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Divino Lemes é o favorito em Senador Canedo

O presidente estadual do PSD, Vilmar Rocha, foi a Senador Canedo, no fim da semana passada, para participar do lançamento da pré-candidatura de Divino Lemes (PSD) à prefeitura. Segundo ele, Divino está liderando as pesquisas, à frente (muito à frente, dizem) do atual prefeito, Misael Oliveira (PDT). Outro nome do PSD com chances de vencer, segundo Vilmar Rocha, é Júnior do Jonas, pré-candidato à prefeitura de Mutunópolis, cidade a 40 quilômetros de Porangatu. “Também lidera as pesquisas”, conta.

PRB e PP devem apoiar Carlos Antonio em Anápolis

[caption id="attachment_62093" align="alignright" width="620"]Foto: Renan Accioly/Jornal Opção Foto: Renan Accioly/Jornal Opção[/caption] Em Anápolis, a única definição até o momento é da chapa tucana: Carlos Antonio (PSDB) e Elismar Veiga (PHS). Com os dois partidos, segue o PSL. A chapa conversa com outras siglas para tentar uma composição, sendo as principais o PP, do senador Wilder Morais, e o PRB do deputado federal João Campos. Há chances de aliança, mas sem definições por enquanto.

PTN não deve lançar Baldy à Prefeitura de Anápolis

[caption id="attachment_66591" align="alignright" width="620"]Foto: Jornal Opção Foto: Jornal Opção[/caption] O PTN, do jornalista Vander Lúcio, ainda não se posicionou. O partido poderia lançar o deputado federal Alexandre Baldy a prefeito, mas o próprio Baldy nega alguma posição nesse sentido. Segundo Baldy, o PTN está ouvindo as suas bases no município antes de tomar uma decisão. “É a base quem decide”, afirma. Nos bastidores, comenta-se que a disposição da sigla em lançar candidato nesta eleição é pequena. Logo, o PTN deve apoiar alguém, provavelmente a chapa tucana, liderada por Carlos Antonio.

Lúcia Vânia diz estar feliz por PSB em Anápolis apoiar João Gomes

[caption id="attachment_70259" align="alignright" width="620"]Arquivo pessoal Arquivo pessoal[/caption] João Gomes (PT), que vai à reeleição e é apontado como favorito em Anápolis, ainda estuda um nome para sua vice. O PT espera reunir os partidos que vão apoiar a candidatura de João Gomes para definir questão. Até o momento, estão na aliança: PPL, PMN, PSB e Solidariedade. Os quatro partidos se reuniram na semana passada, no escritório da senadora Lúcia Vânia (PSB), em Goiânia, que disse estar feliz pela aliança que o partido fez em Anápolis. Mas ainda faltam legendas e, por isso, o nome da vice não surgiu. Nesta semana, a reunião será com o PDT.

Caiado terá força para impor suas condições ao PMDB?

Em Jataí, segue a disputa “interna” entre Victor Priori (DEM) e Geneilton de Assis (PMDB). Um é apoiado pelo senador Ronaldo Caiado (DEM) e o outro pelo deputado federal Daniel Vilela (PMDB). Daniel, que é presidente do PMDB, e sabe da força que o partido tem em Jataí, não quer (e não pode) abrir mão de lançar um peemedebista à prefeitura. Fica a questão: Caiado, pós-Iris, terá força para “impor” algo?

STJ manda soltar Cachoeira e Cavendish, presos na Operação Saqueador

Apesar de liminar de prisão domiciliar, presos da operação permaneciam em cárcere privado por falta de tornozeleiras eletrônicas

Para Ministério Público, pedalada no BNDES não é crime

Despacho ponta que atrasos da União com banco estatal não caracterizam operações de crédito ilegais, o que reforça argumentação da defesa de Dilma

Fábio Sousa: “Vecci não pode desistir agora”

Deputado federal tucano afirma que pré-candidato do PSDB pode tentar alianças, mas não tem condições de desistir agora

Em Goiás, operação prende 34 suspeitos e apreende mais de meia tonelada de drogas em 24 horas

Ação integrada entre Estados do Consórcio Brasil Central mobilizou forças policiais para combater e coibir crimes, inclusive nas áreas de divisa

Justiça revoga prisão de pastor acusado de abusar do enteado de 5 anos

Decisão atende à denúncia proposta ainda nesta sexta-feira (8) pelo Ministério Público do Rio de Janeiro

Comissão aprova projeto que permite carteira de motorista em formato digital

Proposta que tramita na Câmara prevê possibilidade de motorista apresentar documentos de porte obrigatório pelo celular

Em nota, CNI tenta corrigir declaração de presidente sobre 80 horas semanais de trabalho

Após fala de Robson de Andrade nesta sexta-feira (8/7) ser criticada, entidade afirma que seu homem de frente "JAMAIS" defendeu esse aumento da jornada no Brasil

Desde maio, Temer se recusa a receber comitiva LGBT

42 entidades e 58 pessoas tentam marcar encontro com o presidente interino para discutir pauta de reivindicações, o que não ainda não aconteceu

A cachoeira

[caption id="attachment_70239" align="alignright" width="400"]Reprodução Reprodução[/caption] Ao poeta e cronista Luiz de Aquino Adalberto de Queiroz Das idas a Corumbá de Goiás, posso lembrar-me com alegria. A minha memória ainda guarda um destes passeios, como um dia ainda envolto na neblina do tempo, descendo como um vaporzinho sobre a alma plena de alegria, como o café da tarde de hoje faz subir a razão em sua fumaça alçada da xícara como o gênio da lâmpada. Para o menino que eu fui, fazia calor, mas a lembrança de hoje tem algo da friagem dos junhos cinquentões. A tarde de hoje talvez fosse azul, como no poema lido já adulto, em outra circunstância, tateando a cidade grande como a evitar que o corpo deixasse a alma se recolher ao covil da falta de alegria. O ondeado do verdolengo das matas em torno ao salto d'água logo se impôs ao olhar do menino como um desafio. Hoje, a onda fraca dos pingos d'água ricocheteia de uma chuveirada quentinha. Tremia por dentro, naquela viagem (quando viagem era ir de Anápolis ao Salto de Corumbá) — tudo por conta de uma conversa, no caminho. Haveria lá, diziam os grandes, uma prova de resistência e só alguns de nós conseguiria subir ao mais alto da cachoeira; na verdade e tecnicamente, considerado apenas um “salto”: o Salto de Corumbá. Eu, que sempre fui um medroso renitente, enxerguei logo o gigante negro e fantasiei a minha impossibilidade de realizar a subida; mentalizei o horror que seria para todos os demais vitoriosos e a chacota em que me tornaria diante — principalmente, a das meninas da caravana. Chegamos e nos despimos. Pedi à minha irmã para me manter com a camiseta. Autorizado, senti a alegria da decisão, quando os mosquitos se esparramavam em meio à massa de meninos e meninas do convescote, como urubus diante de carniça nova. Estávamos todos mais ou menos certos de que haveria provas difíceis pelos sermões antecipados, que nos pregaram antes da aventura. Só não havíamos nos afeito às precauções naturais dos pequenos habitantes da savana goiana — os menores que mais incomodam, aprenderia mais tarde também. Despidos braços e pernas e cabeças ao sol, serpenteamos em meio às árvores numa subida que parecia impossível de se completar. A penitência parecia maior porque nós, os pequenos; íamos ao rabo da fila indiana e sempre sobrava uma cipoada de um mais atrevido que segurava o galho até ao exato minuto da nossa passada... e seguia sorrindo para alternar-se com outro gaiato que abriria caminho à meninada. Por dentro de mim, já havia tantas reclamações quanto arranhões no rosto. O que me salvou foi aquela camiseta que, embora puída, salvou-me de mais uma cicatriz entre as sete adquiridas à peine para tornar-me o homem que escreve esta croniqueta. Finalmente, chegamos ao topo. Tendo obtido o êxito que os grandes esperavam ou desejavam que eu não conseguisse, senti-me um completo mateiro em meio aos maiorais. Deu-se, no entanto, que não estava a missão terminada. Lá do alto, começaram os graúdos a escorregar pelo mato, descendo o longo declive como se tivesse cada qual uma prancha sob seu corpo. — Valha-me, deus — pensei. Nem tempo de uma prece tive quando me senti empurrado ladeira abaixo. Aos poucos, venci o barranco e a camiseta velha parecia um trapo pronto para virar pano-de-chão, quando a água fria do rio Corumbá me gelou as carnes e o espírito. Que alívio! Nunca mais me esqueço de que um salto não é uma cachoeira e que mosquitos não gostam de certas horas do dia à flor-d'água. Ali, fiquei tiritando calado e pensando: “Que despautério essa espécie de piquenique, não fosse a beleza do que eu via daquela mirada especial: de baixo para cima era compensador” — até mesmo para os arranhões que levaria comigo semana adentro. Deram-nos um pão com salame e uma caneca de suco. Foi tudo que se salvou daquela tarde, mas nem por isso o café que me aquece nesta tarde de julho deixa a alma atrelada ao corpo — como a presa de um covil. Sorrio por dentro, mangando do menino medroso que visitou o Salto de Corumbá pela vez primeira, sabendo que dele não puderam maldar os mais crescidos.

Iristas voltam atrás e deixam mobilização para depois

Ato que vai pedir que Iris Rezende volte atrás em sua anunciada aposentadoria e saía candidato a prefeito de Goiânia foi adiado para semana que vem