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Depois de ser retirado de acampamento, grupo invade cúpula do Congresso

Manifestantes pró- governo ficaram no local por cerca de 30 minutos e, na sequência, foram para o espelho d'água. Seguranças negociam a retirada do grupo conhecido com "300 do Brasil'

MP autoriza abertura automática de contas para saque do FGTS

De acordo com o governo, o dinheiro do FGTS ficará disponível na conta até 30 de novembro

83 mil profissionais da saúde já testaram positivo para Covid no Brasil; Em Goiânia são mais 800

A maioria das mortes são entre os trabalhadores da enfermagem. Na capital goiana seis profissionais morreram por conta da doença

Prática de home office aumenta em 30%, indica pesquisa

O modelo de trabalho vem sendo uma das principais alternativas para a manutenção dos negócios diante das determinações de isolamento social pelo governo [caption id="attachment_261005" align="alignnone" width="620"] Home office tem sido alternativa viável em tempos de pandemia / Foto: Reprodução[/caption] A pandemia do novo coronavírus obrigou o mercado de trabalho a se reinventar, e esse fenômeno é refletido em números. Um exemplo disso é o home office. Se antes essa prática, definida pelo trabalho remoto realizado em casa, era restrita a apenas a alguns segmentos e público, ela agora tornou-se uma verdadeira febre. A Confederação Nacional do Comércio estima que a alternativa de teletrabalho teve um aumento de cerca de 30%. O modelo de trabalho vem sendo uma das principais alternativas para a manutenção dos negócios diante das determinações de isolamento social pelo governo, de forma a evitar a contaminação entre os colaboradores no ambiente de trabalho. Estudos indicam que a prática de home office, adotada em peso durante o período de pandemia e já regulamentada pela Lei n° 13.467/2017, pode se tornar uma prática cada vez mais comum nas empresas. De acordo com uma pesquisa elaborada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), até abril de 2020, cerca de 59 países já adotaram o home office como uma alternativa ao trabalho presencial. Conforme estudos feitos pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o home office poderá ser implementado em aproximadamente 23% das ocupações do país, atingindo cerca de vinte milhões de trabalhadores.

Para dar certo, home office precisa ser bem absorvido pelos trabalhadores

Dados presentes no Google Trends indicam que as buscas por termos como “home office” e “trabalhar em casa” nunca foram tão buscados na internet quanto em 2020, sendo que o pico de buscas se deu em março deste ano. Para Thomas Carlsen, COO da mywork, especializada em controle de ponto online, a alternativa tem se mostrado positiva em muitas empresas que puderam e optaram por não interromper as atividades durante a crise. Segundo ele, para que seja possível fazer o home office do jeito certo, as dinâmicas entre as equipes devem ser muito claras e organizadas, para evitar atrasos em tarefas, descumprimento de horas, excesso de horas extras e outros fatores que devem ser cumpridos, na medida do possível, como se os profissionais estivessem em um ambiente de trabalho tradicional.  

Suzane von Richthofen pede regime aberto à Justiça para poder morar em sítio

Se autorizada pela justiça, ela poderá ir morar com o namorado, na cidade de Angatuba, localizada a cerca 200 km de São Paulo

Pró-reitor da UFG precisa de doações de plasma para tratamento contra Covid-19

Professor Laerte Guimarães está internado em tratamento em um hospital particular de Goiânia

Circula nas redes sociais o pedido dos familiares do pró-reitor de pós-graduação da Universidade Federal de Goiás (UFG), professor Laerte Guimarães Ferreira Júnior, para doação de sangue tipo A positivo. Esses doadores precisam já ter se infectado pelo novo coronavírus e já estar curados. A ideia é usar o plasma e os anticorpos contidos nele para o tratamento do professor, que foi internado após diagnostico da doença.

O pró-reitor tem está com quadro grave da doença, mas consegue respirar sem ajuda de aparelhos. Para doar, é necessário a pessoa ter contraído a Covid-19 de forma assintomática. O doador precisa estar curado da doença há mais de de 20 dias, ter entre 18 a 60 anos, pesar acima de 55 quilos e a preferência é para doadores do sexo masculino ou mulheres que nunca engravidaram.

Para mais informações, pode entrar em contato no Banco de Sangue do Hemolabor, local onde será coletado as doações, pelo (62) 3605-6600.

Goiás confirma 14 mortes por Covid nas últimas 24 horas

Neste sábado o Estado chegou ao número de 7.940 casos confirmados de infectados pelo novo coronavírus

Presidente da Goiás Turismo aponta possíveis saídas para crise do segmento

Fabrício Amaral vê grandes perdas para o setor do Turismo goiano, mas também soluções para amenizar os prejuízos [caption id="attachment_261015" align="alignnone" width="620"] Fabrício Amaral, presidente da Goiás Turismo / Foto: Fábio Costa/Jornal Opção[/caption] Se tem algo que facilita e viabiliza a circulação do coronavírus, causador da Covid-19, é a circulação de pessoas (daí a essencialidade do isolamento social). Nesse cenário, o turismo é uma das áreas, senão "a", mais afetadas pela pandemia. O Estado de Goiás tem sofrido grandes perdas no setor, mas o titular da Goiás Turismo, Fabrício Amaral, garante apoio para aqueles que estão sendo mais prejudicados pelas paralisações. Em um programa da Agência Brasil Central (ABC) na última sexta-feira (12/6), o presidente da Goiás Turismo falou do cancelamento da tradicional Temporada do Araguaia nos municípios que margeiam o rio, de medidas de amparo às comunidades mais pobres que vivem do turismo do Araguaia e da situação geral do turismo no estado, destacando cidades como Caldas Novas, Pirenópolis e Alto Paraíso, na Chapada dos Veadeiros. Conforme ele, liberar a Temporada do Araguaia tornou-se uma alternativa inviável, uma vez que a região é muito precária em termos de saúde pública "e o Estado não conseguiria atender, pois o volume de pessoas é muito grande”. Para amenizar os efeitos econômicos sofridos pelas famílias que dependem do turismo na região do Araguaia, Fabrício Amaral informou que o governo de Goiás vai disponibilizar a partir da próxima semana uma linha de crédito subsidiada, com juros baixos (5% ao ano) e carência de 12 meses para começar a pagar. Além disso, há uma proposta em estudo com o Ministério Público do Trabalho para estimular que as pessoas se qualifiquem durante a pandemia, mas recebendo por isso. “Temos R$ 24 milhões do Ministério do Turismo para isso, para ajudar exclusivamente o empresário do turismo goiano, contando com apoio da Goiás Fomento”, informou.

Retomada das atividades

Fabrício Amaral também falou sobre os destinos turísticos mais consolidados no Estado, como as cidades de Pirenópolis, Caldas Novas, Vila Boa e Alto Paraíso, o presidente da Goiás Turismo é mais otimista. Na avaliação do presidente, essas cidades retomarão suas atividades antes mesmo do conjunto do setor, em função de seu nível de organização e apoio das respectivas prefeituras. “Esses municípios, junto com os empresários, possuem um plano focado em todas as rotinas de saúde, com controle de entrada e saída de pessoas e cargas e, sobretudo, porque têm também estruturas melhores de saúde pública”, disse Amaral.

Acampamento de Sara Winter na Esplanada é desmanchado pela PM

Acampamento "300 do Brasil", liderado pela ativista Sara Winter era um manifesto em apoio ao presidente Jair Bolsonaro

Casal fica ferido em acidente de trânsito no Jardim Florença, em Goiânia

Outro veículo teria fechado o carro do casal, o que determinou a colisão

E-commerce: o que você precisa saber para vender pela internet

Além do suporte de Tecnologia da Informação, o segmento empresarial precisa se atentar à necessidade do trabalho jurídico para que as vendas virtuais ocorram dentro da legalidade [caption id="attachment_260985" align="alignnone" width="620"] Em época de pandemia, vendas online imperam / Foto: Reprodução[/caption] Muito antes de vivenciarmos esta difícil época de pandemia e Covid-19, o chamado e-commerce (comércio eletrônico), já fazia parte da rotina de centenas de milhares de negócios no Brasil. Agora, com todas as medidas de restrição de fluxo de pessoas e isolamento social, esse modelo mercadológico passou a ser visto como algo essencial. Entretanto, é preciso saber como usar de maneira sensata tal ferramenta. Além do suporte de Tecnologia da Informação, o segmento empresarial precisa se atentar à necessidade do trabalho jurídico para que as vendas virtuais ocorram dentro da legalidade. Para o advogado especialista em Direito Tributário Jefferson Coelho Lopes, existe uma legislação específica para comércio online. O primeiro a se saber, conforme Lopes, é que dentro do site usado pelo comerciante devem constar uma série de documentos, como o regulamento do site, de privacidade do cliente, o contrato público, que normalmente é registrado em cartório, e uma série de outros regulamentos. Quanto às empresas que desejam trabalhar com marketplace, plataforma em que são vendidos produtos ou serviços de terceiros, os contratos devem ser ainda mais elaborados. Lopes explica que esse contrato definirá quais são as obrigações e os direitos de cada uma das partes, tanto do proprietário da plataforma quanto dos empresários que vão utilizar dessa plataforma para vender seus produtos. Neste contrato deverá conter, pelo menos: - Formas de anúncio e quantos anúncios serão permitidos - Quais anúncios serão disponibilizados na primeira página e quais não serão - Disposição dos produtos na página da internet - Políticas de promoção e de venda dos produtos - Políticas de devolução dos produtos e de arrependimento da compra - Formas de pagamento e de entrega/transporte dos produtos Além disso, os terceiros deverão cumprir uma série de regras, como ter os produtos em estoque, fornecer notas fiscais de todos os produtos, estar em dia com os procedimentos legais, principalmente em relação às questões trabalhistas dos funcionários, entre várias outras. Somando-se a isso, há a questão dos tributos. O marketplace deve pagar o Imposto Sobre Serviços (ISS) ao município e Imposto de Renda à Receita Federal, que já é retido na fonte. Da parte do vendedor dos produtos que utiliza a plataforma, há a obrigatoriedade de pagar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), considerando as variações do tributo em cada unidade da federação, assim como o pagamento de taxa de comissão ao proprietário do site.  

Esmeraldas avaliadas em R$ 3,2 milhões são apreendidas pela PM

A apreensão foi no Município de Corumbaíba. As pedras preciosas foram levadas para Polícia Federal

O Comando de Operações de Divisas (COD/CPR) apreendeu neste sábado, 13, cerca de 13 quilos de esmeraldas que estavam sendo transportadas com nota fiscais suspeitas.

No mercado, o quilate (0,2 gramas) de esmeralda bruta custa US$ 10, cerca de R$50 reais, totalizando R$ 3.25 milhões, no entanto, o condutor apresentou uma nota fiscal no valor de R$ 5 mil.

A apreensão ocorrida na GO-139, Município de Corumbaíba/GO, se deu após a abordagem de um carro com placa da cidade de Rondonópolis/MT, conduzido por um homem de 45 anos, que se identificou como advogado.

Segundo a Polícia, diante do nervosismo do homem, foi realizada a verificação no porta-malas, e encontradas as pedras de esmeraldas, avaliada em R$ 3,2 milhões.

Aos policiais, o homem afirmou que adquiriu as esmeraldas no Estado de Minas Gerais, que iria realizar a lapidação no Estado da Bahia, e posteriormente, encaminhar para venda no mercado exterior.

O flagrante foi encaminhado para a Polícia Federal em Goiânia.

Cinco curados da Covid-19 no Hospital de Aparecida recebem alta

Com as novas altas, 26 pacientes foram recuperados da Covid-19 no HMAP.

Procura por máscaras e cloroquina dispara na internet

Os estados de Santa Catarina, Rio de Janeiro e Distrito Federal foram de maior interesse pelo termo máscara. [caption id="attachment_260996" align="alignnone" width="620"] Hidroxicloroquina tem sido campeã de buscas na internet / Foto: Reprodução[/caption] O Google Trends, ferramenta que acompanha as principais tendências relacionadas a uma palavra-chave em um determinado tempo, não deixa margem para dúvidas: as buscas por hidroxicloroquina (ou simplesmente cloroquina) e máscaras de proteção tiveram um aumento expressivo nos últimos meses. Para se ter uma noção, houve crescimento de cerca de 12.700% nas buscas pelo polêmico medicamento no mês de maio, sendo que o maior pico dos acessos foi registrado entre os dias 15 e 21. No mês de abril a palavra máscara teve um aumento nas buscas, de aproximadamente 5.500% comparado a meses anteriores, segundo o Google Trends. Um outro termo que de repente passou a ser um dos mais procurados na internet foi pijamas. No mesmo mês, registrou-se um crescimento de 4.850% nas buscas pela vestimenta de dormir. Os estados de Santa Catarina, Rio de Janeiro e Distrito Federal foram de maior interesse pelo termo máscara. Nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná, pijama teve mais de 90 acessos diários. Outros produtos mais buscados, segundo a ferramenta, entre os dias 15 de março e 15 de maio:

  • Segmento de comidas e bebidas: gim (tipo de bebida destilada), rodízio mexicano, pizza de frigideira;
  • Casa e bens pessoais: escova secadora, pantufa, celular moto G8 plus, robô aspirador;
  • Saúde e beleza: cloroquina, máscara N95, gummy hair (vitaminas para o cabelo), antisséptico e álcool 70%

Em áudio vazado, PC Siqueira confessa episódio de pedofilia

Voz supostamente do youtuber diz que a solução é se matar, pois seria uma situação muito complexa