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Parlamentar se pronunciou sobre o assunto durante o pequeno expediente desta quarta-feira, 17, na Alego

Durante o pequeno expediente da sessão ordinária desta quarta-feira, 17, o deputado estadual Major Araújo subiu à tribuna da Assembleia Legislativa (Alego) para repercutir a morte do policial militar durante uma troca de tiros com assaltantes. Conforme mostrado pelo Jornal Opção, o sargento da Rotam reagiu a um assalto, porém, foi alvejado pelos criminosos.
Para Araújo, é necessária uma ação mais energética contra os criminosos. O parlamentar aproveitou ainda para enaltecer a postura do governador do Rio de Janeiro que defende que policiais militares atirem “para matar” os bandidos.
[relacionadas artigos="178463"]Ele também se solidarizou com a família do policial e disse que o militar “morreu sem o salário de dezembro”. “Muitos policiais nossos ainda não receberam”, assegurou.
O crime ocorreu no setor Chácara São Pedro, em Aparecida de Goiânia. Na ocasião, o sargento, que se deslocava em uma moto, foi abordado por dois indivíduos que imediatamente anunciaram o assalto.
O PM reagiu. Houve troca de tiros entre o militar e os criminosos. Assim como o sargento, um deles morreu no local do crime. O terceiro, apesar de ter sido atingido, sobreviveu. Ele deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Hidrolândia — município vizinho — onde confessou sua participação no crime.
Maria Aparecida Firmo Ferreira, de 79 anos, vive em uma favela a 40 km do Palácio da Alvorada
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Secretaria Estadual de Saúde disse, ao Jornal Opção, que a gestão Caiado tem trabalhado com estratégias ancoradas nos pilares da regionalização, regulação e eficiência operacional dos hospitais
Após a publicação da carta aberta divulgada pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) na manhã da última terça-feira, 16, a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) se pronunciou sobre o assunto. Por meio de nota, a SES-GO rebateu as duras críticas feitas pelo Cremego e argumentou dizendo que a gestão da pasta tem buscado solução para aumentar a oferta dos serviços de saúde, em especial os pediátricos.
[relacionadas artigos="178267"]“Na semana passada, o governador Ronaldo Caiado (Dem) e o secretário Ismael Alexandrino ativaram mais 55 leitos pediátricos no Hugol, sendo 45 de internação e 10 de UTI. A medida faz parte das ações adotadas para desafogar o atendimento no Hospital Materno Infantil, unidade referência em pediatria em Goiás”, destaca o documento.
Sobre a regulação de pacientes, segundo a SES, a atual gestão tem mantido diálogo com o município de Goiânia. “Um dos principais desafios é alinhar a visão atual com a regulação da capital, de Aparecida de Goiânia e de Anápolis. Está sendo desenhado pelo Estado uma nova modelagem para estruturar a regulação de vagas; a expectativa é de que, nos próximos seis meses, seja aplicado um sistema macro, com um pensamento mais amplo e unificado”. A secretaria assegurou ainda que “a equipe técnica está estudando e formatando os processos, a capacidade instalada e avaliando o que o Estado pode oferecer na regulação de pacientes”.
[relacionadas artigos="176331"]Outro ponto comentado pela pasta está relacionado ao foco na regionalização da saúde. Sobre o assunto, a secretaria informou que, nesse cenário, as policlínicas – chamadas em Goiás de Unidade de Saúde Especializadas (USE) – terão um papel fundamental. “Atenderão no nível secundário e terciário que não exijam internação. Até o final deste semestre, três policlínicas devem ser inauguradas em cidades estratégicas no interior de Goiás, totalizando, até o final da gestão, 17 unidades”.
Sobre o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), a SES informou que a unidade está realizando novo chamamento público. “A nova modelagem do contrato indica uma redução ainda maior, na ordem de R$ 5 milhões. A ideia é que todas os contratos sejam revistos e desenvolvidos com essa dinâmica. Essas alterações vão permitir, por exemplo, o aumento significativo da realização de cirurgias eletivas no Estado e ofertar serviços alinhados as necessidades da população”.
[relacionadas artigos="172653"]Outra prioridade da pasta é a renovação dos contratos de gestão com as Organizações Sociais (OSS) que administram os hospitais do Estado “com um olhar na otimização dos recursos públicos e ampliação dos serviços e da produção hospitalar”. “Com essa lógica, a renovação do contrato da OS que administra o Hospital Alberto Rassi (HGG), por exemplo, teve redução no valor global de 18%, o que corresponde a cerca de R$ 3 milhões, e um incremento no número de cirurgia de 62%”, destacou.
Por fim, a secretaria reforçou que a atual gestão “tem trabalhado com estratégias ancoradas nos pilares da regionalização, regulação e eficiência operacional dos hospitais para melhorar a Saúde Pública de Goiás”, pontuou.
PM reagiu ao assalto e disparou contra criminosos. Um morreu e outro deu entrada na UPA de Hidrolândia, onde confessou participação no crime
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Celebração, que teve início em 1975, será realizada nesta quarta-feira à noite na Cidade de Goiás, mas GO-070 tem trechos deteriorados
Uma das celebrações mais tradicionais de Goiás volta a ganhar as ruas nesta quarta-feira, 17. A partir das 23h59, começa a encenação da Procissão do Fogaréu, conforme ocorre desde 1745. A previsão é de que aproximadamente 20 mil pessoas acompanhem o espetáculo a céu aberto, nas centenárias ruas da Cidade de Goiás.
A procissão encena a prisão de Jesus Cristo por soldados romanos, os farricocos. Eles são representados por 40 moradores da antiga capital do Estado. Os farricocos caminham descalços pelas ruas de pedra carregando o estandarte pintado pelo artista plástico Veiga Valle no século 19. Com as luzes apagadas, a comitiva é acompanhada por moradores e visitantes.
O turista que queira acompanhar a procissão, porém, tem de tomar cuidado. A GO-O70, principal rota de acesso à Cidade de Goiás, tem trechos deteriorados. Segundo a Agência Goiana de Infraestrutura e Transporte (Goinfra), apesar de a rodovia ter sido entregue há menos de um ano, foi constatada “deterioração”. Portanto, há trechos com obras.
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