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Jalles Fontoura | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O empresário e político Jalles Fontoura, do PSDB, não vai disputar mandato eletivo em 2018. Mesmo assim, estaria disposto a deixar a presidência da Saneago, em dezembro. Neste mês, todos aqueles auxiliares do governador Marconi Perillo que pretendem ser candidatos deverão deixar o governo.
Jalles Fontoura, se deixar a Saneago, pode retomar parte do comando dos negócios da família, hoje dirigidos por Otavinho Lage.
Frise-se que, apesar da crise hídrica, o governador Marconi Perillo aprova o trabalho de Jalles Fontoura no comando da Saneago.
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Arquivo[/caption]
O prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), já conversou com o ministro das Cidades, o goiano Alexandre Baldy.
O secretário das Cidades de Goiás, Vilmar Rocha (PSD), até agora não pediu audiência ao ministro Alexandre Baldy. O governador Marconi Perillo (PSDB) espera que seu auxiliar acerte os ponteiros com o auxiliar do presidente Michel Temer.
A questão é ele provavelmente não quer absorver o desgate do prefeito Iris Rezende
Se a equipe econômica tivesse conseguido, além de acabar com a recessão, acelerar pra valer o crescimento, o ministro seria o candidato ideal do centro. Do jeito que está não vai dar
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Arquivo[/caption]
Especialistas dizem que pesquisas qualitativas sugerem que Ronaldo Caiado, pré-candidato do DEM a governador de Goiás — e líder nas pesquisas de intenção de voto —, pode repetir o fenômeno Celso Russomanno, em São Paulo, e Waldir Delegado Soares, em Goiânia. Começa bem e desidrata pelo caminho.
Ao contrário do PT, o tucanato não tem ligação com os movimentos sociais, e por isso um candidato insosso como Alckmin precisa de maciço apoio político
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Reprodução/Facebook[/caption]
Copiando a ex-presidente Dilma Rousseff, o PT de Goiás, na sua propaganda na televisão, apresentou a professora Kátia Maria dos Santos, sua presidente regional, como “presidenta”.
Kátia Maria é um dos bons nomes do PT de Goiás. É ligada ao deputado federal Rubens Otoni.
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Arquivo[/caption]
De um democrata instalado no Congresso Nacional: “O senador Ronaldo Caiado, embora discreto, não esconde o ciúme da amizade entre o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB)”.
Ronaldo Caiado, segundo seu correligionário, teria reclamado para os principais líderes do DEM, em Brasília, que Rodrigo Maia prestigia seu maior adversário em Goiás. “Os democratas ouviram com cara de enfado.”
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Arquivo[/caption]
O presidente do PHS, Eduardo Machado, é cada vez mais citado para assumir a Secretaria de Governo da equipe do governador Marconi Perillo. Ele é cotado para substituir Tayrone di Martino, que deixa o cargo em dezembro para disputar mandato de deputado federal.
Quais são os pontos fortes eleitoralmente de José Eliton, Daniel Vilela e Ronaldo Caiado
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Ronaldo Caiado (DEM), Daniel Vilela (PMDB) e José Eliton (PSDB): os três principais nomes na disputa para 2018[/caption]
É claro que o quadro geral de 2018 em Goiás ainda não está definido, muito embora a situação seja considerada definitiva na base aliada estadual, com a candidatura do vice-governador José Eliton, que estará despachando no Palácio das Esmeraldas durante o processo eleitoral com a desincompatibilização do governador Marconi Perillo em abril para disputar, muito provavelmente, uma das duas vagas de senador que estará em jogo no ano que vem. PMDB e DEM, que ensaiaram bastante um casamento eleitoral, com o lançamento de apenas uma candidatura, parece que estão dando um tempo no noivado. Pode ser até que a união volte a frequentar as cercanias dos dois partidos, mas neste momento a distância entre eles é muito grande.
Quais são as potencialidades eleitorais de cada um deles? Antes de mais nada é preciso sempre levar em conta que não se vence eleições na véspera do processo eleitoral, nem se perde. Há, sim, candidaturas que se colocam no campo competitivo e outras que se apresentam com a nítida e indisfarçável função de somente marcar presença. Favoritismos existem, mas nem sempre o que parece ser inexorável ou apenas uma questão de tempo se confirma nas disputas eleitorais. Eleição são, provavelmente, o maior e mais sensacional cenário favorável à mudança rápida e surpreendente. De qualquer forma, candidaturas competitivas dificilmente são superadas pelas ações despretensiosas e sem embasamento político-partidário.
Assim, José Eliton, Daniel Vilela e Ronaldo Caiado se colocam acima da média geral das candidaturas até aqui ventiladas. Cada um ao seu modo e dentro de suas estruturas partidárias, eles se destacam. E todos eles têm potencialidades especiais, “armas” eleitorais que devem ser utilizadas à farta no ano que vem.
O vice-governador tem na base aliada o seu grande trunfo. É o mais significativo e azeitado exército eleitoral do Estado. Integrada por vários partidos grandes e também por pequenas siglas, cobre com folga cada centímetro habitável do Estado. É um poder avassalador, sem nenhuma dúvida. Ao ponto de vencer a mais improvável eleição das últimas décadas, em 2006. O então candidato, governador Alcides Rodrigues, iniciou a campanha à reeleição como se fosse um nanico qualquer. Além disso, seu raciocínio nos debates e entrevistas era tão lento que causava constrangimentos. Em um dos debates na TV (Anhanguera, mediado pelo repórter global José Roberto Burnier), Alcides se perdeu em anotações e quase não conseguiu formular uma pergunta. Foram os segundos de silêncio mais longos da história eleitoral no Estado, ao ponto de o mediador chamar a atenção de Alcides duas vezes – “Sua pergunta, candidato”, cobrou ele. No final do primeiro turno, Alcides, que havia iniciado a campanha com menos de 10% nas pesquisas de intenção de votos, surgiu à frente do até então líder absoluto, Maguito Vilela. Ele confirmou a vitória também no segundo turno.
Por aí se tem uma noção do que estará à disposição de José Eliton na campanha do ano que vem. Mas é óbvio que não é possível antecipar se esse experiente e bem-sucedido exército eleitoral continua com a mesma força de outrora. Mas é certo que José Eliton tem um discurso muito mais afiado do que Alcides, além de conhecer e participar ativamente da administração. Isso lhe dá um potencial informativo que embasa ainda mais seu conjunto de propostas, além de proporcionar uma boa convivência partidária.
O senador Ronaldo Caiado tem no seu enorme histórico eleitoral – sua primeira disputa foi em 1989, como candidato a presidente da República. De tradicional família ruralista e política, é herdeiro natural do potencial eleitoral desses segmentos, mas também conseguiu somar eleitores fora desses eixos. Ele tem fortíssima presença política em praticamente todas as cidades do Estado, e foi eleito e reeleito diversas vezes como candidato a deputado federal, e chegou ao Senado em 2014. Discursa com enorme facilidade e agressividade. Tem ainda grande penetração entre os eleitores que rejeitam mais radicalmente a esquerda, especialmente a representada pelo PT e seus aliados. Seu único grande aliado é o prefeito de Goiânia Iris Rezende. É o mais conhecido dos pretendentes.
O deputado federal Daniel Vilela é o mais jovem dos três candidatos. Isso não significa que ele seja desconhecido. Filho do ex-governador Maguito Vilela, significa que tende a surfar na administração do pai, entre 1995 e 1998, que teve fortíssima aprovação popular. Sua maior força vem do fato de que o PMDB permanece, apesar de estar longe do Palácio das Esmeraldas há duas décadas, o partido com maior número de filiados em Goiás. Costuma-se dizer, com certa razão, que não há um só quarteirão nas cidades e povoados do Estado que não tenha pelo menos um peemedebista. Tem discurso leve e rápido, e nesse aspecto é até melhor articulado, embora com menos conteúdo, do que seu pai. Ele vende a imagem de representante legítimo da renovação interna no PMDB estadual. Foi vereador, em 2008, deputado estadual, em 2010, e chegou a deputado federal em 2014. Em três disputas, venceu todas.
Pelo que se pode perceber, é impossível apontar um favorito absoluto. No quadro atual, um deles deve vencer as eleições do ano que vem, mas como foi destacado logo na abertura desta Conexão, ainda tem um mar inteiro de possibilidades para passar por baixo de ponte que liga ao Palácio das Esmeraldas. l
O Instituto Paraná começa uma rodada de pesquisas em Goiás nesta semana.
O instituto de pesquisa tem parceria com a TV Record. Suas pesquisas são divulgadas em todo o país.
Mas a família pede que permaneça na prefeitura para tentar garantir vitória de Iris Araújo para deputada federal
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Márlon Reis (Rede), Ronaldo Dimas (PR), Paulo Mourão (PT): nomes lançados, mas nem todos vão até as convenções | Fotos: Reprodução[/caption]
Saltaram aos olhos o número de lançamentos de pré-candidaturas ao governo do Estado do Tocantins no mês de novembro de 2017. Numa espécie de demarcação de território, no último dia 22, o PT lançou como pré-candidato o deputado estadual Paulo Mourão que, ao ensejo, enfatizou: “Quero colocar meu nome como projeto de construção, harmonização, pacificação das forças políticas, não quero intriga com quem quer que seja”, declarou. “Eu preciso demonstrar ao Partido dos Trabalhadores que a minha hora é agora”, afirmou o parlamentar.
Já no dia 24, a Rede Sustentabilidade apresentou o ex-juiz, coautor e idealizador da Lei da Ficha Limpa, Márlon Reis. “O povo tem consciência e está esperando a oportunidade para escolher. Pela primeira vez no Tocantins vai haver a oportunidade de escolher e não optar entre o menos pior. Escolher é uma coisa, ou seja, te dá várias opções. Agora, optar é limitado, não te dá a liberdade”, disse Marina Silva, ela mesma pré-candidata à Presidência da República pela sigla, ao discursar na capital tocantinense no lançamento da pré-candidatura de Márlon ao governo estadual.
Por sua vez, no dia 28, a grande surpresa: o PR lançou oficialmente a pré-candidatura do prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas. O comunicado por meio de nota à imprensa veio do líder da bancada tocantinense no Congresso Nacional e presidente estadual da sigla, o senador Vicentinho Alves. “Buscando contribuir nesse processo de construção de candidatura, coloco a estrutura partidária à disposição do prefeito Ronaldo Dimas para que ele possa fazer os entendimentos visando à definição de sua candidatura e à composição da chapa majoritária e das coligações proporcionais para as eleições de 2018” afirmou o comunicado.
Muito embora ainda sejam aguardadas as naturais candidaturas da senadora Kátia Abreu (sem partido), como também do senador tucano Ataídes Oliveira, além da própria candidatura palaciana, liderada pelo atual governador Marcelo Miranda (PMDB), o pleito do PT e do PR soa como uma espécie de artimanha num jogo de pôquer: “é um blefe, mas se o adversário recuar, eu ganho”.
Face ao seu desgaste político em nível nacional, o PT não teria votos suficientes para obter êxito no pleito majoritário no Estado do Tocantins. O partido tem ciência dessa limitação, mas necessita de um palanque forte no Estado para uma eventual candidatura de Lula à Presidência da República. A alternativa seria se aliar à senadora Kátia Abreu, contudo, a vaga de vice na chapa majoritária seria uma exigência, uma vez que a pré-candidatura de Paulo Mourão já foi lançada.
Já o PR, após o senador Vicentinho assumir a liderança da bancada, se aproximou do Palácio Araguaia, apresentou emendas parlamentares, entretanto, na primeira oportunidade, mostrou as garras ao lançar Dimas como pré-candidato ao governo. Assim como o PT, o que o PR quer mesmo é garantir vaga na chapa majoritária. Quer seja por intermédio de Dimas ou por outro nome, a sigla certamente vai “exigir” a vaga de vice na chapa liderada por Marcelo Miranda.
Faltando praticamente um ano para eleições, as siglas partidárias já começaram, por assim dizer, a “jogar o jogo”. Nomes são lançados, mas nem todos vão continuar até as convenções. Se ontem erámos inimigos, hoje somos aliados e, amanhã, talvez, sejamos adversários ou apenas emissores de “fogo amigo”...
Se tiver de sair em dezembro, o aliado da senadora Lúcia Vânia pode desistir do pleito de 2018
Políticos das oposições dizem que o tucano é municipalista e não discrimina adversários


