O suplente de deputado e secretário afirma que discurso moderno e afiado do tucano pode contribuir para que seja eleito em 2018

José Eliton, vice-governador de Goiás, ainda não assumiu o governo, mas já está dividindo a “caneta” com o governador Marconi Perillo | Foto: Jota Eurípedes

O suplente de deputado federal e secretário de Estado Sandes Júnior (PP) lista o que chama de “dez virtudes capitais” do vice-governador José Eliton, pré-candidato a governador de Goiás pelo PSDB.

“1 — José Eliton significa a renovação. Disputando contra Ronaldo Caiado (DEM) ou Maguito Vilela (PMDB), será visto, pelos eleitores, como o ‘novo’.
“2 — Não é um político tradicional. É político, mas é visto mais como gestor. Seu perfil não é muito diverso do perfil do prefeito de São Paulo, João Dória PSDB). Não são idênticos, mas são parecidos.
“3 — Não tem desgaste. Na campanha de 2018 vai pesar o discurso ético e José Eliton é um político inteiramente limpo, portanto inatacável.
“4 — Está preparado para o cargo, pois conhece os meandros do governo e do Estado como poucos. Sabe tudo sobre arrecadação, gestão e investimentos.
“5 — Atende bem as pessoas de todo o Estado — tanto da política quanto de outras atividades. Até políticos das oposições enaltecem seu comportamento democrático e republicano.
“6 — Sua franqueza, que supera a do político tradicional, tem agradado tanto políticos quanto integrantes da sociedade civil. Não diz ‘sim’ para agradar e sabe dizer ‘não’ de maneira diplomática.
“7 — Seu discurso é afiado e moderno. Sobretudo, não é vazio de conteúdo. É, técnica e politicamente, irrepreensível.
“8 — O conhecimento jurídico profundo contribui para dotar seus atos de um legalismo essencial. Ao mesmo tempo, avalia que transparência é fundamental às ações do homem público.
9 — Trabalha tanto para manter a base governista unida quanto para conquistar novos aliados. Mas não a qualquer custo. Porque é um político de fato republicano.
“10 — Embora ainda não tenha assumido o governo, José Eliton praticamente já está com a caneta nas mãos, determinando investimentos em todo o Estado. Em abril de 2018, assume o governo e poderá consolidar, de vez, aquilo que iniciou antes de ser governador.”