Ao rejeitar a expulsão do deputado estadual Virmondes Cruvinel do PPS, contrariando boa parte do partido, o deputado federal Marcos Abrão, presidente do partido, demonstrou maturidade. Sobretudo, entendeu que não se faz política com o fígado e que não existe apenas uma eleição na vida de um político.

Virmondes Cruvinel, como se sabe, decidiu não apoiar o candidato bancado pelo PPS para prefeito de Goiânia, Vanderlan Cardoso, do PSB. Mas não por interesses pecuniários, e sim porque sua mãe, Rose Cruvinel, uma médica de personalidade forte, aceitou ser vice de Waldir Delegado Soares.

O jovem deputado é um político qualitativo. Isto é consenso.