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Governo anuncia reajustes para a merenda escolar

Aumento no valor do repasse feito pelo Pnae aos municípios beneficiará 41 milhões de estudantes em todo o Brasil

Diabéticos cobram promessa de campanha de Iris de regularizar entrega de insulina

Na Câmara, representante de associação lembrou que prefeito deu sua palavra e agora retarda resolução do problema

Quatro são presos em flagrante em operação contra pornografia infantil na internet

Investigação da Polícia Federal cumpriu mandados em Goiânia, Aparecida de Goiânia e Senador Canedo

Jack Nicholson deixa “aposentadoria” para voltar ao cinema

Segundo a revista "Variety" o ator foi contratado para a nova versão de "Toni Erdmann"   [caption id="attachment_86674" align="alignleft" width="300"] Jack Nicholson deve protagonizar a nova versão de "Toni Erdmann" | Foto: Vera Anderson/WireImage)[/caption] Jack Nicholson, que não atua em um filme desde a comédia romântica "Como você sabe", de 2010, deve voltar ao cinema em nova versão de "Toni Erdmann", filme alemão indicado ao Oscar de Melhor filme em língua estrangeira neste ano. Para muitos, Nicholson estaria aposentado, mas informações da revista "Variety" garantem que o ator será o protagonista da nova versão do filme, a ser produzida pelo estúdio Paramount Pictures, que adquiriu os direitos cinematográficos da produção alemã. "Toni Erdmann" é um filme da escritora e diretora Maren Ade, que será produtora executiva ao lado de Jonas Dornbach e Janine Jackowski. Adam McKay, diretor de "A grande aposta" (2015), será um dos produtores do projeto ao lado de Will Ferrell e Jessica Elbaum. Ainda não há diretor escalado. O filme é um dos favoritos ao Oscar de melhor filme estrangeiro e se tornou uma sensação internacional desde sua estreia no festival de Cannes, em maio de 2016. "Toni Erdmann" será exibido na 10ª Mostra o Amor, a Morte e as Paixões.

Juquinha das Neves, esposa e filho são condenados por formação de quadrilha

Entendimento da Justiça é de que família de ex-presidente da Valec se beneficiou de superfaturamento das obras da Ferrovia Norte-Sul

Vídeos mostram momento em que índio desce do ônibus e joga objeto contra o veículo

Segundo PRF, o condutor do ônibus que ia de Uberlândia a Goiânia afirma que Sancler implorou para descer e estava incomodando diversos passageiros

Estudo mostra que Goiás está entre os estados com menor recuo no PIB durante a crise

Pesquisa aponta que, após forte recessão, País voltará a crescer, e que Goiás registrará incremento acima da média nacional em seu Produto Interno Bruto em 2017

Marconi propõe substituição de regime semiaberto por sistema de monitoramento

Governador afirma que Estado está buscando soluções para reduzir índices de violência e evitar aumento da tensão no sistema penitenciário

Presidente diz que não vê problema em investigado ocupar cargo de confiança na Comurg

Denes Pereira minimizou fato do diretor de Operações, Ormando José Pires, ter tido bens bloqueados pela Justiça em suposto esquema de funcionários fantasmas

Aécio Neves anuncia desfiliação de Alexandre de Moraes do PSDB

Presidente nacional do PSDB comunicou que recebeu o pedido de desfiliação do ministro licenciado da Justiça, indicado nesta segunda-feira (6) para o STF pelo presidente Temer

Em carta a Moro, Cunha diz que tem “aneurisma como o de Dona Marisa” e pede liberdade

Defesa alegou que ex-deputado do PMDB necessita de cuidados especiais que não seriam possíveis no Complexo Médico Penal de Pinhais

Bolsonaro aproveita crise no ES para pedir armamento de “cidadãos de bem”

Em vídeo no Facebook, deputado cita PT e PSDB como responsáveis pela atual política de desarmamento do País

Projeto quer cancelar CNPJ de empresas que venderem produtos do trabalho escravo

Proposta é do ex-senador Vital do Rêgo e está na Comissão de Assuntos Sociais, com relatoria do senador Romero Jucá (PMDB)

O centenário da estreia de Manuel Bandeira como poeta

Aos caríssimos navegantes que aportam aqui no Opção Cultural: a “Terça poética” está de volta. Mas agora com algumas novidades. [caption id="attachment_86648" align="alignleft" width="620"] Manuel Bandeira estreou na poesia em 1917, com a publicação de "A Cinza das Horas" | Imagem: frame do filme "O Poeta do Castelo" (1959), de Nelson Pereira dos Santos[/caption] Continuaremos a publicar poemas inéditos daqueles que quiserem divulgar a sua produção, ficando aqui o convite para que o façam. É só enviar para este e-mail: [email protected]. Mas além da publicação de inéditos, a “Terça Poética” também contará com textos sobre poesia, isto é, comentários críticos, resenhas de autores clássicos e novos, ensaios sobre as formas poéticas, história da poesia, poesia e filosofia, etc. Portanto, aqueles que também quiserem divulgar seus escritos sobre algum poeta, um livro específico de ou sobre poesia ou mesmo acerca de um único poema, é só enviar para o mesmo e-mail. Pois bem, para recomeçarmos bem a “Terça poética”, nada melhor que dar destaque àquele é considerado por muitos se não o maior poeta brasileiro ou menos o que mais teve domínio do verso, da cultura e da tradição poéticas como um todo: Manuel Bandeira. “Esta pouca cinza fria...”: centenário de A Cinza das Horas O pernambucano Manuel Bandeira (1886-1968), como muitos poetas brasileiros de renome, foi atacado pela tuberculose, na juventude. Como forma de tratamento da enfermidade, Bandeira fixou-se na Europa, em junho de 1913, especificamente na Suíça, em um sanatório na região de Clavadel, perto de Davos-Platz. Por esse motivo, os que estudam o poeta sempre o associam às personagens do romance A Montanha Mágica, de Thomas Mann. Bandeira só retornaria ao Brasil em outubro do ano seguinte, tendo visto, antes disso, o irromper da apocalíptica Primeira Guerra Mundial. Fato é que este período contribuiu, em dada medida, para que Bandeira concentrasse em seu livro de estreia, A Cinza das Horas, publicado em 1917, certo ar soturno, com versos produzidos por um coração “que ardeu... em gritos dementes”, sendo que das “horas ardentes” só restou “esta cinza fria/ – Esta pouca cinza fria...”, como está escrito na Epígrafe do livro. Apesar de, a posteriori, Bandeira ter registrado em seu Itinerário de Pasárgada que nada tinha mais a dizer dos versos de A Cinza das Horas, senão “que ainda me parecem hoje, como pareciam então, não transcender da minha experiência pessoal, como se fossem simples queixumes de um doente desenganado, coisa que pode ser comovente no plano humano, mas não no plano artístico”, estes versos merecem ainda ser lidos e relidos. O primeiro dos poemas, “Desencanto”, já traz a tônica principal da obra: DESENCANTO Eu faço versos como quem chora De desalento... de desencanto... Fecha o meu livro, se por agora Não tens motivo nenhum de pranto. Meu verso é sangue. Volúpia ardente... Tristeza esparsa... remorso vão... Dói-me nas veias. Amargo e quente, Cai, gota a gota, do coração. E nestes versos de angústia rouca Assim dos lábios a vida corre, Deixando um acre sabor na boca. – Eu faço versos como quem morre. Teresópolis, 1912 Destaco também o soneto “A Antônio Nobre”, dedicado ao poeta romântico português Antônio Pereira Nobre (1867-1900) que, curiosamente, esteve em Clavadel, em 1895 – antes que o lugar recebesse em seus domínios um sanatório, e lá escreveu também um soneto, intitulado “Ao cair das folhas”. O irônico é que Nobre morreu de tuberculose. Abaixo os dois sonetos. O primeiro, de Bandeira, e o segundo, de Nobre. A ANTÔNIO NOBRE Tu que penaste tanto e em cujo canto Há a ingenuidade santa do menino; Que amaste os choupos, o dobrar do sino, E cujo pranto faz correr o pranto: Com que magoado olhar, magoado espanto Revejo em teu destino o meu destino! Essa dor de tossir bebendo o ar fino, A esmorecer e desejando tanto... Mas tu dormiste em paz como as crianças. Sorriu a Glória às tuas esperanças E beijou-te na boca... O lindo som! Quem me dará o beijo que cobiço? Foste conde aos vinte anos... Eu, nem isso... Eu, não terei a Glória... nem fui bom. AO CAIR DAS FOLHAS Pudessem suas mãos cobrir meu rosto, fechar-me os olhos e compor-me o leito, quando, sequinho, as mãos em cruz no peito, eu me for viajar para o Sol-posto. De modo que me faça bom encosto o travesseiro comporá com jeito. E eu tão feliz! – Por não estar afeito, hei-de sorrir, Senhor, quase com gosto. Até com gosto, sim! Que faz quem vive órfão de mimos, viúvo de esperanças, solteiro de venturas, que não tive? Assim, irei dormir com as crianças quase como elas, quase sem pecados… E acabarão enfim os meus cuidados.      

100 melhores diretores de cinema dos últimos 25 anos. Richard Linklater é o 1º da lista

São listados Mike Leigh, Jafar Panahi, os irmãos Dardenne, os irmãoss Coen, Hirokazu Koreeda, Steven Spielberg, Martin Scorsese, Pedro Almodóvar e Werner Herzog. Brasileiro é o 87º