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Instrumento permitirá que milhares de detidos tenham rápida verificação da legalidade de sua prisão
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João Gomes ressaltou a política do município na área dos esportes e nas artes[/caption]
As atividades realizadas no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) do Jardim Alvorada, inaugurado em 2014, tem sido referência no Brasil. Por isso, Anápolis foi escolhida para sediar o encontro de representantes dos CEUs da região Centro-Oeste. O evento aconteceu na unidade localizada no Jardim Alvorada.
A abertura dos trabalhos contou com as presenças do prefeito João Gomes, dos secretários municipais e representantes dos ministérios de Desenvolvimento Social, Trabalho e Emprego, Justiça e Esporte, entre outras autoridades. A reunião foi proposta pelo Ministério da Cultura com objetivo de viabilizar a troca de experiências entre as cidades que possuem essa estrutura para o benefício da população.
Ao todo, o Brasil conta com 342 CEUs. Na oportunidade foi apresentado aos municípios os programas que são possíveis desenvolver com o apoio do governo federal e conhecer a demanda de cada região.
Segundo o diretor de Programas Especiais de Infraestrutura Cultural do Ministério da Cultura, Germano Ladeira, os gestores e representantes da sociedade civil que estão ligados diretamente aos CEUs tiveram a oportunidade de dialogar e trocar experiências. Ele afirma que puderam se inteirar sobre temas importantes relacionados ao funcionamento destes centros de cidadania do Centro-Oeste. “Abordamos pontos essenciais à rotina dos CEUs, ligados à infraestrutura dos espaços, do mobiliário adequado, sobre mobilização social, e a gestão compartilhada”, pontuou o diretor.
Para o secretário municipal de Cultura, Augusto César, o CEU do município é motivo de orgulho para os anapolinos. Segundo ele a unidade é destaque e se tornou referência regional e nacional de atuação. O evento, que reuniu representantes de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal serviu como oportunidade para troca de experiências e vivências.
O prefeito João Gomes ressaltou que uma equipe dedicada somada a boa estrutura faz com que o CEU de Anápolis cumpra bem seu papel na sociedade. Para ele o espaço mudou a vida da comunidade e da região. Além disso, os moradores têm ajudado a cuidar deste equipamento público, muito por conta dos benefícios trazidos à população por meio do CEU.
“Este local foi transformado e agora oferece lazer, cultura, esporte e cursos de capacitação profissional, promovendo assim inclusão social ”, disse.
Em parceria com o Ministério da Cultura, Anápolis ganhou, em 2014, o CEU instalado no Jardim Alvorada. Este mais novo espaço está incentivando o acesso de milhares de pessoas, principalmente crianças e jovens, às ações culturais, esportivas e de lazer promovidas pela Prefeitura de Anápolis. Além disso, o local também cumpre seu papel social, oferecendo à comunidade formação e qualificação para o mercado de trabalho. É um local multiuso focado no desenvolvimento social e cultural da população.
Estão disponíveis um telecentro, teatro, biblioteca, cineteatro, quadra poliesportiva coberta, pista de skate, mesa de jogos, equipamentos de ginástica, playground, pista de caminhada e salas multiuso, além de uma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). Em todo o Brasil, existem 340 espaços construídos no padrão CEU.
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Prefeito João Gomes se reúne com representantes do setor produtivo para discutir novo Plano Diretor | Prefeitura de Anápolis[/caption]
O prefeito João Gomes se reuniu com representantes do Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de Anápolis (Sicma) e empresários do setor para debater sobre o Plano Diretor de Anápolis que está em processo de atualização. O encontro aconteceu no gabinete do prefeito.
Na oportunidade foram apresentados os principais pontos e considerações para colaborar com a conclusão do Plano que, após ser adequado, será o instrumento legal que ditará as normativas para orientar a política de desenvolvimento e de ordenamento da expansão urbana do município.
Na reunião com o chefe do Executivo, o presidente da Acia, falou sobre a realidade do setor para se adequar ao documento que está sendo elaborado. “Também temos nossas reuniões para falar sobre o assunto daquilo que é o nosso trabalho no dia a dia. Os detalhes técnicos e objetivos precisam ser avaliados e queremos ser ouvidos durante a elaboração do Plano”, falou.
O prefeito ressaltou que o poder público e as iniciativa privada devem caminhar juntos pelo desenvolvimento de Anápolis. “Nosso objetivo é justamente levar em consideração as pontuações dos que se envolvem e se preocupam com o município, por isso, abri o espaço para o diálogo e vamos trabalhar para que tenhamos um documento completo”, disse.
Planejamento e Controle
A equipe do Núcleo Gestor de Planejamento Urbano e Controle do Plano Diretor se reuniu com o prefeito João Gomes para apresentar a avaliação da população e das autoridades sobre o Plano Diretor da cidade. Segundo a diretora de gestão do Plano Diretor de Anápolis, Rafaela Bueno, os encontros são constantes e procuram adequar a realidade da cidade ao documento que está sendo elaborado.
A convite da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia), o prefeito João Gomes participou de uma reunião para tratar das demandas inerentes à área do meio ambiente, especificamente da área que compreende o Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia). Na oportunidade foi possível elencar informações e esclarecer dúvidas visando o fortalecimento do principal polo industrial da região Centro Oeste. O encontro foi uma prévia da reunião ordinária da entidade no qual a presidência da Acia adiantou algumas demandas que serão foco de discussão. Segundo o presidente da entidade, Anastacios Apostolos Daggios, as principais demandas atuais do Daia são em relação à questão dos serviços de limpeza do distrito, além da liberação de documentações relacionadas à área do meio ambiente. João Gomes destacou a política da prefeitura de sempre manter diálogo aberto e contínuo com todas as instituições organizadas do município, a exemplo da Acia. Segundo ele, a melhor forma de pensar a cidade é em conjunto com aqueles que são responsáveis pelo seu progresso.
O prefeito João Gomes se reuniu com o diretor-presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Goiás (Emater), Pedro Arraes, e a sua diretoria. O encontro aconteceu em seu gabinete. A reunião também foi acompanhada pelo diretor municipal de Agricultura, Álvaro Gonçalo. Na oportunidade, o diretor-presidente apresentou a nova estrutura da instituição e ressaltou que estão sendo criadas novas propostas de trabalho para atender melhor os produtores familiares, que é o público-alvo. O prefeito agradeceu a visita e reforçou a importância da parceria com a Emater para os trabalhos em Anápolis. “Estamos à disposição para contribuir com os serviços prestados em um setor que acompanhamos de perto os bons resultados e, por isso, temos investido”, disse. Com a parceria da Emater, a Prefeitura de Anápolis oferece vários cursos de capacitação como, apicultura, cultura de maracujá e produção de banana, além da execução do programa Lavoura Comunitária. Ao longo do ano, várias turmas são abertas para atender a demanda.
Empresário teria sido convocado para pagar o publicitário Marcos Valério
A revista “Veja” desta semana recupera a história do mensalão e faz revelações que não vão agradar àqueles que pretendem bancar Lula da Silva para suceder a presidente Dilma Rousseff, ambos do PT. O repórter Daniel Pereira escreve que intriga o fato de que, como aparentemente o principal beneficiário da jogada articulada pelo petismo, “Lula se livrou da responsabilidade”.
Segundo Daniel Pereira, “o sucesso da blindagem ao ex-presidente não decorreu apenas da capacidade de negociação de seus articuladores políticos. O PT negociou o silêncio do empresário Marcos Valério quando ele — às vésperas da conclusão da CPI dos Correios — avisou que acusaria Lula de comandar o mensalão se não recebesse uma ajuda financeira milionária. Um empresário amigo foi convocado para pagar a fatura e Valério se recolheu. Lula se livrou da CPI, reelegeu-se em 2006 e foi o efetivo cabo eleitoral de Dilma em 2010. Em 2012, Valério contou parte de seus segredos ao Ministério Público, tentando um acordo de delação premiada. Já era tarde. Lula não podia mais ser incluído no processo. O empresário cumpre uma pena de 37 anos de prisão. Definitivamente, não fez um bom negócio”.
A “Veja” liberou apenas uma parte da reportagem na internet. Neste trecho não há a versão de Lula, que mais uma vez possivelmente não quis se pronunciar ou então disse o de sempre: não tinha nada a ver com o que acontecia nas suas barbas.
A colunista vai escrever aos domingos e às quartas. Leitores do jornal ganham com a qualidade de Dora Kramer e Eliane Cantanhêde
Quem nunca chorou vendo um filme? Na sala de cinema, com um pessoal do lado, pode até tentar segurar, mas pelo menos uma gotinha insiste em descer. Então você limpa, disfarçadamente, no cantinho da manga da camiseta. Ou aproveita o escuro e deixa escorrer.
Nesta sexta-feira (22/5), Dia do Abraço, o Jornal Opção Online separou 10 tristes (e memoráveis) abraços que já vimos nas telonas. É claro que abraços assim no cinema são infinitos, mas vejamos os escolhidos a seguir:
[ATENÇÃO: o conteúdo possui alguns spoilers]
O Poderoso Chefão - Parte II
Em um abraço um tanto aterrorizante, Don Michael Corleone fala para o irmão Fredo que sabe de sua traição. "Você quebrou o meu coração, Fredo."
O Segredo de Brokeback Mountain
Em uma das cenas do lindo romance, Ennie Del Mar (Heath Ledger) abraça uma camisa do ex-parceiro Jack Twist (interpretado por Jake Gyllenhaal), que está morto.
E.T. - O Extraterrestre
A famosa cena final do filme de Steven Spielberg mostra o garotinho despedindo-se do seu amigo de outro planeta.
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte II
Cena quase no final do último filme da série "Harry Potter", Hermione Granger abraça seu melhor amigo, Harry Potter, sabendo que ele deve morrer para que o vilão Lord Voldemort possa ser morto. Momento de quebrar o coração, principalmente para os fãs.
Edward, mãos de tesoura
Em uma cena nos últimos 10 minutos de filme dirigido por Tim Burton, Kim (Winona Ryder) pede para ser abraçada por Edward (Johnny Depp), que responde: "Eu não posso." A mocinha, ainda assim, insiste em abraçar seu amado.
Eu Sou a Lenda
No filme em que os únicos personagens que não foram contaminados por um vírus maligno (outros dois personagens, entre eles a brasileira Alice Braga, aparecem no final) são um homem e um cachorro, espera-se que ambos permaneçam vivos. Nesta cena, depois de cantar "Three Little Birds", de Bob Marley, Robert (Will Smith) é obrigado a matar sua cadela, Sam, que foi mordida por um cachorro zumbi enquanto tentava defendê-lo. De arrancar lágrimas até de gente com coração de pedra.
Monstros S.A.
Depois de correr para achar a porta do quarto de Bu e devolvê-la para seu planeta, o monstro Sulley se despede com tristeza da sua amiga humana.
Interestelar
No filme que mostra uma relação de amor tão infinita entre pai e filha, é triste olhar para trás e lembrar do último abraço que Murphy (Mackenzie Foy) e seu pai Cooper (Matthew McConaughey) tiveram. Com raiva da partida, Murphy foi abraçada à força pela pessoa que mais amava no mundo, e que ia para o espaço salvar a humanidade.
12 anos de Escravidão
Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) consegue finalmente voltar para casa. Antes de deixar a fazenda que serviu por anos como escravo, mesmo sendo um homem livre, o abraço que dá em Patsey (Lupita Nyong'o, ganhadora do Oscar 2014 por melhor atriz coadjuvante) é de doer na alma.
Cidade dos Anjos
O filme pode ser até um tanto clichê, mas o abraço final...Depois de tanta correria para o anjo Seth (Nicolas Cage) e a humana Maggie (Meg Ryan) ficarem juntos, eles acabam separados novamente.
Ministérios das Cidades (R$ 17,232 bilhões), da Saúde (R$ 11,774 bilhões) e da Educação (R$ 9,423 bilhões) lideram as contenções de despesas
Sexta, né? Sei bem que você, caro leitor, já está ansioso para descobrir quais músicas embalaram a turma do Jornal Opção. Pois bem, pode desamarrar os sapatos, botar um vinho na taça e aproveitar que as músicas tão para lá de gostosas. Viva as sextas! Beirut – Elephant Gun Bruna Mendez – Vento CAKE – Long Time Erin McCarley – Into the Fire Dominguinhos – Eu Vou De Banda Francisco, El Hombre - Salsa Sadô Henrique & Diego – Suíte 14 feat. Mc Guimê Imagine Dragons – Friction Iron Maiden – No More Lies Korzys – I Am Your God La Roux - Armour Love Metallica – Master Of Puppets Yeah Yeah Yeahs – Heads Will Roll
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Fotos: Divulgação[/caption]
Yago Rodrigues Alvim
Nasci na música com três anos. É que eu escutava as fitas que minha mãe gravava, cantarolando músicas de Laura Pausini. E eu me lembro de coloca-las no rádio e imitar como ela cantava. Foi ali que surgiu o interesse de Stefanini em ser cantor, ser músico. E não era só Laura Pausini. Das fitas dum tio, escutava on repeat Nirvana, quer fosse “In Bloom”, “Smells Like Teen Spirit” ou “Lithium”. Caia em loop musical.
Os avós lhe botavam sempre numa escola de arte. Achavam o menino para lá de hiperativo. Fez aulinhas de teatro, dança e coral. Na época, já compunha. Ainda que num caderno miúdo cheio de poemas ritmados, que hoje esteja perdido por aí, numa gaveta ou empoeirado em porão, ele escrevia. E, ó, não abandonou o papel: “Ainda sou louco por blocos de notas e moleskines. Continuo o mesmo”, sorri o rapaz, que assoprou as velinhas de vinte anos recentemente.
Os instrumentos vieram com a vontade acompanhar as letras que escrevia. “Não queria ninguém tocando para mim, eu queria aprender a fazer minha música sozinho.” Tomou lições de violão, mas não era para ele. Para ele, as cordas eram tediosas. Ainda assim, aprendeu. E foi no coral que conheceu o teclado. A professora apareceu com aquele amontoado de teclas e ele se encantou. “Entre logo para as aulas.” Fora uma semana e já tocava músicas. Nas palavras do próprio Stefanini, o violão lhe fez bem: as aulas teóricas o ajudaram bastante com o teclado.
Suas composições não nascem sempre de uma epifania ou de um momento muito inspirativo. Às vezes, ele só quer escrever sobre algo corriqueiro ou sobre o que vê das pessoas e de suas relações. “‘Quiçá’ [sua primeira música de trabalho], por exemplo, não é sobre mim, é sobre a minha percepção de duas pessoas distintas.”
Stefanini bem alimentava seu canal no SoundCloud. Lançava ali seu covers, quando mesmo já compunha para o EP, o intitulado ONDE, que está por vir. Seu primeiro trabalho, mais consistente, começou numa parceria com Gorky e Pedro D’Eyrot, ambos do Bonde do Rolê – que nas palavras de Stefanini, ganham os carinhosos título “amigos e mentores”. Foi em 2012 e, de lá para cá, foi dando um passo de cada vez. Se apresentou no Bananada 2014, abriu o show do cantor Tiago Iorc, produziu ONDE e ganhou a abertura do show da dinamarquesa MØ, que acontece nos palcos do Áudio Club, em Sampa, na próxima sexta, 29.
ONDE
Stefanini conta que o EP ONDE (com lançamento previsto para junho/julho) é um reflexo de seus três anos de composição. “O título é perfeito, pois é um advérbio de procura e foi exatamente o que eu fiz em relação a mim mesmo neste período. Além disso, ‘onde’ significa ‘ondas’ em italiano, o que também funciona muito se reparar bem, afinal o mar é, provavelmente, uma das dádivas mais instáveis do mundo.”
O som, diferente do que já mostrou em suas apresentações, é fruto de sua procura por algo genuíno, com personalidade e que marcasse, assim, as pessoas quando essas escutassem. “Só encontramos a sonoridade perfeita no ano passado, quando o maravilhoso Pedrowl, amigo DJ e produtor, construiu a demo de uma das músicas do ONDE. Eu me apaixonei quando ouvi e disse: ‘É isso o que eu quero!’”, conta.
Quanto ao show em Sampa, diz logo: “Vai ser cheio de energia”. Stefanini apresentará as músicas de ONDE + dois covers. Pedrowl o acompanhará nos palcos. E sobre o depois, a expectativa é que cada vez mais as pessoas procurem seu trabalho, o vasculhem. “É o meu primeiro show divulgando o novo som e espero que o público goste bastante.” E é claro, o rapaz está louco para ver a MØ. Quem não?
Por fim, Stefanini comenta um pouquinho da cena musical goiana e destaca que muitos artistas independentes têm conquistado seu espaço, algo de fato admirável. “Temos um cenário independente incrível. Aqui acontece muita coisa no espaço cultural que é para lá de respeitável, olha o Bananada, o Vaca Amarela o Goiânia Noise.” As dificuldades existem e elas não se limitam a um lugar específico. O lance, aconselha Stefanini, é desejar mais do que se tem e focar para que se torne palpável. “É importante projetar algo todos os dias.”
https://soundcloud.com/stefaninimusic/quica
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O governador Marconi Perillo disse que é a "maior testemunha" e o "principal fiscal" das obras de revitalização da Praça Cívica, iniciadas em março passado e comandadas pela Prefeitura de Goiânia, durante coletiva à imprensa nesta sexta-feira. “Visito várias vezes ao dia”, afirmou o tucano. Na verdade, quem respondia aos jornalistas durante coletiva era o prefeito Paulo Garcia, que foi interrompido por ele. Daí, o petista entrou na brincadeira e emendou: “O governador vê pela janela. Ao mesmo tempo que é o testemunho, coitado, deve estar sendo incomodado pela obra, porque obras sempre causam incômodo”, apontou. Rapidamente, Marconi retrucou: “Nem dá para abrir a janela.” O prefeito replicou na sequência: “Não dá para abrir por conta da poeira.” Além dos dois, repórteres, assessores, curiosos e políticos caíram na risada.
Paulo de Jesus defende candidato sem mandato, já Célio da Silveira não vê problemas em ser um deputado federal o futuro comandante do PSDB Goiás
George Hilton veio acompanhar as obras do Centro de Excelência do Esporte e a inauguração da pista de atletismo da Faculdade de Educação Física e Dança (FEFD)

