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Fotos e ilustrações que retratam Goiás no período serão apresentadas durante a Semana Santa
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Divulgação[/caption]
As fotógrafas Cidinha Coutinho, Eliane de Castro, Rosa Berardo e Rosary Esteves e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), do Ministério da Cultura, convidam o público, que prestigiará a Semana Santa na cidade de Goiás, a conhecer um pouco mais da história goiana. Elas assinam a curadoria da exposição fotográfica itinerante “Um Círculo do Ciclo”, que apresenta fotos e ilustrações do século XVIII e XIX, representativas do chamado ciclo do ouro em Goiás. Os músicos Andréa Teixeira e Euler Amorim abrem a exposição na noite de hoje, com um showzinho regado a bandolim, violão, piano e flauta.
Craveiro, João Basílio de Oliveira, Hercílio Fleury, Hilda Curado e A. Bonvicino são os responsáveis pelos registros de Corumbá de Goiás, Goiás, Jaraguá e Pirenópolis, criteriosamente selecionados pelas fotógrafas responsáveis pela exposição após uma extensa pesquisa em acervos particulares. Os desenhos de Lúcia Curado e do inglês William John Burchell também são representativos do momento do início do desenvolvimento das cidades goianas, despertado pela corrida dos bandeirantes em busca de ouro.
A exposição acaba por retratar também a evolução de alguns processos de revelação da fotografia, englobando negativos de vidro, películas e as atuais fotografias digitais. Todas as obras são acompanhadas por fragmentos de textos de diversos escritores goianos consagrados, como Cora Coralina, Félix de Bulhões, José Mendonça Teles e Augusto Rios.
A exposição será montada no escritório técnico do IPHAN na cidade de Goiás, e fica aberta ao público de hoje, 31 de março, a domingo, 5 de abril. Essa é a segunda etapa da itinerância da exposição, que já passou por Pirenópolis e, depois da temporada em Goiás, deve seguir para Corumbá de Goiás e Jaraguá.
Serviço
Exposição: “Um Círculo do Ciclo” – Exposição Fotográfica Itinerante
Data: de 31 de março a 05 de abril de 2015
Horário de visitação: das 08h às 17h
Local: Escritório Técnico do IPHAN em Goiás (Praça Zacheu Alves de Castro, 01, Casa do Bispo)
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As crianças sofrem e, ao mesmo tempo, divertem-se com a guerra. Muitas vezes nem entendem direito o que está acontecendo — aliás, como parte dos adultos. Porque algumas guerras não têm lógica e, deste modo, sentido. Louis Malle, com “Adeus, Meninos”, e John Boorman, com “Esperança e Glória”, mostraram, com rara felicidade, como meninos percebem o horror e, também, um certo esplendor da guerra — que tira todos da rotina e do conforto mínimo. Lembrei-me dos cineastas ao ver a fotografia de Adi Hudea (apresentado pela “Folha de S. Paulo” como menino e pelo G1 como menina), de 4 anos. Em 2012, quando o repórter-fotográfico turco Osmar Sagirli levantou a câmera para fotografá-lo, imediatamente a criança levantou os braços — em sinal de rendição —, com os lábios comprimidos e um olhar assustado (os olhos arregalados são perscrutadores e vigilantes), pois acreditava que se tratava de uma arma. Parece que não teve coragem nem mesmo de chorar.
O pai de Adi Hudea havia sido morto na guerra da Síria — entre governo, rebeldes e Estado Islâmico —, que já matou cerca de 250 mil pessoas.
A fotografia é de 2012, mas só agora se tornou “viral”, ao ser postada no Twitter pela repórter-fotográfica Nadia AbuShaban.
O que uma fotografia pode dizer? Sempre muito. Por exemplo, sobre a falta de civilidade entre os homens modernos. Pode dizer que, na luta pelo poder, as principais vítimas são inocentes — como crianças, que muitas vezes perdem a infância, quando não a vida. Por fim, o gesto de Adi Hudea, que confundiu uma máquina fotográfica com uma arma, e sobretudo seu rosto, triste, amedrontado e inocente, parecem dizer ao mundo que é preciso trabalhar pela paz — em todos os lugares. O olhar da criança é, de alguma forma, um clamor “silencioso”, um “grito” sobre a impotência dos que nada podem fazer — exceto temer inclusive uma simples máquina fotográfica.
Trecho de poema de John Donne
“Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti."
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