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Pessoas e recortes de uma manifestação que já tem seu lugar na história

Na voz e nos atos de seus personagens, uma viagem por dentro do dia da maior mobilização que Goiânia viveu

Ernani de Paula diz que pode ser a terceira via e que pode ganhar de João Gomes e Carlos Antônio

Ernani de Paula afirma que mantém sua candidatura a prefeito de Anápolis. “Avalio que posso ser a terceira via e a alternativa entre os candidatos oficiais: João Gomes, o prefeito do município, do PT, e Carlos Antônio, deputado estadual, do PSDB.”

Despertar das classes médias, fortalecendo as instituições, é o grande fato das manifestações de rua

Os indivíduos que foram e estão indo às ruas não estão defendendo partidos e políticos, e sim a necessidade de se salvaguardar as instituições

Primeira edição de Mein Kampf saiu no Brasil em 1934 e se tornou best seller

[caption id="attachment_61552" align="alignright" width="288"]livro_main kunpf Em português, este é o livro que mais explica Mein Kampf[/caption] Enquanto o país perde tempo discutindo se deve publicar ou não a obra “Mein Kampf” (“Minha Luta”), de Adolf Hitler, a Nova Fronteira relança a segunda edição do excelente “Mein Kampf: A História do Livro” (227 páginas, tradução de Clóvis Marques), do jornalista francês Antoine Vitkine. A maioria dos historiadores trata a “Bíblia Názi” de maneira episódica, apesar de realçar que se trata de um documento histórico fundamental. Vitkine, pelo contrário, examina-a detalhadamente Vitkine mostra que a maioria dos políticos do período em que foi lançado “Mein Kampf”, em 1925, e mesmo depois da ascensão de Hitler ao poder, em 1933, não soube avaliar o livro com exatidão, não teve a percepção necessária para entender que se tratava de um guia para a ação política e governamental. Winston Churchill, pelo contrário, entendeu muito bem o projeto de poder que o trabalho do nazista delineava, mas não era um homem ainda tão poderoso. É provável que, se os estadistas do período tivessem lido o livro com a devida atenção, sem subestimá-lo, Hitler poderia ter sido contido. Várias pessoas alertaram, mas os homens de Estado avaliaram mal ou de maneira equivocada o projeto que havia sido delineado em “Mein Kampf”. Vitkine revela que Hitler chegou a proibir a publicação de “Minha Luta” na França, porque a obra contava o que, uma vez no poder, pretendia fazer com o país. Proibir “Mein Kampf”, alegando que é um livro que prega o mal, é subestimar os leitores e, sobretudo, esconder ideias de um documento histórico fundamental para se entender aquilo que se rejeita. Vitkine conta que o próprio Hitler, admitindo que “Mein Kampf” era um livro revelador do que pensava pôr em prática, chegou a censurar edições populares. Os magistrados brasileiros deveriam ler a obra do jornalista. A primeira tradução de “Minha Luta” saiu no Brasil em 1934, nove anos depois de ter sido publicado na Alemanha. “Imediatamente”, escreve Vitkine, “obtém grande sucesso, alcançando nada menos que três edições” na “década de 1930”. Oitenta e dois anos depois, um juiz do Rio de Janeiro decidiu proibir a publicação do livro no Brasil. Parece brincadeira de criança, ou melhor, o magistrado quer tratar o leitor como se fosse criança, como se as ideias de “Mein Kampf fossem, tantos livros publicados depois do fim da Segunda Guerra Mundial — de Ian Kershaw, Antony Beevor, Richard Evans, Richard Overy, Max Hastings —, uma coisa secreta e proibida. É preciso publicar e discutir aquilo que se quer e se precisa combater. Ideias “escondidas” servem apenas a seitas perigosas. Ideias “públicas”, por mais perigosas que sejam, são mais “inofensivas”.

Versátil lança em DVD três documentários sobre Simone de Beauvoir

[caption id="attachment_61553" align="alignleft" width="214"]livro_simone Simone de Beauvoir, escritora francesa, foi a grande feminista do século 20[/caption] Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre não se interessavam muito por caráter. Eram “heróis” complexos, que mudavam de posição de acordo seus próprios interesses e novas ideias. Os dois, notadamente Sartre, foram apaixonados pelo stalinismo, mas, em 1968, conseguiram se apresentar como libertários. Mas o casal, pelas ideias, livros e comportamento, mais este, é sempre interessável. Simone de Beauvoir, comparada a Sartre, é subestimada, embora seja uma prosadora de mais qualidade do que o filósofo (Paulo Francis gostava de contar que Sartre tentou visitar Heidegger, mas foi dissuadido pelo secretário do alemão: “Ele não recebe jornalistas”). No momento em que Lula da Silva ataca as mulheres e feministas, notadamente as do PT, vale a pena ver “Simone de Beauvoir e o Feminismo”, lançado pela Versátil. São três documentários com entrevistas da escritora: “Uma Mulher Atual”, de Dominique Gross; “Por que Sou Feminista”, de Jean-Louis Servan-Schreiber; e “Simone de Beauvoir Fala”, de Wilfrid Lemoine.

Objetiva lança livro de ensaios do historiador britânico Tony Judt

46134197Tony Judt era um historiador-filósofo, por assim dizer. Seus livros são de história, mas contém uma reflexão de filósofo. Nos ensaios, a combinação do historiador com formação filosófica aparece com mais força. A Editora Objetiva manda para as livrarias “Quando os Fatos Mudam — Ensaios: 1995-2010”. O scholar britânico morreu em decorrência de esclerose lateral amiotrófica.

O ex-presidente Lula da Silva sugere que é o chefe de reportagem da revista CartaCapital

O ex-presidente ligou para Jaques Wagner e disse que havia dito a Mino Carta para escrever artigo atacando Sergio Moro. Pouco depois, a revista publicou dois artigos criticando o juiz e a Polícia Federal

Companhia das Letras lança livro de Svetlana Alexievich sobre o desastre de Tchernóbil

l_Svetlana_06.inddO livro “Vozes de Tchernóbil — A História Oral do Desastre Nuclear” (Companhia das Letras, 384 páginas), de Svetlana Alexievich, sai em abril no Brasil. A jornalista e escritora bielorrussa ganhou o Nobel de Literatura de 2015. Uma das vantagens da obra é que chega ao país com tradução de Sonia Branco, especialista na arte de traduzir escritores russos. A edição patropi deriva, portanto, do original. A explosão da usina nuclear de Tchernóbil ocorreu em abril de 1986 — há 30 anos. O governo totalitário da então União Soviética escondeu a extensão da tragédia, sonegando dados verdadeiros à imprensa internacional e sacrificando a população. Svetlana Alexievich reconstrói o fato a partir de depoimentos das vítimas — o que permite entender que, soterrada pela história oficial, há outras grandes histórias.

Samba do crioulo doido no Jornal Nacional

Samba do crioulo doido no Jornal Nacional — Na quarta-feira, 16, o “Jornal Nacional” cobriu bem a história de que Lula da Silva quer se tornar o Supremo do Brasil. Mas, por vezes, textos não casavam com as imagens, deixando William Bonner irritado. A TV Globo, sob pressão, erra assim como as emissoras mais amadoras.

Lava Jato passa a limpo o Brasil

Operação completou dois anos na semana passada, com saldo de 93 condenações e R$ 2,9 bilhões recuperados aos cofres públicos [caption id="attachment_33665" align="aligncenter" width="620"]Sérgio Moro: no encalço dos corruptos, juiz federal vira alvo de campanha difamatória dos petistas | Foto: Fabio Pozzebom / Fotos Públicas Sérgio Moro: no encalço dos corruptos, juiz federal vira alvo de campanha difamatória dos petistas | Foto: Fabio Pozzebom / Fotos Públicas[/caption] Na quinta-feira, 17, a operação Lava Jato fez aniversário de dois anos. Não é unanimidade, claro. Não gostam dela os que estão sob investigação, correndo o risco de serem condenados, e mais um monte de gente que já foi condenada. Também não gosta dela — e aí é impressionante — o governo federal do PT. Impressionante porque era justamente o PT, antes de tomar o poder, que vivia gritando por punição aos corruptos. No poder, com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal investigando corrupção, o PT caiu na rede. Já há petistas presos e outros na iminência de prisão, como o ex-presidente Lula da Silva. A Operação Lava Jato é um marco na história do Brasil. No trabalho destaca-se o juiz federal do Paraná Sérgio Moro. Ele não é um herói solitário. A ação da Lava Jato tem dezenas de delegados e agentes da PF, promotores e juízes. Não por acaso, Moro é alvo da fúria dos petistas, que promovem uma sórdida campanha de desqualificação, com deslavadas mentiras sobre sua atividade profissional e vida pessoal. No dia do aniversário da Ope­ração Lava Jato, o G1 Paraná publicou uma extensa reportagem com o ba­lanço da maior investigação realizada no País. Os números são im­pressionantes, como 990 anos em penas acumuladas, 134 mandados de prisão expedidos, 93 condenações criminais e R$ 2,9 bilhões recuperados para os cofres públicos. Segue um resumo. As investigações começaram em um posto de gasolina de Brasília e chegaram à Praça dos Três Poderes, também em Brasília. Doleiros, operadores financeiros, deputados, senadores e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva integram a lista de investigados. A operação também já investigou empresas com atuação no Brasil e no exterior e seus executivos, além de ex-diretores da Petrobrás. As condenações mais recentes ocorreram no dia 8 de março, quando executivos e ex-funcionários da maior empreiteira do Brasil, a Ode­brecht, foram considerados culpados por crimes como corrupção, organização criminosa e lavagem de di­nhei­ro. Presidente afastado da empresa, Marcelo Odebrecht foi condenado a 19 anos e 4 meses de prisão. As investigações da Lava Jato são divididas em três etapas. A primeira delas apurou crimes financeiros praticados por organizações criminosas lideradas por doleiros. Na sequência o foco esteve em atos de corrupção e lavagem de di­nheiro praticados no âmbito da Petrobrás. As propinas pagas no esquema somam, pelo menos, R$ 6,2 bilhões. Na fase atual, as investigações focam outros órgãos públicos federais, como o Ministério do Planejamento, Eletronuclear e Caixa Econômica Federal. Na 24ª fase da operação, os procuradores apontaram suspeitas de irregularidades em pagamentos feitos para o Instituto Lula e uma empresa de palestras do ex-presidente. Também foram levantadas suspeitas de que um sítio em Atibaia (SP) e um tríplex no Gua­rujá, no litoral paulista, são propriedades de Lula, mas no nome de laranjas. A nomeação de Lula como ministro chefe da Casa Civil foi claramente uma manobra para dar foro privilegiado ao ex-presidente. As investigações sobre Lula devem sair da primeira instância e passarem à competência da Procuradoria-Geral da República (PGR), responsável pelos casos que envolvem autoridades com foro privilegiado. Os prejuízos estimados com o esquema de corrupção, segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), chegam a R$ 29 bilhões. A Polícia Federal (PF), no entanto, estima que esse valor pode chegar a R$ 42 bilhões. A força-tarefa já pediu o ressarcimento de R$ 21,8 bilhões. Deste montante, foi recuperado até o momento R$ 2,9 bilhões, sendo que réus de processos criminais tiveram R$ 2,4 bilhões em bens bloqueados. Trinta e sete ações penais foram propostas contra 179 pessoas, além de 6 ações de improbidade administrativa contra 49 pessoas - 33 físicas e 16 jurídicas. As 93 condenações criminais, incluindo casos de pessoas condenadas mais de uma vez, somam 990 anos e sete meses de prisão. Nas investigações foram executados 484 mandados de busca e apreensão, 117 de condução coercitiva e 134 de prisão - destes são 64 preventivas e 70 temporárias. Segundo o MPF, 8% dos 179 acusados estão presos preventivamente, e 3% deles estão presos ainda sem condenação. Os acordos de delação premiada foram um dos mecanismos que contribuiu para o avanço das investigações da Lava Jato. Já foram firmados 49 desses acordos, sendo 5 com pessoas jurídicas e 44 com pessoas físicas - deste total, 40 são públicos e os demais são sigilosos. Dois terços destes acordos foram feitos com os colaboradores soltos. Também contribuíram para as investigações os acordos de cooperação internacional, possibilitando a obtenção de provas, bloqueio e repatriação de recursos. Foram 97 pedidos de cooperação ativos para 28 países, e mais 11 passivos com 11 países.

Presos preventivamente: Marcelo Bahia Odebrecht, Márcio Faria da Silva, Rogério Santos de Araújo, José Dirceu de Oliveira e Silva, José Carlos Costa Marques Bumlai, Renato de Souza Duque, Jorge Luiz Zelada, Pedro da Silva Correa de Oliveira Andrade Neto, André Luiz Vargas Ilário, João Augusto Rezende Henriques, João Luiz Argolo dos Santos, João Vaccari Neto, Iara Galdino da Silva e Nelma Mitsue Penasso Kodama.Delatores da Lava Jato: São delatores da Lava Jato: Paulo Roberto Costa, Shanni Azevedo Costa Bachmann, Marici da Silva Azevedo Costa, Márcio Lewcowicz, Humberto Sampaio de Mesquita, Arianna Azevedo Costa Bachmann, Luccas Pace Júnior, Alberto Youssef, Júlio Camargo, Augusto Ribeiro de Mendonça, Pedro Barusco, Rafael Ângulo Lopez, Shinko Nakandakari, Luis Fernando Nakandakari, Fernanda Nakandakari, Eduardo Leite, Dalton Avancini, João Procópio e Maria Cristina Mazzei, Ricardo Pessoa, Rodrigo Morales, Roberto Trombeta, Milton Pascowitch, José Adolfo Pascowitch, Hamylton Padilha, Mário Góes, Victor Colavitti, Eduardo Musa, João Carlos de Medeiros Ferraz, Fernando Horneaux de Moura, Fernando Soares, Ricardo Pernambuco, Ricardo Pernambuco Júnior, Alexandre Romano, João Bernardi Filho, Salim Schahin, Agosthilde Mônaco de Carvalho, Nestor Cerveró, Luis Eduardo Campos Barbosa da Silva, além das empresas SOG Óleo e Gás e a Camargo Corrêa.

Petrobrás já recuperou R$ 230 milhões

Em nota à imprensa, a Petrobrás divulgou que vem adotando medidas jurídicas contra pessoas jurídicas e físicas que causaram danos financeiros e à imagem da empresa. Estas ações estão sendo alinhadas com as autoridades públicas para maior efetividade. Segundo a empresa, a companhia recuperou R$ 230 milhões por meio dos acordos de colaboração premiada de pessoas físicas com o Ministério Público Federal (MPF). A área de Governança também reforçou os treinamentos de compliance para os integrantes do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva da Petrobras, além de gerentes executivos e de presidentes de outras subsidiárias. Até o fim de 2016, a meta é treinar 100% dos empregados da Petrobras por diversos meios, inclusive e-learning. Também foram implementadas mudanças no Conselho de Administração, incluindo os novos Comitês de Assessora­mento do Conselho de Admi­nistração. A Petrobras implantou um novo Canal de Denúncia independente, além de redefinir o processo de escolha do Auditor e do Ouvidor Geral.

“A Prefeitura de Palmas está preocupada apenas em arrecadar”

Presidente da Câmara de Vereadores aposta em candidatura própria do PMDB para a sucessão de Carlos Amastha no Paço Municipal

Rápidas

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  • A Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás dá início à temporada 2016 na quarta-feira, 23 de março, no Teatro Basileu França. O maestro Eliel Ferreira rege a apresentação que tem como solista Marcos Bastos. A entrada custa R$ 5 e o concerto tem início às 20h.
  • O Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás (CCUFG) recebe de terça à quinta-feira, 22 a 24 de março, o espetáculo “Cartas de Frida”; uma performance de dança contemporânea inspirada em cartas escritas pela artista mexicana Frida Khalo. Nos palcos, a bailarina e coreógrafa Luciana Caetano. Os ingressos custam R$ 10, a meia.

Renegociação de dívidas dará economia de até R$ 90 milhões ao Tocantins

[caption id="attachment_61521" align="aligncenter" width="620"]Secretário da Fazenda. Edson Nascimento: “Tocantins saiu na frente” Secretário da Fazenda. Edson Nascimento: “Tocantins saiu na frente”[/caption] Um acordo foi firmado na quarta-feira, 15, durante reunião entre o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, governadores e representantes de 17 Estados, credenciou o governo do Estado a renegociar suas dívidas com a União. A renegociação das dívidas com o governo federal, inclusive os contratos com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), era um assunto que vinha pautando outros encontros de governadores desde o final do ano passado. O ministro apresentou a proposta do projeto de lei a ser encaminhado ao Congresso até o final de abril, que autoriza a renegociação das dívidas. Como contrapartida, os Estados interessados devem promover reformas fiscais, como a criação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) Estadual, controle dos incentivos fiscais, redução das despesas com pessoal e despesas de custeio. De acordo com o secretário de Estado da Fazenda, Edson Nascimento, as medidas solicitadas pelo ministério já fazem parte dos ajustes promovidos pelo governador Marcelo Miranda e, portanto, o Tocantins está pronto para aderir ao acordo. “Nós saímos na frente porque as contrapartidas exigidas já estão em andamento. Independente da proposta apresentada agora, nós já estávamos trabalhando na elaboração da Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual e nos demais ajustes fiscais nos moldes que o ministro colocou. Na semana que vem, eu vou protocolar a adesão do Estado ao acordo”, afirmou. O Tocantins se beneficiará da proposta renegociando os contratos de empréstimo com o BNDES, que somados chegam a cerca de R$ 1 bilhão. O alongamento da dívida concederá ao Estado uma folga anual de R$ 70 milhões a R$ 90 milhões no caixa, nos próximos quatro anos. No total, o Estado terá um valor de aproximadamente R$ 300 milhões que serão direcionados para investimentos nas áreas prioritárias como saúde, educação e infraestrutura. O governador Marcelo Miranda destacou que essa é uma resposta aos esforços do governo em encontrar alternativas para recuperar a capacidade de investimento do Estado. “Tivemos várias reuniões com o ministro nos últimos 60 dias e hoje avançamos muito. Para o Tocantins, a renegociação das dívidas demonstra o nosso empenho em recuperar a capacidade de investimentos e, hoje, tivemos uma vitória”, afirmou.

Governo estadual ganha selo de bom pagador

[caption id="attachment_61520" align="aligncenter" width="620"]Ronaldo Eurípedes e vice-governadora Claudia Lelis: reconhecimento Ronaldo Eurípedes e vice-governadora Claudia Lelis: reconhecimento[/caption] O governo do Estado, representado pela vice-governadora Claudia Lelis (PV), recebeu o Selo de responsabilidade Judiciária no Pagamento de Precatórios, concedido pelo Poder Judiciário tocantinense. O selo é a premiação ao gestor público por terem cumprido suas obrigações quanto ao pagamento de precatórios e requisições de pequeno valor durante o ano de 2015. A cerimônia ocorreu na terça-feira, 15, no auditório do Tribunal de Justiça do Tocantins. O presidente do TJ, desembargador Ronaldo Eurípedes, lembrou que esse é um gesto de cidadania, já que o maior beneficiário é o cidadão, “isso mostra para população quem tem compromisso, quem tem responsabilidade com o dinheiro público”, lembrou o desembargador. A vice-governadora Claudia Lelis recebeu o prêmio em nome do Governo do Estado e lembrou que esse selo, que avalia a boa conduta administrativa, é uma resposta para quem mais precisa saber aonde e como o dinheiro público vem sendo aplicado: “O cidadão que, em nós, depositou as esperanças de um futuro melhor para o Estado”. Ele disse que o governo sabe das dificuldades financeiras enfrentadas pelas prefeituras, e isso não é privilégio do Tocantins. “Estamos passando por uma crise financeira no Brasil, e muitas prefeituras e governos estão passando por dificuldades. A entrega deste selo é um incentivo para que, nós, gestores públicos, possamos trabalhar ainda mais pelas cidades, pela população do nosso Estado.”

Palmas e Porto Nacional voltarão a fazer parte do traçado da BR-010

O Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT), por intermédio do diretor-geral, Valter Casimiro, confirmou durante audiência na quarta-feira, 16, com o deputado federal Vicentinho Junior (PR), que até julho Porto Nacional e Palmas voltarão a fazer parte do traçado original da BR-010, possibilitando o acesso das duas cidades a uma rodovia federal. "Palmas era uma das últimas capitais do Brasil a não ter acesso a uma rodovia federal. Agora, esta demanda será resolvida. Em Brasília, acompanharemos o processo de federalização da TO-020 em BR-010 com atenção e empenho para que até fim desse semestre essa rodovia já esteja federalizada", pontuou o deputado tocantinense. Sobre a conquista ao pleito destinado ao Tocantins, o deputado ressaltou que "o trabalho em conjunto com o senador Vicentinho Alves, ampliará a oferta de serviços ofertados à população, pois já iniciaremos trabalho articulado junto ao DNIT e ao Ministério dos Transportes para a construção dos novos anéis viários de Porto Nacional e da capital, obras que possibilitarão maior logística no tráfego e escoamento de produtos".