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Professora de História, Marina Silva é exemplo de respeito e competência a ex-patrão e ex-alunos

Ex-senadora e ex-ministra, ela aprendeu a escrever aos 16 anos. Enquanto professora, dispensava o quadro e garantia o conteúdo predominantemente na oratória

Juiz autoriza ex-diretor da Petrobras a depor na CPMI

Na decisão, Moro pediu que a Polícia Federal (PF) faça a escolta de Costa até o Congresso Nacional

Ex-assessora de Isaura Lemos é condenada por auxiliar deputada em suposto crime contra a administração pública

A parlamentar, com ajuda da funcionária, teria exigido que três servidores devolvessem parte de seus salários supostamente para quitar dívidas de campanha

Brasil deve crescer apenas 0,3% em 2014, aponta OCDE

Produto Interno Bruto brasileiro é o segundo mais baixo entre as principais economias do mundo, ficando atrás somente da projeção para a Itália

Em Goiânia, alunos se deparam com corpo em quadra durante aula de Educação Física

Devido ao ocorrido, os estudantes do Colégio Cora Coralina foram liberados e as aulas canceladas

Relatório detalha aplicação de R$ 1,9 bilhão que a CEF emprestará à Celg

Expectativa é que com o montante a companhia goiana tenha condições de realizar os investimentos necessários em infraestrutura nos próximos anos, para sair do atual “regime vegetativo”

Patrícia Poeta deixa bancada do Jornal Nacional para se dedicar a programa de entretenimento

A jornalista Renata Vasconcellos, atualmente no Fantástico, irá substituir Poeta

Sob nova direção

A venda de todo boteco, mercadinho ou birosca de rua deveria ser regulada pela mão forte do Estado. Parece uma medida intervencionista, mas não é. Quer dizer, até é – as questões de mercado obedecem a uma dialética bastante peculiar --, mas sempre a bem do capitalismo desenvolvido. E a bem, também,  do consumidor mal acostumado. Dia desses fui tomar a vitamina de sempre, na lanchonete de sempre. Venderam a lanchonete; pior, adulteraram a vitamina. Só o  capitalismo desenvolvido é capaz de evitar tragédias desse naipe. E o  Brasil tem um bom exemplo. Alguém ainda se lembra do caso Ambev? Quando Skol, Brahma e Antarctica resolveram acabar com a concorrência, muitos bebedores temeram a descaracterização de suas respectivas cervejas prediletas. Paranóia pura. Cada cerveja seguiu com seu gosto, seu cheiro, seu malte próprio. Tudo devidamente regulado pelo Estado. Não teve a mesma sorte a vitamina da lanchonete da esquina lá de casa, agora sob nova direção e péssimo gosto. Num colóquio sobre as agruras da vida adulta – no propício ambiente das redes sociais, evidentemente --, descobri que o mercado vizinho à minha amiga também mudou de dono. E mudou as coisas de lugar, a qualidade das coisas, o preço das coisas, o cheiro das coisas. Ah, os cheiros! Alguma agência reguladora devia proibir a mudança dos cheiros das coisas e dos lugares de que gostamos. O cheiro do pão de queijo da minha infância era muito melhor do que o pão de queijo da minha infância. (Que aliás não era mau.) Nestes tempos bárbaros, basta uma birosca mudar de direção e ficamos nós à deriva, ao deus-dará, em total abandono -- em busca do cheiro perdido.

Bebê de 11 dias de vida morre sem atendimento médico em Cais de Goiânia

Conforme o diretor de atenção à saúde do município, o pequeno Davi foi atendido primeiramente pelo Samu e ao chegar à unidade já estaria sem vida

Frente subtropical alivia o clima seco e traz pancadas de chuva a Goiás

Pancadas de chuva com trovoadas são aguardadas para a tarde desta segunda-feira (15/9) em várias regiões de Goiás devido a chegada de uma frente subtropical que chegou ao Estado durante a madrugada. Com a mudança climática, a expectativa é que a umidade do ar aumente no decorrer do dia. Goiânia amanheceu abafada, com nebulosidade variável. Deve chover na capital à tarde, quando a umidade relativa do ar mínima ficará em torno de 40%. Em compensação, a temperatura pode passar dos 33ºC.

Alusa, empreiteira que doou 500 mil reais para Iris Rezende, aparece na corrupção da Petrobrás

A grande empreiteira firmou negócios de 3,5 bilhões com a Petrobrás e, segundo a revista Época, depositou dinheiro numa conta secreta de Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Yousseff

Químico poderá se tornar responsável por tratamento de piscinas públicas e coletivas

A medida será válida para sociedades recreativas, associações, agremiações, clubes, escolas, hotéis, motéis

Barco com cerca de 200 imigrantes afunda a caminho da Europa

Imigrantes africanos desapareceram no mar no último  domingo (14/9), na costa da Líbia, quando o barco em que viajavam afundou, informou nesta segunda-feira (15) a Marinha líbia, acrescentando que já foram resgatadas 36 pessoas. Eles estavam a caminho da Europa. "Havia um monte de corpos flutuando, mas a falta de recursos não nos permite recuperar os cadáveres, principalmente desde que foi ficando escuro ontem (domingo). A nossa prioridade é resgatar os sobreviventes”, acrescentou a Marinha, ressaltando que pelo menos 200 pessoas estariam a bordo. A Líbia é um país de trânsito rumo à costa europeia para centenas de milhares de imigrantes, a maioria africanos, que tentam chegar à Europa por meio de uma perigosa viagem pelo Mar Mediterrâneo para Malta ou para a Ilha de Lampedusa, no Sul da Sicília. Com a situação turbulenta por que passa a Líbia, o número de viagens de imigrantes líbios também tem aumentado nos últimos tempos. * Com informações da Agência Lusa

Conselho de Segurança da ONU condena decapitação de refém britânico

A nota, que pede respeito aos trabalhadores humanitários como David Haines, "destaca, uma vez mais, que o Estado Islâmico deve ser vencido e que a intolerância, a violência e o ódio que professa devem ser erradicados"

Dilma afirma que independência do Banco Central o tornaria em um “quarto poder”

A candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) reafirmou neste domingo (14/9) ser contra a independência do Banco Central. A presidente sustentou que tal ato tornaria o órgão em um "quarto poder". "Independência é uma coisa, autonomia é outra. Independência é poder. E  o quarto poder não pode ser os bancos”, disse. Logo no início da coletiva de imprensa no Palácio da Alvorada a presidente falou  sobre o Programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal. Até o fim do ano serão distribuídas 100 mil vagas. De acordo com Dilma, os alunos classificados dentro nas vagas de 2014 e que não conseguirem a bolsa poderão entrar na segunda edição do programa, que também terá 100 mil vagas.