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Pop faz a cobertura mais isenta do caso do padre fantasma da Assembleia Legislativa de Goiás

A melhor cobertura do caso do padre Luiz Augusto Ferreira — denunciado como funcionário fantasma da Assembleia Legislativa de Goiás — é a do “Pop”. Não há comparação com o que saiu noutros jornais impressos e online. As reportagens do jornal do Grupo Jaime Câmara são isentas e não faz a defesa do indefensável. Uma coisa ninguém perguntou: o que a cúpula da Igreja Católica — leia-se dom Washington Cruz — pensa a respeito de um de seus integrantes ser funcionário fantasma? Sem a pressão da imprensa, que receia ser crítica, a Cúria Metropolitana se manifestou, por meio de carta, de maneira ponderada. Como se sabe, a Igreja Católica combate a corrupção, de qualquer natureza, e por isso a obrigação de se posicionar quando o problema a atinge diretamente. O papa Francisco decidiu não esconder os problemas de seus integrantes.

Goiano Marco Lemos assume cargo de desembargador no Tribunal de Justiça do Distrito Federal

Marco Antônio da Silva Lemos, ex-editor de política do Jornal Opção e do “Diário da Manhã”, assumiu o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios na terça-feira, 3, em Brasília. Ao apresentá-lo, o presidente do TJ disse que Marco Antônio é responsável por sentenças judiciosas, muito bem escritas e formuladas, ressaltou seu humor fino e contou que foi aprovado em primeiro lugar no concurso para juiz.

Governo do Distrito Federal deve começar a anunciar só a partir de junho

Os diretores do “Diário da Manhã”, Batista Custódio e Júlio Nasser, foram recebidos pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, do PSB. A intermediação foi feita pela deputada Liliane Roriz, do PRTB. A imprensa de Brasília está em pé de guerra com o governador. Motivo: Rodrigo Rollemberg avisou que, dada a situação caótica do governo, não terá condições de publicar anúncios pelo menos até junho. “A imprensa do DF está matando a cachorro a grito”, diz um repórter de um diário local. E já fez uma série de demissões.

Livro de italiano aponta envolvimento de políticos, empresários e espiões com a máfia

ZONA FRANCA O italiano Francesco Forgione volta às livrarias brasileiras com mais um livro interessante, “Zona Franca — Políticos, Empresários e Espiões na República da ’Ndrangheta, a Poderosa Máfia Calabresa” (Bertrand Brasil, 391 páginas, tradução de Mario Fondelli). No livro “Máfia Export — Como a ’Ndrangueta, a Cosa Nostra e a Camorra Colonizaram o Mundo”, ele conta que a máfia está entronizada “até” em Brasília.

Filho de político é envolvido em agressão a estudante. O que não se pode fazer é sensacionalismo

Reportagem de “O Hoje” informa que o filho adolescente de um político goiano participa de um grupo que agride garotos em Goiânia. As cenas foram filmadas. A fonte do jornal diz que o jovem é filho de um prefeito, mas não revelou seu nome. O “O Hoje” decidiu não divulgar o nome do garoto — respeitando a legislação, pois é menor — e o de seu pai. A cautela do jornal procede? Procede pelo menos em parte. Porque a divulgação atinge o pai do garoto, que não é responsável direto por seus atos. O problema é que os jornais — não apenas “O Hoje” — não tratam os cidadãos comuns com o mesmo respeito.

Jornalismo não sabe, mas marqueteiro está mais próximo de cientista do que de bruxo

[caption id="attachment_30131" align="alignleft" width="300"]Foto: ultimosegundo.ig Foto: ultimosegundo.ig[/caption] O veterano Renato Dias, torcedor cada vez mais solitário do VilaNãoVence, publicou ótima resenha do livro “João Santana — Um Marqueteiro no Poder” (Record, 250 páginas), de Luiz Maklouf Carvalho, no “Diário da Manhã”, no domingo, 1º. Há um único problema, se é problema: o jornalista chama o marqueteiro que contribui para a eleição de presidentes no e fora do Brasil de “bruxo”. O problema nem é de Renato Dias, mas do jornalismo em geral. Acredita-se, no Brasil, que o marketing político tem a ver mais com bruxaria, magia, prestidigitação. Não é nada disso. O marqueteiro lida com criatividade, com subjetividade, mas a parte forte de seu trabalho é uma base que se pode chamar de científica. São as pesquisas, tanto qualitativas quanto quantitativas, que norteiam, em larga medida, seu trabalho. Quando feitas com o máximo de seriedade e preparo técnico, as pesquisas têm caráter científico — nada têm a com bruxaria. Portanto, o marqueteiro está mais próximo de um cientista, que precisa da criatividade para “colorir” suas informações científicas, do que bruxo imaginoso, hábil em grandes sacadas.

A jornalista americana Claudia Pierpont publicou um vade mecum sobre Philip Roth

[caption id="attachment_30129" align="alignleft" width="300"]Foto: Steve Pyke/ContourPhotos/Getty Images) Foto: Steve Pyke/ContourPhotos/Getty Images)[/caption] Tudo aquilo que você quer saber sobre o escritor norte-americano Philip Roth e, sobretudo, sua obra, mas não tem tempo de consultar vários livros, inclusive os dele, pode ser pesquisado agora em único livro: “Roth Libertado — O Escritor e Seus Livros” (Companhia das Letras, 479 páginas, tradução de Carlos Afonso Malferrari), de Claudia Roth Pierpont, jornalista da revista “New Yorker”. Claudia Pierpont escreveu um livro notável. Suas críticas aos principais romances de Philip Roth — “O Complexo de Portnoy” e “O Teatro de Sabbath” — são de primeira linha. Além de apresentar o que outros críticos disseram sobre os livros do escritor, a jornalista apresenta suas próprias críticas, numa leitura direta extraordinária. Trata-se de um livro brilhantíssimo. Porém, se o leitor acredita que é um livro meio hagiográfico, porque é a favor — a autora não esconde os laços de amizade com o escritor —, está redondamente enganado. Claudia Pierpont aponta a fragilidade literária, a falta de aprofundamento dos temas e a linguagem que não consegue expô-los com brilho, em alguns livros de Philip Roth. Não deixa de ser curiosa a tese de que Philip Roth cresce, como escritor, quando encontra oposição forte pela frente. As críticas e, até, ataques são transformados em literatura. Uma das principais críticas literárias do “New York Times”, Michiko Kakutani, é transformada em personagem de um seus livros. Uma de suas ex-mulheres, Claire Bloom, que o criticou duramente em suas memórias, também se torna personagem — com nome modificado, é certo — de um de seus romances. Para Philip Roth, tudo pode ser transformado em literatura e é isto que faz em seus livros. Sua história e a história de parentes e amigos apareceram em seus livros, com nomes modificados, às vezes parecidos. O autor estaria fazendo história? Nada disso. A imaginação poderosa de Philip Roth colhe histórias reais e as transforma em ficção. Ficcionadas, por assim dizer, as histórias se tornaram patrimônio coletivo da humanidade — uma espécie de história de todos nós —, mas sem perder conexão com as histórias primevas (das quais poucos sabem). As histórias, as reais e as imaginadas, são parecidas, mas não são iguais. Philip Roth não faz biografia, e sim literatura.

“O jornal ‘O Hoje’ não está à venda”, afirma o empresário José Allaesse

O empresário José Allaesse disse na sexta-feira, 6, que não está vendendo o diário “O Hoje”. “Eu nem sabia que estavam falando sobre isso. É a primeira vez que ouço falar sobre o assunto. O jornal não está à venda”, insistiu.

Revista diz que o ator Jack Nicholson está com Alzheimer. Maria Shriver contesta notícia

A revista “Star” revela que o ator norte-americano Jack Nicholson, de 77 anos, está com Alzheimer, em estágio avançado. O notável ator de “Chinatown”, “O Iluminado” e “Um Estranho no Ninho” estaria vivendo recluso e não saberia mais quem é. “Para Jack parar de trabalhar em tudo é um enorme sinal vermelho para seus amigos, que estão com muito medo”, diz a “Star”. O ator não participou de uma comédia, em 2013, porque, segundo a revista, não conseguia memorizar as falas. Durante uma exposição de fotos dos Rolling Stones, Jack Nicholson cumprimentou o cantor e músico Mick Jagger, mas não conseguiu se lembrar que esteve em festas, na década de 1970, ao lado do artista britânico. Porém, uma amiga do ator, Maria Shriver, contesta a informação da “Star” e garante que ele não tem Alzheimer. Shriver diz que o “diagnóstico” divulgado é “100% falso”. Ele continua a frequentar os jogos de basquete do time do Los Angeles Lakers. Genialidade Se se pode dizer que um ator é genial — talvez não seja —, isto deve ser dito sobre Marlon Brando e Jack Nicholson. Há quem diga que o Jack Nicholson às vezes representa a sai mesmo. Há um pouco de verdade nisso, mas grandes atores, como ele, colocam muito de si nos papéis não por comodismo, por aderir ao fácil, mas para enriquecê-los. Mesmo em papéis que parecem menores, porque os filmes não são lá grande coisa, Jack Nicholson transforma-os e o filme acaba por se tornar melhor do que teria sido com outro ator. Ao lado de Marlon Brando, Jack Nicholson é um dos atores mais intensos de Hollywood. É quase convincente. Ele nunca é contido? Não é bem assim. Quando preciso, é contido, conciso. Mas de fato o filme e ele ganham quando o personagem é mais excessivo, diferente. A “Star” garante que a notícia de que tem Alzheimer é verdadeira. Torço para que Maria Shriver seja a proprietária da verdade.

Editora Três extingue a revista “IstoÉ Gente” e demite jornalistas

A Editora Três, que publica a “IstoÉ”, extinguiu a revista “IstoÉ Gente” — uma espécie de “Caras” 2. A empresa da família de Domingo Alzugaray demitiu sete jornalistas e designers. Estão de saída Andrea Debiagi (produção) e Daniela Mendes (edição), revela o Portal dos Jornalistas. O editor da revista “Planeta”, Ricardo Arnt, um dos mais experimentados jornalistas brasileiros, foi demitido. A Editora Três adotou um programa de demissão voluntária. “O objetivo” é “corta até 25%” da “folha de pagamento de celetistas”. Porém, afirma o Portal dos Jornalistas, “esses profissionais” representam “apenas 10% da redação. Por isso, além deles, já estariam sob risco funcionários com outras modalidades de contrato”. Pelo PDV, deixaram a Editora Três: Juca Rodrigues, editor de Fotografia, Mônica Tarantino, repórter de Saúde de “IstoÉ”, e Joca Alvarenga, diretor de Arte da “IstoÉ”. O repórter de “Negócios” Fabrício Bernardes, contratado pela “Exame PME”, deixou a empresa por conta própria.

Extinção da pena de José Genoino é uma das boas notícias da semana. É um homem decente

Podem até sugerir que sou petista, o que não sou. Mas a decisão do Supremo Tribunal Federal que extinguiu a pena de José Genoino foi uma das boas notícias da semana. José Genoino pode ter sido um político radical, na ditadura, mas, na democracia, se tornou uma das vozes moderadas do PT — dialogava com inteligência com as forças de centro (e até de direita) do Congresso Nacional, sem execrá-las. Não havia como a Justiça não condená-lo, porque estava mesmo envolvido no mensalão — muito mais por omissão, por ter deixado outros petistas decidirem por ele, que teoricamente mandava no PT (o rei sempre foi José Dirceu), do que devido a envolvimento direto. Mesmo parecendo um dom Quixote do Nordeste, José Genoino é um político, ex-político, tudo indica, decente. Fica-se com a impressão que, dos mensaleiros, é o único que realmente abateu-se.

Repórteres de O Popular reclamam dos salários baixos para o consultor Eduardo Tessler

Um dos objetivos de Eduardo Tessler é transformar o “Pop” numa espécie de Correio Braziliense de Goiás, com menos textos e mais fotos

Suspeito de mandar jornalista paraguaio é preso no Mato Grosso Sul

A Polícia Federal prendeu o ex-prefeito de Ipehú Vilmar “Neneco” Acosta (foto acima) no Mato Grosso do Sul, no Brasil, nesta semana. Ele é o principal acusado do assassinato do jornalista Pablo Medina e a estagiária Antonia. O repórter havia publicado várias reportagens conectando traficantes de drogas com políticos paraguaios. O paraguaio Vilmar Acosta foi denunciado pelo Ministério Público como autor intelectual do assassinato. Ele deverá responder judicialmente também por produção e tráfico de maconha. Seu irmão, Wilson Acosta, e um sobrinho, Flávio Acosta, foram denunciados como autores materiais do crime. Eles estão foragidos.

A imprensa e a liberdade

Ruy Martins Altenfelder Silva “Entendo que a liberdade de imprensa é cláusula pétrea da Constituição Federal, por dizer respeito ao mais sagrado direito de uma sociedade de ser informada da verdade, não pelos detentores do poder, mas pela imprensa. Não podem, portanto, ser modificados os fundamentos do caput do artigo 220 da Lei Suprema.”  O parecer, de extrema clareza, encerra artigo em que o conceituado jurista Ives Gandra da Silva Martins analisa recentes manifestações de alguns  setores que, a pretexto da democratização da informação, voltam a insistir no controle da imprensa. E, mais uma vez, invocam o argumento da concentração de capital nos segmentos de jornais e emissoras de TV. Quando se discute a imposição de limites à liberdade de imprensa, é sempre bom ter na memória o risco embutido nessa questão essencial para o pleno exercício da democracia. A história recente do País mostra o que acontece quando detentores do poder de tendência autoritária e avessos ao contraditório assumem o controle da mídia. Sem imprensa livre, cortaram-se os canais para a circulação de informação e impediu-se que chegassem ao conhecimento da sociedade fatos de fundamental importância, entre os quais violações de direitos humanos, planos mirabolantes de desenvolvimento econômico e outros desmandos praticados nos porões do poder público. Aliás, esse cenário repete-se, sem exceção, na história de todas as ditaduras que, entre as primeiras medidas adotadas ao assumir o poder, inclui o cerceamento da liberdade de imprensa. Seria importante resfriar o clima que cerca essa discussão e levar o foco do debate para um ponto que poderia proteger a efetiva liberdade de imprensa, desestimulando novas tentativas de estabelecer controles danosos ao exercício da democracia e distantes dos desejos de largas parcelas da sociedade. A exemplo de todos os campos da vida nacional, a imprensa está submetida ao império da lei, pois conta, ao lado de dispositivos que asseguram seu livre exercício, com contrapesos que previnem – e punem, quando for o caso – abusos que eventualmente venham a ser cometidos. E, também a exemplo de tantos outros campos da vida nacional, a imprensa também está enredada no cipoal em que se transformou a legislação brasileira, composta por leis que não dialogam entre si, gerando insegurança, confusão e fragilidades que alimentam tentações de controle. Muitas datam de décadas, tendo sido promulgadas antes dos avanços tecnológicos que alteraram profundamente a comunicação social, que hoje corre instantaneamente pelo planeta, envolvendo os bilhões de pessoas que têm acesso a um computador, um tablet, um smartphone. Enquanto isso, o Código Brasileiro de Radiodifusão está em vigor desde os anos 60, normatizando o rádio e a televisão. É das mais delicadas e sensíveis a proposta de discussão sobre um marco regulatório ou uma revisão das leis para a imprensa. Mas esse debate tem indiscutível papel estratégico para a consolidação do estado democrático de direito e para a sustentabilidade do pleno exercício da democracia. Exemplos dos países desenvolvidos e de longa tradição democrática indicam que coibir tentativas de impor censura à imprensa (seja de que tipo for) é tratar o problema pela metade. Nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e Alemanha, leis específicas buscam generalizar o acesso à informação, assegurando a pluralidade de opiniões e a livre manifestação do pensamento, garantidos por princípios constitucionais. No Brasil, enquanto os dispositivos constitucionais sobre liberdade de expressão (artigos 220 a 223) aguardam regulamentação desde 1988, uma nova realidade enfatiza a urgência de se discutir com mais profundidade e serenidade o tema da liberdade de expressão e seus desdobramentos. Com o avanço do acesso à educação e à tecnologia da informação, a sociedade torna-se mais exigente e difícil de ser manipulada por grandes interesses, públicos ou privados. Passa a reivindicar transparência dos governos, das empresas e das organizações não governamentais – o que só será realidade com a imprensa livre. Não será empreitada fácil montar um código da comunicação social que compatibilize interesses e preserve direitos de todos. Tarefa que talvez se torne menos difícil se for transferida do sempre suspeito e polêmico discurso ideológico para o campo do direito, talvez mais árido, mas certamente mais eficaz para dar segurança ao setor e garantir o respeito aos direitos fundamentais da sociedade e do cidadão. Ruy Martins Altenfelder Silva é presidente da Academia Paulista de Letras Jurídicas (APLJ) e do Conselho Diretor do CIEE Nacional.

Estudo inglês diz que órgão reprodutor masculino normal tem 13,12 centímetros. 20 cm é visto como fora do padrão

Segundo um estudo sistematizado que colheu dados de 15.521 homens ao redor do mundo, as medidas para o comprimento, em média são: 9,16cm enquanto flácido; 13,24cm enquanto esticado e 13,12cm ereto; para o perímetro ou circunferência são: 9,31cm flácido e 11, 66cm ereto. Esse mensuração foi feita na face dorsal, desde o osso pubiano, até o orifício uretral externo (local onde sai a urina, na glande).

Existem diversos estudos no mundo inteiro sobre o tamanho e os resultados são muito variados, principalmente por causa do método empregado para mensurar.

Desde as décadas de 80 e 90 foram desenvolvidas técnicas com o intuito de tentar aumenta-lo em comprimento e espessura. Existem variadas formas de cirurgia, com resultados imprecisos ou discutíveis e muitos homens, que estão com o emocional enfraquecido, aceitam o procedimento.

Na tentativa de minimizar problemas associados ao resultado ou às expectativas pessoais, o paciente deve passar por uma avaliação e orientação de um psicólogo.