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Vereador afirma que pré-candidato do DEM compõe com Paulo Daher e José Nelto, políticos que considera abomináveis
Os imóveis do Grupo Jaime Câmara estão de fora da negociação da TV Anhanguera com o Grupo Zarhan, de Mato Grosso. A Globo tem pressionada pela venda. Cobra rapidez, boa vontade e bom senso. As auditorias do Grupo Jaime Câmara e do Grupo Zarhan não apresentaram números semelhantes. Uma auditoria independente deve apresentar números que possibilitem a rearticulação da negociação. Uma coisa é certa: se depender da TV Globo, o Grupo Jaime Câmara não será mais seu parceiro na área de comunicação. As relações entre os Câmaras e os Marinhos são negativas há algum tempo. O Grupo Zarhan está preocupado com outro problema: Pablo Câmara tenta obter na Justiça o reconhecimento de que é filho de Jaime Câmara e irmão de Jaime Câmara Júnior (o Júnior Câmara, atual presidente do grupo). Se ficar comprovado — fisicamente, os três são parecidos —, Pablo Câmara terá direito a pelo menos 25% do Grupo Jaime Câmara. Se a Justiça decidir que Pablo Câmara tem direito à herança do pai, Jaime Câmara Júnior deixa de ser o acionista majoritário. Na semana passada, executivos do Grupo Zarhan envolvidos na aquisição da TV Anhanguera (“O Popular” é o patinho feio do grupo) reuniam informações, inclusive judiciais, sobre Pablo Câmara. Eles temem questionamentos na Justiça — se comprarem a TV Anhanguera. A Globo foi informada do “problemão”.
Na etapa de pós-produção, longa-metragem será exibido na abertura do 1º Festival de Cinema de Trindade, no dia 24, às 19h30, no Cineteatro Afipe
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Foto: Reprodução[/caption]
Se tem algo que o ex-prefeito de Palmas Carlos Amastha (PSB) sabe fazer, e também cultivar com maestria, é inimigo. O rol é extenso, mas na semana que se passou, houve uma saravaida e, desta vez, o cultivo foi pesado.
Logo após a convenção do partido que o indicou a candidato a governador na eleição suplementar, Amastha perdeu seu fiel aliado, o prefeito de Dianópolis, Padre Gleibson (PSB). É que após o ex-prefeito se coligar com PT e PCdoB, o religioso considerou como inconcebível continuar a caminhada com ele.
Para o prefeito, o discurso de Carlos Amastha foi maculado com a aliança. “Eu não comungo. Este discurso da ‘nova política’ que carregava, esta vontade de transformação e mudança, inclusive a fala contra esta ‘velha política, caiu por terra. Então, não tenho motivo para seguir. Onde tiver PT, não estou”, sentenciou. “O meu problema não é com o candidato, não é com o partido. Amo o PSB. Tenho dois vereadores, um monte de gente filiada, foi meu primeiro partido. Só que deu um tiro no pé, uma bola fora. Não tenho interesse em continuar”, justificou o prefeito.
Moreira era o único prefeito do PSB, que agora não conta com mais nenhum gestor no Tocantins, dentre todos que havia conseguido eleger em 2016. O partido havia conquistado nove prefeituras, das quais sete prefeitos deixaram a legenda no ano passado para ingressar no PSDB e Amastha renunciou ao mandato no início de abril.
Perdendo os aliados que possui, fazendo inimigos institucionais, deixando “rabo de palha” para os adversários botarem fogo, e, finalmente, se aliando ao PT, partido responsável pelo maior esquema de corrupção que já se teve notícia, como Amastha pretende ganhar a eleição suplementar? Só se for por milagre...
Uma ação civil pública foi ajuizada na terça-feira, 24, pelo Ministério Público Estadual, e requer a redução do número excessivo de cargos de provimento em comissão da Câmara de Palmas. Atualmente, o Legislativo palmense possui preenchidos 328 cargos em comissão e 49 cargos efetivos, de modo que os servidores sob contratação precária representam 87% do quadro da Casa de Leis. Na ação, pede-se que o número de cargos comissionados seja reduzido para uma proporção de 50% de efetivos e 50% de comissionados, aplicando-se o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que deve haver proporcionalidade entre o número de efetivos e comissionados na administração pública. Segundo o MPE, na situação atual, além de contrariar o dispositivo que estabelece o concurso público como regra para o ingresso no serviço público, a Câmara fere o princípio constitucional da moralidade administrativa. O MP já havia instaurado inquérito civil solicitando que fosse efetuada inspeção pelo Tribunal de Contas do Estado junto à Câmara Municipal, com o objetivo de apurar a legalidade do quantitativo de servidores do órgão. A ação civil foi fundamentada nesse relatório de inspeção do TCE, que relata o excesso de comissionados e outras irregularidades relacionadas. l
Senadora admite que pode ter problema com a Justiça eleitoral na campanha ao governo-tampão, mas enquanto isso apresenta plataforma eleitoral baseada na reforma da gestão e no conserto dos desequilíbrios da máquina administrativa
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Montagem[/caption]
O senador Ronaldo Caiado prefere o deputado federal João Campos, do PRB e ligado à Assembleia de Deus, como seu vice. Até a presidente do PMB, Rosi Guimarães, está mais cotada do que o deputado Lívio Luciano, do Podemos. “O problema nem é Lívio Luciano, mas o chefão do Podemos, José Nelto. Caiado o tolera, mas não o aprecia”, afirma um ex-emedebista.”
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Daniel Vilela e José Nelto | Fotos: Renan Accioly/Jornal Opção e Marcos Kennedy/Assembleia[/caption]
Não duvide: o deputado José Nelto (Podemos) pode voltar a apoiar Daniel Vilela para governador. O deputado estadual estaria mais empolgado com candidatura de Álvaro Dias a presidente da República do que com a de Ronaldo Caiado a governador de Goiás.
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Zé Eliton e Daniel Vilela se encontram em evento | Foto: Divulgação[/caption]
O pré-candidato do DEM a governador, senador Ronaldo Caiado, pressionou tanto e acabou dando um tiro no pé. No lugar de apoiá-lo, o pré-candidato do MDB a governador, Daniel Vilela, pode compor com o governador de Goiás, José Eliton. Pode ser o seu vice. A articulação passa pelo ex-governador Maguito Vilela, pai do deputado federal e presidente do MDB.
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Foto: Leo Iran[/caption]
A senadora Lúcia Vânia, ante o crescimento da candidatura de Demóstenes Torres, já estaria admitindo, em circuito fechadíssimo, que pode ser a primeira suplente de Marconi Perillo — o pré-candidato do PSDB a senador.
Publicamente, a senadora não admite, de maneira alguma, que pode ser suplente de Marconi Perillo (por sinal, o ex-governador nunca discutiu o assunto com Lúcia Vânia, admite um tucano de bico erado).
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Reprodução[/caption]
O deputado federal João Campos, presidente do PRB, depois de um flerte com o senador Ronaldo Caiado, pré-candidato do DEM a governador de Goiás, reabriu conversações tanto com o governador José Eliton quanto com o ex-governador Marconi Perillo. Os três são aliados e, até, amigos.
O PRB nacional e as cúpulas da TV Record (veja posicionamento abaixo) e da Igreja Universal não querem saber de jogo duplo e devem anunciar, brevemente, apoio à candidatura de José Eliton a governador de Goiás. O ex-governador Marconi Perillo deve ser o operador e fiador do acordão. A Igreja Universal e o PRB devem bancar Gilvan Máximo para a suplência de Marconi Perillo. Resta saber se para a primeira ou para a segunda. Posição da Record O diretor da TV Record, Marcos Silva, garante que "a empresa não apoia nenhum candidato de qualquer partido. Ela segue isenta antes e durante todo o processo eleitoral".
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Thiago Maggioni e Vinicius Luz | Foto: reprodução / Facebook[/caption]
Thiago Maggioni deve ser o candidato do prefeito de Jataí, Vinicius Luz, a deputado estadual. O vereador do PSDB também planeja fazer um trabalho intenso em Itumbiara, onde tem parentes (um problema a mais para Gugu Nader, do PTB, e Álvaro Guimarães, do DEM.)
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Gugu Nader e Álvaro Guimarães | Fotos: reprodução e Marcos Kennedy[/caption]
Verdadeira guerra eleitoral em Itumbiara: Gugu Nader (PTB), apoiado pelo prefeito José Antônio — que é visto como arrogante (estaria melhorando: deu até para cumprimentar as pessoas nas recepções) —, diz que vai ser campeão de votos no município.
Mas o deputado Álvaro Guimarães (DEM), que considera Gugu Nader um perdedor nato, o desafia e aposta que será eleito com facilidade. A cidade, dada a invasão de “forasteiros” políticos, não tem condições de eleger deputados estaduais. Um deles deve ficar fora da Assembleia Legislativa.
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Zé Eliton empossa novo secretariado - Foto: Fábio Costa/Jornal Opção[/caption]
O sucesso de José Eliton como administrador, criando uma expectativa de poder superfavorável, está movimentando o quadro partidário. Ao menos dois partidos que apoiam Ronaldo Caiado reabriram conversações com líderes tucanos. Parte da Assembleia de Deus já caminha para apoiar o governador.
Por enquanto, as conversas são confidenciais. Mas acordos devem ser fechados brevemente.


