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Matéria foi aprovada em definitivo na tarde desta quinta-feira, 14, na Alego
Por unanimidade, o romancista e jornalista foi eleito para a Cadeira 11, que era ocupada por Helio Jaguaribe
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Após afirmação do republicano, deputados se defenderam e disseram que fala foi regada de insinuações
Paulo Trabalho considera essa como melhor alternativa para impedir tragédias como de Suzano, já que, para ele, não basta armar civis
Filiado ao MDB, ele foi também deputado, secretário em Goiás e ministro no governo de Itamar Franco
Empresa de streaming faz o primeiro reajuste desde 2017 e mensalidade mais em conta passa a custar R$ 21,90

Os maratonistas de sofá terão de desembolsar um pouco mais para acompanharem suas séries favoritas na Netflix. O serviço de streaming divulgou nesta quinta-feira, 14, o reajuste em suas mensalidades. O preço aumentará entre 10% e 21%.
De acordo com a empresa, o plano básico (tela única sem HD) passou de R$ 19,90 para R$ 21,90. O plano de duas telas simultâneas e conteúdo HD subiu de R$ 27,90 para R$ 32,90. Já o plano principal, com quatro telas simultâneas e resolução 4 k, que custava R$ 37,90, agora custa R$ 45,90.
"Mudamos nossos preços de tempos em tempos para continuar investindo no melhor do entretenimento, além de melhorar a experiência da Netflix para nossos membros no Brasil", disse a empresa em comunicado à imprensa.
A Netflix tem, hoje, 139 milhões de assinantes em todo o mundo – a empresa não divulga os dados do Brasil. Em seu catálogo, há séries como Grey´s Anatomy, Narcos, Breaking Bad e The Walking Dead, entre outras.
Ele também afirma que houve um desentendimento entre diretora e assessor, que foi exonerado por ter agredido servidora
Prefeito é acusado de pagar propina para que vereadores votassem favoravelmente em projetos de seu interesse

Na noite de quarta-feira, 14, a Câmara Municipal de Augustinópolis decidiu, em votação unânime, cassar o mandato do prefeito Júlio Oliveira (PRB). O gestor é acusado de pagar propina a parlamentares para aprovar matérias de interesse do município. Na mesma data, os vereadores realizaram outra sessão para empossar o vice-prefeito, Vanderlei Arruda (PRB), à frente do Executivo.
O processo de cassação de Oliveira foi aberto após a “Operação Perfídia”, comandada pela Polícia Civil do Tocantins, que chegou a prender temporariamente dez dentre os onze membros da Câmara, em razão do suposto esquema de propina – que movimentava R$ 40 mil mensalmente, segundo o MPE – para a aprovação de projetos de lei do Executivo.
À época, os vereadores Antônio Silva Feitosa (PTB), Maria Luisa de Jesus do Nascimento (PP), Antônio Barbosa Sousa (SD), Antônio José Queiroz dos Santos (PSB), Edvan Neves Conceição (MDB), Ozeas Gomes Teixeira (PR), Francinildo Lopes Soares (PSDB), Angela Maria Silva Araújo de Oliveira (PSDB), Marcos Pereira de Alencar (PRB) e Wagner Mariano Uchôa Lima (MDB) foram afastados dos cargos pela Justiça. Desta forma, os votos para cassar Júlio Oliveira foram dos suplentes empossados após a decisão judicial.
O presidente da Casa de Leis, Cícero Moutinho (PR), lamentou o episódio, enfatizando que “a Câmara não poderia ficar omissa à situação, a sociedade cobrou isso dos vereadores.” O presidente também se manifestou sobre o “descaso” com que prefeito cassado tratou o processo de cassação, uma vez que, apesar de ter sido notificado e convocado, não compareceu à sessão e sequer estava na cidade de Augustinópolis no dia da sessão de julgamento.
Parlamentar justifica que gesto seria homenagem aos serviços prestados pelas duas figuras ao Brasil e à democracia
Órgão irá analisar tentativa de criação de fundo bilionário com valores de multas pagas à Petrobrás

