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Instituto faz campanha para arrecadar material escolar para crianças em Goiás

Objetivo é juntar cerca de 500 kits para melhorar qualidade da educação de estudantes carentes

Foto: Reprodução

O novo ano letivo já começou, mas uma ONG tem buscado resolver um problema que persiste na vida de muitas crianças: a falta de material escolar. O Instituto Ninhos, que atua no apoio à educação infantil de crianças de baixa renda, mantém sua campanha de arrecadação de material escolar. A iniciativa recebe todo tipo de material (novo ou usado), podendo ser entregue em uma das escolas particulares parceiras.

Segundo a presidente do Instituto, Talita Pimenta Félix, o objetivo é arrecadar cerca de 500 kits escolares e, assim, melhorar a qualidade da educação de crianças que carecem de material para estudar.

“Sabe aquele caderno usado que ainda tem folhas em branco ou aquele lápis que não foi totalmente consumido? Tudo isso pode ser doado e ajudará centenas de crianças. Aquilo que não tem mais utilidade para você, pode ser extremamente útil para o outro”, afirma Talita.

Caso prefira, as doações podem ser feitas em dinheiro, no valor de R$ 16, a serem revertidos na montagem dos kits. Podem ser doados ainda livros literários e pedagógicos (novos e usados). “Nosso foco é diminuir os índices de evasão escolar por falta de material e oferecer mais dignidade na vida dessas crianças”, acrescenta a presidente.

As doações podem ser feitas em seis escolas particulares de ensino infantil, sendo elas: Colégio Pequeno Príncipe , Colégio Studium, Escola Educandário Vila Boa, Escola Interamérica, Colégio Átrio e CCBEU.

Programa de emagrecimento com ajuda do Whatsapp ganha adeptos goianos

De maneira organizada e com acompanhamento, grupos recebem orientação diária, compartilham rotina e mantém motivação

Quem observa as fotos de antes e depois da professora de Anápolis Adriane Cardoso, de 46 anos, que perdeu 20 quilos no decorrer dos últimos meses não acredita que ela conquistou a nova silhueta com a ajuda de um aplicativo de mensagens. Isso porque ela é uma das 25 mil pessoas no país que participa de grupos de WhatsApp moderados por estrategistas do método de emagrecimento chamado Afine-se, presente em cerca de mil clínicas de estética pelo país.

Adriane Cardoso dos Santos, 46 anos, professora em Anápolis | Fotos: Divulgação

"Eu estava sendo acompanhada por um nutrólogo há 2 anos, mas não conseguia obter o resultado que eu queria. Tomava remédios, fazia dietas, mas emagrecia no máximo 2kg e estacionava. Entrei numa depressão profunda, estava pesando 87kg, pré-diabética, colesterol alto, vitaminas abaixo da média, gordura no fígado e um abdômen enorme", contou Adriane.

Só depois que uma amiga começou a fazer o método Afine-se e emagreceu 15 quilos com a estrategista Isabella de Andrade é que a professora decidiu experimentar o novo desafio. "Expliquei toda a minha história para ela, que me incentivou da forma que eu precisava para realmente mudar de vida. Contei muito com o apoio e incentivo do meu esposo também", completou.

A partir daí Adriane também disse que descobriu novidades sobre reeducação alimentar comendo "de tudo". "O melhor de todo esse processo foi o grupo no WhatsApp, que é uma forma de colocar em prática tudo que a estrategista ensina. Lá, eu postava os meus pratos todos os dias e isso faz com que a gente se policie para realmente seguir as instruções alimentares e não levar bronca, além disso, o grupo é repleto de muito incentivo, motivação e elogios e isso faz com que você se dedique ainda mais no processo", revelou a professora que garante estar feliz com as conquistas.

Programa de emagrecimento


Mariane De Chiara, uma das criadoras do Afine-se | Foto: divulgação

A estrategista em emagrecimento Mariane De Chiara, uma das criadoras do Afine-se, explica que o método é baseado em mudança de hábitos, visando um emagrecimento definitivo. Cada pessoa segue uma estratégia personalizada e passa a fazer parte de um grupo com até no máximo 15 pacientes. Também faz parte do grupo uma estrategista de emagrecimento, que monitora resultados, orienta e estimula as pessoas.

“Elegemos o Whatsapp como ferramenta para acompanhar e orientar os pacientes. As pessoas podem trocar experiencias e incentivar umas às outras,” explica. “Mudar um hábito requer rotina, repetição das atitudes positivas e comprometimento. Quando se tem apoio diário, as chances de passar por um processo assim com sucesso é muito maior”, reforça De Chiara.

Mudança de Hábito

Com abordagem simples e madura, utilizando o conhecimento gerado pelas mais respeitadas pesquisas sobre emagrecimento, o Afine-se trabalha a gestão de peso através da estimulação de hábitos saudáveis, visando melhor qualidade de vida para seus pacientes.

A filosofia do método está apoiada na geração de consciência de estilo de vida e pedagogia alimentar, aliadas a medidas que visam mudança de padrões mentais e comportamentais, ajudando a pessoa com sobrepeso ou obesidade. O programa é baseado em uma metodologia exclusiva desenvolvida pelo grupo para reeducação de hábitos, cujos pilares são Repetição, Educação, Monitoramento Contínuo e Motivação (REMM).

“Além de proporcionar um emagrecimento real e em um curto espaço de tempo, nosso foco no apoio ao paciente permite que ele mantenha o emagrecimento de forma definitiva, pois ele aprende hábitos saudáveis e conhece os caminhos para conquistar qualidade de vida”, afirma De Chiara.

A rede está presente em 322 cidades brasileiras e já capacitou mais de 1.000 profissionais, tornando-os Estrategistas de Emagrecimento. Além da formação, o método também atua com protocolos estéticos e produtos próprios, aliados ao acompanhamento presencial e remoto. Em pouco mais de dois anos, o Afine-se já ultrapassa 25 mil clientes atendidos e quase 200 toneladas de peso eliminadas. Em Goiás, a estratégia conta com 19 licenciadas que já atenderam mais de 250 pacientes.

Inclusive, o acompanhamento presencial é fundamental para o desenvolvimento do processo. Recomenda-se que o paciente tenha um atendimento presencial no mínimo, uma vez por semana, mas isso é dimensionado de acordo com a rotina do paciente e o tratamento proposto.

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Licitação de pontos comerciais do Mutirama causa “estranheza” e será investigada

Presidente da Câmara Municipal de Goiânia afirma que Prefeitura agiu com descaso com comerciantes tradicionais do parque

Foto: Mayara Carvalho/Jornal Opção

Em entrevista exclusiva ao Jornal Opção, o presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Romário Policarpo (Pros), comentou sobre a situação dos permissionários do Parque Mutirama que protestam pela permanência em seus pontos comerciais. O imbróglio teve início quando o prefeito Iris Rezende (MDB) solicitou a saída dos comerciantes devido a novo processo licitatório para 28 pontos do parque.

Policarpo atestou que a Câmara Municipal de Goiânia já possui conhecimento da situação e se posicionou ante à prefeitura em favor dos permissionários que lá estão. “Entramos nesse meio pois não aceitamos a mudança daqueles que ali se estão há muitos anos. Solicitamos que a prefeitura de Goiânia corrija essa situação. Aquele é um comércio histórico da capital. As pessoas que estão possuem uma tradição no local”.

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O presidente atesta ainda que “a prefeitura estava beneficiando empresas para que tomem conta do comércio local”. Para ele, esta é uma demonstração de descaso. “Quando ela [prefeitura] se coloca contra pessoas que estão ali há 40 anos a troco de um lote, isso nos causa estranheza”. Ele justifica a afirmação ressaltando que “independentemente da empresa que estiver no local, o pagamento para prefeitura é o mesmo”.

Para finalizar, Policarpo disse que a Câmara Municipal de Goiânia irá investigar a situação. A ideia é que se possa saber se existem empresas interessadas participando deste processo.

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Canal dentário pode ser um dos maiores vilões da saúde humana

Um documentário sobre problemas gerados pelo procedimento está gerando preocupação entre pacientes e desconforto entre dentistas

foto: reprodução

Nenhum canal dentário é bem sucedido em sua totalidade: essa é a afirmação feita em A Raiz do Problema, novo documentário da Netflix. O longa metragem expõe durante mais de uma hora, diversos relatos de dentistas que repudiam o procedimento. Eles afirmam categoricamente que em longo prazo o canal irá afetar todo o organismo do paciente.

Já não bastasse temer o momento de sentar na cadeira de um consultório odontológico para realizar algum procedimento, agora quem confere A Raiz do Problema começou a se preocupar com o depois do comparecimento. Aqueles que por ventura já possui um canal dentário tá com preocupação dobrada. Só no Estados Unidos são 25 milhões de procedimento por ano.

O documentário está causando polêmica entre odontólogos. Já entre os espectadores que não são da área, o pânico ao assistir a produção é quase inevitável. Entretanto é preciso ter cautela, e é por isso que o Jornal Opção preparou uma análise em diálogo com especialistas do setor.

O documentário

A partir da trama sobre um homem que busca descobrir as causas de suas doenças, como fadiga crônica e síndrome do pânico, o documentário começa com dados alarmantes. Uma das fontes do doc é a Dra Dawn Ewing, PhD em Odontologia Biológica pela Universidade do Texas. É a dentista que começa citando pontos polêmicos sobre o procedimento.

"E se eu te disser que 98% da mulheres que tem câncer de mama fizeram canal do mesmo lado em que o câncer apareceu? E se eu te disser que o melhor método de prevenção cardiovascular, chamado Bale & Doneen, não aprovam o tratamentos de canal por causa das bactérias?", provoca a pesquisadora.

Após essas perguntas feitas pela Dra Dawn, o que o espectador pode esperar é mais uma enxurrada de apontamentos que relacionam diversos problemas de saúde com o procedimento de canal dentário.

Outro dentista do documentário que compactua com a tese, é o Dr Joseph Mercola. "Dentistas tradicionais acreditam que não há problemas com os canais, mas eu discordo. Acho que eles são uma fonte escondida e inesgotáveis de toxinas", afirma.

Todos os problemas citados pelos especialistas atribuem à impossibilidade de se esterilizar todos túbulos dentinários presentes em um único dente, essas regiões são incalculáveis e armazenam bactérias enquanto o dente não for extraído.

Há quem discorde

O Jornal Opção escutou dentistas goianos e perguntou a eles suas opiniões sobre o conteúdo do longa metragem. Os odontólogos foram unanimes em discordar dos pontos apresentados por A Raiz do Problema.

Para o dentista Kleber Vinicius, os apontamentos do documentário são “extremistas e sensacionalistas”. O profissional diz que como em qualquer área da saúde, os dentistas também estão sujeitos ao insucesso, mas que o respeito aos protocolos estabelecidos por meio de pesquisas, buscam a garantia da boa realização do procedimento.

Em relação a danos futuros, Dr. Kleber afirma que nunca viu nada na literatura que falasse sobre os problemas citados em A Raiz do Problema, e se diz surpreso com o conteúdo. “A associação do documentário que liga o procedimento de canal com alguns tipos de câncer é pouco embasada. Eles não citam fatos científicos suficientes que comprovem os apontamentos”, afirma.

Quem também discorda do documentário é a dentista Lísia Máximo, que está se especializando em endodontia, área da odontologia que estuda o procedimento de canal. Lísia conta que não conseguiu terminar de assistir o documentário, porque segundo ela o conteúdo chega ao nível do “absurdo”.

“O procedimento já foi muito estudado, existem diversas correntes de estudos mundiais. São evidencias cientificas geradas durante décadas que comprovam que a realização do canal não gera problemas futuros. Desde que o trabalho seja feito respeitando os protocolos e os tipos de medicações recomendadas.”, afirma a Dra. Lísia. 

E nessa discussão entre especialistas, fica difícil definir quem está certo ou não. Certamente o assunto ainda irá render muita pesquisa. De qualquer forma, pelo menos por enquanto, não cabe alarde entre os milhões de pacientes que se submetem ao procedimento todos os anos.