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Lançamento

  livro     Livro - Quando dizem que o presidente é um marqueteiro, não duvidem. A fala é comum nas bocas dos oposicionistas do PT. Mas quem é João Santana? Eis uma resposta.           cd   Música - Cee Lo Green causou alvoroço ao lançar seu novo álbum, que chegou a ser chamado de “estranho” pelos críticos. O CD está disponível, de graça, no Soundcloud.       livro2     Filme - Bastante comentado neste início de ano, Garota Exemplar entra em pré-venda, no dia 4, em DVD. O longa concorre uma estatueta do Oscar na caterogoria melhor atriz.

Eleições municipais de 2016 tem movimentado os bastidores da política anapolina

[caption id="attachment_27344" align="aligncenter" width="620"]Alexandre Baldy é o nome do PSDB; Prefeito João Gomes vai tentar reeleição e PT pode sair em chapa pura; Carlos Antônio deve vir pelo Solidariedade; e Elismar Veiga quer formar terceira via | Fotos: reprodução / Facebook Alexandre Baldy é o nome do PSDB; Prefeito João Gomes vai tentar reeleição e PT pode sair em chapa pura; Carlos Antônio deve vir pelo Solidariedade; e Elismar Veiga quer formar terceira via | Fotos: reprodução / Facebook[/caption] Ainda é cedo para que as eleições municipais de 2016 ganhe prioridade na pauta de debate na sociedade anapolina. Mas não é este o pensamento das lideranças dos partidos que protagonizam a cena política local. Apesar da aparente calmaria, dirigentes e correligionários tem se movimentado nestes últimos dias dando início aos primeiros ajustes de olho no pleito do ano que vem. O prefeito João Gomes (PT) vai tentar a reeleição surfando na onda da bem avaliada administração que teve início no período de seu antecessor Antônio Gomide (PT). A grande incógnita é em relação à vice. Há setores do PT anapolino que desejam uma chapa puro sangue, ou seja, a mesma que triunfou nas eleições de 2008 e 2012. Neste caso, as especulações recaem em torno do presidente estadual da sigla e secretário de Comunicação da prefeitura, Ceser Donizete, como provável candidato à vice. Há um reduzido grupo que deseja que o partido se aproxime de aliados próximos, mas é uma corrente pouco expressiva, sem muita força dentro do diretório municipal petista. João Gomes vem mantendo o mesmo ritmo de seu antecessor e a boa fase tem sido bem avaliado pela população. Ele deve contar com a presença de Antônio Gomide que, neste período pré-eleitoral, deve desempenhar o papel de coordenador de articulação política com o objetivo de fortalecer ainda mais o projeto político do PT na cidade. Aliás, o ex-prefeito tem sido uma peça fundamental nesta engrenagem e sua presença — juntamente com o deputado federal Rubens Otoni (PT) — vai ser de extrema importância para pôr fim às especulações acerca de uma possível candidatura de outro petista no lugar do atual chefe do Executivo municipal.

Reorganizar diretório

Do lado da oposição, o PSDB vai aguardar o mês de fevereiro para as primeiras conversações em relação a 2016. O presidente municipal da legenda, Valto Elias, afirma que os tucanos anapolinos estão aguardando o fim do processo de formatação das equipes de governo na esfera estadual para iniciar as primeiras reuniões. Ele adianta que a pauta prioritária do partido do governador Marconi Pe­rillo em Anápolis será a organização da sigla tendo em vista que em março haverá convenções partidárias para a renovação do diretório municipal. Valto Elias diz que a estratégia do PSDB anapolino para chegar forte em 2016 é a formação de uma ampla aliança com vários partidos. O PPS já foi procurado e demais agremiações políticas serão sondadas para a órbita tucana até o início do processo eleitoral do ano que vem. “É um momento de expectativa, estamos preocupados em organizar internamente o partido para, na convenção de março, termos uma composição de convergência”, ressalta. Em relação aos nomes que podem surgir como candidatos tucanos se destacam a ex-deputada estadual Onaide Santillo e o vereador Fernando Cunha. Mas, o quadro mais cotado é o do empresário e deputado federal Alexandre Baldy.

Terceira via

O presidente do PHS municipal, Elismar Veiga deu o pontapé inicial de seu projeto político para prefeitura de Anápolis. No fim da semana passada foi realizado um evento que reuniu lideranças de seu partido juntamente com o do PSD e PEN que juntos formam o grupo político chamado de G3. A frente vai promover uma série de reuniões temáticas — saúde, segurança pública, educação — nas diversas regiões da cidade até a elaboração de uma carta dirigida à sociedade anapolina. Elismar Veiga afirma que o G3 é uma força política com pretensões de ser uma terceira via e não descarta a adesão de outras legendas. Quem pode ser candidato também é o deputado estadual Carlos Antônio (SD). Ele afirma que o Solidariedade é um dos grupos que vão dominar a cena política anapolina, apesar de a sigla ter na atual administração o secretário municipal de Obras Ilmar Luz — um ferrenho defensor do projeto político liderado por João Gomes e Gomide. O parlamentar sinaliza para uma candidatura própria do Solidariedade na cidade, apesar de acreditar que, a partir do momento em que o processo for afunilando, novos partidos poderão aderir ao grupo. “O Solidariedade não participa de frente nenhuma, ele é na verdade uma das frentes”, diz. Neste cenário, é dado como certo as candidaturas do ex-deputado José de Lima (PDT) e do vereador Frei Valdair (PTB). Apesar de isolados, ambos de matizes políticas trabalhistas, devem se lançar em mais uma aventura eleitoral.

Agenda

-- Pré-Grito Rock, que começa no dia 14 e vai até o dia 16, o Centro Cultural Martim Cererê recebe o Old School Rock Gyn, no dia 6. É sexta agora! Quem vamos? -- Já no Teatro Goiânia... na quinta-feira, 5, tem espetáculo de dança e no dia seguinte, além de uma peça de teatro ainda vai rolar lançamento de livro. -- "Res-Pública: Conclamação para uma alternativa global". Parece nome de filme, mas é o título da exposição do artista alemão Joseph Beuys, que termina no próximo dia 9, no Museu Nacional, em Brasília.

Fotos alemãs

Brasília mantém sua forte agenda cultural. No dia 5 terá início a exposição com fotos inéditas de Bauhaus, escola alemã que exerceu uma alta influência na ar­qui­tetura e design ocidentais e foi fechada em 1933, com a ascenção do governo nazista. A fotografia só foi considerada uma matéria da escola a partir de 1929, porém as câmeras fotográficas e atividades áudio visuais já faziam parte de seu cotidiano. A exposição na capital federal acontece no Museu Nacional até o dia 16 de março. Entrada franca.

Brasileiro Bernardo Ajzenberg ganha prêmio cubano Casa de las Américas

Bernardo Ajzenberg (foto acima, da Cosac Naify) é um jornalista que escreve bem ou é de fato um escritor a ser considerado? Ex-repórter, editor e ombudsman da “Folha de S. Paulo”, Ajzenberg venceu o prêmio cubano Casa de las Américas, na categoria literatura brasileira, com o romance “Minha Vida Sem Banho” (Editora Rocco). A colombiana Adelayda Fernádez Ochoa levou o prêmio principal, com “La Hoguera Lame Mi Piel Con Cariño de Perro”. O colombiano Nelson Omero Guzmán, com o livro “Bajo el Brillo de la Luna”, levou o prêmio de poesia. O cubano José Ferrán Oliva, autor de “Cuba Año 2025”, ganhou o prêmio na categoria de melhor ensaio de tema histórico e social.

Expulso do PT, o vereador Tayone di Martino é disputado por cinco partidos

[caption id="" align="alignnone" width="620"] Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção[/caption] Os vereadores Tayrone di Martino, ligado à Igreja Católica, e Felisberto Tavares foram expulsos do PT na sexta-feira, 30. A cúpula do partido decidiu que, por não terem apoiado o aumento do IPTU, os dois políticos traíram, mais do que o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, o Partido dos Trabalhadores. Tayrone está sendo disputado por PTB, PSD, PDT, PSDB, PMDB e Rede Sustentabilidade. “Recentemente, o deputado federal Jovair Arantes me ligou e disse que o PTB está de portas abertas.” [relacionadas artigos="27235"] Felisberto não compareceu à reunião para fazer sua defesa. Tayrone compareceu, fez sua defesa, com os olhos lacrimejando, e disse ter descoberto que o PT obedeceu as ordens de Paulo Garcia, que havia “jurado” expulsá-lo. “Descobri, a duras penas, que não se pode votar a favor da sociedade e contra uma decisão do PT que prejudica a coletividade”, afirma Tayrone. O vereador conta que percebeu certo constrangimento em alguns petistas. “Por que a cúpula petista não apura se procede a informação de que Paulo Garcia apoiou e votou em Iris Rezende para governador, quando o partido tinha seu próprio candidato, Antônio Gomide? Porque os que votaram pela minha cassação dependem, direta ou indiretamente, de cargos na Prefeitura de Goiânia. Se Paulo Garcia não fosse prefeito, eu não seria cassado. Ele não teria nenhuma força política, porque, fora do poder, nunca teve muita influência no partido, sempre foi do segundo escalão.” “Tenho 31 anos e estava filiado ao PT desde os 14 anos. É uma vida. Nunca me imaginei fora do partido. O PT perdeu a coerência e se perdeu, local e nacionalmente”, sublinha Tayrone. “Em Goiânia, o PT começou a atual legislatura com quatro vereadores e hoje só tem um. Quer dizer que todos, eu, Felisberto Tavares e Djalma Araújo, estão errados e o prefeito Paulo Garcia tem razão?” A partir de segunda-feira, 2, Tayrone vai reunir seu grupo para discutir o futuro político. “Quero me filiar num partido com o qual eu tenha identidade política e filosófica e no qual eu possa, de fato, defender os interesses da sociedade.”

Ex-vereador de Anápolis Amilton Batista ficará inelegível por oito anos

Além de ter os direitos políticos suspensos, o político deverá ressarcir o dano causado e realizar pagamento de multa civil

Mais um na disputa pelo mandato tampão da OAB-GO: conselheiro Alexandre Caiado vai se candidatar

Presidente da Comissão de Direitos e Prerrogativas da Ordem enfrentará Macalé e Enil na disputa da próxima quarta-feira (4/2)

Ministro da Educação lançará consulta pública sobre novo modelo de Enem

Exame passaria a ser agendado e contaria com um banco de dados com 8 mil questões por área de conhecimento, em sistema parecido com a prova teórica do Detran

Já em Brasília, deputado Daniel Vilela nega crise no PMDB

Deputado federal eleito garante que não há determinação de Michel Temer contra liderança de Iris Rezende em Goiás [caption id="attachment_27320" align="aligncenter" width="620"]Daniel Vilela, em entrevista ao Jornal Opção, em 2014. Para o peemedebista, não há determinação "anti-Iris" | Foto: Fernando Leite Daniel Vilela, em entrevista ao Jornal Opção, em 2014. Para o peemedebista, não há determinação "anti-Iris" | Foto: Renan Accioly / Jornal Opção[/caption] O deputado federal Daniel Vilela (PMDB) se mostrou surpreso ao ser questionado sobre questões internas do PMDB em Goiás. Diferente do que tem sido difundido, o peemedebista garantiu que não existe determinação do presidente nacional da sigla, Michel Temer, de que a presidência da legenda nos Estados deveria ficar com políticos que têm mandato. "Isso é especulação", rebateu. Conforme divulgado na coluna Bastidores, o vice-presidente da República teria dito, em conversas com políticos goianos, que está cansado das desculpas do ex-prefeito de Goiânia, Iris Rezende, e da ex-deputada federal Iris de Araújo para tantas derrotas políticas. "Não existe determinação nenhuma de Temer. A relação com Iris está ótima", desconversou o Vilela. Após a posse, neste domingo (1º/2), o deputado federal eleito relatou que deve se reunir com integrantes do PMDB goiano para debater as questões internas do partido e traçar metas para este ano.

PSDB declara apoio a Júlio Delgado na Câmara e Luiz Cunha no Senado

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Virmondes recua e Lincoln Tejota fica na 2ª vice-presidência da Assembleia

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Exame vai testar, no mínimo, a presença de maconha e derivados, cocaína e derivados, opiáceos, ecstasy, anfetamina e metanfetamina

Grandes devedores têm até esta sexta-feira para parcelar débitos com o Paço Municipal

Até agora, foram arrecadados mais de R$ 53 milhões, segundo a Secretaria de Finanças. Atendimento aos remanescentes poderá ser estendido até a semana que vem