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O deputado federal Fábio Sousa disse ao Jornal Opção que, em Brasília, até os “pardais” sabem que a presidente Dilma Rousseff deve durar no Palácio do Planalto apenas até maio. “O Congresso Nacional vai ‘cercá-lo’ e o impeachment será aprovado — se, antes disso, o Tribunal Superior Eleitoral não cassar-lhe o mandato.” Dilma Rousseff, na opinião de Fábio Sousa, “detonou a economia e, por isso, não pode continuar no governo. Ela renuncia ou sofre o impeachment. Pelo ânimo da Câmara dos Deputados, que reflete a sociedade, o impeachment será aprovado”. Sobre os movimentos do PT nas ruas, Fábio Sousa é lacônico. “É um direito dos petistas se movimentarem e se defenderem. O que não pode é levar servidores públicos, de maneira não espontânea, para os eventos. Eles não podem ser convocados. De resto, o Brasil não pode se tornar uma Venezuela Ao conversar com o Jornal Opção, Fábio Sousa estava com sono. “Praticamente não dormi de quinta para sexta-feira. Cheguei de Brasília às 4 horas da madrugada e, logo, tive um compromisso.”
Mediante fraude, todos os 25 advogados de escritório que defendem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram grampeados. O juiz federal Sergio Moro não quebrou o sigilo telefônico apenas de Roberto Teixeira, advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas também do telefone central da sede do escritório dele, o Teixeira, Martins e Advogados, que fica em São Paulo. Com isso, conversas de todos os 25 advogados da banca, com pelo menos 300 clientes, foram grampeadas, além de telefonemas de empregados e estagiários da banca. A interceptação do número foi conseguida com uma dissimulação do Ministério Público Federal (MPF). No pedido de quebra de sigilo de telefones ligados a Lula, os procuradores da República incluíram o número do escritório como se fosse da Lils Palestras, Eventos e Publicações, empresa de palestras do ex-presidente. E Moro autorizou essa escuta por entender que ela poderia “melhor esclarecer a relação do ex-Presidente com as empreiteiras [Odebrecht e OAS] e os motivos da aparente ocultação de patrimônio e dos benefícios custeados pelas empreiteiras em relação aos dois imóveis [o tríplex no Guarujá (SP) e o sítio em Atibaia (SP)]”. A inviolabilidade da comunicação entre advogado e cliente está prevista no artigo 7º do Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/1994). Segundo a norma, é um direito do advogado “a inviolabilidade de seu escritório ou local de trabalho, bem como de seus instrumentos de trabalho, de sua correspondência escrita, eletrônica, telefônica e telemática, desde que relativas ao exercício da advocacia”. A OAB condenou as interceptações telefônicas entre advogados e clientes. “É inadmissível no Estado democrático de Direito a violação das ligações telefônicas entre advogados e clientes”, afirmou o presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, em referência ao episódio.
Protesto no RJ
Após a divulgação de escutas telefônicas envolvendo advogados e de manifestações País afora em apoio às decisões do juiz Sérgio Moro, responsável pela operação, advogados decidiram se mobilizar em um ato a favor do devido processo legal e do Estado democrático de Direito. O protesto aconteceu na sexta-feira, 18, no Rio de Janeiro e chamou a atenção por ter contado com a participação de juízes que também não concordam com o rumo das investigações. STJ altera regimento interno e cria enunciados para se adequar ao novo CPC Com o objetivo de se adequar ao novo Código de Processo Civil (CPC), que passou a vigorar na sexta-feira, 18, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) aprovou uma série de mudanças em seu regimento interno. Todos os pontos tinham sido debatidos pelo pleno, na tarde da quarta-feira, 16. A mudança contempla importantes aspectos para o funcionamento da Corte, como os pedidos de vista, as decisões monocráticas, as cautelas provisórias e os embargos declaratórios. Questões como plenário virtual, recursos repetitivos, incidente de assunção de competência e outras novidades ainda estão em fase de análise e serão posteriormente submetidas ao pleno do Tribunal para serem adequadas ao código de 2015. Para realizar este trabalho, o tribunal selecionou os dispositivos mais urgentes, que mexem com o próprio funcionamento do tribunal, e os analisou com prioridade. As mudanças foram referendadas por todos os ministros do STJ. Veja as principais adequações desta primeira fase do trabalho: pedido de vista; medidas cautelares; embargos de declaração; poderes do relator; enunciados administrativos e os enunciados administrativos número 2, 3, 4, 5, 6 e 7.
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Foto: reprodução / Facebook[/caption]
O deputado federal Fábio Sousa não esconde mais que seu casamento com o PSDB está numa fase litigiosa. “Não estou satisfeito com o partido. É fato que o PSDB nacional me trata bem, com o devido respeito. Aqui, não. Mas a situação nacional é tão grave que prefiro não discutir minha situação pessoal agora.”
Fábio Sousa sugere que vai procurar outro partido em 2018. “João Campos, sem espaço no PSDB, já se filiou ao PRB. Alexandre Baldy migrou para o PTN. Waldir Soares foi para o PR. Isto ocorre porque o partido não está abrindo espaço para seus filiados que têm voto. Se eu quiser disputar um mandato majoritário, sei que não terei espaço, como João Campos não tinha.”
O governador Marconi Perillo abonou a ficha de filiação do deputado estadual Carlos Antônio ao PSDB na sexta-feira, 18, no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia. Estiveram presentes — além do parlamentar e do governador — Frederico Jayme, Adhemar Santillo, Onaide Santillo, Ridoval Chiareloto, Luiz Medeiros, o coronel Adailton, Victor Hugo Queiroz. E quanto a Alexandre Baldy? “Ele acertou comigo que vai apoiar a minha candidatura a prefeito de Anápolis e que nosso adversário comum é o PT do prefeito João Gomes. Baldy me disse que o PTN vai participar de minha campanha.” Carlos Antônio atraiu para o PSDB os quatro vereadores do Solidariedade: Vespa (Vespasiano dos Reis Gomes), Pedrinho Porto Rico, Amilton Filho e Mauro Severiano. “Agora, o PSDB tem seis vereadores, a maior bancada do partido em sua história”. Se o PSDB renasceu, ou encorpou-se, o Solidariedade praticamente acabou em Anápolis.
O deputado federal Alexandre Baldy trocou o PSDB pelo PTN. Mas disse ao governador Marconi Perillo, em várias conversas, que não vai se bandear para a oposição. A relação de Alexandre Baldy com o alto tucanato é conturbada. Porém, apesar disso, mantém uma relação cordial com Marconi Perillo. Eles se tratam com o máximo de respeito.
O líder do governo do Estado de Goiás na Assembleia Legislativa, José Vitti, disse ao Jornal Opção que Vando Vito é o favorito, de acordo com as pesquisas de intenção de voto, para a disputa da Prefeitura de Palmeiras de Goiás. Convidado pelo governador Marconi Perillo e por José Vitti, ele deve se filiar ao PSDB. Filiado, consagra-se como candidato a prefeito. “Mas, como líder político do município, tenho de levar em consideração que o PSDB tem excelentes nomes para a disputa da prefeitura. Posso citar Wagner ‘Japão’ Luiz, o vereador Ailton Fernando e Luiz Antônio Perillo”, afirma José Vitti. Inquirido se vai disputar mandato de deputado federal em 2018, José Vitti mostrou-se reticente. “Perdei meu pai e um irmão recentemente e fica difícil administrar os negócios da família a partir de Brasília. O que posso dizer é que estou trabalhando, desde agora, para disputar a presidência da Assembleia Legislativa.”
Com as contas em ordem — dólar sob controle, indústria produzindo, comércio vendendo e empregos brotando —, haveria 6 milhões de brasileiros nas ruas em um domingo, para protestar contra as bandalheiras no governo?
Líderes nacionais do PSDB avaliam que Alexandre Baldy, filiando-se a um partido nanico, vai perder espaço na Câmara dos Deputados. O parlamentar disse a um aliado que, como será líder do PTN, vai acabar ganhando mais espaço.
O candidato do PSDB a prefeito de Anápolis, Carlos Antônio, e o deputado federal Alexandre Baldy (PTN) fumaram o cachimbo da paz. Baldy anunciou, na cidade, que o apoiará e pretende, inclusive, indicar seu vice. Os dois avaliam que o “adversário” a ser batido é o PT.
O PMDB de Daniel Vilela e o DEM de Ronaldo Caiado saem esvaziados com a filiação do deputado Carlos Antônio ao PSDB. Em 2018, a falta de um nome consistente no município vai prejudicar os projetos políticos de ambos, que pretendem disputar o governo de Goiás.
O senador mineiro Aécio Neves (PSDB), premido pelas delações, deve ser o próximo premiado com desgaste intensivo na mídia. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), enterrou sua popularidade devido às denúncias sobre a merenda escolar. O descenso de Aécio Neves e Geraldo Alckmin fortalece o governador Marconi Perillo para a disputa da Presidência da República em 2018. O tucano goiano Marconi Perillo tem sido apontado como alternativa factível pelas seguintes razões: juventude, governador em quarto mandato, administrações inovadoras e bem-sucedidas. Ele se tornou um play nacional. Pesa também o fato de que o tucano-chefe goiano enfrentou Lula da Silva, a besta fera da esquerda patropi, várias vezes. E não correu da peleja.
A delação premiada de Delcidio do Amaral, que revelou que Lula da Silva criou a CPI dos Bingos para tentar desgastar o governador Marconi Perillo e depois a abortou porque o PT começou a ser atingido, fortaleceu o projeto nacional do tucano.
O governador Marconi Perillo sublinha que Goiás deve ser o primeiro Estado do país a sair da crise. Motivo: as medidas adotadas, de maneira antecipada e ainda em 2014, para conter e, daí, superar a hecatombe econômica.
Brasília não importa nada da Venezuela. E também não exporta nada para o país de Nicolás Maduro
Um avião de carga da Venezuela fez uma aterrissagem forçada no Aeroporto de Brasília.
Mas ninguém explicou qual era carga que era transportada, afinal, como se sabe, o Distrito Federal nada importa da Venezuela.
Tudo indica que o governo da Venezuela não enviou armas para o MST garantir a permanência de Dilma Rousseff na Presidência da República.
A Aeronáutica, por certo, está de olho na questão.
(A foto é do "Correio Braziliense")
Dinheiro da Venezuela foi apreendido em São Paulo. Estava com pessoas de Goiás
https://jornalopcao.com.br/bastidores/moeda-da-venezuela-saiu-de-goiania-para-sao-paulo-quase-7-milhoes-de-reais-61703/
Um deputado do PT disse ao Jornal Opção: “As Forças Armadas estão apoiando o governo da presidente Dilma Rousseff”. Na verdade, não é bem assim. As Forças Armadas têm o dever de proteger aquele que está no poder. Mas elas não apoiam, de maneira alguma, a corrupção que se tornou verdadeira metástase no corpo do governo petista. Os militares estão silenciosos — um silêncio barulhento — porque decidiram que é fundamental cumprir a Constituição. Se Dilma Rousseff sofrer impeachment ou for casada pela Justiça, as Forças Armadas vão aprovar. O que os militares querem, insista-se, é cumprir as leis do país.

