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O ator Hollywoodiano se comoveu com a tragédia e relembrou que não foi a primeira vez que ocorre um caso semelhante no Brasil
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Foto: reprodução[/caption]
O rompimento da barragem no Complexo do Feijão, em Brumadinho ganhou repercussão internacional. A tragédia que até a última quarta-feira, 30, já confirmava 99 mortos e 259 desaparecidos gerou comoção entre diversos chefes de Estado ao redor do mundo e acabou mobilizando a classe artística internacional. No mesmo dia, o ator Leonardo DiCaprio usou as redes sociais para manifestar e prestar solidariedade à vítimas da cidade mineira.
DiCaprio, que já tem histórico nas causas ambientais, publicou em sua conta no Instagram conteúdo do Greenpeace sobre Brumadinho, ele ressaltou que esse não foi o primeiro desastre do gênero ocorrido no país.
"Na sexta-feira passada, uma barragem de mineração desmoronou em uma pequena cidade no Brasil, liberando quase 13 milhões de metros cúbicos de lama tóxica e deixando para trás um rastro de morte e tristeza. Isso ocorre apenas três anos após o maior desastre ambiental do país, quando outra barragem se rompeu. Já é suficiente. Governos e corporações DEVEM parar de colocar os lucros acima das vidas das pessoas e da natureza”, escreveu.
O ator tem uma ONG dedicada às causas ambientais. Ele usa sua influência no mundo artístico para chamar atenção para preservação da natureza. Em 2016 ele levou a discussão até o Oscar, durante o discurso de agradecimento em 2016 pelo prêmio de Melhor Ator por seu papel em O Regresso, DiCaprio ressaltou o mundo está sendo ameaçado pelo aquecimento global e convocou a comunidade e os líderes internacionais para darem mais visibilidade a questão ambiental.
Lista completa de remédios que sairão de linha pode ser conferida no site da Anvisa
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Presidente do Sincofarma-GO, João Aguiar Neto | Foto: divulgação[/caption]
Nos próximos meses a oferta de alguns dos medicamentos mais consumidos pela população pode diminuir. Entre eles está o Captopril, conhecido para tratamento de hipertensão. É que um dos laboratórios fabricantes do produto informou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que vai deixar temporariamente de fabricar o remédio neste ano. A empresa diz que a decisão foi tomada por motivação comercial.
A lista completa dos remédios que vão deixar de ser produzidos por tempo determinado ou em definitivo consta no site da Anvisa, é o que explica o presidente do Sincofarma-GO (Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Goiás), João Aguiar Neto. "O site da Anvisa tem uma área, já na página inicial, intitulada Desabastecimento de medicamentos. Lá, o consumidor tem acesso a uma lista atualizada dos medicamentos cuja fabricação será descontinuada ou reativada pelos fabricantes", indica Aguiar. Acesse aqui.
Além do interesse comercial, obstáculos na logística, demandas no processo de fabricação - como a necessidade de novas máquinas e alteração de embalagem - e a própria dificuldade de se encontrar no mercado um princípio ativo estão entre os motivos mais comuns alegados pelas empresas para deixar de oferecer um desses produtos.
Ainda na lista de possíveis medicamentos afetados estão aqueles para os pacientes que tratam de asma e bronquite. Consta na relação a Aminofilina, indicado no combate de ambas as doenças, a substância terá sua fabricação encerrada definitivamente em 2019 por um dos autorizados a fabricar o produto. Até a Dipirona e o Paracetamol, analgésicos comuns entre os brasileiros, terão a fabricação interrompida temporariamente neste ano por um laboratório.
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