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O futuro presidente da CBF insistiu que a greve é um problema, mas que pode ser facilmente contornado. "Podemos ir de carro ou ônibus"
Um norte-americano, cujo nome não foi divulgado “por questões de segurança”, foi detido neste sábado (7/6) no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão, no Rio de Janeiro, quando tentava entrar no país. Ele é condenado pelo governo dos Estados Unidos por ter molestado um menor de 16 anos de idade. Segundo o Ministério da Justiça, a abordagem e a detenção do estrangeiro foram feitas com base na portaria do governo federal que prevê que estrangeiros condenados por crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes ou à pornografia infanto-juvenil sejam impedidos de entrar no Brasil. A portaria 876/2014 interministerial foi assinada no último dia 23 de maio pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e pela ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Ideli Salvatti. “Os agentes com atuação no controle fronteiriço e em atividades de fiscalização migratória nos portos, aeroportos internacionais e pontos de fiscalização terrestre de migração aplicarão a medida de impedimento de ingresso no território nacional a todo estrangeiro cujo nome conste de difusão oficial em Sistemas de Cooperação Internacional, nos casos em que o estrangeiro tenha condenação por crime relacionado à pornografia ou à exploração sexual infanto-juvenil”, diz o texto da portaria. Este foi o primeiro caso de proibição de entrada no Brasil envolvendo acusado de pedofilia desde que a portaria entrou em vigor.
A ex-senadora afirmou que a Rede vem buscando uma alternativa que não envolva o PT e o PSDB no poder
Favorito nas pesquisas de intenção de voto, ex-governador está 100% seguro de que disputará a convenção de seu partido e fala em choque de gestão para recuperar o Estado
"Fernandão deixará saudades", é uma das mensagens publicadas no Twitter da presidente se referindo ao craque que morreu em um trágico acidente de helicóptero
Um policial militar ficou ferido e um menor foi morto na noite do último sábado (6/7) em um tiroteio no Complexo do Alemão, na zona norte da cidade. O policial foi levado para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do complexo de favelas e depois transferido para o Hospital Getúlio Vargas. Essa foi a segunda troca de tiros entre traficantes e policiais em menos de 24 horas e o quarto confronto desta semana. No último dia 5, um suspeito já havia sido morto pela polícia. Durante toda a noite o clima foi de tensão para os moradores. A energia elétrica chegou a ser cortada, dando inicio a um novo tiroteio. Segundo informações da Coordenadoria de Polícia Pacificadora, a troca de tiros começou por volta das 20h, quando policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Alemão que faziam ronda na localidade conhecida como Largo do Pingue-Pongue, no Areal, foram surpreendidos por um grupo de traficantes. Na troca de tiros, um soldado, identificado como Caldas, foi atingido. Os policiais chegaram a ficar encurralados pelos traficantes e depois foram resgatados por policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Os traficantes cortaram a energia elétrica da Favela Nova Brasília e houve mais um confronto com troca de tiros na área conhecida como Beco do Mercado. A segurança foi reforçada com a chegada de policiais do Grupamento de Intervenções Táticas (GIT) das UPPs e do Bope, que vasculharam a região. Os traficantes conseguiram fugir. Equipes da Light, concessionária de energia do Rio, estiveram na Nova Brasília para restabelecer a energia, mas tiveram que deixar o local por causa do tiroteio. Os policiais do Bope continuaram patrulhando becos e vielas das favelas do Alemão, onde o clima ficou tenso por toda a noite. O policiamento está reforçado nas favelas da comunidade, com a presença ostensiva de policiais do Bope e do GIT e o clima no momento é de relativa tranquilidade.
A reunião ocorreu em Anápolis, sem a presença do governador Marconi Perillo, que mudou sua agenda política após a morte de seu sobrinho na última quinta-feira (5/6)
A deputada federal Flávia Morais e seu marido, o médico e ex-prefeito de Trindade George Morais, já foram aliados do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Agora, por uma questão de sobrevivência política, voltarão a aliar-se ao tucano-chefe. A líder do PDT tem afinidade com o pré-candidato a governador pelo PSB, Vanderlan Cardoso, mas este não conseguiu organizar uma chapa consistente para deputado federal. Se acompanhá-lo, Flávia sabe que não voltará para Brasília. Daí a reaproximação com Marconi. O prefeito de Trindade, Jânio Darrot, não está colocando nenhum obstáculo à aliança de Flávia e Marconi. Só não vai apoiá-la para deputada. Inicialmente, Flávia planejava aliar-se a Júnior Friboi, mas, como este abandonou seu projeto de disputar o governo pelo PMDB, migrou para o projeto tucano.
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Foto: Jornal Opção Online/Fernando Leite[/caption]
Perguntado por um peemedebista se vai com chapa pura para a disputa do governo de Goiás, Iris Rezende disse que fará o impossível para conquistar pelo menos um aliado político de peso para a chapa majoritária. O líder do PMDB quer incorporar Antônio Gomide (PT), Vanderlan Cardoso (PSB) ou Ronaldo Caiado (DEM). Acredita que o menos difícil é Caiado. O DEM nacional quer o deputado na chapa do governador Marconi Perillo, mas há resistência ao seu nome.
Nas conversas com aliados, Iris tem confidenciado que Gomide está determinado a ser candidato a governador e admite que o PT nacional não deve pressioná-lo para retirar a candidatura. Vanderlan também quer disputar o governo e dificilmente abre mão da cabeça de chapa. Porém, numa única hipótese comporia com o peemedebista: se este apoiar Eduardo Campos (PSB) para presidente da República. Aí Vanderlan não teria como não aceitar ser o vice do peemedebista. A chapa ficaria forte Iris e Vanderlan são da Grande Goiânia, região que reúne o maior eleitorado do Estado.
O DEM (nacional e local) força a barra para que Caiado participe da chapa do governador Marconi, como candidato a senador. O presidenciável do PSDB, Aécio Neves, veio a Goiás única e exclusivamente para conversar com o tucano-chefe sobre o assunto. Mas nada ficou definido. Não que Marconi rejeite Caiado, apesar do contencioso histórico entre ambos, mas o governador gostaria de ouvir, publicamente, uma sinalização em defesa de sua candidatura por parte do deputado, que, até agora, não fez nenhuma manifestação. Por enquanto, a chapa governista é Marconi para o governo, José Eliton (inimigo figadal de Caiado), do PP, para vice e Vilmar Rocha, do PSD, para o Senado. A chapa alternativa, tida como mais forte eleitoralmente, inclui Marconi para o governo, Vilmar para vice e Caiado para o Senado. No entanto, como a articulação está demorando, é possível que Iris, e não Marconi, leve o passe de Caiado.
Se fechar com Caiado, o PMDB irá para a disputa possivelmente com a seguinte chapa: Iris para o governo, Samuel Belchior (PMDB) na vice e Senado para o Senado.
O prefeito de Jataí, Humberto Machado, é considerado como um dos mais eficientes gestores de Goiás. Filiado ao PMDB, era entusiasta da candidatura do empresário Júnior Friboi a governador de Goiás. Devido a um contencioso antigo, disse a um aliado que não sobe no palanque de Iris Rezende, que deve ser o candidato do partido a governador em outubro deste ano, nem que a vaca tussa em aramaico ou iídiche. A tendência de Humberto Machado é pela neutralidade — até para não ser acusado de “traidor” pelo irismo. Mas os tucanos de Jataí vão tentar atrai-lo para uma aliança com o governador Marconi Perillo. O tucano-chefe mantém, há anos, uma relação cordial e de admiração com o prefeito. Ele já tentou, sem sucesso, atrai-lo para o PSDB. Humberto Machado pode até não fechar com Marconi. Porém, entre o tucano e Iris, prefere muito mais o primeiro. Um irista, ouvido pelo Jornal Opção, é taxativo: “O prefeito de Jataí é um político rancoroso e, se não apoiar Iris, deixará evidenciado que não é partidário”.
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Luiz Moura: suspenso pelo
PT por ligação com o PCC | Foto: Divulgação[/caption]
Os políticos têm de ficar de olho numa informação que circula nas redes sociais, no momento ainda meio dispersa: muitos usuários — médicos, advogados, professores — dizem que vão anular o voto na eleição de 5 de outubro. Políticos afirmam que em praticamente todas as eleições é assim, mas, no final, o voto nulo é menos significativo do que se esperava. Mas na disputa deste ano pode ser diferente. Por três motivos.
Primeiro, o descontentamento com os políticos, de todos os partidos, é crescente e há uma falta de esperança generalizada. Detalhe: a revolta não é apenas dos muito jovens.
Segundo, o PT, que durante anos representou uma bandeira ética, se tornou um partido tão fisiológico quanto qualquer outro. Em São Paulo, o partido tem um deputado estadual, Luiz Moura, que mantém ou manteve ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC), uma organização criminosa. Suspendê-lo não elide o fato de que foi eleito pelo PT.
Terceiro, milhares de jovens não acreditam na representação política. Por isso saem às ruas para protestos pacíficos ou violentos.
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Iris Araújo, Rubens Otoni e
Giuseppe Vecci: favoritíssimos | Fotos: Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O Jornal Opção ouviu líderes políticos de vários partidos e pediu para que elegessem os “12 mais” para deputado federal na eleição de 5 de outubro deste ano. Tanto na situação quanto na situação há a aposta de que, com ou sem desgaste nas bases do PMDB, Iris Araújo tende a ser a mais bem votada. Há quase um consenso de que Giuseppe Vecci (PSDB), Thiago Peixoto (PSD) e Rubens Otoni (PT) vão disputar o segundo lugar. O petista é, aliás, o mais cotado para o segundo posto, mas pode até superar Iris Araújo.
Depois do pelotão de frente, Daniel Vilela (PMDB) é apontado como um dos favoritíssimos — ao lado de Alexandre Baldy (PSDB). Este é citado como o “candidato da estrutura”. Em seguida, foram mencionados Jovair Arantes (PTB) e Magda Mofatto (PR) — que, acredita-se, podem figurar entre os mais votados.
No pelotão intermediário aparecem, com louvor, João Campos (PSDB), Olavo Noleto (PT), Antônio Faleiros (PSDB) e Pedro Chaves (PMDB).
É óbvio que lista de favoritos não é, nem poderia ser, uma lista de eleitos. Alguns dos mencionados pelos líderes partidários podem ficar de fora. E, como a lista incluiu apenas 12 nomes, e existem 17 vagas, há outros favoritos, mencionados, mas não como “estrelas supremas”. Eis os nomes: Eduardo Machado (se disputar), do PHS, José Mário Schreiner, do PSD, Marcelo Melo (se disputar), do PMDB, Sandes Júnior, do PP, Roberto Balestra, do PP, Armando Vergílio, do Solidariedade, Heuler Cruvinel, do PSD, Paulo do Valle, do PMDB, Waldir Soares (PSDB) e Gilvan Máximo (PRB).
Em tempo de Copa do Mundo de Futebol, não custa lembrar que, quando o técnico da Seleção Brasileira de 1958 disse “você pega a bola e dribla o primeiro beque. Quando chegar o segundo, você dribla também. Aí vai até a linha de fundo, cruza forte para trás, para o Vavá marcar” (o gol), Garrincha, o craque chapliniano, replicou, certeiro: “Tudo bem, [Vicente] Feola, mas o sr. já combinou com os russos?” Júnior Friboi disse a um deputado federal e a um deputado estadual que é jovem — tem 54 anos — e pode esperar para disputar a eleição para governador em 2018 pelo PMDB. O problema é que falta combinar com os russos, no caso os peemedebistas, notadamente a família Vilela. O prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, quer disputar mandato de senador naquele ano. As duas vagas devem ser disputadas pelo peemedebista e pelo governador Marconi Perillo. Mas Maguito pode apostar mais alto e bancar seu filho, o deputado Daniel Vilela, para o governo.
O deputado federal Heuler Cruvinel (PSD) andava meio macambúzio, acreditando que a candidatura do médico e empresário Paulo do Valle (PMDB) poderia contribuir, ao dividir os votos de Rio Verde, para uma possível derrota eleitoral. Ao perceber a intensa divisão do eleitorado local, saiu em busca de apoios em outras cidades, até na distante Goiânia. Entretanto, com a renúncia de Júnior Friboi, que estava bancando a candidatura de Paulo do Valle, Cruvinel tranquilizou-se. O peemedebista deve manter a candidatura. Mas, sem o apoio direto do empresário da JBS, que não deverá ter presença ativa na campanha, tende a desidratar-se.
O presidente nacional do PHS, Eduardo Machado, diz que o governador Marconi Perillo é o lutador de boxe que está no ringue, sozinho, à espera dos adversários — que, por enquanto, não têm coragem de enfrentá-lo. “A eleição de 5 de outubro deste ano vai ser a mais fácil da vida de Marconi. Os adversários estão batendo-cabeça e não têm projetos para ampliar a modernização de Goiás”, afirma.
Nas conversas com Marconi, o líder do PHS afirma que o sente “leve”, “feliz” e “tranquilo”. “Há, não um processo de acomodação, e sim a sensação de dever cumprido.”
Sobre a composição da chapa majoritária, Eduardo diz que o presidenciável Aécio Neves está pressionado para que Marconi abra uma vaga para o deputado federal Ronaldo Caiado. “Mas, pelo que sei, não há nada definido. Até porque a política local se define no local. Evidente, porém, que o tucano goiano quer se manter em bons termos com o senador mineiro.”

