PM acusado de matar camelô respondia processo por morte de morador de rua

A corporação onde o soldado Henrique Dias Bueno de Araújo está lotado, divulgou em nota que o soldado “agiu em legítima defesa e no estrito do cumprimento do dever legal”

Um policial da cidade de São Paulo, preso na última quinta-feira (18/9) após balear e matar o camelô Carlos Augusto Muniz Braga, já havia matado um morador de rua em março deste ano de forma semelhante. Segundo assessoria de imprensa da PM, as duas ocorrências contra o soldado foram registradas durante abordagem policial.

A corporação onde Henrique Dias Bueno de Araújo está lotado, divulgou em nota que o soldado “agiu em legítima defesa e no estrito do cumprimento do dever legal.” No primeiro homicídio, contra o homem em situação de rua, os policiais teriam sido ameaçados com um facão, motivo pelo qual Araújo teria efetuado os disparos.

“A Polícia Militar esclarece que o Inquérito da Polícia Militar (IPM) foi encerrado, relatado e encontra-se no Tribunal de Justiça Militar. Até que a Justiça se manifeste quanto a esse caso, a Instituição entende que o PM agiu em legítima defesa e no estrito cumprimento do dever legal”, informa corporação em nota encaminhada a imprensa.

Em nota, a corporação defende que os policias são preparados para estas situações. “Cabe ressaltar que a Polícia Militar submete todos os seus integrantes do nível operacional e de supervisão ao estágio de aperfeiçoamento profissional, momento em que eles são retirados de suas rotinas e passam por treinamento teórico e prático”, afirma.

 

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