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Voltado para os pequenos negócios, o “Guia do Candidato Empreendedor” desdobra passos em 100 ações que fortalecem a economia dos municípios e, assim, seus diversos setores
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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil[/caption]
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles conversou com vários deputados federais na semana passada. Não dourou a pílula: admitiu que a situação econômica e financeira do país é ruim e que não se está saindo da crise. Os estragos, originários dos equívocos da gestão de Dilma Rousseff, são mais graves do que se pensava. A crise, mais poderosa do que a de 1929, é a maior da história do Brasil. O czar da economia, quase um primeiro-ministro, conversou, em separado, com os parlamentares Thiago Peixoto, do PSD, e Alexandre Baldy, do PTN. Instado a responder se pretende disputar a Presidência da República em 2018, prestou atenção à conversa, riu e não disse nada. Um dos deputados conclui: “Ele quer ser candidato a presidente. É o seu sonho”.
A deputada federal Magda Mofatto, talvez por ser milionária, padece de um vício que Tancredo Neves condenava: articula e tromba demais com os próprios aliados. A líder do PR decidira apoiar a reeleição do prefeito Evandro Magal, em Caldas Novas, mas, considerando-se maltratada, rompeu com o postulante do PP e decidiu lançar candidato de seu grupo. Porém, como ele não deslanchou, retirou sua candidatura e decidiu ficar equidistante. Mas há quem aposte que sua neutralidade não vai durar muito tempo. A tendência é que apoie Arlindo Ceará, do PDT, ou Alison Maia, do DEM.
Hoje, planejando se aproximar de Ronaldo Caiado, para garantir uma vaga na chapa majoritária para disputar o Senado, em 2018, é possível que se aproxime de Alison Maia, embora costume sugerir aos aliados que irá manter a neutralidade. Ao bancar Waldir Soares para prefeito de Goiânia, afastando-se da base do governador Marconi Perillo, a republicana perdeu espaço para disputar o Senado com o seu apoio. Já os magalistas acreditam que pode voltar à aliança com o prefeito.
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Clécio Alves, Paulinho Graus e Célia Valadão | Fotos: Câmara de Goiânia[/caption]
Líderes do PMDB e do PDT acreditam que a aliança entre os dois partidos fará de 3 a 4 vereadores — estourando, cinco. Os mais cotados: Andrey Azeredo — Apontado como “o” candidato de Iris Rezende; Célia Valadão — A vereadora é citada como “a” candidata de Iris Araújo; Clécio Alves — O vereador do PMDB é mencionado como um dos favoritos; Paulinho Graus — O vereador do PDT é um nome consistente; Wellington Peixoto — É bancado pelo deputado estadual Bruno Peixoto, seu irmão.
Senadores têm o poder de dar ao País a chance de voltar ao caminho da racionalidade política e econômica, o que só é possível com impeachment ou renúncia da petista
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Gustavo Bueno, Carlos Soares, Zander Fábio e Tatiana Lemos[/caption]
PT, PC do B e PEN apostam que coligação elege 4 vereadores em Goiânia. Favoritos: Carlos Soares — O vereador do PT é apontado como favorito; Gustavo Bueno — O jovem é filho do presidente do PT em Goiânia, deputado estadual Luis Cesar Bueno; Tatiana Lemos — A vereadora é a grande aposta do PC do B. É vista como “dona” de um eleitorado cativo (os integrantes do movimento pela casa própria); Zander Fábio — O vereador é o nome forte do PEN.
Prefeito Misael Oliveira, que vai à reeleição, se destaca diante da população. Outros candidatos apostam em projetos sobre segurança pública, saúde e educação
Especialista não tem dúvida em afirmar: ao retomar a varrição e coleta de lixo para a municipalidade, em 2005, o então prefeito causou prejuízo ao erário e levou à crise do lixo em 2014, que causa efeitos até hoje
Mesmo com maioria do eleitorado goiano, mulheres que concorrem ao cargo de prefeita nas cidades do Estado permanece muito abaixo do registro de homens na disputa nos municípios
O deputado federal e economista Giuseppe Vecci, do PSDB, até por ser uma formulador e não um burocrata, é cotado para assumir a Secretaria de Desenvolvimento (SED). Mas o governador Marconi Perillo confidenciou a alguns auxiliares e aliados político que o novo titular só deverá ser anunciado após o resultado eleitoral, em outubro. O objetivo é contemplar as novas forças políticas.
Se não for eleito prefeito de Goiânia, Vanderlan Cardoso é um dos nomes cotados para o cargo.
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Thiago Peixoto é destaque na Câmara | Foto: Alex Ferreira/ Câmara Federal[/caption]
O governador Marconi Perillo disse a um repórter do Jornal Opção que lamenta a saída do economista e deputado federal Thiago Peixoto de sua equipe. O tucano-chefe o percebe como um homem de ideias; acima de tudo, um formulador. Mas o jovem político queria e precisa partilhar a experiência da vida parlamentar, por isso deixou o governo e voltou para a Câmara dos Deputados.
Em Brasília, dada sua capacidade de articular e se movimentar, Thiago Peixoto está ampliando seu raio de atuação. O líder do PSD passou a integrar a comissão que debate o teto dos gastos e, segundo deputados de outros partidos, está se destacando por sua forte atuação em favor da responsabilidade fiscal.
Por seu conhecimento de economia, é economista por formação, e experiência no setor público — foi secretário da Educação, do Planejamento e de Desenvolvimento Econômico do governo de Goiás —, Thiago Peixoto começa a se destacar no Parlamento. Seus pares elogiam-no tanto pela competência técnica quanto por sua serenidade na exposição de seu ponto de vista e na contestação das ideias de seus oponentes. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o percebe como um interlocutor criativo. Na semana passada, participou de uma audiência coletiva e, depois, com uma reunião em separado com o czar da economia.
Em Goiânia, em decorrência da disputa para prefeito — apoia a candidatura de Francisco Júnior, do PSD —, Thiago Peixoto procura participar dos “debates construtivos”, aqueles que são de interesse público. O líder pedessista cobra que os postulantes ao cargo de prefeito firmem compromisso em defesa do Uber, que, como a literatura de James Joyce e Faulkner, veio para ficar, é incontornável, que se queira ou não. “O Uber é um avanço para a cidade, para a sociedade.”
Parte do grupo do deputado estadual Virmondes Cruvinel, do PPS, não vai acompanhá-lo no seu apoio à candidatura de Waldir Delegado Soares, do PR, a prefeito de Goiânia. Uma perguntinha que não quer calar: “Qual é a identidade política que Virmondes Cruvinel tem com Waldir Soares? Será que o deputado estadual vai passar a usar pistola e algemas?” De qualquer forma, apesar do equívoco de um político moderno ter se aliado ao político das algemas, os aliados dizem que têm o maior respeito por Virmondes Cruvinel.
Ao rejeitar a expulsão do deputado estadual Virmondes Cruvinel do PPS, contrariando boa parte do partido, o deputado federal Marcos Abrão, presidente do partido, demonstrou maturidade. Sobretudo, entendeu que não se faz política com o fígado e que não existe apenas uma eleição na vida de um político. Virmondes Cruvinel, como se sabe, decidiu não apoiar o candidato bancado pelo PPS para prefeito de Goiânia, Vanderlan Cardoso, do PSB. Mas não por interesses pecuniários, e sim porque sua mãe, Rose Cruvinel, uma médica de personalidade forte, aceitou ser vice de Waldir Delegado Soares. O jovem deputado é um político qualitativo. Isto é consenso.
Os candidatos do PMDB, Eronildo Valadares, e do PSDB, Pedro Fernandes, querem saber: onde Valdemar Lopes, candidato a prefeito de Porangatu pelo PRB, está “encontrando” tanto dinheiro para torrar na campanha? O vice de Valdemar Lopes é o vereador José Uilton, do PT. A aliança é bancada pelo deputado federal Rubens Otoni. O Ministério Público de Porangatu está de olho na campanha de Valdemar Lopes? Se não, deve ficar.
Filho de Valter e Vanda Melo, o tucano Rafaell Melo é apontado por aliados como favorito na disputa pela Prefeitura de Ceres. Seu adversário é Ademar José, do PMDB, que não é nenhuma galinha morta. Não há favas contadas m política.

