em concorrer à Presidência em 2026. O Estadão tentou contato com Bolsonaro, que ainda não se manifestou.

No vídeo, Marçal ressaltou que Bolsonaro está inelegível até 2030, devido a uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O PL tenta aprovar um projeto de anistia para possibilitar a candidatura do ex-presidente em 2026. Em vez de buscar sua elegibilidade, Marçal argumentou que Bolsonaro prefere agir como um "malvadão" com críticas direcionadas a ele.

"Você tem meu respeito e eu curto você, mas não é comigo que você deve ter problemas, e sim com o STF. Foque em ser elegível para a eleição. Estou torcendo por você, mas não venha para cima de mim. Cuide da sua vida e não tente me atacar, porque sou uma pessoa boa", afirmou Marçal.

A rivalidade entre os dois teve início durante a campanha das eleições municipais, onde Marçal obteve o terceiro lugar na corrida pela Prefeitura de São Paulo. O ex-presidente, por sua vez, expressou arrependimento por ter premiado Marçal com uma medalha, afirmando que o erro foi ter se envolvido com ele. Marçal, em resposta, disse que pretende devolver a medalha.

Além disso, Marçal exigiu o reembolso de R$ 100 mil que investiu na campanha de Bolsonaro contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2022. O ex-presidente afirmou que a doação foi genuína e que a direita errou ao acreditar que ele apoiava o ex-coach.

Ao final do primeiro turno, Marçal, excluído da disputa entre Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL), pediu uma retratação pública de Bolsonaro em troca de seu apoio ao atual prefeito, que acabou sendo reeleito. Aliados de Bolsonaro afirmaram que esse gesto comprometeu qualquer possibilidade de reconciliação entre os dois.

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Política
Análise: Extrema-direta sequestrou pautas progressistas, se dividiu e mostrou que Bolsonaro não é pêndulo

A extrema-direita no Brasil ganhou mais corpo nas eleições municipais deste ano, mas não tanto corpo quanto a centro-direita, movimento conservador mais moderado. Mesmo assim ela cooptou movimentos progressistas criando em torno da pauta do desejo pessoal e do trabalho, por exemplo, a conspiração teórica que é comum neste movimento.

O pesquisador italiano Paolo Demuru, radicado no Brasil, professor da Universidade Mackenzie e autor do livro Políticas do Encanto: Extrema Direita e Fantasias de Conspiração, afirma que a direita radical é muito bem sucedida no que ele chama de "fantasias conspiratórias", pois, além de fornecer respostas simples para problemas complexos, essas histórias encantam, fascinam e levam ao êxtase seus adeptos.

É a partir daqui que nasce o que os alguns analistas políticos estavam chamando de "as prévias da direita". A direita se dividiu em capitais importantes no Brasil e mostrou que o ex-presidente Jair Bolsonaro não é o pêndulo que comanda a extrema-direita e/ou a direita no país, muito pelo contrário, o movimento tem nomes que fazem bem mais barulho e que, para o desespero do clã do ex-presidente, estão longe do controle deles.

As eleições em São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba foram grandes exemplos sobre como a direita contra a extrema-direita se degladiou em campanhas de baixo nível e com poucas propostas. Goiânia foi a grande prévia da direita no Brasil e pouco se falou isso de uma das capitais mais conservadoras do país.

A cidade vinha de uma administração desastrosa com problemas da coleta de lixo e denúncias de corrupção. O atual prefeito, Rogério Cruz, tentou a sua cruzada no primeiro turno para defender seu legado, mas acabou ficando em sexto na disputa, à frente apenas do candidato do Unidade Popular, Professor Pantaleão.

Pesquisas feitas pelo Palácio das Esmeraldas (sede do governo goiano) mostraram que o goianiense queria um prefeito completo, ou seja, com experiência política e de gestão. O governador Ronaldo Caiado (UB), tinha como dever de casa fazer o prefeito da capital, para fazer jus a sua alta aprovação na capital, que era algo raro de governadores do estado.

O resultado do primeiro-turno surpreendeu em Goiânia, contrariando a maioria das pesquisas, Fred Rodrigues (PL) - nome que nem era da afinidade de Bolsonaro, mas que foi posto na disputa após a desistência de Gustavo Gayer em disputar o pleito - terminou em primeiro com mais de 30% dos votos.

O candidato apoiado por Caiado, Sandro Mabel, ficou com pouco mais de 27%. Estava aí armada a grande prévia da direita. Caiado de um lado e Bolsonaro de outro.

Os números também surpreenderam, porque o eleitorado de Goiânia havia optado pela continuidade da não experiência e da pouca habilidade política. A dormência de uma cidade largada cedeu lugar à polarização política entre extrema-direita e centro-direita.

A campanha em Goiânia teve tudo, menos propostas para a cidade que tem graves problemas no serviço de saúde, coleta de lixo, drenagem, infraestrutura e iluminação pública. A extrema-direita tentou a todo momento associar o candidato de Caiado ao PT, ao atual prefeito e levantar sua história pregressa no Congresso Nacional a todo custo. Mabel ficou um bom tempo do segundo turno se defendendo. Nos debates mostrava que tinha muita dificuldade de lidar com os ataques de Fred.

Até que em um momento descobriu-se que Fred sequer tinha diploma universitário, como declarado à Justiça Eleitoral. Ele também havia assumido uma diretoria na Assembleia Legislativa de Goiás que exigia ensino superior. Foi o grande trunfo governista.

Mabel teve que descer ao nível de Fred para contrapor, porque o antigo modo de se fazer campanha não conversava com o eleitorado. Os dois tiveram que provar, a todo custo, quem era mais de direita e o eleitorado se prestou a polarizar cada vez mais o voto.

No final da história Caiado fez o dever de casa, Bolsonaro, que vinha aqui sem saber nada sobre a cidade atacava o governador e nada contribuia ao debate dos problemas da cidade assim como o seu candidato, que olhando friamente não tinha propostas e não tinha discurso. Apenas aquele tóxico esquema de se falar contra tudo que é de esquerda e de associar tudo à esquerda.

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