Bastidores

O vice-prefeito Gugu Nader afirma que o primeiro vestibular deverá ser realizado em novembro deste ano

No mundo real da política, o PMDB de Daniel e Maguito Vilela não vai abrir espaço para Ronaldo Caiado, se eleito, “ressuscitar” o irismo

O suplente de deputado e secretário afirma que discurso moderno e afiado do tucano pode contribuir para que seja eleito em 2018

“Os eleitores vão observar com atenção os candidatos apontados como ‘limpos’. Mas quem não for ético vai se ‘queimar’ eleitoralmente”

Se forem candidatos, dividindo o mesmo grupo, Leon Deniz e Lúcio Flávio podem ser responsáveis pelas próprias derrotas

Issy Quinan sustenta que o Entorno de Brasília, se indicar o vice, sentirá que “pertence” a Goiás

Professor-doutor frisa que, se eleito, vai aumentar eficiência da Universidade e acelerar conexão com a sociedade

Vereador do PRP afirma que, se não lutarem pela unidade, as oposições podem perder para o candidato do governador Marconi Perillo

O parlamentar do PR diz que Iris Rezende está se tornando o “Paulo Garcia do PMDB”

José Nelto afirma que Daniel Vilela possibilita a adoção do discurso da renovação
[caption id="attachment_77760" align="aligncenter" width="620"] Maguito Vilela e Daniel Vilela| Foto: Alexandre Parrode[/caption]
No encontro da cúpula do PMDB na quinta-feira, 6, o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia Maguito Vilela explicitou, com todas as letras, que o candidato do partido a governador será o deputado Daniel Vilela, seu filho. O ex-governador frisou que não será candidato a governador.
Entretanto, no mercado persa da política há quem acredite que Daniel Vilela está “guardando” espaço para o pai, com o objetivo de resguardá-lo, para, na “hora certa”, bancá-la para governador. Procede? O deputado José Nelto disse ao Jornal Opção que “Maguito Vilela é um excelente nome para o governo, mas o candidato, por ser um elemento da renovação, será mesmo Daniel Vilela”.
José Nelto diz que, num programa do PMDB, seja agora ou em 2018, vai colocar 20 jovens de 20 anos para mostrar o tempo que o grupo do governador Marconi Perillo está no poder. “Nós queremos dizer aos eleitores que é preciso mudar, renovar — assim como o grupo de Marconi Perillo pregou em 1998”.

Ele frequentou o Instituto Neurológico, nos últimos dias, porque seu irmão Otoniel Machado estava internado lá, com pneumonia

[caption id="attachment_89321" align="aligncenter" width="620"] José Vitti | Foto: André Costa/ Jornal Opção[/caption]
O presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti, começou na política com certa discrição. Mas, aos poucos, foi conquistando espaço. Agora, mostrando desenvoltura, é cotado para ser vice na chapa do candidato a governador (por enquanto, pré) José Eliton, do PSDB.
O único problema é que, sendo filiado ao PSDB, terá dificuldade para compor a chapa, que terá, além de José Eliton, possivelmente o governador Marconi Perillo, também do PSDB, como candidato a senador.

Políticos devem fazer oposição a políticos, mas não ao Estado, porque prejudicam seu desenvolvimento

“Hoje, Iris Rezende só tem Ronaldo Caiado e este só tem aquele. Os dois têm escasso poder político”

[caption id="attachment_91534" align="aligncenter" width="620"] Caiado e Dona Íris | Foto: Larissa Quixabeira[/caption]
De um intelectual petista: “O prefeito de Goiânia, Iris Rezende, hoje com o poder político circunscrito a Goiânia, só tem condições de eleger um político na disputa de 2018. Ele vai precisar escolher: quer eleger sua mulher, Iris Rezende, para deputada federal ou senadora, ou o senador Ronaldo Caiado, do DEM, para governador de Goiás? O fato é que, com a estrutura da prefeitura, ele tem condições de eleger Iris Araújo. Mas Caiado é muito mais difícil, porque os Vilelas, Daniel e Maguito, não vão abrir espaço para ele.