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Eliziomar Humberto Emidio Filho teria usado thinner e um isqueiro para atear fogo na vítima após uma discussão na casa da avó.

Brasil: Nunca Mais: livro resgata a história da primeira Comissão da Verdade sobre a ditadura

Vozes relança “Brasil: Nunca Mais” em edição de bolso. Trata-se de um livro que resultou do trabalho de uma Comissão da Verdade que não precisou deste nome para elaborar um documento histórico poderoso

Vias goianas foram palco de 11 acidentes por hora em 2023 

Estado registrou mais de 32 mil acidentes em quatro meses. Apenas Goiânia concentra 35,5% das ocorrências.

Goiânia recebe turnê da Orquestra Petrobras Sinfônica neste fim de semana

A turnê nacional da Orquestra Petrobras Sinfônica chega a Goiânia, neste fim de semana (1º e 2/7), para duas apresentações no Teatro Rio Vermelho. No sábado, a orquestra fará um "showcerto" pop rock com músicas em versão sinfônica do Dire Straits. No domingo, o concerto clássico será regido pelo maestro Isaac Karabtchevsky, que volta a Goiânia após nove anos sem se apresentar na cidade. Os ingressos têm preços populares e estão à venda no site www.sympla.com.br.

No sábado (1º/7), às 20 horas, os fãs do Dire Straits terão uma experiência única ao reviver os clássicos da banda inglesa em versões orquestradas. O espetáculo Dire Straits Sinfônico faz parte da série Playlist e apresenta canções emblemáticas como “Money for nothing”, “Brothers in arms”, “Romeo and juliet”, “So far away” e “Tunnel of love”.

A tarefa de recriar a obra do Dire Straits, apresentando-a numa roupagem pulsante e vigorosa, coube aos arranjadores Gilson Santos, Itamar Assiere, Jessé Sadoc e Lourenço Vasconcellos. A regência é do maestro Anderson Alves, que já esteve à frente de importantes conjuntos sinfônicos no Brasil e exterior.

Já o concerto de domingo (2/7), a partir das 17h, será uma verdadeira celebração à música clássica com a regência do maestro Isaac Karabtchevsky. A Orquestra Petrobras Sinfônica está especialmente grata por apresentar, em Goiânia, obras de memoráveis compositores que transitam, ao mesmo tempo, entre o popular e o erudito.

A começar por uma das aberturas de ópera mais icônicas de Rossini, ´La Gazza Ladra’, seguida da ‘Sinfonia Popular nº 1’, de Radamés Gnattali, uma página genial que consegue exibir com maestria a diluição de fronteiras entre o clássico e o popular. Ao final, a Orquestra interpretará ‘Capricho Italiano´, de Pyotr Tchaikovsky, um dos maiores orquestradores de todos os tempos.

“Vamos interpretar temas populares da Itália, com Rossini e Tchaikovsky, e também do nosso folclore, com a Sinfonia Popular nº 1, de Radamés Gnattali. São composições repletas de vigor e energia. Será um memorável encontro que traduz a retomada da música sinfônica pelo país”, afirma o maestro Isaac Karabtchevsky que, além de regente titular, é diretor artístico da Orquestra Petrobras Sinfônica.

Maestro Isaac Karabtchevsky

Em 2009, o jornal inglês The Guardian apontou o maestro Isaac Karabtchevsky como um dos ícones vivos do Brasil. De fato, o regente, hoje com 88 anos, é um dos nomes mais consagrados do cenário musical internacional e motivo de muito orgulho para a cultura de nosso país. À frente da Orquestra Petrobras Sinfônica desde 2003, ele volta a Goiânia após nove anos para reger, no Teatro Rio de Vermelho, um Concerto Clássico. Em sua última visita à capital, em 2014, o maestro estava em uma turnê comemorativa aos seus 80 anos.

Orquestra Petrobras Sinfônica

A Orquestra Petrobras Sinfônica tem como uma de suas premissas a democratização da música de concerto para o maior número de pessoas, e vem realizando ações com esse objetivo desde sua fundação. Feliz com o convite de reger a Orquestra Petrobras Sinfônica, o maestro Anderson Alves não esconde a ansiedade.

“No concerto Dire Straits Sinfônico, em especial, mostraremos toda a diversidade de uma orquestra e seus arranjos, evidenciando todas as suas possibilidades, em nuances, timbres e coloridos sonoros, em canções com as quais o público se identifica e se conecta desde o primeiro acorde”, diz.

“Nossa intenção é, cada vez mais, aproximar nossa orquestra do grande público, tornando o organismo sinfônico algo presente no cotidiano das pessoas. E nada melhor que a banda ‘Dire Straits’ para promover este encontro tão importante. A Orquestra Petrobras Sinfônica traz em seu DNA a busca por eliminar barreiras e promover, acima de tudo, a boa música”, completa Fernando Thebaldi, membro da diretoria artística da Orquestra.

Os concertos de Goiânia fazem parte da turnê 2023 da Orquestra Petrobras Sinfônica, que já passou por São Paulo, Vitória, Curitiba, Brasília e contemplará ainda a cidade de Recife em julho.

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Inscrições para a primeira etapa do Revalida terminam nesta terça 

Terminam nesta terça-feira, 27, as inscrições para a primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2023. Os interessados devem se inscrever por meio do Sistema Revalida.

O prazo também vale para as solicitações de atendimento especializado e tratamento por nome social. Para participar, é necessário ser brasileiro ou estrangeiro em situação legal no Brasil.  

Mudanças 

O edital traz algumas mudanças em relação às edições anteriores. A exemplo dos últimos exames, os participantes devem, como regra geral, enviar o diploma para confirmar a inscrição. Entretanto, declarações e certificados de conclusão de curso serão aceitos, nos casos em que o participante já tiver concluído o curso, mas ainda estiver aguardando a expedição do diploma. 

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aplicará as provas objetiva e discursiva no dia 6 de agosto em nove cidades: Brasília, Campo Grande, Curitiba, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Salvador e São Paulo. 

Confira o cronograma completo da primeira etapa do Revalida 2023 abaixo: 

- Inscrições: 21 a 27 de junho 

- Solicitações de atendimento especializado e tratamento por nome social: 21 a 27 de junho 

- Análise dos diplomas, certificados ou declarações: 30 de junho a 4 de julho 

- Divulgação da nota de corte: 6 de julho de 2023 

- Divulgação do Cartão de Confirmação da Inscrição: 25 de julho 

- Aplicação: 6 de agosto 

- Divulgação do gabarito e do padrão de resposta (versões definitivas): 8 de setembro 

- Resultado final da 1ª etapa: 2 de outubro 

“Minha obra é feita de minhas circunstâncias”, diz Alceu Valença

Filosofia e literatura. Sofisticado e popular. Regional e universal. A obra de Alceu Valença, que completa 77 anos na semana que vem, mistura elementos que fazem do músico pernambucano um artista consagrado. Em entrevista à Agência Brasil, na semana de lançamento de sua primeira biografia, obra do escritor Julio Moura, o multiartista reflete sobre as principais influências profissionais e de vida. A raiz em São Bento do Una, no interior pernambucano, é uma chave importante de leitura de sua poesia em instrumentos, incluindo sua voz poderosa e arretada.

Agência Brasil - Como compreender todas as influências de sua obra?

Alceu Valença - Eu não vou trair a minha música e a minha maneira de pensar. A minha influência passa pela cultura que advém da África, dos indígenas e da Península Ibérica. Eu não sou anglófono, apesar de entender que musicalmente eles são ótimos. Mas eu não tenho nada a ver com isso. Eu só saio fazendo a minha coisa o tempo todo, fazendo do jeito que eu quero, da maneira que eu quero e naquilo que eu acredito.

Agência Brasil - A sociedade incorporou sua música em diferentes momentos, como Anunciação, por exemplo, cantada para diferentes objetivos. Você vê com bons olhos?

Alceu Valença - Anunciação é uma obra aberta. Quando uma criança canta, ela está pensando em algo. Quando alguém canta pelo amor perdido, é outro olhar. É uma música cheia de esperança.

Agência Brasil - Sua obra mistura elementos populares e de sofisticação. Como você vê isso?

Alceu Valença - Pensando assim, eu fui uma pessoa que eu li muito. Eu adorava filosofia. Cada pessoa tem a sua circunstância. Como diz o espanhol Ortega Y Gasset: “Eu sou eu e minhas circunstâncias”. Ninguém vai ter a mesma circunstância do que eu. Eu acredito na coisa que faço. Sempre acreditei. Não tenho essa história de ficar orgulhoso. Nem em sucesso que sobe à cabeça. 

Agência Brasil - Alguma música significa mais para você?

Alceu Valença - Na verdade, não. A minha preferida é o conjunto da obra. Cada música tem o seu momento. Pelas ruas que andei é o reflexo do Alceu Valença que morou no Recife. Anunciação é uma música que surgiu em Olinda, também no meu caminhar. Eu estava com  uma flauta e comecei a aprender sozinho. Um dia eu fui para a rua e, de repente, comecei a tocar. Nem sabia que estava tocando uma música. Alguém falou que era uma música linda. Eu peguei um papel e escrevi a música. Eu estava também inspirado no meu passeio por Olinda, aonde eu saí pela rua. Fui no Mosteiro de São Bento e depois voltei pra casa. Quando vou fazer uma música, eu não fico pensando o que é que eu estou fazendo.

Agência Brasil - Mas o que inspira esse intelecto?

Alceu Valença - Eu lia Fernando Pessoa com 16 anos. Eça de Queiroz eu lia também. Vamos dizer que Carlos Drummond de Andrade foi outro que me influenciou e me comoveu. Como diz (o filósofo) José Ortega Y Gasset, eu sou eu e minhas circunstâncias. As minhas circunstâncias todas estão dentro da minha obra. Tudo que eu vivenciei está dentro do meu trabalho e sempre esteve.

Agência Brasil - A invasão da tecnologia é algo bom ou ruim?

É bom para que todo mundo se expresse. Só que, como profissão, pode virar uma outra coisa.

Agência Brasil - Mas a inteligência artificial é um risco?

Alceu Valença - Eu já falava isso antes (sobre os riscos). (Será possível) ter uma entrevista, que peguem a minha voz. Na música, (pode ter) plágio. Só que é um plágio muito bem feito. A inteligência artificial pode ser um grande problema.

Agência Brasil – Como você analisa as redes sociais?

Eu tenho muito medo dessa questão das fake news [informações falsas]. É [algo] muito complicado. Você pode fazer uma edição e lascar meu nome. Acontece também dentro da internet uma coisa chamada viral. Eu notei uma coisa interessante analisando depois. Eu estava lá no Rio de Janeiro (na época das Olimpíadas) na frente de uma padaria. Eu passei com a minha mulher para o outro lado. De repente, eu vi o som de Anunciação. Eu cantei na hora. Deu um viral. Não houve ensaio nenhum. Nada. [Por outro lado], quando cheguei em Portugal fazendo show um ano depois, teve um momento que a gente foi gravar com equipamentos muito bons com câmeras maravilhosas. Gravamos uma música, Coração bobo. E aí botaram na rede social e não aconteceu nada. Entendeu? Coração Bobo estava muito mais bem gravada. E a mal gravada que deu mais repercussão.

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Apresentação acontece nesta terça-feira, 27. às 20h do teatro da Campus V da PUC