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Greve dos professores de Palmas tem apoio de parlamentares

[caption id="attachment_105806" align="alignleft" width="620"] Eli Borges, Vicentinho Junior e Wanderlei Barbosa anunciaram apoio ao movimento dos educadores | Fotos: Divulgação Aleto e Agência Câmara[/caption] Após 17 dias, os professores da Rede Municipal de Palmas seguem em greve buscando o recebimento de direitos obtidos em 2015, quando a Prefeitura se comprometeu em realizar diversas alterações em prol da Educação do município, como o pagamento das progressões, as titularidades, os retroativos, a data-base, além da eleição de diretores, o direito de reposição e o não corte do ponto. Apesar do documento assinado, a Prefeitura se nega a negociar com os professores e o acordo proposto não foi aceito pela classe que é representada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet). A classe política se reuniu em torno da causa e o deputado Eli Borges (PROS) esteve na Câmara Municipal para ouvir os professores grevistas e defendeu o diálogo entre a classe e a prefeitura da capital. “Na democracia há uma coisa que nunca pode faltar que é o diálogo, mesmo quando todas as possibilidades se esgotam ele tem que continuar existindo”, declarou. Eli Borges espera a compreensão por parte da Prefeitura e da totalidade da Câmara para que o problema seja resolvido. “Eu sou solidário a este movimento”, disse o parlamentar. Já o deputado Wanderlei Barbosa (SD), usou a tribuna da Assembleia Legislativa, na sessão ordinária de quarta-feira, 20, quando cobrou o fim “do cabo de guerra” entre os professores e o Executivo Municipal e, consequentemente, o retorno às aulas. O pronunciamento do deputado foi acompanhado por profissionais e representantes da categoria que ocupavam as cadeiras de honra do Poder Legislativo. Segundo Wanderlei, o prefeito prometeu, fez uma série de acordos e essa greve, é apenas uma cobrança desses compromissos feitos lá atrás. O parlamentar disse ainda, que essa não é a vontade dos professores, que eles queriam estar nas salas de aula, ensinando e cumprindo as suas obrigações. O parlamentar espera que o prefeito Carlos Amastha (PSB), que prega a nova política, um modelo novo de fazer política, que ele possa discutir com a classe, com os servidores e com representantes de sindicatos para poder estancar a paralisação. Segundo o deputado, o modelo não é ignorando, um modelo moderno, ele discute, ele conversa, ele propõe àquilo que é possível ele pagar. Na mesma linha de raciocínio, o deputado federal Vicentinho Júnior (PR) usou seu espaço na Câmara dos Deputados na quarta-feira, 20 para cobrar a Prefeitura de Palmas para cumprir o pagamento dos direitos trabalhistas dos professores. Vicentinho Junior exaltou o trabalho dos professores e fez questão de citar o início da greve de fome que os profissionais ameaçam iniciar. O deputado cobrou que o Prefeito Carlos Amastha cumpra o que prometeu aos professores em 2015, zelando pelo pagamento dos profissionais que são tão importantes para a cidade e disse ainda que o gestor faz descaso com à educação de Palmas. Justiça determina desocupação Em decisão na Ação de Reintegração e Manutenção de Posse (0031108-88.2017.827.2729) ajuizada pela Câmara Municipal, que alega que 700 professores da rede municipal, que estão em greve, e integrantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sintet), ocuparam sua sede desde o dia 13 de setembro, o juiz da 1ª Vara da Fazenda e Registros Públicos de Palmas, Roniclay Alves de Morais, determinou a desocupação do prédio legislativo. Os professores da rede municipal de Palmas devem deixar de praticar quaisquer atos atentatórios à posse, dentro da Câmara Municipal de Palmas, como ocupações ilícitas, bloqueio de entrada do prédio, armação de barracas, instalação de colchões, instrumentos musicais, caixas e alimentos estranhos ao exercício da atividade e à composição da estrutura do órgão. Segundo a ação, alguns vereadores fizeram diversas tentativas de diálogo com os grevistas para que desocupassem o parlamento, porém, os ocupantes querem permanecer no local, por tempo indeterminado, até a Prefeitura Municipal pagar a data-base e demais reivindicações da classe. O magistrado reconhece que o servidor público tem assegurado o direito constitucional do exercício de greve, mas observa que esse direito “não pode extrapolar os limites da razoabilidade, invadindo e impossibilitando o normal funcionamento da Casa Legislativa Municipal pelos professores e representantes do Sindicato”. Para o juiz, as fotos juntadas mostram que os grevistas instalaram, dentro da Câmara Legislativa, barracas, colchões, instrumentos musicais, caixas e alimentos contrariando a lei. “Isso não quer dizer, porém, que os manifestantes não possam exercer suposto direito de greve à frente do órgão, ou transitarem nele, desde que seus atos não atentem à posse do autor, nem obstaculizem o exercício normal das atividades daquele Órgão, sob pena de ferir o direito de posse do autor”.

PUC Goiás é a única do Estado que cresce em ranking universitário

Mesmo bem atrás da UFG, pontifícia goiana apresenta segunda melhora consecutiva em ranking da Folha

Levantamento mostra que mais da metade dos brasileiros não chegam ao ensino médio

Relatório da OCDE aponta que há melhoras na educação brasileira, mas, em geral, índices ainda são abaixo da média registrada em outros países

Agora para estudar em escolas públicas do DF será necessário ter o CPF

Os estudantes do Distrito Federal precisarão ter o cadastro de pessoas físicas (CPF) para se inscrever para o ano letivo de 2018 na rede pública. A exigência para alunos do primeiro período da educação infantil ao terceiro ano do ensino médio. Segundo a Secretaria de Educação, a medida se destina a incentivar os pais a emitir o documento dos filhos, o que lhes permitirá ter acesso a vários benefícios, como o Passe Livre Estudantil. O período de telematrícula pela central 156 está previsto para começar nas próximas semanas. Até agora, o documento era solicitado apenas durante a efetivação da matrícula, e era opcional apresentá-lo.

UFG sai do ranking das 1000 melhores do mundo. Ao lado de mais 9 universidades

Universidade federais Fluminense, do Paraná, da Bahia, de Ouro Preto, de Santa Maria, de Lavras, de Londrina e de Maringá e de Visçosa deixaram o top 1000

Portaria do MEC autoriza curso de medicina no câmpus de Catalão da UFG

Expectativa é que ingresso da primeira turma ocorra no segundo semestre de 2018

Mais um centro universitário é inaugurado em Jataí

Universidade Una  já chega na cidade com provas agendadas para o dia 13 de setembro

Criação da UFNT tem muitas “paternidades”

Na quarta-feira, 16, a Comissão de Educação aprovou o parecer favorável ao Projeto de Lei 5.274/16 que cria a Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT). Na proposta do Poder Executivo, a nova universidade será desmembrada dos campi da Universidade Federal do Tocantins de Araguaína e Tocantinópolis. Pela emenda da Professora Dorinha (DEM), além de integrar Araguaína e Tocantinópolis à UFNT, também ficariam criados os campi de Xambioá, Colinas do Tocantins, Filadélfia e Guaraí. A deputada Josi Nunes (PMDB) acatou parcialmente a emenda, ampliando a UFNT apenas para os municípios de Xambioá e Guaraí. A democrata disse que a criação da UFNT é um grande avanço para o Tocantins, que é um Estado jovem e com uma área geográfica extensa e o desenvolvimento regional é fundamental. “Essa criação integrando os campi de Araguaína e Tocantinópolis, estendendo para Guaraí e Xambioá vai ajudar muito no atendimento à nossa juventude no que diz respeito à educação, qualificação profissional, promoção do conhecimento, além do desenvolvimento de ensino e pesquisa. Continuaremos trabalhando para a consolidação dessa universidade e para o desenvolvimento do norte do Tocantins.” Dorinha se comprometeu também em atuar junto às Comissões de Finanças e Tributação e Constituição, Justiça e Cidadania para garantir que a proposta da criação da UFNT seja aprovada. O projeto sendo aprovado nessas duas comissões, ainda segue para apreciação no Senado. “O caminho para a aprovação da criação da universidade ainda é longo, mas vamos trabalhar para garantir condições de concluir esse processo da melhor forma possível”, explicou. Já a deputada Josi Nunes, pelas redes sociais, comemorou a aprovação e disse que o desmembramento da UFT, para criação da UFNT – matéria de sua relatoria – foi uma conquista para todos os tocantinenses, no entanto, não explicou porque retirou os campi de Colinas do Tocantins e Filadélfia do projeto. Em contrapartida, o deputado federal Lázaro Botelho (PP) destacou, por intermédio das redes sociais: “Muito boa a aprovação na Comissão de Educação, do relatório que cria a Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT). Ela agora tramitará na Comissão de Finanças e Tributação, presidida pelo meu companheiro de partido e amigo Covatti Filho. Já pedi para ele dar prioridade nesta matéria, que vai beneficiar toda a região norte do Tocantins”. É aquele velho ditado: “depois da onça morta, todo mundo é corajoso ou foi o autor do disparo”. Não há dúvidas que o projeto inicial tem autoria, empenho e luta da deputada Professora Dorinha, contudo, depois de aprovado, vários “caroneiros” se postarão como coautores ou contribuintes simpatizantes à causa.

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Prazo começou nesta segunda-feira (14) e vai até o dia 31 de outubro

Mossoró vistoria a construção do Instituto Tecnológico de Valparaíso

Na manhã do último sábado (12/8), o prefeito Pábio Mossoró (PSDB) vistoriou a construção já bem adiantada do Instituto Tecnológico de Valparaíso. A obra é feita em conjunto pela Prefeitura Municipal, governo de Goiás, com intermédio da deputada Lêda Borges (PSDB) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). ] O Itego de Valparaíso possui os padrões da Escola Técnica do Ministério da Educação. A instituição ofertará cursos e programas de formação inicial e continuada, educação profissional e técnica de nível médio e educação profissional tecnológica de graduação e de pós-graduação.