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Saque extraordinário de até R$ 1 mil começa esta semana; veja quem tem direito

Crédito dos valores será realizado por meio de conta poupança social digital, Caixa Tem, no dia 20 de abril para os nascidos em janeiro

Nesta semana começa o saque extraordinário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O depósito será feito a partir de quarta-feira, 20, quando trabalhadores com carteira de trabalho assinada via Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) nascidos em janeiro poderão sacar até mil reais. Crédito dos valores será realizado por meio de conta poupança social digital Caixa Tem.

A consulta do valor do saque e a data poderá ser feita pelo aplicativo do FGTS para smartphones Android ou iOS, no site da Caixa Econômica Federal ou em agências bancárias do banco. Desde 8 de abril deste ano, trabalhadores podem consultar a disponibilidade do benefício.

O dinheiro das contas do fundo – um direito do trabalhador com carteira assinada – só pode ser sacado, em geral, em situações específicas, como na demissão sem justa causa, na compra da casa própria ou na aposentadoria. Mas, no último mês, o governo publicou Medida Provisória liberando o saque extraordinário.

O pagamento vai até 15 de junho (com data limite para saque até 15 de dezembro), a depender do mês de nascimento do trabalhador. O Governo Federal estima que cerca de R$ 30 bilhões sejam disponibilizados para 42 milhões de pessoas no período de abril a junho deste ano.

Vale destacar que o saque é facultativo. Para não ter o valor creditado e a conta do FGTS debitada, é necessário acessar o aplicativo FGTS para ir a uma das agências Caixa e informar que não quer receber o valor.

Veja o calendário:

Nascidos em janeiro: 20/4

Nascidos em fevereiro: 30/4

Nascidos em março: 4/5

Nascidos em abril: 11/5

Nascidos em maio: 14/5

Nascidos em junho: 18/5

Nascidos em julho: 21/5

Nascidos em agosto: 25/5

Nascidos em setembro: 28/5

Nascidos em outubro: 1º/6

Nascidos em novembro: 8/6

Nascidos em dezembro: 15/6

Cerca de 12% da população ainda não tomou a vacina contra a Covid-19

Presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações diz que informações falsas dificultam imunização

Desde janeiro de 2021, quando a primeira dose da vacina contra a Covid-19 foi aplicada no Brasil, 409.151.616 doses do imunizante foram aplicadas em território nacional. Hoje, a injeção está disponível para maiores de 5 anos, em duas doses, mais reforço. Porém, apesar de o imunizante já estar amplamente disponível, cerca de 12% da população vacinável ainda não tomou sequer a primeira dose, de acordo com informações do consórcio de veículos de imprensa. Quase 19% dos que receberam a primeira injeção não voltaram para tomar a segunda e completar o esquema vacinal.

O presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Juarez Cunha, explicou ao Metrópoles que a população brasileira aderiu em massa à campanha de vacinação, e 88% das pessoas que podem tomar a vacina já terem recebido o imunizante já representa um sucesso — a porcentagem é maior do que a de coberturas de vacinas da infância, por exemplo.

“A gente imaginava que teríamos em torno de 5% de não-adesão, que representa o público historicamente conhecido como antivax, negacionista, que já existia antes da pandemia e persistiram. O que surpreende é ter mais do que esperávamos”, diz. Ele lembra que a quantidade de pessoas sem a primeira dose pode mudar por falhas no sistema de alimentação de dados. Muitas vezes, os dados podem ser inseridos com atraso.

Apesar disso, Cunha afirma que a principal explicação para os 12% não é que os antivax se multiplicaram, mas que a desinformação e as fake news em circulação desde o início da campanha de vacinação acabaram contribuindo para que as pessoas que tinham dúvida não sentissem confiança em receber o imunizante e, por isso, não tenham procurado um posto de saúde até hoje.

Ele lamenta que o Ministério da Saúde não tenha divulgado amplamente dados que confirmem a eficácia e segurança dos imunizantes, mostrando quantas vidas foram salvas, ou o número de hospitalizações evitadas. Como parte dos que hesitam em receber o imunizante o fazem por ideologia política, a informação vinda de uma fonte confiável, diretamente do governo, poderia ser o que falta para convencer essa população a tomar a injeção.

Segurança e eficácia comprovadas

Atualmente, o Brasil vive um momento de calmaria na pandemia: com casos em baixa e média menor que 200 há cerca de duas semanas, o país já volta à rotina normal. “Se não utilizarmos essa ferramenta fundamental, continuamos em risco. Ninguém consegue fazer uma previsão do que vai acontecer no futuro, mas é fundamental que a gente esteja preparado para novas ondas“, alerta o infectologista.

Ele explica que mesmo com uma porcentagem alta de vacinados, a famosa imunidade de rebanho parece não funcionar contra a Covid-19. O vírus vai se mutando, reaparecendo com maior força em outras variantes e, infelizmente, a proteção oferecida pelos imunizantes cai frente a novas versões da doença. “Apesar disso, quanto mais pessoas imunizadas, menor é a chance do vírus circular e indivíduos terem doença grave”, reforça.

Além de a vacina proteger individualmente contra o vírus, Cunha defende que é importante convencer os 12% que ainda não tomaram o imunizante pelo bem da sociedade. “Cada um que não toma a vacina impacta a proteção coletiva”, afirma.

Com informações do Metrópoles