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Justiça do Rio condena 13 policiais por tortura e morte de Amarildo

Militares pegaram de oito a treze anos de prisão. Maior pena foi do ex-comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, major Edson Santos

Humberto Aidar: “No PT, Luis Cesar Bueno tem mais força que Adriana Accorsi”

Opinando sobre a escolha do candidato de seu partido, deputado estadual disse que Adriana sairia na frente caso decisão da legenda passasse pela militância

Família de Goiânia lança campanha para evitar que bebê tenha perna amputada

Mãe do pequeno Lucas arrecada dinheiro para custear tratamento de doença rara no valor de R$ 1 milhão nos Estados Unidos

Filmes e séries com fumantes devem ter classificação para adultos, diz OMS

Segundo a organização, presença do cigarro em séries de TV e filmes exerce influência sobre a decisão de começar a fumar

Prefeitura de Goiânia realiza 1ª Conferência Municipal LGBT

A principal palestra do dia será da ativista Simmy Larrat, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República

Políticos mais influentes: Maguito (prefeito), Vecci (federal) e Caiado (político do ano)

Virmondes Cruvinel e Elias Vaz são destaques como deputado e vereador. Marcos Abrão é o nome da habitação. Leonardo Vilela e Raquel Teixeira são os mais admirados da Saúde e da Educação. Daniel Vilela é avaliado como promissor

Academia Feminina de Letras repudia agressões a Raquel Teixeira na UFG

Aflag divulga moção de apoio e solidariedade à secretária de Educação, Cultura e Esporte de Goiás, que foi hostilizada durante audiência na Faculdade de Educação

UEG abre prazo para inscrição gratuita do vestibular 2016/2

Candidatos têm entre 1º e 21 de fevereiro para solicitar isenção de taxa

Eleição de líderes partidários movimentará retomada dos trabalhos legislativos

Outra movimentação política relevante neste início de ano é a troca de sigla de diversos parlamentares. De setembro para cá, 37 deputados mudaram de partido

PM à paisana morre ao impedir assalto em Anápolis

Assessoria da Polícia Militar emitiu nota de pesar pela morte de policial, assassinado neste domingo

Assessora de Imprensa diz que Adriana Accorsi nunca se filiou ao PSDB e nunca se desfiliou do PT

A assessora de Imprensa da deputada estadual Adriana Accorsi, Geralda Cunha Teixeira Ferraz, contesta a “Petistas dizem que hoje Luis Cesar e não Adriana Accorsi seria o candidato a prefeito de Goiânia”, publicada na coluna Bastidores no domingo, 31. Seu texto é publicado integralmente abaixo. [caption id="attachment_57196" align="alignnone" width="620"]Deputados estaduais Luis Cesar Bueno e Adriana Accoris: apontados como os dois pré-candidatos do PT | Fotos: Edilson Pelikano / Fernando Leite / Jornal Opção Deputados estaduais Luis Cesar Bueno e Adriana Accoris:  pré-candidatos do PT | Fotos: Edilson Pelikano / Fernando Leite / Jornal Opção[/caption] “Os quatro mandatos de Luís César não deram capilaridade para ele na capital” Geralda Cunha Teixeira Ferraz Nos preocupa quando um "experimentado" petista da capital usa esse veículo de comunicação para fazer afirmações que em nada contribuem em um processo construtivo de debates na escolha de um nome para disputar a prefeitura de Goiânia, nesse ano de 2016, onde ao final dele precisaremos de um PT forte e unido. Quando o petista(?) diz: “Hoje, como a deputada Adriana Accorsi não tem possivelmente nenhum delegado, se houver uma disputa na convenção, é provável que Luís Cesar Bueno obtenha pelo menos 70% dos votos dos delegados do partido e, assim, seria definido como o candidato do PT a prefeito de Goiânia”, há que se fazer uma análise que o experimentado petista da capital não fez: De como se deu o PED (Processo de Eleição Democrática) 2013, que elegeu os Delegados ao Encontro Municipal. A primeira questão é se os delegados eleitos no PED 2013 serão ainda convocados para definir os rumos do PT no processo eleitoral de 2016, ou se fará uma eleição para a escolha dos delegados que farão o debate do processo de escolha do candidato e da política de alianças do PT. Se sim, teremos nova eleição e a configuração interna fica zerada começando o jogo no famoso zero a zero. Se a resposta for não, não teremos nova eleição e fica valendo os delegados eleitos no PED 2013. A análise responsável e inteligente a ser feita é: No PED 2013 houve uma composição de 80% das forças internas do PT de Goiânia no que ficou conhecido como o Chapão da CNB. Luís César Bueno, que é do Movimento PT e compõe uma pequena parte desse "chapão", foi contemplado com 70% dos votos. Hoje a realidade é outra, o ano é 2016. A conjuntura que uniu em torno do seu nome para o PT municipal em 2013, não é a mesma de hoje, para as eleições municipais de 2016. [caption id="attachment_55233" align="alignnone" width="620"]Adriana Accorsi: “É necessário que criemos uma segurança comunitária, que esteja próxima e conheça a população em sua realidade nos bairros” | Fernando Leite/Jornal Opção Adriana Accorsi: a mais bem votada deputada do PT em Goiás e Goiânia[/caption] Vale lembrar que a deputada Adriana faz parte de uma das correntes que apoiaram o presidente do PT municipal Luis Cesar Bueno, em 2013, e que este apoio não se estende automaticamente para 2016. O "experimentado" petista somou 2+2 e a soma deu 22. Saiu de uma premissa errada e chegou a um resultado desastroso para quem pensa, ou pensa que pensa política. Em números absolutos, sem olhar a inserção social do nome Adriana Accorsi e a aceitação de seu nome nas camadas populares da capital, dos 43.424 votos, a 5ª mais votada de Goiás, 31.528 votos foram de eleitores de Goiânia e dos 20.290 de Luís César, a pior votação dos deputados eleitos do PT, apenas 6.363 foram dados por eleitores da Capital. Desses números absolutos, como fonte de informação primária, os experimentados petistas deveriam fazer uma análise mais fundamentada, para além das paixões. Com os dados acima, para levá-los a pensar, importante que façam uma reflexão sobre a afirmação de que “Luís Cesar tem quatro mandatos de deputado estadual, dois de vereador e é o presidente do PT metropolitano". Não é preciso fazer uma análise mais profunda, para entender que os quatro mandatos de Luís César não deram capilaridade para ele na capital, e que a capilaridade eleitoral de Adriana é cinco vezes maior que a de do Luís Cesar, e, deve ser levada em consideração em qualquer análise. Agora, grave mesmo nessa disputa menor é afirmar que: "... ao contrário de Adriana Accorsi, nunca esteve filiado ao PSDB”. Se esse "segundo petista" tivesse um mínimo de informação, ou tem e acha necessário esconder, saberia que Adriana jamais foi filiada a outro partido e que nunca se desfiliou do PT. Ela é servidora de carreira do Estado como delegada de polícia e que sua carreira exitosa na Polícia Civil a levou em cargos de projeção dentro da Segurança Pública, sem no entanto, desviar de sua história política nem de seus princípios. Geralda Ferraz é chefe de Comunicação do Gabinete da deputada estadual Delegada Adriana Accorsi.

Congresso volta do recesso com 11 CPIs

Em fevereiro, as Comissões Parlamentares de Inquérito das Próteses, do HSBC, do Futebol e do Assassinato de Jovens retomarão seus trabalhos

Com defesa da descentralização da gestão, Wilton Müller Salomão é empossado na Asmego

Entre as propostas apresentadas pelo novo presidente da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás estão a implantação das assembleias virtuais e a ampliação da estrutura regional da entidade

Petróleo a preço de banana: esta é maior ameaça que pode mudar de vez a região mais turbulenta do planeta

Cada vez mais barato, produto é a 3ª grande força que deu forma a esse monstrengo chamado “novo Oriente Médio”

Delegado Waldir: “Eu propus para o Iris desistir e vir a governador em 2018”

Deputado federal que disputa a pré-candidatura a prefeito de Goiânia pelo PSDB sugere ao peemedebista que não se candidate ao mesmo cargo