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Bombeiros goianos chegam a Brumadinho e auxiliam na evacuação de moradores

Equipes atuam na retirada dos moradores que estão próximos à barragem para áreas mais altas da cidade 

Namorado interrompe show e pede Lulu Santos em casamento

Casal celebrou o momento com um beijo e arrancou aplausos do público

Governo afirma que irá fiscalizar todas as barragens de Goiás

De acordo com pasta, Estado tem 137 barragens e, destas, 11 são de grande porte [caption id="attachment_160882" align="aligncenter" width="620"] Foto: divulgação[/caption] A Secretaria do Meio Ambiente e o Batalhão Ambiental da Polícia Militar de Goiás instituíram uma força tarefa neste sábado, 26, para mapear, vistoriar, orientar e adotar medidas preventivas para evitar incidentes envolvendo qualquer modalidade de barragens existentes em Goiás. De cordo com a pasta, Estado tem 137 barragens sendo 11 de grande porte. Ficou definido o início imediado da fiscalização de todas as barragens no Estado. Já nesse fim de semana, está sendo feito o monitoramento via satélite no Centro de Monitoramento e Fiscalização do Batalhão Ambiental. Serão identificadas as prioridades de fiscalização por área de risco e, logo em seguida, começam as vistorias nos locais. O trabalho de campo será realizado em conjunto, com a coordenação técnica dos fiscais da Secretaria e apoio do Batalhão Ambiental. A reunião foi realizada no gabinete da Secretaria, com a presença da secretária Andréa Vulcanis, coronel Heber Lima (Comandante do Policiamento Ambiental), Tenente Coronel Jubé (sub Comandante do Policiamento Ambiental)  e Capitão Clayton (Chefe do CTA responsável pelo monitoramento via satélite). No decorrer da semana, novas medidas para a proteção do meio ambiente serão anunciadas pela Secretaria, que está preparando um pacote de ações para a área.

Bolsonaro chega a SP para retirada de bolsa de colostomia

Mourão assumirá o cargo enquanto o presidente se recupera da operação

Ônibus capota na BR 153, próximo ao Goiânia Arena, e deixa mortos e vários feridos

Trabalharam na ocorrência 15 viaturas do CBMGO e 41 bombeiros militares

Sirenes tocam em Brumadinho por risco de outro rompimento. Buscas são interrompidas

Número oficial de mortos já são 37. Apenas 8 foram identificados e 192 pessoas foram resgatadas [caption id="attachment_160865" align="aligncenter" width="620"] Foto: Corpo de Bombeiros de Minas Gerais/Divulgação[/caption] Menos de dois dias depois da tragédia na Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte (MG), a companhia Vale voltou a acionar as sirenes de alerta. Elas foram acionadas por volta das 5h30 da manhã deste domingo, 27. Os moradores que estavam na área foram retirados do local. Em comunicado, a Vale informou que foi detectado aumento dos níveis da água na região. “A Vale informa que, por volta das 5h30 deste domingo, acionou as sirenes de alerta na região da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), ao detectar aumento dos níveis de água nos instrumentos que monitoram a barragem VI.” De acordo com a empresa, a barragem faz parte do complexo de Brumadinho. As autoridades foram avisadas e os moradores retirados do local. “Como medida preventiva, a comunidade da região está sendo deslocada para os pontos de encontro determinados previamente pelo Plano de Emergência.” Segundo a empresa, o monitoramento será mantido. “A Vale continuará monitorando a situação, juntamente com a Defesa Civil. Novas informações a qualquer momento.” Mortos, identificados e vítimas resgatadas O tenente-coronel Pedro Aihara, porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, informou neste domingo, 27, que o número oficial de mortos com o rompimento da barragem em Brumadinho (MG) subiu de 34 para 37, das quais 8 foram identificadas, e que 192 pessoas foram resgatadas. Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de 24 mil pessoas foram afetadas de algum modo pelo rompimento da barragem.

Prazo para inscrição no Sisu termina neste domingo

Os estudantes terão acesso ao sistema até as 23h59 Neste Domingo (27) termina o prazo para se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Os estudantes terão acesso ao sistema até as 23h59, no horário de Brasília. Os resultados serão divulgados amanhã (28). A inscrição é feita pela internet. Ao todo, o Sisu oferece, nesta edição, 235.461 vagas em 129 instituições públicas de todo o país. Podem concorrer às vagas os estudantes que fizeram o Enem 2018 e obtiveram nota acima de zero na prova de redação. Segundo o MEC, 3,5 milhões de estudantes preenchem os requisitos e podem concorrer a essas vagas. Até o fim do período de inscrição, os candidatos podem mudar as opções de curso. Será válida a última opção confirmada. Sobrecarga do sistema Durante o período de inscrição, o sistema do Sisu registrou sobrecarga, o que causou lentidão e dificultou o acesso dos estudantes. Isso fez com que o MEC adiasse o fim do prazo de inscrição, que terminaria na sexta-feira (25). Neste ano, o MEC testou a divulgação de notas de corte cinco vezes ao dia. Devido ao grande número de acessos, a pasta voltou a divulgar as estimativas apenas uma vez por dia, como era feito nas edições anteriores. A última nota de corte foi divulgada à meia-noite deste domingo. Trata-se de uma estimativa com base nos candidatos inscritos até o momento. Embora não seja uma garantia da vaga, é possível usar a informação para orientar a escolha. O candidato pode consultar também, em seu boletim, a classificação parcial na opção de curso escolhido, que é calculada a partir das notas dos candidatos inscritos na mesma opção. Assim como a nota de corte, é uma referência e não uma garantia de vaga. Escolhas Na hora da inscrição, os estudantes podem escolher até duas opções de curso, em ordem de preferência. A principal novidade deste ano é que os estudantes que forem selecionados em qualquer uma das duas opções não poderão participar da lista de espera. Até o ano passado, aqueles que eram selecionados na segunda opção podiam ainda participar da lista e ter a chance de ser escolhido na primeira opção. O resultado será divulgado no dia 28 de janeiro. A matrícula dos selecionados deve ser feita de 30 de janeiro a 4 de fevereiro. Do dia 29 de janeiro ao dia 5 de fevereiro, os estudantes que não foram selecionados na chamada regular, em nenhuma das opções, podem manifestar o interesse em participar da lista de espera. Esses alunos serão convocados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 7 de fevereiro. Os candidatos podem acompanhar a inscrição pela internet, no site do Sisu, ou pelo aplicativo do sistema de seleção. Pelo app, é possível ter acesso às classificações parciais e notas de corte, ver o resultado final e a lista de aprovados.

Após tragédia, Justiça mineira bloqueia R$ 5 bilhões da Vale

Ibama também agiu aplicando multa de R$ 250 milhões à mineradora. Valor acumula cinco autos de infração no valor de R$ 50 milhões cada

Lula está proibido de receber visitas de Haddad e lideranças religiosas

Juíza responsável pela execução da pena do ex-presidente cancelou ainda o direito especial para que Haddad fosse nomeado como defensor jurídico de Lula [caption id="attachment_122318" align="aligncenter" width="620"] Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva I Foto: Reprodução[/caption] Graças a decisão tomada pela juíza Carolina Lebbos Moura na última sexta-feira, 25, os dias do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na prisão tendem a ser mais solitários. Lebbos proibiu a visita de Fernando Haddad (PT) — um dos grandes líderes, se não o principal, do Partido dos Trabalhadores na ausência de Lula — e também de líderes religiosos que comumente se dirigiam ao encontro de Lula no cárcere de Curitiba (PR). Lá, o petista cumpre pena desde abril de 2018. Assim como os demais presidiários alojados na Polícia Federal (PF) de Curitiba, Lula terá, agora, direito a apenas uma visita religiosa por mês. O corte de privilégios por parte da juíza substituta da 12ª Vara Federal, se deu com base no parecer do Ministério Público Federal (MPF). Ela, que é responsável pela execução da pena do ex-presidente, cancelou ainda o direito especial para que Haddad fosse nomeado como defensor jurídico de Lula. "Efetivamente se vislumbra o término da eficácia do mandato outorgado. Logo, não se pode autorizar a visitação do outorgado na condição de representante do ora apenado", explica Lebbos. Ela ressaltou ainda que, ainda que se mantivesse a eficácia do mandato, "não se identificou qual seria a necessidade e utilidade jurídicas de contato direto e constante de Fernando Haddad com o apenado." Em alusão aos princípios éticos e garantia da condição de igualdade, Carolina Lebbos lembrou que as prerrogativas da advocacia, que se destinam à efetiva proteção do cidadão, "não podem nem devem ser invocadas e/ou utilizadas em abuso de direito, com o propósito de burlar as regras e controles da unidade prisional". Vale lembrar que Fernando Haddad poderá visitar o ex-presidente, porém, às quintas-feiras, onde não há vedação à visitação ao detento. Neste caso, será observado, apenas, "o regime próprio das visitas sociais", como lembra a magistrada. Desde que foi preso, Lula recebeu 572 visitas, sendo 21 delas do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. Neste mesmo período, o ex-presidente também recebeu visitas de lideranças religiosas em sua cela na PF. A prática já havia chamado atenção do Ministério Público (MP) que se manifestou em julho do ano passado. Sobre o assunto, foi questionado recebimento destas visitas em horários diversos da visitação comum. O MP considerou ainda que tais visitas deveriam ocorrer na mesma data em que realizadas as demais. "A manutenção dessas visitas não se mostra compatível com os princípios e as regras que regem a execução da pena", considerou, por fim, a juíza.

Defesa Civil Nacional reconhece calamidade pública em Brumadinho

Ministério instalou em Brumadinho um posto de operações para órgãos federais

Goiânia tem pontos de arrecadações de alimentos para vítimas de Brumadinho

Autoridades já confirmaram 11 mortes e ainda há 196 pessoas desaparecidas

Júlio da Retifica diz que deputados não sabiam que situação financeira do Estado estava crítica

Deputado afirma que por ter tomado conhecimento disso recentemente, votou à favor do decreto de calamidade financeira

Glaustin afirma que mediou negociações da vinda da usina fotovoltaica para Goiás

Inicialmente a instalação da indústria deve gerar mais de 1000 empregos diretos, levando desenvolvimento e oportunidades ao nordeste goiano

Governo é intimado a responder a ação civil impetrada por associação de professores

Servidores reivindicaram salário atrasado na justiça e fazem nova denúncia sobre suposto desvio de verba federal [caption id="attachment_160761" align="aligncenter" width="620"] Sede do Ministério Público de Goiás | Foto: Divulgação[/caption] O Estado de Goiás foi intimado a responder a ação civil pública impetrada pela Associação Mobilização dos Professores de Goiás (AMPG), por meio do Ministério público de Goiás (MP-GO), o que, para a categoria, representa uma vitória para os profissionais da Educação. A associação ingressou também com uma nova ação contra o Estado para cobrar explicações  sobre o paradeiro da verba referente ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em entrevista ao Jornal Opção, um dos professores envolvidos na causa questionou: "O governador e a secretaria dizem que não podem pagar porque a gestão anterior não empenhou o salário. Porém, a Assembleia Legislativa funcionou normalmente essa semana por conta de outras questões. Eles poderiam ter empenhado a nossa folha naturalmente." O prazo para que o Estado responda a ação civil se estende até a próxima terça-feira, 29. Quanto ao novo processo protocolado pela categoria, o profissional ressaltou que os profissionais da educação possuem documentos que atestam uma verba, disponibilizada pelo Fundeb, superior a R$ 230 milhões. Valor este que poderia ser utilizado para custear a folha de dezembro. Porém, segundo o professor, parte do dinheiro teria sido desviado. “Temos provas concretas de esse dinheiro foi desviado pela gestão anterior. Ingressamos com essa ação exatamente para que isso seja investigado. Temos provas de que uma única pessoa, que não possui ligação com a Educação, inclusive, recebeu R$ 4 milhões”. O Fundeb atende toda a educação básica, da creche ao ensino médio. Substituto do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), que vigorou de 1997 a 2006, o Fundeb está em vigor desde janeiro de 2007 e se estenderá até 2020.