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Jovem conquistou prêmio após competir com atletas do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo. Em outubro, ele será juiz em competição em Bragança Paulista
Candidato pessedista aumenta a vantagem em relação à terceira colocada, Marina Sant'anna (PT)
Seja por uma caneta que caiu de suas mãos ou por uma piada sem graça, volta e meia a jornalista Sandra Annemberg se torna protagonista de vídeos que “viralizam” na internet. A última da apresentadora ocorreu durante seu programa “Como Será?”, que vai ao ar aos sábados pela manhã na TV Globo. Em um vídeo de nove segundos, Sandra está andando no estúdio quando esbarra em uma peça do cenário e cai. A cena logo ganhou as redes sociais. Confira: https://www.youtube.com/watch?v=N0oPLtEP-WA O tombo, no entanto, não passou de uma pegadinha. Na verdade, não é Sandra que cai, mas sim uma dublê chamada Ana Paula. Na internet, muitos internautas estão compartilhando o vídeo como se a queda tivesse sido real. A encenação ocorreu devido ao tema do último programa de Sandra. O semanário discutia justamente o trabalho dos dublês. Veja o vídeo completo com a jornalista e a dublê lado a lado: https://www.youtube.com/watch?v=_QJYV8J5jCQ
Quanto aos votos válidos, o tucano lidera com 49,1% das intenções de voto e, pela margem de erro, apresenta grandes chances de ganhar as eleições já no primeiro turno
O pontífice fez as declarações em encontro com o chefe de Estado albanês, Bujar Nishani, no palácio presidencial
Em Goiânia, o peemedebista apresentou impressionante queda de 11,6 pontos porcentuais, e está agora com 25,3%
[Olavo Noleto, de terno escuro, e Rubens Otoni, à direita, de camisa branca: as principais apostas do PT de Goiás para a Câmara dos Deputados]
Vinte e dois petistas, ouvidos por um repórter do Jornal Opção, disseram, sob a proteção do off, o que efetivamente pensam sobre os favoritos do partido para deputado federal. Eles dizem que positivo mesmo, para o PT, seria a eleição de Rubens Otoni, Olavo Noleto, Mauro Rubem e Edward Madureira – políticos absolutamente qualitativos. Porém, admitem que isto é impossível. Por isso, sugerem que as energias e os parcos recursos financeiros do partido estão realmente concentradas em dois nomes – Rubens Otoni e Olavo Noleto.
O único de fato garantido, dada sua história política e intenso trabalho na organização do PT em todo o Estado, é o deputado federal Rubens Otoni. Ele é visto como hors-concours, como virtualmente eleito. Ninguém no partido acredita que pode perder a eleição. Rubens, frisam, é maior do que o PT goiano, com forte apoio até fora do partido. O PT acredita que, com muito esforço, será possível eleger um segundo deputado. O segundo nome preferido da máquina partidária é o de Olavo Noleto. O jovem petista tem o apoio do prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, e do ex-prefeito Pedro Wilson. A candidata a senadora, Marina Santana, também está empenhada em sua campanha.
Rubens e Olavo, portanto, são a duas principais apostas do PT de Goiás para a Câmara dos Deputados.
Mauro Rubem é petista, respeitado pelas cúpulas, mas permanece, de algum modo, uma espécie de outsider, quer dizer, um político que não é controlado pelas principais tendências do partido em Goiás. É visto como “excessivamente independente”. Ele é apontado como o político que empurra do PT para uma linha mais independente, mais crítica e aguerrida. Não se trata, afirma os entrevistados, de um conciliador. Todos gostam dele, o admiram, mas mantém um pé atrás a respeito de algumas de suas posições. Acham-no ideológico demais, com um discurso meio passadista.
Edward está no PT, é respeitado pelos líderes do partido, mas não é visto integralmente como um petista. É percebido como um quase-petista. Os entrevistados argumentam que, para se tornar um petista de verdade, é preciso filiar-se ao partido e, ao mesmo tempo, a uma de suas tendências. Só assim alguém pode-se tornar um petista confiável. Não se entra no PT como se entra no PSDB, no PSD ou no DEM. O filiado casa-se com o partido e, principalmente, com uma tendência. São as tendências, e não exatamente o partido, que fazem as campanhas de seus membros.
A rigor, Mauro Rubem e Edward estão na disputa muito mais para fornecer quociente eleitoral para Rubens e, sobretudo, para Olavo. Os petistas não acreditam que possam ser eleitos, mas serão decididos para a eleição de, notadamente, Olavo. Rubens ganha praticamente sozinho.
O coordenador da Parada, Odílio Torres, demonstrou certa preocupação devido a uma partida de futebol entre Goiás e Palmeiras, que acontece no estádio Serra Dourada em horário comum com o Parada Gay
“Não adianta a população achar que vamos ter uma diminuição de IPTU porque isso não vai ter, pois não foram aumentadas as alíquotas”, diz presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg), Pedro Alves.
O ensaio clínico vai começar no início de novembro com cerca de 60 doentes da Guiné
A corporação onde Henrique Dias Bueno de Araújo faz parte, divulgou em nota que o soldado “agiu em legítima defesa e no estrito do cumprimento do dever legal”
Com a negociação, o autor da página Dilma Bolada, Jeferson Monteiro, partiu para postagens mais agressivas contra os adversários, como afirma na reportagem da revista Época
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Misael Oliveira: em caso de segundo turno, o prefeito apoia o tucano-chefe Marconi Perillo | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
Publicamente, o candidato do PSB a governador de Goiás, Vanderlan Cardoso, afirma que vai para o segundo turno, tirando Iris Rezende (PMDB) do páreo, e que vai enfrentar o governador Marconi Perillo (PSDB). Nos bastidores, seus aliados, embora respeitando o competente empresário, dizem exatamente o contrário: no caso de segundo turno, apostam, a disputa se dará entre o tucano-chefe e o peemedebista-chefe. Eles admitem que, ao menos nas eleições deste ano, não há espaço para terceira via.
Os vanderlanzistas dizem, com todas as letras, que Vanderlan Cardoso planeja apoiar Iris Rezende no segundo turno, repetindo o cenário de 2010. Entretanto, terá uma pedra, gigante, no seu caminho. Aliados importantes, como o prefeito de Senador Canedo, Misael Oliveira (PDT), e o presidente do PSC, Joaquim Liminha, em caso de segundo turno entre Marconi e Iris, vão ficar com o tucano. Misael e Liminha são amigos e aliados históricos de Marconi. Estão com Vanderlan por lealdade.
Há outro “drummond” no caminho de Vanderlan: dependendo do quadro político nacional, Marina Silva pode levar o PSB a apoiar Marconi no segundo turno.
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Agenor Mariano, vice-prefeito de Goiânia: “Eu sei que não será nada fácil os institutos de pesquisa ajustarem seus números ao quadro verdadeiro” | Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano (PMDB), diz que a política goiana se tornou uma grande central de boatos. “Durante toda a semana, ouvi que o grupo do governador Marconi Perillo (PSDB) estava dizendo que havia ‘virado’ em Goiânia, porém sem apresentar dados confiáveis. A história de ‘pesquisas internas’, obviamente sem registro, é tão-somente para convencer e incentivar os aliados. Iris Rezende (PMDB) continua na frente em Goiânia e em Aparecida de Goiânia. Em Anápolis, Antônio Gomide (PT) lidera. Portanto, nos três municípios com maior eleitorado, Marconi não é o líder. Na capital, nas ruas 44, mais popular, e 136, mais elitizada, está difícil encontrar eleitores do governador.”
Agenor frisa que, “com uma estrutura gigantesca de campanha, na qual não faltam recursos, esperava-se que a frente de Marconi fosse maior. Mas não é. Há um quadro de estabilização do tucano e um ligeiro crescimento de Vanderlan Cardoso (PSB), mas que não ameaça Iris Rezende. O que se deve, e é preciso dizer, com todas as letras, é que Goiás terá segundo turno em 2014. Uma eleição com mais de quatro candidatos dificilmente termina no primeiro turno”.
Uma das teses de Agenor é que o eleitorado está começando a definir efetivamente seu voto agora, quando passou a observar com mais atenção os candidatos. “Assim, a tendência é que Iris se aproxime mais de Marconi, com a diferença entre ambos caindo para no máximo 5%. O que os diretores dos institutos de pesquisa dirão quando tiverem de mostrar que a diferença entre Iris e Marconi não é de 15%? Uma informação pouca divulgada é que Iris começa a crescer no Entorno de Brasília. Marcos Cabral, ex-prefeito de uma cidade do interior e ligado ao deputado federal Ronaldo Caiado, está muito ‘otimista’ com os números da região. Perdemos em poucos lugares, como Luziânia.”
O vice-prefeito avalia que a campanha de Iris, “ao centrar fogo na desconstrução do governo de Marconi, acertou o alvo em cheio. No primeiro turno, o tucano até pode fazer cara de paisagem, mas, no segundo turno, com uma crítica mais concentrada e direta, sem outros candidatos, terá de ‘enfrentar’ as críticas de Iris”.
O ex-prefeito de Goiânia, na opinião de Agenor, “é um político de palavra. Ele está dizendo que a de 2014 será sua última eleição. E será. Não é blefe. Nós percebemos que o eleitor gostou disso e quer dar uma nova chance, a última chance, para o candidato do PMDB ao governo. O eleitor certamente quer homenageá-lo”.
As alianças para o segundo turno, destaca Agenor, “serão discutidas no devido tempo. Agora, o importante é ir para o segundo turno. Mas, sim, nós acreditamos que vamos conseguir o apoio tanto de Vanderlan Cardoso (PSB) quanto de Antônio Gomide (PT). Com uma aliança ampliada, devemos eleger Iris para governador de Goiás, acabando com uma série de injustiças”.
Líderes do PMDB listam suas principais apostas para deputado estadual: Ernesto Roller, José Nelto, Waguinho Siqueira, Bruno Peixoto, Adib Elias, Paulo Cezar Martins e Nélio Fortunato e Lívio Luciano.
Para ser eleito, um candidato peemedebista precisa obter entre 25 mil e 30 mil votos. Um irista avalia que o PMDB tende a eleger de oito a dez parlamentares. É provável que surja alguma surpresa do interior, talvez do Sudoeste ou do Entorno de Brasília,

