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Internautas aproveitaram resposta nada conveniente do jornalista ao pastor para criar e difundir piadas

Especialistas criticam deputados que vetaram cota para mulher no Legislativo

A proposta, que recebeu 293 votos favoráveis – eram necessários 308 – ficou fora do texto da reforma política

PT chama incidente com senadores brasileiros na Venezuela de “factoide” e reafirma apoio a Maduro

Partido afirma que foi criado um fato inexistente em torno do "lamentável episódio" com o intuito de explorá-lo politicamente e comprometer o Itamaraty

Corpo de médium assassinado no Rio de Janeiro é sepultado

Gilberto Arruda foi morto na última sexta-feira (19). Presidente do Centro espírita onde trabalhava não acredita que o crime tenha sido motivado por questões religiosas

Eduardo Machado e Sandes Júnior dizem que Marconi banca Rincón e apostam que Iris vai perder eleição

[caption id="attachment_38237" align="aligncenter" width="620"]Jayme Rincón: candidato de Marconi | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Jayme Rincón: candidato de Marconi | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] O presidente nacional do PHS, Eduardo Machado, e o deputado federal Sandes Júnior, do PP, dizem que têm duas certezas na vida. A primeira é que o presidente da Agetop, Jayme Rincón (PSDB), deve ser o candidato a prefeito de Goiânia bancado pelo governador de Goiás, Marconi Perillo. A segunda é que, embora saia em primeiro lugar, dificilmente Iris Rezende será eleito prefeito de Goiânia. “O eleitor goianiense respeita Iris, mas sente-se saturado em relação ao ex-prefeito.” Eduardo Machado admite que Rincón vai começar com índices baixos e vai crescer progressivamente. “Já Iris vai começar no alto e vai cair aos poucos”, frisa.

Marconi Perillo, se melhorar a escola pública e fazer Credeqs eficientes, vai atrair a atenção do País

[caption id="attachment_38703" align="aligncenter" width="620"]Governador Marconi Perillo (PSDB) durante lançamento da 2ª edição do Agenda Goiás: objetivo é projetar o Estado | Foto: Lailson Damásio Governador Marconi Perillo (PSDB) durante lançamento da 2ª edição do Agenda Goiás: objetivo é projetar o Estado | Foto: Lailson Damásio[/caption] Seguindo a orientação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de especialistas em marketing e de empresários, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), está se tornando cada vez mais um político nacional e atraindo os olhos do país para o Estado que dirige (o sistema de saúde criado pelo governo, notadamente o Crer, é conhecido em todo o Brasil). João Dória tem contribuído para abrir as portas do meio empresarial, especialmente o de São Paulo, e a secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão Costa, as portas do mundo financeiro — economistas, ministros e banqueiros — ao tucano-chefe. Ao estilo freudiano, em todos os lugares, a pergunta é a mesma: o que quer, circulando pelo país, o governador de Goiás? O óbvio: tornar-se um político nacional, ser visto e examinado pelos brasileiros. Com qual objetivo? Depois de quatro mandatos de governador do Estado, Marconi Perillo não quer se tornar o Iris Rezende do PSDB — interrompendo seu ciclo vitorioso com derrotas sucessivas, o que pode acontecer, em caso de o seu grupo político não se renovar, em termos de nomes, e não se modernizar, em termos de ideias e projetos. Em 2018, é possível que o jovem político, hoje com 52 anos, ainda dispute mandato local, para senador. Mas o fato é que, aos poucos, Goiás está ficando “pequeno” para suas ideias e projetos. Por isso, como afirma com acerto uma jornalista, Goiás está “perdendo” e o Brasil está “ganhando” Marconi. Verdades sagradas podem ser destruídas. Afirma-se que um Estado com um eleitorado diminuto, como Goiás, não tem condições de lançar um presidente da República (ressalve-se que Alagoas bancou Fernando Collor de Mello, em 1989) com efetivas chances eleitorais. Trata-se de um engano convencional. Se candidato a presidente pelo PSDB, partido com alta capilaridade nacional, Marconi terá, sim, chances efetivas de vencer uma eleição para presidente, sobretudo com o desgaste extraordinário do PT. Só que há um problema: a política do café-com-leite voltou ao país, e notadamente no PSDB. O senador Aécio Neves, de Minas Gerais, e o governador Geraldo Alckmin, de São Paulo, estão com seus nomes postos e querem disputar a Presidência da República, em 2018, e não querem abrir espaço para uma novidade, como Marconi. O que fazer? Marconi, sempre ousado, não é um desistente. Por isso, mesmo sabendo das barreiras colocadas por Minas e São Paulo, permanece militando na política nacional. Recentemente, por coerência, sublinhou que, se disputar algum cargo no plano federal, será pelo PSDB. Entretanto, se o alto tucanato bloqueá-lo, o que fará? Pelo menos dois partidos poderiam bancá-lo para presidente. Como político de centro-esquerda, se sentiria à vontade disputando a Presidência tanto pelo PSD de Gilberto Kassab — que torce por sua5 filiação ao partido que dirige — quanto pelo PSB de Carlos Siqueira. No momento, Marconi é um outsider. Sua ousadia, um desses, poderá recompensá-lo. O Brasil — a imprensa, empresários, políticos, a intelligentsia — já o observa com atenção. Se Marconi conseguir melhorar a educação pública, atraindo a classe média para a escola não paga, e se conseguir organizar centros de recuperação de dependentes químicos eficientes — puxando a atenção do Brasil para Goiás —, dificilmente as elites tradicionais, inclusive a do PSDB, vão conseguir “segurá-lo” nas fronteiras do Centro-Oeste.

Presos na 14ª Operação Lava Jato fazem exames no IML

São 12 presos nessa nova fase. Eles chegaram por volta das 10 h ao instituto

As maiores promessas políticas para a disputa do governo de Goiás nos próximos 15 anos

Depois do governador Marconi Perillo (PSDB), que renovou a política de Goiás, impondo três derrotas ao cacique Iris Rezende e cinco ao PMDB (duas derrotas de Maguito Vilela — uma para o tucano-chefe, em 2002, e outra para Alcides Rodrigues, em 2006), começa-se outro processo-ciclo de renovação partidária — e já para 2018. Na base governista, se se pensar unicamente em 2018, os principais postulantes têm menos de 60 anos — o vice-governador José Eliton (PP), apontado como o favorito do grupo, pouco mais de 40 anos; o deputado federal Thiago Peixoto (PSD), pouco mais de 40 anos, o deputado federal Alexandre Baldy (PSDB), menos de 40 anos, e Giuseppe Vecci (PSDB), mais de 50 anos. [caption id="attachment_38695" align="aligncenter" width="620"]Alexandre Baldy, José Eliton, Giuseppe Vecci e Thiago Peixoto | Fotos: reprodução / Facebook Alexandre Baldy, José Eliton, Giuseppe Vecci e Thiago Peixoto | Fotos: reprodução / Facebook[/caption] Para o pós-2018 — nos dez ou 15 anos seguintes —, há outros nomes (além dos citados acima), como o deputado federal Marcos Abrão (PPS), os deputados estaduais Virmondes Cruvinel (PSD), Francisco Júnior (PSD), Lucas Calil (PSL), Diego Sorgatto (PSD), Gustavo Sebba (PSDB), José Antônio (PTB), Lincoln Tejota (PSD), Jean Carlo (PHS), Henrique Arantes (PTB) e Lissauer Vieira (PSD), e o presidente do PHS, Eduardo Machado. O futuro é deles, mas claro que podem surgir novos nomes e alguns dos citados, naturalmente, vão soçobrar. [caption id="attachment_38696" align="aligncenter" width="620"]Lucas Calil, Virmondes Cruvinel, Zé Antônio, Jean Carlo, Eduardo Machado (presidente da Metrobus) e Diego Sorgatto Lucas Calil, Virmondes Cruvinel, Zé Antônio, Jean Carlo, Eduardo Machado (presidente da Metrobus) e Diego Sorgatto[/caption] Na oposição, os políticos mais proeminentes são Ronaldo Caiado (DEM), 66 anos — portanto, não mais jovem, mas dotado de muita energia —, Júnior Friboi (PMDB), 55 anos, Daniel Vilela (PMDB), pouco mais de 30 anos, Adriana Accorsi (PT), pouco mais de 40 anos, Edward Madureira (PT), 52 anos, Humberto Aidar (PT), 54 anos, Antônio Gomide (PT), pouco mais de 50 anos, e Humberto Machado, 50 anos. Vanderlan Cardoso (PSB), 52 anos, pretende disputar a Prefeitura de Goiânia, em 2016, mas é um político com relativa dimensão estadual. [caption id="attachment_38697" align="aligncenter" width="620"]Apostas da oposição: senador Ronaldo Caiado; deputado Daniel Vilela; ex-prefeito Antônio Gomide; ex-reitor da UFG Edward Madureira; Vanderlan Cardoso; e Júnior Friboi | Fotos: reprodução / Facebook Apostas da oposição: senador Ronaldo Caiado; deputado Daniel Vilela; ex-prefeito Antônio Gomide; ex-reitor da UFG Edward Madureira; Vanderlan Cardoso; e Júnior Friboi | Fotos: reprodução / Facebook[/caption]

Juraci Martins pode trocar o PSD pelo PP, afirma o deputado Lissauer Vieira

[caption id="attachment_33514" align="aligncenter" width="620"]Lissauer Vieira, deputado: “Juraci Martins pode se filiar ao PP” | Foto: Marcos Kennedy / Alego Lissauer Vieira, deputado: “Juraci Martins pode se filiar ao PP” | Foto: Marcos Kennedy / Alego[/caption] O deputado estadual Lissauer Vieira, do PSD, disse ao Jornal Opção na sexta-feira, 19, que o prefeito de Rio Verde, Juraci Martins, pode trocar o PSD do secretário Vilmar Rocha pelo PP do vice-governador José Eliton. “Juraci conversou a respeito com José Eliton.” Recentemente, Vilmar Rocha admitiu ao Jornal Opção que o prefeito pode mesmo deixar o partido que dirige. Lissauer Vieira vai acompanhar Juraci na mudança de partido? “Como Juraci é o meu líder político, o que sugerir, vou acatar. Minha lealdade é ao dr. Juraci. Ressalvo, porém, que me dou muito bem com os políticos do PSD, como Vilmar Rocha e Virmondes Cruvinel.” A provável ida de Juraci para o PP significa que não vai apoiar o deputado federal Heuler Cruvinel para prefeito de Rio Verde? “O candidato natural é Heuler, porém, a mais de um ano da eleição, a nossa base ainda não está definida sobre o pleito de 2016. Friso que o comandante do processo é Juraci, o nosso maior líder. Eu e o Heuler somos ‘criações’ políticas do prefeito.” O candidato de Juraci a prefeito pode ser Lissauer Vieira? “Hoje, não sou candidato”, sublinha o deputado.

Waldir Soares conversou com Iris Rezende em 2014 e quase foi candidato a deputado pelo PMDB

waldir-iris-fotos-fernando-leite Na sexta-feira, 19, numa longa conversa com o Jornal Opção, o delegado e deputado federal Waldir Soares, do PSDB, revelou que, em 2014, conversou duas vezes com Iris Rezende sobre a possibilidade de disputar mandato de deputado federal pelo PMDB. As conversas foram feitas no apartamento e, depois, no escritório de Iris Rezende (na Avenida T-9). Naufragaram a partir do momento em que o peemedebista-chefe, agindo como oligarca e cacique, insistiu para que Waldir Soares disputasse mandato de deputado estadual, e não de federal. Já naquele momento o peemedebista tentava “proteger” o mandato de sua mulher, Iris Araújo. Se tivesse patrocinado o delegado, ela teria sido reeleita — ainda que carregada.

Deputado critica governo federal à espera de soluções para o Estado

[caption id="attachment_38620" align="alignleft" width="620"]Mauro Calesse: "Rodovias federais e ferrovia Norte-Sul contribuiriam muito para desenvolver o Estado, mas estão ruins" Mauro Calesse: "Rodovias federais e ferrovia Norte-Sul contribuiriam muito para desenvolver o Estado, mas estão ruins"[/caption] “Não temos o básico: não temos energia elétrica suficiente para as empresas. Como uma indústria pode vir para o Tocan­tins, se aqui ela não pode ligar suas máquinas?”. O questionamento foi feito, na semana passada, pelo deputado Mauro Carlesse (PTB), em entrevista à TV Assembleia. As duas rodovias federais que cortam o Estado, além da ferrovia Norte-Sul, segundo o parlamentar, já contribuiriam sobremaneira para o desenvolvimento do Tocantins, mas observa que as estradas não têm boas condições e as plataformas estão paradas. Criticou também a paralisação das obras do pátio multimodal de Gurupi, o que, pelos seus cálculos, gera um déficit de mais de 3 mil empregos na cidade. Será que o deputado conseguirá respostas do governo federal?

Deputado do PT diz que governo de Goiás quer tirar prefeitos e deputados das decisões do Coíndice

luis cesar bueno O deputado estadual Luis Cesar Bueno (PT) diz que o governo de Goiás apresentou projeto, na Assembleia Le­gislativa, pelo qual se tira deputados e prefeitos das decisões do Coíndice (o conselho que distribui o ICMS para os municípios). “Se o projeto for aprovado, a Secretaria da Fazenda, por meio de um grupo técnico, ficará com 100% do controle do Coíndice.” Luis Cesar Bueno frisa que “o mais estranho é que os prefeitos, assim como a As­sociação Goiana de Municípios (AGM), estão ‘calados’. Será que os prefeitos e os deputados vão ceder suas prerrogativas? Francisco Júnior, do PSD, defende o projeto, mas percebo que até deputados da base não querem sua aprovação”. “O Legislativo não pode ser um poder ‘eunuco’”, corrobora um governista.

Petista Karlos Cabral pode compor com pessedista Heuler Cruvinel na disputa pela Prefeitura de Rio Verde

heuler-karlos-cabral O PMDB é hoje um calo no sapato pragmático e ideológico do PT da presidente Dilma Rousseff. Por isso, em alguns Estados, não será considerado aliado preferencial do petismo. No momento, o PSD é visto como um aliado mais confiável e que não quer destruir ou tomar o lugar do PT no plano federal. Por isso pode ser que em Rio Verde o candidato do PSD a prefeito, possivelmente Heuler Cruvinel, conte com o apoio do ex-deputado estadual Karlos Cabral. Os dois políticos, jovens, abriram diálogo e, se o segundo for vice do deputado federal, não será nada surpreendente. O problema é que há resistência, na base do líder pessedista, a uma aliança com o petismo.

Taxa de desemprego alcançará pico no segundo semestre deste ano. Entenda o porquê

Desocupação profissional do brasileiro pode chegar a 10% em novembro e Goiás deverá ser bastante atingido, uma vez que é o Estado que tem apresentado maior queda de consumo

Júnior Friboi aposta que vai disputar o governo de Goiás em 2018 com o apoio de Marconi Perillo

Júnior do Friboi está dizendo aos aliados e amigos que, em 2018, será candidato a governador de Goiás com o apoio do governador Marconi Perillo e do PMDB. A chapa majoritária teria Friboi para governador, Marconi Perillo e Maguito Vilela (ou Daniel Vilela) para senador e um vice indicado pelo PSDB. Pode parecer ingenuidade, mas Friboi acredita na hipótese. Sobretudo, se permanecer no PMDB, vai trabalhar para tentar torná-la factível. A tese do grupo de Friboi é prosaica, mas contém certa lógica: o grupo de Marconi Perillo terá completado, em 2018, vinte anos ininterruptos de poder. Portanto, sem uma renovação global, inclusive de nomes, terá dificuldade de eleger um político do grupo para mais um mandato. Só há um senão na interpretação do friboizismo: o vice-governador José Eliton (PP), se candidato a governador, terá como se apresentar como o “novo”. E não só pela idade, menos de 50 anos, mas, sobretudo, porque é um jovem de ideias renovadas e que nunca exerceu nenhum mandato executivo e legislativo.