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Jardel Sebba[/caption]
Ex-presidente da Assembleia Legislativa e ex-prefeito de Catalão, o tucano Jardel Sebba foi escalado para fazer a interlocução com partidos pequenos que formam o leque de apoio da candidatura à reeleição do governador José Eliton.
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Foto: Reprodução[/caption]
Mulher do senador Ronaldo Caiado, a baiana Gracinha Caiado tem participação ativa na pré-campanha a governador do marido. A opinião dela tem peso na tomada das decisões estratégicas da campanha.
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Foto: Google Maps[/caption]
Causou surpresa o respaldo que o Grupo Jaime Câmara deu para a ação do Ministério Público Estadual para tentar obrigar o Estado a pagar gratuidades da tarifa de ônibus instituídas em lei.
Nos bastidores, comenta-se que as empresas de transporte coletivo comandam o processo.
O governo de Goiás reagiu mostrando a fortuna paga em subsídios – que, na prática, também saem do bolso do contribuinte.
Aliás, ninguém parou para pensar que, caso o Estado venha a ter de pagar os valores das gratuidades os recursos sairão, da mesma forma, do bolso do cidadão que paga seus impostos, e que talvez seja necessário elevar a carga tributária?
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Na foto Ronaldo Caiado
Crédito: Fernando Leite[/caption]
O senador Ronaldo Caiado (DEM), pré-candidato ao governo estadual, foi convidado para o programa Roda de Entrevistas, da nova TBC, e, por intermédio do assessor Tony Carlo, recusou convite sob a alegação de que tinha sessão no Senado. Diante da insistência da nova TBC, o assessor Tony chegou a ser ríspido na negativa. Uma perda de espaço importante num veículo que tem sido a nova sensação no noticiário político, mas cada um sabe o que faz.
Aliás, o vereador Jorge Kajuru, verdadeiro “fio desencapado”, promete dar trabalho para o senador, que o rifou da chapa para a eleição estadual. Foi o que o vereador demonstrou na entrevista para a nova TBC, ao dizer que pode ser candidato ao governo.
Carlos Amastha e Kátia Abreu estavam na mesma situação quanto a prazo de desincompatibilização para a eleição suplementar, mas só a candidatura dele foi vetada
Em suma, é grande o “balaio de gatos” nesta eleição, curta por natureza e disputada como nunca. O PSDB do senador Ataídes Oliveira, inclusive ele, quer ficar com Vicentinho (PR), mas os deputados estaduais (Olyntho Neto e Luana Ribeiro) optaram por Carlesse (PHS) e têm arrastado prefeitos. O MDB de Marcelo Miranda também ensaiou ir para o lado de Vicentinho, mas o grupo – como sempre – não é coeso e algumas figuras de proa do partido, ainda relutam. O PV de Claudia Lelis quer Vicentinho, mas um líder exponencial da sigla, o prefeito de Porto Nacional, Joaquim Maia, não quer nem pensar na hipótese de se aliar ao inimigo histórico. Segundo pessoas próximas, Maia faz sinal da cruz quando o assunto é abordado e prefere apoiar a pedetista Kátia. Até mesmo o histórico aliado, quem diria(?), o DEM de Siqueira Campos e da deputada federal Professora Dorinha, não apostou suas fichas na candidatura do senador Vicentinho, optando pelo governador interino, Mauro Carlesse. O prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas, que recentemente se desfiliou do PR, também rejeita declaradamente o candidato republicano e entende que Carlesse é a melhor opção nesse momento. Em suma, muitos outros apoios, antes considerados como certos pelo candidato Vicentinho, vão “pular fora do barco” até o dia da eleição. É que, corre à boca pequena, nos bastidores da política e, também, por intermédio de áudios em grupos do aplicativo WhatsApp –, que tanto após as eleições de 2010 (que o elegeu a senador e seu filho Vicentinho JR à Câmara Federal), quanto após o pleito de 2014 (que reelegeu Vicentinho JR), o republicano não cumpriu os compromissos de campanha que assumiu junto aos correligionários. Ao contrário, foge deles como o diabo da cruz. Desse modo, os apoios vão minguando a cada dia.
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Arquivo[/caption]
Aliado de Ronaldo Caiado, o ex-deputado Samuel Belchior (MDB) causou o afastamento de Jorcelino Braga do senador. Os dois são inimigos e Braga chegou a dar um soco no ex-deputado emedebista na sede da produtora dele, a Kanal Vídeos. Belchior será um dos cabeças no staff de Caiado.
Vice na chapa do governador para a eleição suplementar, deputado afirma que a história do Tocantins passa pela continuação do ex-presidente da Assembleia Legislativa à frente do Palácio Araguaia
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Foto: Reprodução[/caption]
O agitador cultural na superintendência executiva de Cultura da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte (Seduce) é um acerto do governador José Eliton. PX, que é tio do deputado federal Thiago Peixoto (PSD), conhece do riscado e substitui o maestro José Eduardo de Morais, outro craque no setor cultural.
O bunker da equipe de marketing do tucano José Eliton (PSDB) na sucessão, que até agora é comandado pelo publicitário Marco Antônio Siqueira (Agência AMP), já foi devidamente instalado num amplo espaço físico. A marquetagem da campanha de Eliton será comandada de um espaço no andar superior de uma pizzaria (Fábrica de Pizza), no alto do Setor Bueno. Os publicitários Ademir Lima, “o mago”, e Alberto Araújo, que vão imprimir o tom político da campanha do tucano à reeleição, foram vistos perambulando por lá na semana passada.
Emedebista Daniel Vilela parece ter percebido que “achou” um ponto fraco no governo tucano de José Eliton
Após campanha de Demóstenes, senadora percebeu que estava perdendo pontos e foi à luta
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José Vitti discursa durante evento | Foto: Carlos Costa[/caption]
Caso o presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, José Vitti (PSDB), confirme que não vai disputar mesmo a reeleição (o nódulo encontrado no seu fígado é benigno e não demanda cirurgia, o que poderia fazê-lo mudar de ideia), o espólio eleitoral dele na região de Palmeiras pode acabar nas mãos de Thaís Lopes. Filiada ao PP, ela é filha do prefeito Ernani Lopes e foi a vereadora mais votada no município. Thaís é muito articulada, tem tudo para ser a musa das eleições de 2018 em Goiás e fazer boa figura na Assembleia Legislativa, caso seja eleita.
O ex-prefeito Alberane Marques (PSDB) também se movimenta para ocupar o espaço de José Vitti em Palmeiras e sair candidato a deputado estadual.
Mesmo com ligação histórica a Iris Rezende e ao reduto emedebista, deputado estadual sentiu que o momento era de defender projeto diferente do partido
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Arquivo[/caption]
Se Vanderlan Cardoso (PP) resolver apoiar o emedebista Daniel Vilela para o governo, pode enterrar o projeto de ser prefeito de Goiânia em 2020.
Mesmo porque o MDB não vai abrir mão de lançar candidato à sucessão de Iris Rezende no Paço Municipal. O que deixaria Vanderlan “chupando o dedo”, como aconteceu em passado recente, quando ele foi para o MDB esperando ser candidato e Iris puxou-lhe o tapete.


