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Programação de domingo do Grito Rock é cancelada devido à chuva

Evento foi parcialmente transferido para a boate "Roxy", onde quatro bandas que se apresentariam no Grito marcarão presença. Programação de segunda também foi alterada

Corpo de Bombeiros realiza parto dentro de viatura, em Caldas Novas

Bombeiros de Caldas Novas realizaram um parto dentro de uma viatura de resgate, em Caldas Novas, na madrugada do último sábado (14/2). A mãe e o bebê foram encaminhados logo em seguida para a maternidade, onde receberam atendimento médico especializado. Ambos passam bem. A corporação foi acionada para socorrer a grávida em trabalho de parto na Estância Boa Vista. Durante o deslocamento para o hospital, as contrações aumentaram e o bebê nasceu dentro da viatura. Realizaram o parto de emergência o 1º sargento Cunha, o 3º sargento Miguel e o soldado Elias.

Galeria promove noite de autógrafos com o artista plástico Oscar Fortunato

Também será lançada a Cerveja Plus Edições Artísticas, do norte-americano Dwain Santee. A primeira edição, limitada a 40 unidades, é assinada por Oscar Fortunato

Conheça a história das escolas de samba

Para o historiador Hiram Araújo, o carnaval é a válvula de escape que libera as tensões sociais e permite a convivência nas sociedades divididas por classes Da festa agrária do Egito antigo, passando pela celebração a Dionísio na Grécia, a Baco em Roma, pelos bailes de rua da Veneza renascentista e pela coroação dos Rei e Rainha do Congo no século 18, a festa da carne ganhou novo contexto no Rio de Janeiro do século 20, com a popularização das escolas de samba. Festa universal com origem nos rituais agrários primitivos, o carnaval reuniu em um único conceito brincadeiras e fenômenos sociais de origens diversas, que ocorriam em datas distintas, mas mantinham características em comum. Para o historiador Hiram Araújo, o carnaval é a válvula de escape que libera as tensões sociais e permite a convivência nas sociedades divididas por classes. Nas festas dionisíacas da Grécia, celebrava-se a primavera com procissão e concurso de beberrões. Já nas saturnálias romanas, os tribunais e escolas ficavam fechados e os escravos podiam dizer verdades a seus senhores e ridicularizá-los, além de sair às ruas para cantar e se divertir sem ordem nenhuma. A Igreja Católica oficializou o carnaval no ano de 590 d.C como um momento festivo para anteceder o período de privações da quaresma. A festa tomou formas mais parecidas com as atuais no período Renascentista do início do século 17 e chegou ao Brasil com os primeiros bailes nos anos 1840. A organização das primeiras sociedades carnavalescas ocorreu a partir de 1855. Os blocos e cordões que surgiram reuniam elementos de batuques do candomblé e cortejos religiosos como o da Senhora do Rosário e o dos afoxés. Em seguida, foi a vez do surgimento dos ranchos carnavalescos, no fim do século 19. Em 1909, é realizado o primeiro concurso de desfile de ranchos, organizado pelo Jornal do Brasil. Na competição, era obrigatório o desenvolvimento de um tema com abre-alas, comissão de frente, alegorias, mestre de canto, mestre-sala e porta-estandarte e orquestra, com coreografias rígidas. As bases das escolas de samba surgiram nos anos 1920 com os sambistas do Estácio, entre eles Ismael Silva, que organizaram a escola Deixa Falar e o primeiro concurso de sambas, em 1929, que contou com a participação da Mangueira. O vencedor foi o Conjunto Oswaldo Cruz. Segundo o historiador Luiz Antonio Simas, coautor do livro Pra Tudo Começar na Quinta-Feira – o enredo dos enredos, o surgimento das escolas coincide com a luta dos negros por aceitação na sociedade urbana, ao mesmo tempo em que o Estado tentava disciplinar as manifestações culturais dos descendentes de pessoas escravizadas. As escolas de samba aparecem, nesse contexto, como uma solução negociada para o conflito. “Ali há uma instância de negociação com o Estado para quem é interessante, pelo menos, disciplinar as manifestações das camadas populares, sobretudo aquelas de descendentes de escravos. E para os sambistas, evidentemente, era importante buscar uma legitimação. Então, desse encontro entre o Estado que quer disciplinar e certos segmentos da população que querem legitimar suas manifestações é que surgem as escolas de samba”, argumenta Simas. As escolas de samba eram consideradas variações dos blocos até o jornal Mundo Esportivo, de Mário Filho, promover, em 1932, o primeiro desfile das agremiações, na Praça 11, no qual participaram 19 grupos. O concurso estabeleceu alguns critérios de julgamento e elementos mínimos para o desfile, como a Ala das Baianas, o samba inédito, ter mais de cem componentes e não utilizar instrumentos de sopro. A vencedora foi a Estação Primeira de Mangueira. Na década de 30, a Ala das Baianas era formada por homens que desfilavam nas laterais e levavam navalhas para defender a agremiação em caso de brigas. Ela foi criada em homenagem às “tias baianas”, que abrigavam os sambistas em suas casas na época em que esse gênero musical era marginalizado, bem como para lembrar as raízes africanas do samba. No começo das escolas, não havia uma ligação entre a música, o enredo e o desfile. Foi apenas em 1939 que a Portela apresentou o enredo Teste ao Samba, no qual o visual da escola e a dramatização na avenida dialogavam com o enredo e a letra do samba. Simas explica que, nessa época, as próprias escolas decidiram apresentar apenas temas nacionais, o que foi aproveitado pelos governantes para exaltar a pátria. O ápice da exaltação ufanista ocorreu em 1946, após a participação brasileira na Segunda Guerra Mundial. Também na década de 40 houve a tentativa de usar os enredos didaticamente para “livrar o povo das ideias africanistas”. “Havia a obrigatoriedade, inclusive de enredos de cunho nacionalista, na construção de uma certa ideia de identidade nacional”, diz o historiador. Para ele, a mestiçagem do país, que era vista como uma marca degeneradora da nacionalidade, passou a ser definidora da identidade com a legitimação das manifestações afro-brasileiras ocorrida na Era Vargas. Mas Simas ressalta que, desde aquela época, a ideia era tirar o aspecto de conflitos raciais. “A Era vargas começa a fazer isso, a ideia era construir uma identidade mestiça abrandando as tensões raciais, varrendo isso para debaixo do tapete”, afirma. Até a década de 60, Simas lembra que as escolas eram formadas, em sua maioria, por pessoas negras que cantavam a “história branca”. “As escolas de sambas eram essencialmente negras na sua origem, mas os enredos não eram, porque contavam a história oficial. A temática negra começa a entrar nas escolas de samba especialmente a partir da virada para os anos 60, quando a África estava sendo discutida, o processo de descolonização afro-asiática”. Foi também a partir dos anos 60 que começou a espetacularização dos desfiles, com a incorporação das escolas por segmentos de fora das comunidades de origem e a aproximação das classes médias urbanas. Além disso, a popularidade cresce com os primeiros registros fonográficos em disco que continham todos os sambas do ano e a transmissão televisiva. O historiador considera que as escolas de samba são um grande sucesso da organização das comunidades, mas atualmente as origens festivas se perderam. “Hoje, na verdade, você tem a onda dos enredos patrocinados, as escolas de samba que vendem, negociam seus enredos com marcas, que é uma questão polêmica, até porque essas marcas percebiam que as escolas de samba podem ser veículos de propaganda poderosos. A questão da escola de samba como uma estrutura comunitária está em xeque. Isso se perdeu e está muito comprometido”. Apesar de o carnaval na Sapucaí movimentar o turismo no Rio de Janeiro e milhões de reais durante todo o ano, Simas questiona o real valor cultural que “o maior espetáculo da terra” representa atualmente. “A questão é a gente entender que cultura e evento, às vezes, não são sinônimos. A escola de samba hoje faz um grande evento, mas a discussão é se esse grande evento ainda se preserva dinamicamente como uma força cultural. Preserva em alguma instância, mas, sem dúvida alguma, é um momento de reflexão, as agremiações estão em xeque de certa maneira.”

Após morte de morador, Prefeitura de Alto Paraíso convoca habitantes e turistas para vacinação

Cerca de três mil vacinas foram distribuídas em 11 postos de vacinação. A gestão municipal divulgou também recomendações a todos que ainda não foram vacinados

Morre chefe do Departamento de Comunicação Social e Marketing da Celg. Tinha 32 anos

Thaise Freire, sobrinha do prefeito de Trindade, Jânio Darrot, pode ter morrido afogada

Lista dos políticos mais elegantes de Goiás

O Jornal Opção Online convidou pessoas relacionadas à área a eleger os representantes goianos que se vestem e portam com elegância

Estado de Goiás registra dois casos de febre amarela

Um dos pacientes veio a óbito. Jovem residia no município de Alto Paraíso

Reajuste da tarifa de ônibus em Goiânia gera revolta e promessas de protesto

A CMTC anunciou, na última sexta-feira (14/2), que o valor da passagem passará de R$ 2,70 para R$ 3,30 a partir da próxima segunda-feira (16)

Anselmo Pereira disputa com Francisco Júnior para ser vice de Jayme Rincón em Goiânia

O vereador Anselmo Pereira (PSDB) trabalha, em tempo integral, para ser vice do possível candidato do PSDB a prefeito de Goiânia, Jayme Rincón. Presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Anselmo Pereira, embora admita que o deputado estadual Francisco Júnior saiu na frente, afirma que vai colocar seu bloco na rua.

Após ser culpado pelo aumento da passagem, governo de Goiás acusa Paço de oportunismo

Prefeitura explicou, por meio de nota, que governo estadual não pagou as gratuidades e por isso “teve” que aumentar valor do bilhete em 50 centavos

Humberto Aidar rejeita qualquer aliança com Iris Rezende e diz que PT deve bancar Edward Madureira

[caption id="attachment_28572" align="aligncenter" width="620"]humberto Humberto Aidar, deputado do PT: “Bancar o vice de Iris Rezende é o mesmo que dizer que o PT não serve para governar Goiânia” | Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]   O deputado estadual Hum­berto Aidar radicalizou: “Se não lançar candidato a prefeito em Goiânia, em 2016, o PT estará dando um atestado de incompetência a si próprio”. Ligado à tendência liderada pelo deputado federal Rubens Otoni, Aidar diz que o PT “tem vários trunfos e não pode abdicar deles. Nós temos o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia. Com alguns ajustes, ele deslancha. Temos a presidente da República, Dilma Rousseff. Temos uma história política forte na capital. Temos militância articulada e aguerrida”. Entrevistado pelo Jornal Opção, Aidar sublinhou, de maneira contundente: “Não acho que o melhor caminho para o PT é andar a reboque do PMDB e de Iris Rezende. Acrescento que, se o partido quiser subordinar-se ao irismo, mais uma vez, vou lutar contra com todas as minhas energias. Por quê? Porque temos bons nomes e não podemos impedir que se testem eleitoralmente. Eu insisto: rejeito qualquer aliança com Iris Rezende. Bancar seu vice é o mesmo que dizer que o PT não serve para governar Goiânia”. O melhor candidato do PT para prefeito, na opinião de Aidar, é o doutor em agronomia Edward Madureira. “O ex-reitor da Universidade Federal de Goiás não tem desgaste algum, transita bem em todas as tendências do PT e tem forte presença na sociedade. Há a possibilidade de ele atrair o voto de um eleitor que às vezes não vota no PT. Se o partido não bancá-lo vai desperdiçar, por inércia ou falta de visão, um grande político emergente, de conteúdo sólido.” O deputado frisa que, se Edward não quiser disputar, vai apresentar o próprio nome ao partido. “Mas sei que a ala que apoia o PMDB não bancaria minha candidatura.” Adriana Accorsi é vista por Aidar como uma candidata qualitativa. “Ela devia ‘cortar’, pela raiz, a história de que será vice de Iris Rezende.” Como a eleição na capital é em dois turnos, Aidar assinala que os grandes partidos precisam mostrar a cara, apresentar seu projeto para a sociedade e lançar candidato a prefeito. “No segundo turno, articula-se uma aliança política. Agora, se ganha a prefeitura sem o PMDB, o PT poderá governar ao seu modo, assim, não ficará engessado pelo peemedebismo. Em Goiânia, até o vice de Paulo Garcia, Agenor Mariano, do PMDB, está ‘batendo’ em sua gestão.” “A militância”, destaca Aidar, “quer pedir voto para um candidato do PT e não tem entusiasmo algum com Iris Rezende. Os militantes perguntam: ‘Se o PT não vai lançar candidato a prefeito em Goiânia, que repercute em todo o Estado, como poderá cobrar que se lance candidatos no interior?” Aidar diz que o PT precisa pensar e agir de maneira mais abrangente. “Se não lançarmos candidato em Goiânia, em 2016, deixando de fortalecer as estruturas do partido na principal cidade do Estado, nós teremos dificuldade para bancar um candidato a governador consistente em 2018. O começo para disputar bem o governo do Estado é ter uma estrutura sólida na capital. Por que parte do PT quer renunciar ao poder? Não se sabe.”

Vanderlan Cardoso pode se tornar peça chave do jogo de Ronaldo Caiado ou do jogo de Marconi Perillo

[caption id="attachment_28576" align="aligncenter" width="620"]Vanderlan Cardoso e Ronaldo Caiado: o segundo precisa do primeiro pra disputar o governo. Mas o líder do PSB pode escolher os aliados | Fernando Leite/Jornal Opção Vanderlan Cardoso e Ronaldo Caiado: o segundo precisa do primeiro pra disputar o governo. Mas o líder do PSB pode escolher os aliados | Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Políticos são habilidosos e não expõem suas jogadas de maneira precisa. Até porque o jogo — o de 2016 e o 2018 estão conectados — está começando. O político que acreditar que alianças vão ser estabelecidas agora, atendendo a certas urgências que a política não tem, será atropelado pelos fatos. A hora é de jogar, não de fechar o jogo. Os jogos de PMDB, PSDB, PSB e DEM, para citar quatro partidos, estão entranhados. Um dos principais “peões” é Vanderlan Cardoso, presidente do PSB. Como deve ser candidato a prefeito de Goiânia, em 2016, e não ao governo do Estado, em 2018, interessa, e muito, a grupos díspares. Ronaldo Caiado quer disputar o governo com o apoio do PMDB, porque sabe que, se postular pela terceira via, será atropelado pelas máquinas eleitorais da primeira e da segunda vias. Porém, para ter força na negociação com o peemedebismo, precisa de trunfos. Um deles, o principal, é o próprio Caiado, por ser senador. Mas, se conquistar o apoio de Vanderlan Cardoso — como apoiador ou vice, ou candidato a senador —, se cacifará, de maneira mais forte, no trato com o PMDB de Iris Rezende e outros. O PSDB trabalha com a hipótese de Vanderlan Car­doso se tornar uma peça de duplo jogo, o de 2016 e o de 2018. É quase certo que o governador vai bancar o presidente da Agetop, Jayme Rincón (PSDB), para prefeito de Goiânia. Entretanto, como político hábil, que pensa além da circunstância, o governador Marconi Perillo nunca trabalha apenas com um jogo. O tucano geralmente tem três jogadas. No momento, tem duas. Uma é Rincón. A outra pode ser Vanderlan. Porque Vanderlan? Porque tem chance de ser eleito, derrotando Iris Rezende. Só? Não. Apoiar Vanderlan significa não deixá-lo caminhar em direção ao jogo de Caiado e, possivelmente, do PMDB. Se fizer parte do jogo de Marconi em 2016, Vanderlan estará conectado ao jogo tucano para a disputa do governo do Estado, em 2018, como apoiador, se for eleito prefeito da capital, ou, quem sabe, como candidato na chapa majoritária — vice ou senador — ou a deputado federal.

Maguito Vilela, embora um gentleman, não tolera mais o autoritarismo de Iris Rezende

O prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (PMDB), é um político delicado, de fino trato. Um autêntico gentleman, chega a parecer um lorde inglês. Mas, mesmo assim, não suporta mais o autoritarismo e a capacidade de manipulação de Iris Rezende. Depois de fazer as maiores maquinações políticas, como puxar o tapete dos companheiros, Iris tem o hábito de, mais do que dizer, insinuar que os problemas foram gerados por Samuel Belchior, Bruno Peixoto e Iris Araújo. Nada disso é verdadeiro. Não há uma jogada no PMDB — desde a puxada do tapete de Maguito Vilela (em 1998), Henrique Meirelles, Vanderlan Cardoso e Júnior Friboi — que não tenha a mão maquiavélica e hobbesiana de Iris Rezende. Ele articula tudo, a partir de seu escritório, e depois fica com a imagem de “bom velhinho”.