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Ex-deputado Wagner Villela vai disputar a Prefeitura de Firminópolis

[caption id="attachment_65948" align="alignnone" width="620"]Wagner Villela: pouso forçado gerou ligação com cidade | Foto: Reprodução Facebook Wagner Villela: pouso forçado gerou ligação com cidade | Foto: Reprodução Facebook[/caption] Ex-deputado estadual e ex-presidente do Goiás Esporte Clube Wagner Villela é pré-candidato a prefeito de Firminópolis pelo PPS. Seus aliados estão entusiasmados e falam em favoritismo. Wagner tem vínculo profundo e antigo com Firminópolis, que começou há 36 anos. Piloto de avião, precisou fazer um pouso forçado na cidade e acabou conhecendo Márcia, mãe de seus dois filhos. Márcia é filha de Ciro e Maria Moreira e irmã de Fábio do Ciro, presidente da Câmara Municipal de Firminópolis. A família, tradicional na cidade, incentivou Wagner a entrar na política. Ele foi eleito deputado estadual por dois mandatos (contemporâneo de Marconi Perillo na legislatura de 1991-94), com muito apoio na cidade. Segundo seus apoiadores, os oito anos de Wagner na Assembleia Legislativa foram muito positivos para Firminópolis. “A cidade virou um canteiro de obras, com reforma do posto de saúde, do ginásio, iluminação do estádio, rodovia que liga Firminópolis a Novo Planalto e Santo Antônio, reforma de todos os colégios estaduais, construção de conjuntos habitacionais e muitas outras obras”, afirma um de seus muitos entusiastas.

Oficiais de justiça da Comarca de Goiânia são submetidos a curso de mediação judicial

Durante toda a semana passada, os oficiais de justiça da Comarca de Goiânia foram submetidos a curso de mediação judicial, pautado em orientações e premissas do Conselho Nacional de Justiça. O curso, que seguirá até 20 de maio, somando ao fim 40 horas, objetiva otimizar as abordagens pelos oficiais de justiça, adotando postura mediadora no cumprimento de diligências.

“No ônibus, todos viram os cabelos brancos de meu pai. Mas ninguém deu seu lugar a ele”

VALÉRIA RAMOS Quero reclamar da falta de estrutura dos ônibus do Eixo Anhanguera, que é minha linha de uso diário. Minha lamentação, além daquela que já faço em relação aos governantes, é em especial pela falta de educação das pessoas que usam esse meio de transporte. Por toda a concepção do sistema, é compreensível em alguns momentos a selvageria que existe nas plataformas na hora de entrar em uma condução dessas e que, no momento de ir para casa, todos querem embarcar ao mesmo tempo. Mas, esses dias, fiquei me perguntando se em algum momento da vida alguém pensou ou pensa em agir diferente. Em ter um pouco mais de paciência, em ser um pouco mais delicado, em ser um pouco mais solidário. Na segunda-feira, 9, como sempre, me levantei às 5 horas da matina para me ajeitar e tomar o Eixo por volta de 6h15. Mas havia certa mudança na viagem. Meu pai, que nasceu no dia 8 de setembro de 1942 – no dia da Natividade de Nossa Senhora —, um senhor de quase 74 anos, estava comigo. Coitado, experimentou o gosto amargo de viajar de Eixo! E que gosto amargo, para mim e para ele. Às 6h23 entramos. Meu pai sentou-se? Adivinhem: não! Por um milagre, o ônibus não estava daquela forma em que não se consegue nem respirar; estava até com certo espaço a mais. Deu para ficar em pé a viagem toda sem muitos empurrões. Porém, para o meu pai, que mora numa pacata cidade de 30 mil habitantes, foi simplesmente o fim da vida entrar naquele ônibus. Para ele, a quantidade de pessoas era absurda. E inúmeras vezes reclamou: “Deus me livre, como você aguenta?”. Eu respondi: “Nem, eu não aguento isso não!”. Ele retrucou: “Valéria, é a última vez que venho aqui para fazer essa manutenção (referindo-se à manutenção no aparelho do ouvido, pois com a idade ele perdeu quase toda a audição e a cada 6 meses precisa vir a Goiânia fazer ajustes), não volto mais de jeito nenhum! Deus me livre, como você consegue vir cinco dias por semana neste ônibus?” A cada reclamação do meu pai, meu coração cortava. E eu tentava consolá-lo dizendo: “Papai, hoje está bom: nem tem empurrões, eu sempre venho espremida.” Mas isso não amenizou em nada a situação. Com sérios problemas de coluna e dores no joelho, ele não aguenta ficar muito tempo de pé, tampouco caminhar muito. No entanto, todos viram seus cabelos brancos, seu rosto já conta a idade que tem. Mas ninguém, ninguém mesmo, se ofereceu para se levantar e ceder-lhe o assento. E nós também não pedimos. Fomos educados de forma diferente: se virmos alguém que precise se ajuda, não esperamos que nos peça; com isso, também não aprendemos a pedir. Somos do tipo que acha que a pessoa precisa ter “desconfiômetro”. In­felizmente, a maioria não é assim. Eu me senti triste, magoada, impotente. Ainda mais neste momento de crise, essa sensação de impotência é ainda maior. Quando eu olhava para o rosto do meu pai a fazer caretas de dor, eu pensava: meu Deus, quanta falta faz um carro! Não é justo que meu pai, depois de tanto trabalho que teve na vida, não possa ser conduzido com o mínimo de conforto a uma clínica para cuidar da sua saúde. Não é justo meu pai ter tido que levantar às 5 horas para sair comigo. Mas eu não tive alternativa: ou o levava comigo ou o levava comigo. A consulta era às 15 horas, mas como ir para Goiânia trabalhar de manhã e voltar para busca-lo? E, de todo jeito, o buscaria de ônibus. Então, o jeito foi pular da cama cedo. Com relação à atitude das pessoas, penso que estamos precisando rever certos conceitos. No ônibus de hoje, havia muitas pessoas jovens – sentadas nos bancos destinados aos idosos, inclusive. Entre os que tinham direito, não era só o meu pai que estava em pé. É triste isso. Como nossas crianças e jovens estão sendo educados? Ninguém mais ensina a eles que é preciso ser solidário e respeitoso de vez em quando? Dormindo sentados estavam, dormindo sentados permaneceram. E só no terminal do Dergo meu pai conseguiu uma vaga. Na praça A, trocamos de ônibus. E querem ouvir uma novidade? Contarei: é claro que meu pai não se sentou, o que só ocorreu ao chegar à plataforma da Avenida Goiás. Mas no próximo ponto já desceríamos. Mesmo assim, ele disse: “Já serve, não estou aguentando de dor nas pernas e nas costas, qualquer tanto que eu me sentar está bom!”. Tive vontade de desaparecer do mapa naquele momento. Ver meu pai se conformar de se sentar por um segundo foi dolorido demais. Mas, fazer o quê? É a triste realidade do nosso transporte público, que não prioriza nada. É a triste realidade da educação que está sendo dada aos novos. Paciência. Valéria Ramos é secretária.    

Layout 1“Temos de respeitar quem pensa diferente da gente”

ADRIANA ACCORSI Minha gratidão ao jornalista Euler de França Belém pela gentileza em momento tão difícil. Suas ponderações nos chamam a atenção para o ódio e a intolerância que estão permeando as relações, sobretudo nas redes sociais. Todos nós temos de combater esse ódio e respeitar quem pensa diferente da gente. Muito obrigada, em nome de minha família. [“Desejar a morte da deputada Adriana Accorsi mostra o nível do debate ‘político’ nas redes sociais”, Jornal Opção 2131, coluna “Imprensa”] Adriana Accorsi (PT) é deputada estadual.    

“É provável é que Delegado Waldir tire Iris do 2° turno”

GILBERTO MARINHO Em relação ao Editorial “Iris Rezende e Waldir Soares podem ficar fora do 2º turno na disputa pela Prefeitura de Goiânia?” (Jornal Opção 2131), tenho a dizer que, como a campanha eleitoral ainda não começou só é possível cogitar, pois não há dados para uma abordagem mais científica. Mas ressalto que há algo de premonitório na pergunta, pois se há alguém que tira votos de Iris Rezende (PMDB) é justamente Delegado Waldir (PR). Assim, o mais provável é que o delegado tire Iris do 2° turno, repetindo, assim, o que fez com Dona Iris (PMDB) na eleição para deputado federal, pois parcela considerável dos eleitores do casal Iris é da população de baixa renda, mais sensível ao discurso e às práticas populistas. Gilberto Marinho é jornalista.

Governo de Goiás cobra compromisso e deve promover mudanças na comunicação setorial

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), pretende modificar o quadro de jornalistas da assessoria setorial de comunicação. Uma avaliação indica que o trabalho de alguns dos profissionais não é satisfatório tanto para o governo quanto para as secretarias. Há assessores que não têm compromisso com o governo — é como se, nefelibatas, não precisassem se posicionar a respeito dos assuntos públicos, comportando-se como meros burocratas não criativos. As mudanças devem ser feitas sem que os secretários sejam consultados. O governo avalia que as indicações são mais técnicas do que políticas e que a comunicação precisa melhorar de modo radical.

Ministro Ricardo Lewandowski assume a presidência do processo de impeachment

Como primeiro ato, Lewandowski assinou mandado de citação, abrindo prazo de 20 dias para Dilma apresentar defesa, dando assim início à segunda fase do processo

Valcenor Braz deve ser confirmado como substituto de Honor Cruvinel no TCM

[caption id="attachment_65942" align="alignnone" width="620"]Foto: Marcos Kennedy Foto: Marcos Kennedy[/caption] Tudo indica que Honor Cruvinel, prestes a completar 70 anos, deixou de resistir e deve se aposentar, abrindo espaço para que o deputado Valcenor Braz se torne conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios. Honor disse ao Jornal Opção, recentemente, que pode ficar no TCM até completar 75 anos.

As poderosas conexões entre Albert Einstein, Sigmund Freud e Moisés

Correspondência entre os dois gênios judeus do século 20 revela que o físico e o psicanalista eram amigos e não entendiam suas respectivas profissões. Mas concordavam em um ponto: nas qualidades de Moisés

Perito diz que família tentou travar investigação sobre assassinato do tesoureiro de Fernando Collor

Ricardo Molina, perito da Unicamp, afirma que irmãos de PC Farias contribuíram para atrapalhar a investigação sobre as mortes de PC Farias e Suzana Marcolino

Michel Temer se tornou um golpista não por trair Dilma, mas o voto do eleitor

Novo presidente está em estágio probatório. Tem de ganhar a população que não o elegeu, mas o tem como um mal menor; e precisa vencer a difícil briga contra os que o elegeram (ainda que achem que não), mas só sentem exalar dele a fragrância da conspiração

Perito da Unicamp diz que grampo de Lula é legal e que Sergio Moro foi até cauteloso

Ricardo Molina afirma que o juiz poderia ter mantido o grampo telefônico, mas decidiu interrompê-lo assim que foi anunciado que o ex-presidente seria ministro

Manifestantes atacam sede do PMDB em Goiás

Grupo ateou fogo em pontos do Diretório Metropolitano do partido, queimou pneus e estourou bombas caseiras. Ninguém ficou ferido

Segundo volume dos diários de Fernando Henrique Cardoso reabre discussão da compra da reeleição

O lançamento do primeiro volume das memórias de Fernando Henrique provocou debates, no geral passionais e pouco circunstanciados

Publicação de todos os contos revela uma Clarice Lispector poderosa como escritora

Nem tudo de Clarice Lispector é bom, mas muito da autora é excelente

64,9% dos romeiros vêm a Trindade por causa das missas; satisfação cresceu na gestão Jânio Darrot

Estudo encomendado pelo Santuário Basílica do Divino Pai Eterno diz que 15% é o número médio anual de novos fiéis

Livro resgata duelo econômico entre Keynes e Hayek, tido como o maior da história

O inglês Keynes e o austríaco Hayek são dois dos mais importantes pensadores econômicos do século 20