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Sergio Zveiter (RJ) entregou pedido de desfiliação ao partido
Durante solenidade em Mato Grosso, presidente exaltou conquistas de seu governo
Município comandando por prefeito do PMDB recebeu R$ 1 milhão e 500 mil para pavimentar ruas de terra
Sead, do governo federal, destinou R$ 36 milhões. Recurso promoverá o acesso de 300 famílias à terra e ainda a emissão de 4 mil títulos de propriedade
Manifestação deixou trânsito bastante lento na região próxima ao shopping Passeio das Águas
O deputado distrital Juarezão (PSB-DF) sempre se mostrou ser um homem de fé, e isso tem se mantido mesmo após ter ingressado na vida política. Quem o conhece sabe que todos os anos ele abre mão dos seus compromissos para visitar o Santuário Diocesano Nossa Senhora d’Abadia de Muquém, onde dedica tempo a sua fé.
E neste ano não foi diferente, porém o deputado preocupado em não causar prejuízo ao erário público pediu uma licença não remunerada. O que podemos perceber com tal ato é que Juarezão mostrou seus valores cristãos nos pequenos gestos, já que optou por preservar a sua fé e também os seus deveres como legislador.
E aos outros deputados fica o recado, fica o recado que tal seguir o exemplo do colega. Cada um tem o direito de seguir a sua fé, desde que isso não interfira e não atrapalhe em seu desempenho. Parabéns, Juarezão!
Autor da lei, Francisco Jr. tem visitado secretarias e associações convidando para sessões sobre novas normas
Plataforma digital conecta donos de imóveis e viajantes para aluguéis temporários e está presente em 191 países
Prêmio foi concedido pela Revista Época e pelo Instituto Doar
Orlando Amaral evidencia crise no ensino superior federal e diz que é necessária liberação integral dos limites de custeio e de capital
Segundo investigação, a administração municipal tinha equipamento necessário para realizar o serviço. Licitação feita no ano passado é alvo de investigação
A Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF) recebeu as 145 novas viaturas, que custaram R$ 100 mil cada. Mas os carros não estão sendo usados no patrulhamento por estarem estacionados ‘em exibição’ em locais que a corporação diz serem estratégicos. A PM afirma que a exibição serve para aumentar a segurança e que as rondas e operações táticas continuam. No entanto, as novas viaturas estão proibidas de atenderem aos chamados do 190, segundo uma ordem de serviço da própria corporação. As exceções seriam situações “extremamente graves” e as ocorrências que acontecerem no campo de visão dos PMs que estiverem nos carros parados. O documento inclui ainda outras instruções, como a estética para a exibição das viaturas. Elas precisam ficar com a sirene luminosa ligada e com, pelo menos, um militar de colete reflexivo do lado de fora do veículo.
A Prefeitura de Alexânia está apoiando a iniciativa de implantação de vinícolas na cidade. Segundo a assessoria de comunicação, a iniciativa pretende mostrar aos agricultores os ensinamentos das práticas utilizadas nas vinícolas, para que elas sejam usadas numa possível produção na cidade.
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Foto: Dênio Simões/ Agência Brasília[/caption]
O governo do DF regulamentou a cobrança da Contrapartida de Mobilidade Urbana (CMU) na capital federal.
Com a medida, a taxa criada para substituir o Relatório de Impacto de Trânsito (RIT) e destinada a empreendimentos imobiliários torna-se mais cara. A conta dessa burocracia tem destino certo: o consumidor. Os valores da CMU são embutidos no preço de imóveis vendidos no DF.
A alíquota, que desde o ano passado estava fixa em 0,5% do valor total da construção, passa a variar entre 0,5% e 1,5% do montante final, dependendo do impacto causado ao tráfego da região. Ou seja, antes, a obra de um edifício que custou R$ 20 milhões teria CMU calculada em R$ 100 mil.
Agora, a taxa pode chegar a R$ 300 mil.A cobrança da CMU é um reflexo da Lei Distrital n° 5.632, sancionada pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB) em março do ano passado.
Até a edição da norma, os responsáveis por cada empreendimento imobiliário construído no DF eram obrigados a produzir um Relatório de Impacto de Trânsito, que analisava os efeitos do projeto no tráfego local. Além disso, precisavam fazer, com recursos próprios, as adequações necessárias para reduzir os transtornos na área.
Meta do governo é concluir o ano com a liberação de 100% do limite de custeio, como ocorreu no ano passado


