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A cada dois dias um posto de combustível é autuado por irregularidade em Goiás

‘Bomba baixa’, preços abusivos e combustíveis adulterados estão entre as principais irregularidades. Multas podem chegar a R$ 11 milhões.

Vereadora diz que investimento do programa ‘Goiânia Adiante’ é falso

Programa prevê investimento de R$ 1,7 bilhão para trazer melhorias a cidade.

CEITec divulga inscrições para cursos de graduação gratuitos; veja como participar

Graduações oferecidas são para tecnólogo em gestão de agronegócios e bacharelado em administração pública.

Municípios de Turvelândia e de Cachoeira Alta terão novas eleições em agosto

Prefeito e vice-prefeito do município serão escolhidos pelos eleitores

Goiás registra 66 denúncias de violações contra pessoas LGBTQIA+ em apenas cinco meses

De janeiro a maio, o Estado de Goiás registrou 66 denúncias de violações contra pessoas LGBTQIAPN+ pelo disque 100; pesquisadora fala que País ostenta índices vergonhosos contra essa população

População do Brasil passa de 203 milhões, mostra Censo 2022

Crescimento da população, de 0,52%, é o menor desde 1872

Justiça manda empresário de Serranópolis indenizar ex-funcionário mesmo após ser confirmado que emprego provocou acidente

Acidente ocorreu em 2019 quando o ex-funcionário teve dois dedos amputados por uma máquina agrícola

Senador Canedo tem a população que mais cresce no Brasil

Município goiano é o que mais cresceu entre as cidades de mais de 100 mil habitantes

Facções criminosas ameaçam Amazônia com ‘narcogarimpo’

PCC e Comando Vermelho financiam crimes dentro de áreas de proteção ambiental

Obras na Perimetral devem durar cinco meses

Prefeito participou de cerimônia que inaugura primeira etapa da reconstrução do asfalto no Setor Santa Genoveva

Em Goiás, nove pessoas desapareceram por dia em 2023

Estado registrou 994 desaparecidos nos três primeiros meses deste ano. No ano passado, o número ultrapassou os 3,3 mil indivíduos.

Dívida de campanha de Adriana Accorsi com marqueteiro Renato Monteiro chega a R$ 2,2 milhões

Empresa responsável pelo marketing da campanha de Adriana Accorsi ajuiza ação com valores que podem chegar a R$ 2,2 milhões. São três ações judicializadas, sendo uma execução judicial do contrato de prestação de serviço e um embargo de execução de honorários. A dívida inicial, segundo a advogada Daniela Kafuri, era de R$ 900 mil. "O referido contrato, foi assinado exclusivamente por Adriana, inclusive com firma reconhecida em cartório e nos próprios Embargos à Execução", explica.

Ela conta que foi ajuizada uma ação de execução de título extrajudicial em face de Accorsi e do Partido dos Trabalhadores, sendo este último por legitimação ordinária superveniente por sucessão. " Em dezembro 2017 houve a primeira penhora na conta da Executada de valor ínfimo, de quase R$ 3 mil. Desta forma, em 2017 o Executado requereu a penhora de imóveis pertencentes aos dois
Executados".

A empresa responsável pelo marketing da campanha informou esse tipo de ação poderia indicar crime de caixa 2, tendo em vista que não foi incluída o contrato de prestação de serviços na prestação de contas da campanha eleitoral, tendo sido expedido ofício ao MP.

“Na verdade toda essa discussão já foi embora, a defesa já fez todas as alegações e tentativas frágeis de se defender, mas em todos os processos ela se perdeu. Não se questiona a veracidade do contrato e dos serviços prestados. Isso não está em discussão. Não paga voluntariamente e não apresenta patrimônio para a penhora”, disse a Daniela.

Durante a visita da presidente nacional do PT a Goiás, a reportagem questionou Adriana sobre a dívida. De acordo com ela, as contas da campanha foram analisadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral.

Leia mais: Calote de campanhas petistas em Goiás somaria R$ 1,6 milhão

Conforme a coluna Bastidores, Adriana Accorsi teria contratado o marqueteiro Renato Monteiro, mas supostamente acreditando que Paulo Garcia (ou o PT) bancaria o marketing. Acontece que o PT e Paulo Garcia não bancaram e a dívida caiu no colo de Adriana Accorsi, que foi levada à Justiça por Renato Monteiro. No momento, o marqueteiro está vencendo a pendenga judicial e a deputada federal, com ou sem o apoio do partido, terá de pagar a dívida.

Conta-se, nas reuniões do PT, que a dívida, gigante — a deputada é decente e não tem patrimônio avolumado —, pode ser o principal empecilho à campanha de Adriana Accorsi. Mas há quem postule que o partido, para bancá-la, acabará assumindo a dívida, legalmente. Porque, a rigor, dívida de campanha não é exclusiva da candidata (ou do candidato). Ela é, sobretudo, do partido.

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Diagnóstico foi confirmado por testes realizados no Instituto Nacional de Doenças Infecciosas