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Prazo para aderir ao Refis no Tocantins termina no dia 31

Programa dá chance para que empresários quitem dívidas com o estado e continuem na ativa. Lei foi instituída no último dia 23 de abril

Três novas empresas podem gerar 2 mil empregos em Goiás

Governo se reuniu com empresários interessados em instalar novas unidades. Entre elas estão a Bifarma e a multinacional Satus Ager

Número de mortes confirmadas em terremoto no Nepal sobe para 7,9 mil

Entre as vítimas estão 70 cidadãos estrangeiros. Tragédia também destruiu mais de 200 mil casas e 10 mil edifícios públicos

Marco Civil da Internet abre canal de consulta para aperfeiçoar propostas

Pautas mais comentadas foram as relativas a privacidade e segurança do usuário e à internet enquanto fator de inclusão

Historiador britânico divulga foto da grande paixão do russo Lênin

[caption id="attachment_35019" align="alignright" width="620"]Apollinariya Yakubova: a mulher que só desagradou Lênin quando se tornou “anarquista”; quando morreu, o bolchevique teria chorado | Foto: ABC.ES Apollinariya Yakubova: a mulher que só desagradou Lênin quando se tornou “anarquista”; quando morreu, o bolchevique teria chorado | Foto: ABC.ES[/caption] O jornal espanhol “ABC”, citando o jornal britânico “The Independent”, revelou na edição de quarta-feira, 6, na reportagem “Desvelam por fin el rostro de la ‘sexy’ joven que rompió el corazón de Lenin”, a história e, sobretudo, a fotografia da grande paixão do líder comunista russo Vladimir Lênin. Sabia-se da história de Apollinariya Yakubova, mas não se conhecia suas feições. Descoberta pelo pesquisador e professor Robert Henderson, da Queen Mary Uni­versity, a foto teria sido feita na Sibéria: Apollinariya Yakubova havia sido desterrada pelo czarismo. Apollinariya Yakubova “era um nome sem rosto”, afirma o “ABC”. Não é mais. Robert Henderson encontrou a fotografia no Arquivo Estatal da Federação Russa. “Está confirmado o que diziam seus contemporâneos: a russa é muito bonita”, disse o historiador ao “Independent”. A jovem tem “olhos castanhos, cabelo escuro e feições suaves”. Os contemporâneos diziam que “sua presença e seu cheiro lembravam ‘prados frescos’”. Lênin era profundamente atraído pela beleza e charme de Apollinariya Yakubova. Segundo Robert Hen­derson, era como “uma força” da natureza, “primeva”. Há indícios de que tinha uma boa cabeça política e debatia com Lênin, um estudioso tão rigoroso (sabia tudo de Karl Marx e Herzen, notável escritor russo do século 19) quanto infatigável. A jovem era como “uma tocha revolucionária capaz de derrotar o coração mais duro”. Apesar de ter sido o grande amor de Lênin, sabe-se pouco sobre Apollinariya Yakubova. Ela estudou física e matemática “durante a juventude e conheceu Lênin aproximadamente em 1890, em São Petersburgo”. Eles foram apresentados por Nadezhda Krupskaya, futura mulher de Lênin. Não se sabe se a paixão foi à primeira vista, mas é provável que sim, sugere o historiador. Os dois passaram a se ver com frequência em reuniões e comícios políticos. Pesquisadores da história da Rússia e da União Soviética acreditam que, logo depois de se conhecerem, Lênin propôs casamento à bela “Lirochka”, como o futuro chefão bolchevique a chamava, carinhosamente. Apol­linariya Yakubova não quis se casar com o político socialista. Despeitado, Lênin casou-se com Krupskaya, em 1898. Mesmo casado, escrevia cartas nas quais mencionava Lirochka constantemente, sem disfarçar a paixão. A própria mulher era citada como “‘grande amiga’, mas não como ‘grande amor’”. Quando Apollinariya Yakubova mudou-se para Londres, Lênin voltou a visitá-la. Porém, a jovem, então com 27 anos, havia deixado de comungar as ideias comunistas, o que provocou intensas discussões com o esquerdista russo. Durante uma discussão, acerba, Lênin tachou-a de “anarquista” (o anarquista é visto pelos comunistas como um adversário, até inimigo, figadal). Dadas as divergências, eles foram se distanciando. “Não pude reconciliar-me com ela”, escreveu Lênin. Não se sabe o que aconteceu com Apollinariya Yakubova posteriormente. “Acredita-se que morreu entre 1913 e 1917.” Lênin, o homem de gelo, teria chorado, sugere o historiador Robert Henderson, e jamais a esqueceu. Mas o fato é que se sabe muito pouco, quase nada, a respeito do amor entre os dois. Chegaram a ser amantes, num sentido mais amplo? Não se sabe.

O engajamento do Goiás Real e do Goiás 24 Horas é legítimo. Contribuem para o debate

O PMDB finalmente pôs na internet o Goiás Real. O site (ainda) não tem o pique crítico e a malícia corrosiva — ressalte-se que o projeto é diferente — do Goiás 24 Horas. Um “exige” o outro. Os criadores do Goiás Real, entendendo como funciona a web, estão produzindo muitos textos, em geral bem escritos e sintéticos. Se quiserem manter a atenção dos leitores, precisam atualizá-lo com frequência. Não há mal algum no engajamento dos sites Goiás Real e Goiás 24 Horas. O segundo defende o governo de Goiás, às vezes posicionando-se criticamente, e o primeiro defende o PMDB e publica críticas ao governo do tucano Marconi Perillo. O jogo é explícito, logo legítimo. Trata-se de política transformada em jornalismo. Se o Goiás Real continuar atento às coisas do Estado, publicando material consistente, pode contribuir inclusive com o próprio governo e também com os meios de comunicação tradicionais, ao apresentar temas eventualmente “esquecidos” e que podem ser ampliados.

As 16 principais apostas do PMDB de Goiás para a disputa de prefeituras em 2016

[caption id="attachment_35095" align="alignright" width="300"]Leandro Vilela: o ex-deputado federal é o favorito em Jataí Leandro Vilela: o ex-deputado federal é o favorito em Jataí[/caption] Por não ter o controle do governo do Estado, em termos de disputa para prefeituras, em 2016, no PMDB é mais ou menos assim: é cada um por si. Líderes apostam em algumas “barbadas”, como Goiânia, Aparecida de Goiânia, Santa Helena, Quirinópolis e Jataí. Há prefeitos desgastados como Agenor Rezende, Solange Bertulino e Eronildo Valadares — os três terão dificuldade na disputa pela reeleição. Ricardo Fortunato é tido como “queimado” por alguns peemedebistas. Marcelo Melo tende a trocar o PMDB pelo PROS. 1 — Adib Elias — Catalão; 2 — Agenor Rezende — Mineiros; 3 — Ernesto Roller — Formosa; 4 — Eronildo Valadares — Porangatu; 5 — Euler Morais — Aparecida de Goiânia; 6 — Gilberto Naves — Goianésia; 7 — Gilmar Alves — Quirinópolis; 8 — Goiatuba — Fernando Vasconcelos; 9 — Iris Rezende — Goiânia; 10 — João Antônio — Inhumas; 11 — Judson Lourenço — Santa Helena; 12 — Leandro Vilela — Jataí; 13 — Marcelo Melo — Luziânia; 14 — Paulo do Vale — Rio Verde; 15 — Ricardo Fortunato — Trindade; 16 — Solange Bertulino — Uruaçu.

Deputados avaliam secretários de Marconi Perillo que são menos e mais eficientes

[caption id="attachment_35093" align="alignright" width="300"]Henrique Tibúrcio: “Um peixe fora d’água” Henrique Tibúrcio: “Um peixe fora d’água”[/caption] Dez deputados avaliam secretários e outros auxiliares do governador Marconi Perillo que são mais atenciosos e rápidos e os menos atenciosos e mais lentos ao atendê-los. Quem atende de maneira adequada: o comandante da Polícia Militar, coronel Silvio Benedito (eficiente e dá respostas imediatas), Leonardo Vilela (atende bem, mas parece desmotivado), Jayme Rincón (hors concours; atende bem e resolve os problemas; nasceu político), Vilmar Rocha (o Itamaraty do governo. Todos aprovam), Thiago Peixoto (polido e formulador de soluções), José Eliton (atende bem, ouve com atenção e resolve os problemas). Mais desatentos: Henrique Tibúrcio (peixe fora d’água), Ana Carla Abrão (séria, mas secona no trato pessoal), Raquel Teixeira (vive noutra galáxia), Joaquim Mesquita (polido; já foi mais atento).

“Paulo Garcia contamina Iris Rezende e PT não ganha eleição para prefeito de Goiânia”, diz pesquisador

[caption id="attachment_35090" align="alignright" width="620"]Iris Rezende e Vanderlan Cardoso: os líderes nas pesquisas não apresentam índices altos. Pode surgir uma alternativa qualitativa | Foto: Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção Iris Rezende e Vanderlan Cardoso: os líderes nas pesquisas não apresentam índices altos. Pode surgir uma alternativa qualitativa | Foto: Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Institutos como Grupom e Fortiori já estão em campo fazendo pesquisas quantitativas e qualitativas. O Jornal Opção conversou com um pesquisador, que optou por não se identificar — tem clientes de vários partidos políticos — e obteve informações de interesse para candidatos a prefeito de Goiânia. Sua principal conclusão: a eleição da capital está inteiramente aberta. “Quando comecei a fazer pesquisas, acreditei que Iris Rezende, dados os comentários na imprensa, estaria em primeiro lugar, e disparado. De fato, o líder peemedebista lidera, mas sua intenção de voto é mais baixa do que se imaginava.” Dependendo da pesquisa, com a colocação de menos ou mais postulantes, Iris aparece com 28%, 30% e 33%. Para um político que já foi governador duas vezes e prefeito três vezes de Goiânia — duas vezes recentemente — e acabou de disputar o governo do Estado, com boa votação na capital, esperava-se que o peemedebista deslanchasse. “Na verdade, em nenhuma das variações da pesquisa Iris chegou a 40%. Para quem está no topo, como não é uma boa notícia. O quadro é parecido com sua posição na disputa pelo governo do Estado.” O que está acontecendo? “Nós estamos apurando, com pesquisas rigorosas, as motivações. Tudo indica que o eleitorado o considera ‘velho’, de idade e ideias, para gerir uma cidade grande e moderna como Goiânia. O desgaste de Paulo Garcia, apesar de que o ex-prefeito é maior do que o prefeito, está puxando seus índices para baixo.” As pesquisas mostram um alto número de indecisos — o que decorre do fato de que as eleições estão distantes e ao desgaste dos políticos. “O eleitor quer falar de tudo, menos de política. Quando fala de políticos, é para xingá-los.” Vanderlan Cardoso (PSB) e o deputado federal Waldir Soares (PSDB) aparecem tecnicamente empatados — na casa dos 20%. Vanderlan geralmente é o segundo colocado. “Para consolidar-se, Vanderlan precisa crescer mais e firmar um número. As qualitativas sugerem que Waldir é popular, mas não tem o perfil requerido — não tem a imagem de gestor — requerido pelo eleitor da capital.” Adriana Accorsi (PT) não passa de 6%. “Ninguém ganha em Goiânia pelo PT.”

Petistas admitem que Dilma Rousseff trata aliados com arrogância e que PT tomará surra eleitoral em 2016

[caption id="attachment_35088" align="alignright" width="620"]Dilma Rousseff e Lula da Silva: a redenção do partido pode surgir da capacidade de articulação do segundo. Mas 2016 pode ser caso perdido | Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula Dilma Rousseff e Lula da Silva: a redenção do partido pode surgir da capacidade de articulação do segundo. Mas 2016 pode ser caso perdido | Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula[/caption] O Jornal Opção ouviu dez intelectuais de esquerda, a maioria petistas, e solicitou uma avaliação sobre o que a presidente Dilma Rousseff deve fazer para reorganizar o governo e a respeito de suas alianças complicadas com o PMDB e, agora, com o PDT. O que se lerá a seguir é uma síntese dos diálogos. O governo petista tratou mal seus aliados — “com prepotência e arrogância”. Se a política dá “nojo”, como parecem acreditar a presidente Dilma e dilmistas, seria mais racional não disputar eleições. Dados o preconceito e a falta de maleabilidade política, o governo tem de pagar um preço muito alto para obter e manter apoio partidário. O PT poderia ter adquirido o apoio integral do PMDB por um “preço” bem menor. Agora, por falta de agilidade e compromisso, está pagando um preço bem alto e, sobretudo, a relação ficou desgastada, passando-se a imagem de que a presidente está ajoelhada no altar de Michel Temer, Renan Calheiros e Eduardo Cunha. A insatisfação do PDT de Carlos Lupi não teria sido “trabalhada” pelos articuladores políticos do governo Dilma. Agora, devido à fragilidade da presidente, o PDT vai ficar mais “caro”. Portanto, é preciso verificar se vale a pena pagar o preço. Interpreta-se que Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, mantém-se vivo ao manter a corda esticada com o governo de Dilma. Senão a mídia, a partir da Operação Lava Jato, o “devora” imediatamente. Acredita-se que, como Dilma terá mais três anos e seis meses — na prática, um governo inteiro —, nenhum partido vai mesmo romper. O que se quer é apropriar-se — e até expropriar — do governo. No último ano de seu governo, principalmente se continuar mal, a petista será olímpica e cruelmente abandonada. Quem de fato articula a política do governo de Dilma Rousseff? Houve um momento no qual, como todos coordenavam, não havia, na prática, coordenação alguma. Agora, como ministro, Michel Temer articula, põe a mão na massa. Fora o vice-presidente, os principais articuladores são Ricardo Berzoini, Aloizio Mercadante, Jaques Wagner e Gilles Azevedo (do staff pessoal da presidente). Pela comunicação, articula, inclusive com “agenda” política, Edinho Silva. O que se pretende, a partir de agora, é reconstruir o sistema de inteligência do governo Dilma. Os reds da intelligentsia petista avaliam que o governo do PT está com uma febre constante. Mas sugerem que a febre está cada vez mais baixa. Eles notam que a imprensa começa, até para provar certa imparcialidade, a investigar políticos do PSDB. O governador do Paraná, Beto Richa, admite que a polícia espanque professores e demorou a pedir desculpas, sugerindo que estava preparando uma “saída honrosa”. Na verdade, teria sido pressionado pela cúpula nacional do tucanato. O senador Aécio Neves, que viajou em avião do governo do Estado de Minas, apresentou uma explicação esfarrapada, mas não colou. Os petistas admitem que, em 2016, o PT deve tomar uma “surra eleitoral”. Porém, se fizer autocrítica e acertar a parte política e a gestão administrativa, pode se reinventar e eleger Lula da Silva para presidente da República em 2018. “O velho PT, acusado de corrupção, está morrendo. Está na hora de se tornar Fênix”, afirma um deputado.

Advogado diz que irismo está movendo perseguição pessoal a Júnior Friboi

[caption id="attachment_35086" align="alignright" width="620"]robledo Robledo Rezende disse que o irismo, ao tentar expulsar Friboi, esquece a história de Iris[/caption]   O empresário Júnior Friboi está reestruturando o frigorífico Matoboi, que comprou recentemente, e visitando as fazendas recém-adquiridas, como uma em Andradina. Na sexta-feira, 8, um de seus advogados, Robledo Rezende, filiado ao PMDB, disse que o irismo, ao tentar expulsar Friboi, esquece a história de Iris Rezende. “Iris subiu no palanque de Luiz do Gote, candidato a prefeito de Porangatu pelo PDS, contra João Gonçalves, que era do PMDB. Ele é especialista em atrair adversários e destruir aliados. O ex-deputado Francisco Bento, testemunha de Júnior no processo promovido por Zé “do Caixão” Nelto e Iris, conhece bem a história que relato.” Iris e José Nelto, na avaliação de Robledo, estão preocupados unicamente em expulsar Friboi porque ele tem chance de ser governador de Goiás pelo PMDB. “Vinte e seis prefeitos do PMDB subiram no palanque de Marconi Perillo, junto comigo, e a dupla não fala em nos expulsar. Por que punir só Júnior? Só pode ser medo político.” Como está se configurando uma “perseguição pessoal”, na avaliação de Robledo, no caso de o irismo — grupo que levou o PMDB a cinco derrotas consecutivas para o governo do Estado, entre 1998 e 2014 — conseguir expulsar Friboi, o partido “implode”. “Acrescente-se que o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, e os deputados federais Pedro Chaves e Daniel Vilela são favoráveis à permanência de Júnior no PMDB. Porque querem agregar e, por isso, ganhar o governo de Goiás. O grupo de Iris é o freguês absoluto do grupo do governador Marconi Perillo — não ganha uma. Parece que seu prazer, quem sabe masoquista, é perder para o político tucano. Insisto que Iris e ‘Zé do Caixão’ preferem continuar perdendo eleição a permitir que Júnior seja eleito governador.” Na segunda-feira, 18, o PMDB fará “audiência” para avaliar a expulsão ou permanência de Friboi. “Iris Rezende está reinventando a Inquisição em tempo de democracia. Como se sabe, Júnior não disse que iria votar em Marconi Perillo. Ele apenas frisou que Iris Rezende era ultrapassado, o mesmo julgamento do eleitorado, e que Marconi seria reeleito, o que as urnas comprovaram. Será que é proibido dizer a verdade no PMDB? O fato é que a maioria do partido, ainda que relativamente silenciosa, quer a permanência de Júnior.”

Marcha pelo impeachment de Dilma Rousseff sai de São Paulo, passa por Goiânia e vai pressionar em Brasília

[caption id="attachment_35084" align="alignright" width="620"]kim Grupo, liderado por Kim Kataguiri (foto), Fernando Holiday e Renan Hass, vai ser recebido pelo Movimento Brasil Livre Goiás[/caption] Integrantes do Movimento Brasil Livre saíram de São Paulo em 24 de abril e devem chegar a Brasília no dia 27 de maio. Vão percorrer, a pé, 1.021 quilômetros. A Marcha pela Liberdade vai cobrar, por meio de uma grande manifestação, o impeachment da presidente Dilma Rousseff. A Marcha chegará em Goiânia na terça-feira, 19. O grupo, liderado por Kim Kataguiri, Fernando Holiday e Renan Hass, vai ser recebido pelo Movimento Brasil Livre Goiás. Kataguiri, Holiday e Hass farão palestras no dia 18 de maio, na Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA), em Goiânia. O senador Ronaldo Caiado e o deputado Jair Bolsonaro deverão participar do evento

O perfil de gestor de Jayme Rincón é compatível com o que quer o eleitorado de Goiânia

jaymeUm pesquisador sustenta que Jayme Rincón, do PSDB, tem o perfil exato cobrado pelo eleitorado de Goiânia. É apontado como “gestor” e “executivo dinâmico e rápido na ação”. Ele aparece com 3% e 4% nas pesquisas de intenção de voto. Porém, como é desconhecido de 80% da população, a margem para crescer é imensa. “O que ele precisa fazer é unir o PSDB e a base governista.”

Privatização da Celg pode viabilizar o quarto governo do tucano Marconi Perillo

[caption id="attachment_35079" align="alignright" width="300"]Marconi Perillo: seu governo poderá até construir o VLT Marconi Perillo: seu governo poderá até construir o VLT[/caption] A Eletrobrás e o governo de Goiás entraram em acordo e devem tentar privatizar a Celg este ano. A partir de agora, começam a formatar o processo de venda da companhia de eletricidade de Goiás. O mais interessado na privatização é o governo federal, por intermédio da Eletrobrás, mas setores do petismo goiano, para manter-se no ataque contra o governo de Marconi Perillo, do PSDB, colocam-se contra. Uma contradição evidente. Ao governo de Goiás interessa vender a Celg por dois motivos. Primeiro, para evitar a alocação de mais recursos na sua reestruturação. Segundo, porque o Estado terá mais recursos para fazer investimentos. Até o VLT, que está se tornando uma lenda urbana, pode sair do papel. Num período de crise intensa, o governo federal e os governos estaduais não têm recursos para concluir obras de médio e grandes portes e muito menos começar outras. Acredita-se, na base marconista, que o quarto governo do tucano-chefe será viabilizado pelo dinheiro da venda da Celg, possivelmente de 3 a 4 bilhões de reais. Se administrada de modo empresarial, sobretudo agora que sua tarifa tem valor de mercado, a Celg é lucrativa.

Marconi Perillo pretende mostrar, por meio de uma “onda positiva”, que Goiás cresce em ritmo acelerado

[caption id="attachment_34864" align="alignright" width="300"]Foto: Reprodução/Siga Marconi Foto: Reprodução/Siga Marconi[/caption] O governador Marconi Perillo pretende criar uma “onda positiva” com o objetivo de mostrar que sua gestão não está paralisada. Quer deixar evidente que, apesar da crise econômica — é a União que paralisa as economias dos Estados —, Goiás persiste avançando em ritmo acelerado. Embora não seja uma ilha, e esteja sendo atingido pela crise estrutural, as condições do Estado são melhores do que as de outros Estados. O governo pretende mostrar o que está fazendo para manter o crescimento da economia regional. Encontros com setores organizados da sociedade talvez sejam úteis para apresentar o que se está fazendo em todo o Estado, por exemplo na área de rodovias. No pacote de ações, para mostrar que Goiás, não parou, serão apontados avanços no comércio eletrônico, expansão do microcrédito, via Produzir, estímulo ao desenvolvimento regional (Nordeste e Oeste do Estado). O governo vai abraçar a criação do estatuto da micro e pequena empresa.