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“Se foi ilegal, a gente vê lá na frente”, diz Bolsonaro sobre denúncia contra chefe da Secom

Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira que o chefe da Secretaria Especial da Comunicação Social (Secom) da Presidência, Fabio Wajngarten, continua no cargo [caption id="attachment_229100" align="alignnone" width="620"] Presidente Jair Bolsonaro | Foto: Reprodução[/caption] "Se foi ilegal, a gente vê lá na frente", disse o presidente Jair Bolsonaro ao sair do Palácio da Alvorada na manhã desta quinta-feira, 16, sobre o conflito de interesse relatado por reportagem da Folha de São Paulo que envolve o chefe da Secretaria Especial da Comunicação Social (Secom) da Presidência, Fabio Wajngarten. Bolsonaro disse que Wajngarten segue no cargo. até agora, tá tudo legal com o Fabio. Vai continuar. É excelente profissional. Se fosse um porcaria, como têm muitos por aí, ninguém tava falando”, disse. A reportagem mostra que o chefe da Secom, que define gastos publicitárias do governo, ao mesmo tempo em que se mantém como sócio principal de uma empresa que recebe de emissoras e agências de publicidade beneficiadas. Segundo a Folha, Wajngarten permanece como sócio da FW Comunicação e Marketing. Ele tem agências e TVs como clientes, entre eles a Band e a Record, que também recebem do governo, e cuja participação na verba publicitária da Secom vem crescendo nos últimos anos. A prática implica conflito de interesses e pode configurar improbidade administrativa. A lei “proíbe integrantes da cúpula do governo de manter negócios com pessoas físicas ou jurídicas que possam ser afetadas por suas decisões”. Wajngarten fez um pronunciamento à imprensa na última quarta em que disse que a reportagem não foi justa, equilibrada, nem parcial. “A matéria tem nome e sobrenome. E, se determinados grupos de comunicação ou institutos de pesquisa tinham em mim a tentativa de construção de uma ponte de diálogo, essa ponte foi explodida agora”, disse. Na última quarta-feira, Wajngarten fez um pronunciamento à imprensa. Na fala, ele contou sua história como empresário do ramo de medição de audiência e se recusou a responder às perguntas dos repórteres.

MPDFT pede pena de 24 anos de prisão para Arruda e Paulo Octávio

Promotores apresentam alegações finais na ação sobre pagamento de propina pela empresa de informática B2BR investigada na Caixa de Pandora

[caption id="attachment_22482" align="aligncenter" width="300"] Ex-governador do DF, José Roberto Arruda | Foto: Roosewelt Pinheiro/Abr (31/12/2006)[/caption] O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Federal e Territórios pediu a condenação do ex-governador José Roberto Arruda e do ex-vice-governador Paulo Octávio por corrupção passiva. O pedido faz parte da finalização do processo da Operação Caixa de Pandora, que apurou esquema de corrupção no Distrito Federal. Os promotores que apuraram o caso pedem 24 anos e sete meses de reclusão para Arruda e Paulo Octávio. O processo em questão é específico para o esquema que envolveu a empresa B2BR, que garantia contratos de forma indevida na área de informática com o governo do Distrito Federal.

Desembargador de Minas Gerais propõe vaga fantasma a parentes

Áudios da Polícia Federal revelam diálogos do magistrado com políticos e agentes de estado para viabilizar contratações

Candidato a governo de Goiás tentou vender horário eleitoral quando Bebianno era presidente do PSL

Caso ocorreu em 2006, quando o concorrente ao cargo era, também, presidente estadual da sigla

Suspeito de vender vagas para cirurgias em hospitais públicos é preso

Homem oferecia realização de procedimentos cirúrgicos sem aguardar na fila de espera e cobrava até R$ 2 mil

MPF aguarda conclusão do inquérito da PF sobre operações que investigam Marconi

Andamento da Cash Delivery e da Confraria depende de término das sindicâncias na Polícia Federal

MPE denuncia ex-prefeito de Chapada da Areia por desvios de verbas públicas

[caption id="attachment_159294" align="alignnone" width="620"] Entre as acusações está o superfaturamento na construção de pontes e mata-burros na zona rural | Foto: Reprodução[/caption] Na quinta-feira, 17, o Ministério Público Estadual ajuizou denúncia criminal contra Raimundo Carreira Varão (sem partido), ex-prefeito do município de Chapada da Areia, pelo suposto desvio de verbas públicas praticado entre os anos de 2005 e 2007. A denúncia é fundamentada em decisão do pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que julgou irregulares as contas do ex-gestor por prejuízos causados ao erário municipal na ordem de R$ 298.653,45, decorrentes da construção de obras de infraestrutura superfaturadas e de irregularidades na contratação de serviços. O órgão fiscalizador de contas condenou o gestor em 2018, com base em auditoria que incluiu fiscalizações técnicas in loco. Entre as práticas irregulares, estão o superfaturamento na construção de mata-burros, de pontes e de um campo de futebol e o superfaturamento na locação de veículos. Também consta no processo que a gestão teria elaborado contratos fictícios, referentes a serviços que não foram prestados, com vistas a sacar os valores referentes aos pagamentos em proveito próprio do prefeito.

Kassab e PSD teriam recebido R$ 58 milhões de esquema ilegal, diz MPF

Como contrapartida, a legenda teria apoiado o Partido dos Trabalhadores (PT) na disputa nacional de 2014

Presidente da Câmara preso em operação usava verba pública para abastecer carro

Além disso, o vereador Paulo Sérgio Batista (PHS), mais conhecido como Serginho Antena, fornecia o automóvel do órgão para sua esposa

Operação Saqueador: Carlinhos Cachoeira e mais 14 são condenados

Somadas, as penas resultam em mais de 100 anos de reclusão. Cachoeira está entre os três condenados por mais tempo [caption id="attachment_126122" align="alignnone" width="620"] Foto: Reprodução[/caption] A Justiça do Rio de Janeiro emitiu nesta quarta-feira (13/6) a sentença que condenou Carlinhos Cachoeira e mais 14 pela Operação Saqueador, esquema de corrupção que, em 2016, de acordo com o Ministério Público Federal, desviou R$ 370 milhões dos cofres públicos. Carlinhos Cachoeira foi condenado à pena de 9 anos e 6 meses de reclusão. Já o empresário Fernando Cavendish, dono da empreiteira Delta e considerado "principal idealizador dos esquemas ilícitos", foi condenado a quatro anos, dois meses e dez dias de prisão. Somando as 15 penas, são mais de 100 anos de cárcere. O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal no Rio de Janeiro, que emitiu as sentenças, escreveu que a "culpabilidade (de Cachoeira) era de extrema relevância" e que a conduta social do bicheiro "é reprovável, considerando que exercia primordialmente atividades ilícitas, através de empresas de fachada, permitindo a utilização de recursos ilícitos por diversas empresas". Além dos 15 condenados, outras oito pessoas foram absolvidas.

STF marca para dia 17 julgamento de denúncia contra Aécio Neves

Denúncia aponta que Aécio solicitou a Joesley Batista, em conversa PF, R$ 2 milhões em propina, em troca de sua atuação política

Polícia Civil investiga quem recebeu R$ 100 mil para facilitar fuga do traficante “BH”

Traficante, apontado como líder do Comando Vermelho em Goiás, fugiu pela porta da frente da Colônia Agroindustrial do Regime Semiaberto, em Aparecida de Goiânia

Ex-assessor de Temer, Rocha Loures vira réu por ter recebido mala com R$ 500 mil

Em abril, o ex-deputado foi filmado após ter recebido uma mala do executivo Ricardo Saud

Justiça decreta prisão preventiva do diretor da unidade prisional de Crixás

Thiago Alves está sendo denunciado por corrupção passiva por ter vendido vaga em "cela aberta" no presídio e por tortura-castigo contra detento beneficiado

A Lava Jato subiu no telhado: por que a maior investigação da história do País está virando pizza

Queiram ou não seus críticos, das duas, uma: ou a operação vence ou sobrevive o Brasil antigo e viciado