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Petrobras anuncia redução de US$ 11 bi em investimentos

Estatal explicou que decisão foi tomada devido ao alto preço do petróleo -- com a nova taxa de câmbio -- e a novos "fatores de risco"

Bancários entram em greve em todo o Brasil. Veja o que fazer

Bancários de instituições públicas e privadas de todo o país iniciam nesta terça-feira (6/10) greve por tempo indeterminado. Eles querem reajuste salarial de 16% (reposição da inflação mais 5,7% de aumento real), entre outras reivindicações. A paralisação foi decidida depois mais de 40 dias de negociações entre representantes dos trabalhadores e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). A Fenaban ofereceu 5,5% de reajuste para os salários e vales. A proposta inclui abono de R$ 2,5 mil, não incorporado ao salário. Os bancários também pedem participação no lucros equivalente a três salários mais R$ 7.246,82. Em nota, a Fenaban informou que continua aberta às negociações e que a proposta apresentada às lideranças sindicais prevê a participação nos lucros dos bancos, de acordo com uma fórmula que, aplicada, por exemplo, ao piso de um caixa bancário, de R$ 2.560,00, pode garantir até o equivalente a quatro salários. Quanto à participação nos lucros, a entidade propõe a distribuição de 5% a 15% do lucro líquido aos bancários, como regra básica, além da parcela adicional que distribui mais 2,2% do lucro de cada instituição. Goiás A Associação de Bancos nos Estados de Goiás, Tocantins e Maranhão (Asban) informou, por meio de nota, que, durante o período de greve, deflagrada pelo Sindicato dos Bancários, os carnês e contas de água, energia, telefone, entre outros, poderão ser pagos por meios alternativos de atendimento, como os caixas eletrônicos, Internet Banking e Mobile Banking. "Os clientes também poderão agendar pagamentos das contas de consumo ou pagá-las (as que têm código de barras) nos próprios caixas automáticos, ou em correspondentes. Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser agendados ou pagos por meio do DDA (Débito Direto Autorizado)", esclareceu a Asban. (Com informações da Agência Brasil) .

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Juraci Martins se filia ao PP em grande evento em Rio Verde

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O lado negro do Outubro Rosa

O ideal é que as organizações, em vez de apenas “realizarem” ações ou campanhas durante o mês de outubro, se engajem e apoiem instituições que durante todo o ano auxiliam pessoas que estão lutando contra a doença Rodrigo Freitas O Outubro Rosa, campanha de conscientização no combate ao câncer de mama, tem ganhado destaque nas organizações, empresas e órgãos públicos. O movimento que nasceu nos Estados Unidos, na década de 90, ganhou repercussão no Brasil e em vários países ao redor do mundo. Todo ano, diversos locais são iluminados com a cor rosa. Empresas e instituições realizam palestras, eventos e campanhas com intuito de alertar as mulheres sobre a importância da realização de exames preventivos que detectem e previnam o câncer de mama. Conforme dados da ONU (Organização das Nações Unidas), o câncer de mama mata mais de 500 mil mulheres por ano. Segundo a especialista em gênero e professora da Universidade Mackenzie Campinas, Nereida Salette Paulo da Silveira [foto acima], embora a campanha seja importante, principalmente no que se refere a saúde e a sensibilização da opinião pública para a doença, a exploração mercadológica do tema constitui-se um aspecto negativo. “Em outubro, parece que toda grande empresa, não importa se vende carros, iogurte, geladeiras ou cosméticos, realiza uma campanha de marketing rosa. Estudos nos Estados Unidos apontam que as organizações que se engajam em estratégias de marketing relacionadas às causas sociais, muitas vezes desfrutam de ganhos desproporcionais ao seu comprometimento com a causa”. A professora ainda ressalta que o uso estereotipado da cor rosa, também é um grande erro. Para especialista, a cor remete a roupa de pequenas e adoráveis meninas, e desta forma não transmite a mensagem correta. “O câncer pode matar se não reconhecido precocemente. Uma fita cor de rosa sobre uma mulher é um apelo que diz: Por favor, não se esqueçam: eu sou menina! Muitos tratamentos para o câncer de mama são traumáticos, invasivos e visíveis. Além do trauma físico, o câncer de mama é frequentemente associado com uma variedade de questões psicossociais em torno de relacionamentos, sexualidade e identidade feminina. Não existe nada de romântico e feminino” – afirma. Para a professora, embora a campanha seja uma alternativa de conscientização, o ideal é que as organizações, em vez de apenas “realizarem” ações ou campanhas durante o mês de outubro, se engajem e apoiem instituições que durante todo o ano auxiliam pessoas que estão lutando contra a doença. Rodrigo Freitas integra a área de imprensa da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Igor Montenegro: “Pequenos empresários são a grande mola do desenvolvimento de Goiás e do Brasil”

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