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Importantes projetos implantados por Nion Albernaz e Darci Accorsi foram encerrados pelo peemedebista e fica claro, agora, que a cidade precisa retomá-los se quiser promover maior igualdade no meio de sua variada população
Dica de um político experimentado, de cabeça fria e que não milita em Pirenópolis: “A briga no município, que impede que a base banque apenas um candidato, pode acabar contribuindo para eleger João do Léo, do DEM, para prefeito. Será que o tucano-marconismo vai contribuir para a vitória de um candidato bancado por Ronaldo Caiado e que, em 2018, vai ajudá-lo com palanque e financeiramente, se eleito?”
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Foto: André Costa[/caption]
Comenta-se que o presidente regional do PMDB, deputado federal Daniel Vilela, não participa da campanha de Iris Rezende, concentrando-se no interior, porque não estaria preocupado com as lutas políticas de Goiânia. “Não procede”, garante o vice-prefeito da capital, Agenor Mariano.
“Daniel tem ajudado na campanha de Iris, colocando o diretório estadual à sua disposição. Porém, como dirigente máximo do partido, precisa prestar assistência aos nossos mais de 100 candidatos a prefeito no interior. De uma coisa não se pode acusá-lo: de deslealdade”, afirma Agenor Mariano.
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Foto: Jornal Opção[/caption]
Não há a menor de que em Aparecida de Goiânia há dois fenômenos. Primeiro, o prefeito Maguito Vilela, do PMDB, que é uma espécie de deus laico para os aparecidenses. Segundo, o candidato a prefeito pelo PMDB, o vereador Gustavo Mendanha.
Gustavo Mendanha começou muito em embaixo, mas, aos poucos, foi subindo e, de repente, disparou. Parece que, a partir de determinado momento, os eleitores conseguiram identificá-lo integralmente com Maguito Vilela. Quanto mais a identificação é ressaltada, mais o peemedebista cresce.
No momento, é certo que Gustavo Mendanha irá para o segundo turno. Portanto, a discussão é outra. Quem vai enfrentá-lo? Primeiro, Marlúcio Pereira, do PSB, ou Alcides Ribeiro, do PSDB. Segundo, haverá mesmo segundo turno?
A questão é: se mantiver o crescimento acelerado, Gustavo Mendanha tem chance de, em oito dias, liquidar a fatura no primeiro turno. As pesquisas de intenção de voto mostram que o peemedebista cresce a partir dos votos dos indecisos, mas também retirando votos de seus adversários, o que prova que estes são extremamente vulnerários, porque seus eleitorados são voláteis, quer dizer, podem trocar de candidato, e estão trocando.
Capitão Wayne, Marcelo Augusto e Vanderlan Renovato são as três grandes apostas do PHS para vereador em Goiânia. Os três políticos do PHS são experientes e conhecem o eleitorado de Goiânia como poucos. O partido aposta que fará pelo menos três vereadores. Todos estão empenhados na eleição de Vanderlan Cardoso para prefeito de Goiânia.
Investimentos em inteligência, integração policial, valorização do servidor e comunicação são as estratégias adotadas pelo vice-governador na pasta
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Fabiano da Saneago[/caption]
Não procede a história de que o prefeito de Nerópolis, Fabiano ex-Saneago, do PSDB do DEM, vai renunciar à candidatura à reeleição. Ele se mantém na disputa.
Fabiano ex-Saneago, o mais caiadista dos tucanos de Goiás, não é o favorito. Dada sua administração apontada como desastrosa, o favorito é o ex-prefeito Gil Tavares, do PRB, que conta com um vice, o dr. Luiz Alberto, considerado de “alto nível”.
O deputado José Nelto, do PMDB, e o senador Ronaldo Caiado, do DEM, além do marqueteiro Jorcelino Braga, são os principais orientadores da campanha de Fabiano ex-Saneago — cujo vice, Wendell Araújo, é do PMDB.
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Eronildo Valadares[/caption]
Tucanos de Porangatu afirmam que o prefeito Eronildo Valadares, do PMDB, estaria pressionando funcionários da ativa e aposentados — exigindo que votem nele.
Aliados de Eronildo Valadares admitem que o prefeito está em segundo lugar nas pesquisas, atrás do tucano Pedro Fernandes, mas asseguram que, com muito trabalho, pode superá-lo.
Pedro Fernandes faz uma campanha modesta, contra os milhões de Eronildo Valadares (dono de um patrimônio, declarado, de 24 milhões de reais), mas lidera as pesquisas sérias e, até, as não sérias.
Mas quem conversa com o candidato do PMDB fica com a impressão de que será eleito. Ou Eronildo Valadares sabe alguma que se pode chamar do pulo do gato ou se tornou um autêntico nefelibata.
Bancado por Antônio Gomide, um verdadeiro general eleitoral, o prefeito de Anápolis, João Gomes, do PT, permanece em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto. Mas aliados de Roberto do Orion garantem que o petebista, “que deve ir para o segundo turno”, pode ser “a maior surpresa eleitoral do município”. Carlos Antônio, o postulante do PSDB, aposta que será o rival de João Gomes. Motivo: sua aliança política seria consistente. Ressalte-se que Anápolis tem o hábito de testar o novo. O candidato do PSDC, o ex-prefeito Ernani de Paula, frisa que o eleitor de Anápolis só se define integralmente 72 horas antes da eleição.
Candidato a vereador pelo PMDB em Goiânia, Ormando Pires discorda de parte de reportagem de capa do Jornal Opção publicada na semana passada, “Golden boys de Iris Rezende são responsáveis por equívocos da gestão de Paulo Garcia”. “Não fui indicado pelo PMDB, por Iris Rezende ou pelo vice-prefeito Agenor Mariano para dirigir a Comurg. Na verdade, minha indicação foi puramente técnica. Sou funcionário da Comurg, há 29 anos, e o professor Osmar Magalhães, do PT, me ligou e perguntou se eu queria assumir. Além disso, eu era filiado ao PT, não ao PMDB”, afirma Ormando Pires. “O vice-prefeito Agenor Mariano é meu parente, mas ele sugeriu que eu não assumisse o cargo, dado o desgaste da gestão do prefeito Paulo Garcia”, diz Ormando Pires.
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Foto: Divulgação[/caption]
O deputado federal Sandes Júnior (PP) e o presidente do PSD em Goiás, Vilmar Rocha, em ocasiões diferentes, disseram praticamente o mesmo: “Em Rio Verde, o eleitor vai optar pela renovação e, também, pelo político que tem mais experiência. Deputado federal no segundo mandato, Heuler Cruvinel tem excelente tráfego político em Brasília, tem o apoio do governador Marconi Perillo em Goiás e quase toda a bancada de deputados federais o avaliza”.
No dia 2 de outubro, à noite, Sandes Júnior e Vilmar Rocha dizem que estarão comemorando a vitória de Heuler Cruvinel. E o Paulo, do PMDB? “Vai para o Vale”, brinca Vilmar Rocha.
Crise aponta para necessidade de aperfeiçoamento mais que precisa na gestão empresarial, em suas diversas áreas, para encontrar soluções no mercado
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Vinicius Luz e Victor Priori:[/caption]
Candidato a prefeito de Jataí pelo PSDB, Vinicius Luz, diz que, ao dizer que a Perdigão iria ser reaberta no município, sendo desmentido de maneira peremptória pela direção da empresa, o candidato do DEM, Victor Priori, “deu um tiro no pé”.
“O que se espera de um político que vai governar os destinos de milhares de pessoas? Que seja competente, criativo e não minta para as pessoas. Victor Priori não levou a sério a população de Jataí. A revolta é geral na cidade”, afirma Vinicius Luz.
Aliados de Victor Priori afirma que o recém-democrata continua na liderança nas pesquisas de intenção de voto. Mas o fato é que a aliança democrata-peemedebista teme mesmo uma virada eleitoral em Jataí. “Vou ganhar a eleição”, sustenta Vinicius Luz.
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Ministro da Saúde, Ricardo Barros, e o secretário da Saúde do Tocantins, Marcos Musafir: na pauta, mais recurso para o Estado[/caption]
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, recebeu na quarta-feira, 21, o secretário de Saúde do Tocantins, Marcos Musafir, e o chefe do Escritório de Representação em Brasília, Renato de Assunção, para tratar sobre a necessidade de aumento nos recursos do Teto MAC. A verba é repassada mensalmente pelo Ministério aos Estados, destinada especificamente ao custeio de serviços de alta e média complexidade oferecidos pelos hospitais públicos.
O secretário Marcos Musafir reforçou ao ministro que 95% dos cidadãos são atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), no Estado do Tocantins. Também foi apresentado que o Tocantins investe atualmente 28% de suas receitas próprias na saúde pública, o maior índice entre todos os Estados. “Nós temos uma realidade em volume de atendimentos no SUS diferente de outros Estados e esse é um dos motivos entre os quais nos baseamos para pedir prioridade no aumento dos recursos do Teto MAC”, afirmou.
Ricardo Barros esclareceu que, como fruto de ações estratégicas no sentido de gerar economia, atualmente, o ministério dispõe dos recursos financeiros para atender a demanda, no entanto, não há orçamento disponível. Barros explicou que o ministério está trabalhando para resolver esse entrave orçamentário que impede o atendimento imediato. Um pedido de crédito suplementar será encaminhado ao Congresso Nacional para suprir essa demanda, que não é uma necessidade apenas do Tocantins.
Durante o encontro, o secretário Marcos Musafir apresentou ao ministro todas as medidas que o Tocantins tem tomado para ampliar e melhorar o atendimento nos hospitais estaduais. O ministro reconheceu a seriedade e a responsabilidade das medidas da gestão. Em sua análise, não encontrou motivos que determinassem a necessidade da realização de uma auditoria do Ministério da Saúde no Estado do Tocantins.
A reunião também tratou das emendas parlamentares impositivas para área da Saúde, referentes ao ano de 2015. O ministro garantiu que serão liberadas logo após o período eleitoral e recomendou que os Estados trabalhem com as suas bancadas no Congresso Nacional para que as emendas a serem apresentadas ao Projeto de Lei Orçamentária para 2017 sejam destinadas às ações de custeio, a fim de garantir o atendimento da crescente demanda da sociedade tocantinense.
O governo do Tocantins avançou nas negociações com os sindicatos que compõem o Movimento de União dos Servidores Públicos Civis e Militares do Estado do Tocantins (Musme) e atendeu a uma das principais reivindicações das categorias: o implemento do valor integral da data-base 2016. De acordo com a proposta governamental, ela será dividida em três parcelas em 2017. Em janeiro, 2% de implemento, o que corresponde a um impacto de R$ 62.538.34,46 na folha. A segunda parcela de mais 2% em maio, seguida de 5,83 % para o mês de outubro. Outra reivindicação atendida foi a redução da jornada de trabalho para seis horas diárias corridas a partir de outubro próximo. A reunião ocorreu na segunda-feira, 19, no Palácio Araguaia, com a presença dos líderes sindicais e com o secretário-geral de Governo e Articulação Política e presidente do Grupo Gestor, Livio Luciano Carneiro de Queiroz, o secretário de Estado da Administração, Geferson Barros, e o secretário de Estado da Comunicação Social, Rogério Silva. “Reiteramos a proposta apresentada e o governo vai cumprir, pois já viabilizou mecanismos de fazer enxugamentos, como a desoneração da folha em 20%, e com isso terá a receita disponível para fazer face ao que foi proposto aos sindicatos”, explicou Livio Luciano. Segundo Livio, o governo avançou no fato de que o porcentual final de 5,83 % está garantido para outubro de 2017. “Na proposta original, ela estaria condicionada ao governo estar gastando dentro do Limite de Responsabilidade Fiscal (LRF), mas pontuamos que iremos trabalhar para que estejamos dentro dos 49% o mais breve possível, conforme exige a LRF, portanto, já garantimos de antemão os 5,83% aos servidores públicos”, frisou. Os sindicatos voltarão a se reunir com a categoria para análise da proposta e após as deliberações voltarão a se reunir com o governo.

