Total de candidaturas femininas continua a não condizer com realidade da sociedade goiana

Mesmo com maioria do eleitorado goiano, mulheres que concorrem ao cargo de prefeita nas cidades do Estado permanece muito abaixo do registro de homens na disputa nos municípios

Adriana Accorsi/Goiânia; Gracilene Batista/Niquelândia; Profª Adailza/S.M. do Araguaia; Zilda Lobo/Goiás; Vilma Cardoso/S.M. do Araguaia; Sônia Chaves/Novo Gama | Foto: Divulgação/ Reprodução

Adriana Accorsi/Goiânia; Gracilene Batista/Niquelândia; Profª Adailza/S.M. do Araguaia; Zilda Lobo/Goiás; Vilma Cardoso/S.M. do Araguaia; Sônia Chaves/Novo Gama | Foto: Divulgação/ Reprodução

Augusto Diniz

Goiás representa 3,23% da estimativa de população brasileira feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no ano de 2015. Com 204.450.649 habitantes em todo o Brasil, o território goiano tem desse total 6.610.681 moradores. De acordo com a Pesquisa Na­cional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE em 2013, as mulheres no Estado eram 3,229 milhões (50,02%) e os homens 3,226 mi­lhões (49,97%).

Essa maioria feminina na população também é evidenciada no eleitorado. No Brasil, 75.226.056 dos 144.088.912 eleitores são mulheres, o que representa 52,2% dos brasileiros que podem votar este ano. Já os homens são 47,72% dessa conta, com 68.767.634 eleitores. Ainda existem 95.222 brasileiros com título de eleitor que não tiveram o sexo informado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que somam 0,066% desse total.

No Centro-Oeste, que tem 8.609.321 eleitores, as mulheres são 4.438.219, o que chega a 51,55%. Os homens representam 48,44% do eleitorado da região, com 4.170.380 aptos a irem às urnas no dia 2 de outubro de 2016. Apenas 722 eleitores da região não têm o sexo informado (0,0084%).

Quando a conta chega em Goiás, o eleitorado feminino proporcional sobe com relação aos homens. São 2.325.613 eleitoras frente a 2.138.616 eleitores, o que aponta 52,09% para o lado feminino e 47,90% no masculino. Outros 213 eleitores constam nas estatísticas do TSE como sexo não informado, o que contabiliza apenas 0,0048% dos 4.464.442 eleitores nos municípios goianos em 2016.

Ao pegar esses números, é óbvio imaginar que as mulheres sejam maioria na disputa pelos 246 cargos de prefeito nas eleições desse ano. Não tenha tanta certeza. A lógica não é tão direta assim.

Solange Bertulino/Uruaçu; Selma Bastos/Goiás; Ludmila/Ipameri; Cleide do Gulla’s/Pires do Rio; Ellen de Lima/Piracanjuba; Dra. Flavia/Mineiros | Fotos: Divulgação/ Reprodução

Solange Bertulino/Uruaçu; Selma Bastos/Goiás; Ludmila/Ipameri; Cleide do Gulla’s/Pires do Rio; Ellen de Lima/Piracanjuba; Dra. Flavia/Mineiros | Fotos: Divulgação/ Reprodução

Eleições passadas

Nas eleições municipais de 2012, a última para prefeito, foram eleitos no dia 7 de outubro daquele ano 221 homens prefeitos e 25 mulheres prefeitas em Goiás. Esse resultado representa que apenas 11,31% das prefeituras goianas são administradas por políticas do sexo feminino. Os homens representam 88,69% dos prefeitos eleitos há quatro anos.

Em todo o Brasil no ano de 2012, os homens foram eleitos em 4.908 cidades brasileiras contra apenas 659 mulheres. Com isso, no início de 2013, 11,83% das prefeituras do País foram assumidas por mulheres e 88,17% por homens.

Nas duas últimas eleições municipais, o número de candidatas mulheres teve um pequeno salto positivo. Em 2008, os homens que disputaram o cargo de prefeito chegaram a 13.931, o que somou 87,48%, e as mulheres eram 1.745, com apenas 12,52% das prefeitáveis no Brasil.

Em 2012, esse número mudou em todo o País. Os candidatos homens a prefeito caíram para 13.710, que representou queda de 2,65 pontos porcentuais, com 84,83% dos prefeitáveis do sexo masculino. Já as mulheres saíram de 1.745 para 2.081, saindo dos 12,52% para chegar aos 15,17% quatro anos depois.

No Centro-Oeste, tivemos 1.116 candidatos a prefeito homens, na casa dos 87,37% em 2008, e mulheres concorrendo aos mesmos cargos eram 141, o que indicava 12,63% em toda a região. Esse número também sofreu uma mudança com o aumento de 2,24 pontos porcentuais em 2012 nas prefeitáveis femininas, que foram 165 na disputa pelos Executivos municipais (14,87%). Já os homens caíram para 85,13%, com menos 2,24 pontos, num total de 1.109 candidatos masculinos.

Em Goiás

No ano de 2008, as mulheres eram apenas 76 candidatas a prefeituras nas cidades goianas, o que representava 13,01% do total de candidaturas registradas. Os homens naquele ano foram 584 nas urnas, com 86,99%.

Esse número cresceu no lado feminino em 2012, mas caiu na avaliação proporcional. Se as mulheres candidatas à chefia do Executivo municipal subiu para 84 candidaturas, a porcentagem fechou em 12,245%, já que os homens também tiveram mais registros, com 602 candidatos e chegaram a 87,755% dos registros homologados há quatro anos.

E em 2016?

Até a última atualização acompanhada pelo Jornal Opção do sistema do TSE de Divulgação de Candi­daturas e Contas Eleitorais de 2016, o DivulgaCand 2016, concluído às 19h26 da sexta-feira, 26, foram confirmadas pelo Tribunal o registro de 16.313 candidaturas a prefeito em todo o Brasil para as eleições municipais de 2016.

Os homens, até aquela atualização, totalizavam 14.267 candidaturas a prefeito e as mulheres 2.046 registro homologados pela Justiça Eleitoral. Com 14,34% das prefeitáveis nesse ano até o momento, a participação feminina na disputa pelos Executivos municipais caiu 0,83 ponto porcentual com relação a eleição de 2012 em todas as cidades brasileiras.

No Centro-Oeste, estão registradas 1.149 candidaturas masculinas a prefeito e 157 femininas. São 13,66% de prefeitáveis femininas e outros 86,34% masculinos. A queda aqui foi de 1,21 ponto porcentual em relação há quatros anos, quando o percentual chegava a 14,87% dos registros homologados por mulheres para disputar a prefeitura de suas cidades na região.

Mesma queda em Goiás

Os homens, que eram 602 candidatos a prefeito nas 246 cidades goianas nas eleições de 2012, chegaram, até agora, a 612, com 12 registros homologados a mais e 87,94% das postulações paras os Executivos municipais em 2016. Mas não houve aumento no quantitativo de candidaturas femininas, que por enquanto estão mantidas nas 84, o mesmo número apresentado há quatro anos em Goiás.

O que registra uma queda de 0,18 ponto porcentual. As mulheres são hoje 12,06% das candidatas que concorrem às 246 prefeituras goianas neste ano. E nem são 84 os municípios que têm prefeitáveis do sexo feminino.

Nárcia Kelly/Bela Vista de Goiás; Mercia Tatico/S.L. Montes Belos; Marcia Candido/Goiatuba; Cida do Gelo/Alexânia; Professora Clarice/Acreúna; Cida Tomazini/Pires do Rio | Fotos: Divulgação/ Reprodução

Nárcia Kelly/Bela Vista de Goiás; Mercia Tatico/S.L. Montes Belos; Marcia Candido/Goiatuba; Cida do Gelo/Alexânia; Professora Clarice/Acreúna; Cida Tomazini/Pires do Rio | Fotos: Divulgação/ Reprodução

Menos de 30% dos municípios tem mulheres na disputa pela prefeitura

Abadiânia, Acreúna, Água Fria de Goiás, Alexânia, Alvorada do Norte, Americano do Brasil, Aparecida do Rio Doce, Aragarças, Araguapaz, Aurilândia, Baliza, Bela Vista de Goiás, Bonópolis, Buriti de Goiás, Buritinópolis, Cachoeira Dourada, Caldazinha, Catalão, Caturaí, Caçu, Corumbaíba, Cristianópolis, Crixás, Damianópolis, Diorama, Doverlân­dia, Edealina, Estrela do Norte, Faina, Formoso, Goiânia, Goiatuba, Goiás, Guarani de Goiás, Guaraíta, Guarinos, Ipameri, Israelândia, Ita­guari, Itaguaru, Itapirapuã, Itapuran­ga, Jandaia, Matrinchã, Maurilândia, Mimoso de Goiás, Minaçu, Mineiros, Montividiu do Norte, Mossâmedes, Niquelândia, Nova Roma, Nova Veneza, Novo Gama, Padre Ber­nar­do, Panamá, Petrolina de Goiás, Piracanjuba, Piranhas, Pires do Rio, Santa Fé de Goiás, Santa Isabel, Santa Rita do Araguaia, Santa Rosa de Goiás, Santo Antônio da Barra, Santo Antônio do Descoberto, Serranópolis, Silvânia, São João D’Aliança, São Luís de Montes Belos, São Miguel do Araguaia, Turvelândia, Uruaçu e Varjão.

Ler esse monte de nome dá uma impressão de que são muitas as que contam com candidatas mulheres. Mas a conta bate nos 29,67%. Essas 73 cidades citadas são as que têm prefeitáveis do sexo feminino em Goiás, outras 173 serão disputadas apenas por homens. As 2.325.613 eleitoras, que representam 52,09%, têm pouca participação como candidatas às prefeituras.

Na capital

A capital goiana, Goiânia, com estimativa em 2015 de 1.430.697 habitantes, têm sete candidatos a prefeito. Apenas uma, a delegada licenciada e deputada estadual Adriana Accorsi (PT), é mulher. Com isso, a capital tem 14,28% de representação do sexo feminino na disputa pela chefia do Executivo municipal.

E quanto mais se aumenta o número de cidades consultadas, mais a distância entre a participação masculina e feminina na disputa pelas prefeituras aumenta. As três maiores cidades goianas juntas têm 2.319.098 habitantes dos 6.610.681 de todo o Estado, o que dá 35,08% da população goiana. Goiânia, com seus 1.430.697 mo­ra­dores, tem sete candidatos. Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, chegou a 521.910 habitantes e conta com três prefeitáveis. E Anápolis tem 366.491 residentes e outros sete concorrentes ao Executivo municipal. Dos 17 candidatos a prefeito das três maiores cidades de Goiás pela sua população, apenas um tem uma candidata mulher.

Para a petista, a luta feminina por espaços tradicionalmente masculinos teve avanços. “Essa foi a minha escolha ao entrar para a Polícia Civil como delegada e ao me tornar deputada estadual.”

A candidata diz que as mulheres têm muito a contribuir nesse campo da sociedade. Ela afirma acreditar na honestidade da mulher como um ponto positivo. “Tanto mulheres como homens são iguais na sua capacidade, mas não chega a 10% no Brasil o número de mulheres eleitas” declara.

Segundo a candidata da coligação “Goiânia Vida e Paz”, formata pelo PT, PCdoB, PEN, PPL, PROS e PTdoB, o fato de ser mulher pesa na hora de se analisar a característica da gestão. “Goiânia nunca teve uma prefeita mulher em uma cidade que tem maioria de mulheres em sua população.”

Adriana aparece no quarto lugar nas pesquisas, mas diz que o início da propaganda eleitoral obrigatória no rádio e na TV, que começou na última sexta-feira, pode mudar um pouco essa situação. “Ainda há grandes desafios a serem enfrentados na capital, como o combate à cultura do machismo, a violência doméstica, a diferença salarial entre homens e mulheres, os espaços ocupados em cargos de decisão. A participação das mulheres é uma novidade, o que faz com que seja um aprendizado.”

Entre as dez maiores

Pelo mesmo critério, as dez maiores cidades goianas são Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde (207.296 habitantes), Luziânia (194.039), Águas Lindas de Goiás (187.082), Valpa­raíso de Goiás (153.255), Trindade (117.454), Formosa (112.236) e Novo Gama (106.677).

Juntas, as dez têm 3.397.137 habitantes, ou seja, 51,38% da população goiana. Os outros 236 municípios dividem os outros 48,62% dos moradores do Estado. Só esses maiores municípios têm 42 candidatos a prefeito. Sabem quantas são as mulheres entre os 42 registros? Apenas duas. A outra é a ex-deputada Sônia Chaves (PSDB), que concorre ao cargo em Novo Gama.

Nas 73 cidades goianas em que mulheres disputam a Prefeitura, o número de candidaturas masculinas somadas chega a 229 contra as 84 femininas. Só nesses municípios, a diferença é de 36,68% para as mulheres e 63,32% de registros dos homens aos postos de prefeitos.

Candidata em Mineiros, que tem 60.464 habitantes, a vereadora Dra. Flávia (SD), ou Flávia Re­sende Vilela, da coligação “Mi­neiros Solidário”, com PSD, PTC, PPS e DEM, disputa a prefeitura com o atual prefeito, Age­nor Rezende (PMDB), e outro ho­mem. Ela diz que a cidade tem “o poder concentrado na mão de poucos”. “É preciso combater o nepotismo e incentivar a participação popular na gestão. A mulher tem esse pode de trazer essa sensibilidade a mais para desenvolver políticas públicas voltadas para as famílias e seus filhos.”

Casos interessantes

Mesmo assim, alguns casos interessantes fogem à regra geral. Os dois que mais chamaram a atenção da reportagem são as disputas em Pires do Rio, cidade da Região Sul de Goiás que tem 30.703 habitantes. O município tem duas candidaturas ao Executivo municipal registradas, as duas de mulheres: a prefeita Cida Tomazini (PSDB) e Cleide do Gulla’s (PP). Na tentativa da reeleição, Cida está na coligação “Por Amor a Pires do Rio”, que tem os partidos PSDB, PHS, PTB, PSDC, PCdoB, PTdoB, PSL, PPS e PROS. Já Cleide faz parte da aliança PP, DEM, PRTB, PTN, PRB, SD, PSD, PMDB e PT na coligação “Agora É a Vez do Povo”.

Em Santa Isabel, com 3.836 habitantes no Vale do São Patrício, as duas candidatas também são mulheres. Cássia Dourado (PSDB) se aliou ao PTB na coligação “Juntos de Mãos Dadas Com o Povo, Sempre Trabalhando Por Você”. Já Eumi (PP), ou Eumitar Maria de Freitas, faz parte da aliança PP, PMDB, PR, DEM e PSD que recebeu o nome “Renovação, Transparência e Igualdade Para Todos”.

Na Região Metropolitana, uma candidata de Bela Vista de Goiás, cidade com 27.628 habitantes, propõe uma campanha limpa no município. Da coligação “Fazer Mais Por Bela Vista”, a advogada e vice-prefeita Nárcia Kelly (PTB) disse que não fará comícios, usará fogos de artifício, carros de som ou carreatas. “Sou contra o abuso de poder, quero fazer uma campanha econômica e que não incomode os moradores.”

Ela foi eleita em 2008 a terceira vereadora mulher da história de Bela Vista. Em 2012, Nárcia se tornou a terceira vice-prefeita mulher da cidade. “Quero ser a primeira prefeita mulher da história de Bela Vista de Goiás. A mulher precisa participar desse processo de mudança. Bela Vista ainda é uma cidade muito machista”, pontua.

Nome de candidata/ Cidade

  • Leda Almada (PSDB) Abadiânia
  • Professora Clarice (PV) Acreúna
  • Sarah Martins (PDT) Água Fria de Goiás
  • Cida do Gelo (PSDB) Alexânia
  • Iolanda (PSDB) Alvorada do Norte
  • Suelí (PTB) Americano do Brasil
  • Dona Francisca (PSB) Aparecida do Rio Doce
    Bruna (PT) Aragarças
  • Marcia Bernardino (PMDB) Araguapaz
  • Cida (PSDB) Aurilândia
  • Fernanda (PTB) Baliza
  • Nárcia Kelly (PTB) Bela Vista de Goiás
  • Bete do Edilberto (PSDB) Bonópolis
  • Dra. Átila (PSDB) Buriti de Goiás
  • Ana Paula (PSDB) Buritinópolis
  • Cida Faria (PP) Cachoeira Dourada
  • Dra. Natalia (PRB) Cachoeira Dourada
  • Solange Gouveia (PSDB) Caldazinha
  • Camila Campos (PSOL) Catalão
  • Divina Zago (PDT) Caturaí
  • Ana Cláudia (PMDB) Caçu
  • Wiwian Carneiro (PMDB) Corumbaíba
  • Waléria Ulhôa (PMDB) Cristianópolis
  • Marcia Adriana (PRP) Crixás
  • Cleia (PMDB) Damianópolis
  • Valeria Ferreira (PT) Diorama
  • Zildinha (PMDB) Doverlândia
  • Cristina (DEM) Edealina
  • Rosa (PTC) Estrela do Norte
  • Lurdinha (PSB) Faina
  • Alessandra (PSDB) Formoso
  • Adriana Accorsi (PT) Goiânia
  • Marcia Candido (PSDB) Goiatuba
  • Professora Selma Bastos (PT) Goiás
  • Zilda Lobo (PP) Goiás
  • Cida (PSC) Guarani de Goiás
  • Adna (PTB) Guaraíta
  • Ana Maria (PSD) Guarinos
  • Daniela (PSDB) Ipameri
  • Ludmila (PR) Ipameri
  • Miriã Dantas (PSDB) Israelândia
  • Iolanda (PSD) Itaguari
  • Rosângela (DEM) Itaguari
  • Célia Pires (DEM) Itaguaru
  • Zelia (PP) Itapirapuã
  • Celia Morais (PMDB) Itapuranga
  • Milena (PMDB) Jandaia
  • Claudia (PTN) Matrinchã
  • Marlene (PTC) Matrinchã
  • Edjane (PSDB) Maurilândia
  • Dra. Rosana (PP) Mimoso de Goiás
  • Miriã (PROS) Mimoso de Goiás
  • Neuza (PMDB) Minaçu
  • Dra. Flávia (SD) Mineiros
  • Cirinha da Farmácia (PTB) Montividiu do Norte
  • Marta Caetano (PROS) Mossâmendes
  • Gracilene Batista (PR) Niquelândia
  • Mírian (PSDB) Nova Roma
  • Patricia (PSDB) Nova Veneza
  • Sônia Chaves (PSDB) Novo Gama
  • Doutora Aline (PDT) Padre Bernardo
  • Rachel Moura (PSDB) Panamá
  • Rejane (PMDB) Panamá
  • Professora Magda (PMDB) Petrolina de Goiás
  • Ellen de Lima (PSB) Piracanjuba
  • Doutora Jamile (PHS) Piranhas
  • Cida Tomazini (PSDB) Pires do Rio
  • Cleide do Gulla’s (PP) Pires do Rio
  • Lia (PSB) Santa Fé de Goiás
  • Cassia Dourado (PSDB) Santa Isabel
  • Eumi (PP) Santa Isabel
  • Tania Salgueiro (PSD) Santa Rita do Araguaia
  • Leila Cesar (PSDB) Santa Rosa de Goiás
  • Leide (PMDB) Santo Antônio da Barra
  • Estela Souza (PR) Santo Antônio do Descoberto
  • Jane Aurea (DEM) Serranópolis
  • Gilda Naves (PP) Silvânia
  • Débora (PR) São João D’Aliança
  • Mercia Tatico (PTB) São Luís de Montes Belos
  • Profª Adailza (PSC) São Miguel do Araguaia
  • Vilma Cardoso (PR) São Miguel do Araguaia
  • Reila Naves (PMDB) Turvelândia
  • Solange Bertulino (PMDB) Uruaçu
  • Juliana Rassi (PTB) Varjão

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