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Elisa Paglia, filha dos jornalistas Sandra Annenberg e Ernesto Paglia, escolheu uma data significativa para compartilhar uma novidade importante com o público. Na sexta-feira, 18 de julho, quando completou 22 anos, a jovem assumiu publicamente o namoro com a atriz americana Karlie Jo Dickinson. O anúncio foi feito por meio de um vídeo simples e afetuoso publicado nas redes sociais. Nele, Elisa aparece caminhando na calçada quando é surpreendida por Karlie, que se aproxima e a beija.
O momento, capturado de forma espontânea, rapidamente viralizou. Internautas e fãs reagiram com entusiasmo. Comentários como “A pessoa, além de tudo, ter como sogra a Sandra e como sogro o Ernesto!!!!!!! Sorte tripla!” se multiplicaram. Outros seguidores também demonstraram carinho com frases como “Já pensou, namorar a Elisa e ainda ganhar como sogros os jornalistas mais fofos do Brasil?”. Uma terceira usuária resumiu o clima com leveza: “Te acompanhar é como assistir a um filme teen de romance, muito bom!”.

Portanto, além de revelar o relacionamento, Elisa escolheu tornar pública uma etapa mais madura de sua vida. Ela vive nos Estados Unidos desde 2021. Após a pandemia de Covid-19, decidiu deixar o Brasil para estudar Artes Cênicas na Universidade de Nova York (NYU). Depois de quatro anos de curso, formou-se em maio de 2025. A mãe, Sandra Annenberg, fez questão de registrar o momento da colação de grau. “4 anos pra chegar a este dia. 4 anos de saudades, 4 anos de distância. Hoje, 15 de maio de 2025, tenho uma filha que se formou na Universidade. Olho pra trás e vejo que tudo valeu a pena. Sentimento de orgulho da vida!”, publicou em seu perfil no Instagram.
Quem chama Sandra Annenberg de sogra?
Karlie Jo Dickinson, conhecida como KJ entre amigos próximos, também mantém uma rotina reservada nas redes. Atriz em início de carreira, mora em Nova York e possui pouco mais de mil seguidores. No dia do aniversário de Elisa, fez questão de homenageá-la com uma mensagem afetuosa: “Feliz dia da Elisa, a melhor data de todas. Celebrando 24/7”, escreveu em um story.
Ainda assim, embora nem Sandra nem Ernesto tenham comentado diretamente o relacionamento, os dois curtiram as postagens feitas pelas jovens. O gesto discreto, mas significativo, foi interpretado pelos seguidores como uma demonstração de apoio. A família, conhecida por seu profissionalismo e discrição, foi elogiada nas redes por acolher com naturalidade a exposição afetiva da filha.
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O uso indiscriminado da tadalafila, medicamento popularmente conhecido por ser indicado para tratar a disfunção erétil, tornou-se uma moda perigosa entre frequentadores de academias no Brasil. Motivados por promessas estéticas temporárias e informações distorcidas nas redes sociais, muitos jovens e adultos saudáveis têm recorrido à substância como pré-treino — sem qualquer indicação médica — colocando em risco sua saúde cardiovascular e física.
A lógica por trás do uso do medicamento baseia-se no efeito vasodilatador da tadalafila, que aumenta o fluxo sanguíneo e pode provocar o chamado “pump muscular”, que seria uma aparência de músculos mais cheios e vascularizados durante a atividade física. No entanto, esse efeito é temporário, meramente visual e sem respaldo científico que comprove melhora no desempenho atlético ou ganho de massa muscular.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já proibiu a comercialização de produtos como balas gomadas contendo tadalafila, reconhecendo o risco sanitário do uso recreativo da substância. Em paralelo, o Ministério da Saúde reforça que a medicação só deve ser utilizada sob prescrição médica e após avaliação criteriosa de histórico clínico.
Perigosa popularização
O cenário é agravado pela facilidade de acesso ao medicamento. A popularização de versões genéricas e a venda sem retenção de receita tornam a tadalafila um produto cada vez mais comum no mercado informal. Dados da indústria farmacêutica indicam um crescimento expressivo nas vendas: de 21,4 milhões de caixas em 2020 para 47,2 milhões em 2023.
A popularização do medicamento nas academias reflete uma cultura de atalhos, alimentada pela obsessão por resultados rápidos e corpos padronizados promovidos pela estética digital. Nas redes sociais profissionais da saúde tem alertado para o uso do medicamento. Apontam que a tendência é movida por modismos perigosos e por desinformação generalizada. Não há evidência que sustente benefícios reais da tadalafila para o treino — ao contrário, os riscos são claros.
Entre os efeitos adversos do uso recreativo estão dor de cabeça, hipotensão, taquicardia, alterações visuais, dores musculares e, em casos extremos, desmaios e arritmias durante o exercício. O perigo se intensifica quando o uso do medicamento é combinado com outras substâncias comuns entre praticantes de musculação, como termogênicos e estimulantes.
Além dos efeitos físicos imediatos, especialistas alertam para o risco de dependência psicológica. Usuários habituados ao uso da tadalafila — seja para atividades físicas ou sexuais — podem desenvolver insegurança e acreditar que só terão bom desempenho sob o efeito do fármaco, reforçando ciclos de uso contínuo mesmo sem necessidade clínica.
Fatores culturais
Esse crescimento é impulsionado, segundo especialistas, por fatores culturais que romantizam o desempenho sexual e físico. Músicas populares e influenciadores digitais colaboram para a banalização do uso do medicamento, tratando-o como símbolo de virilidade — frequentemente sem qualquer orientação médica ou consideração sobre os efeitos colaterais.
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