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Prefeito levou comitiva para apresentar aos parlamentares goianos as principais demandas da cidade

Em busca de estreitar laços políticos e administrativos com os deputados e senadores que representam o Estado de Goiás na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, o prefeito Gustavo Mendanha, o vice-prefeito Veter Martins e o secretário de Projetos e Captação de Recursos, Einstein Paniago, cumprem extensa agenda em Brasília nesta quarta e quinta-feira, 13 e 14.
Nas reuniões realizadas nesta quarta-feira, 13, Gustavo Mendanha que estava acompanhado também de 19 vereadores, apresentou aos deputados as demandas de Aparecida nas áreas da Educação, Saúde, Infraestrutura e Desenvolvimentos Econômico e Urbano.
“Durante todo o dia expusemos aos parlamentares as principais necessidades da cidade que poderão ser contempladas com emendas parlamentares individuais ou da bancada goiana, possibilitando a realização de diversas obras no município como pavimentação asfáltica, construção de novas praças, aquisição de medicamentos e insumos , ampliação da rede de saneamento básico e outros”, sublinhou o gestor municipal ao lado de toda a comitiva aparecidense.
A agenda contempla visitas ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco).
O ex-governador e, agora, deputado federal Alcides Rodrigues (PRP) foi o primeiro a receber a comitiva. Logo após seguiram para o gabinete de Rubens Otoni (PT). O terceiro compromisso do dia, foi com o recém eleito, Glaustin da Fokus (PSC), “Todos foram muitos receptivos e se colocaram à disposição para ajudar Aparecida na medida do possível”, disse o secretário de Projetos e Captação de Recursos sobre os primeiros encontros ocorridos durante a manhã desta quarta-feira, 13, em Brasília.
Glaustin deixou as portas abertas do seu gabinete para os aparecidenses. "Agradeço a todos pela visita e conversa que tivemos e reforço que as portas do meu gabinete estão sempre abertas para recebê-los. Aparecida pode sempre contar comigo aqui em Brasília".
Com Magda Mofatto (PR), que recebeu 4.225 votos nas eleições do ano passado em Aparecida, a comitiva abordou projetos que a deputada acompanha e que são de interesse do município.
“Hoje, tive a honra de receber o prefeito da segunda maior cidade de Goiás, o amigo Gustavo Mendanha, o presidente da Câmara reeleito Vilmarzinho e praticamente todos os vereadores da cidade. Tenho atuação muito forte em Aparecida de Goiânia e vou continuar colaborando com a cidade, destinando recursos e emendas do Orçamento”, prometeu Mofatto.
Ainda nesta quarta, o grupo de representantes de Aparecida irá discutir sobre a liberação de emendas para a cidade com os deputados federais João Campos (PRB), Adriano do Baldy (PP), Célio Silveira (PSDB), José Nelto (PODE), Flávia Moraes (PDT), Zacarias Calil (DEM), com o líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados, Major Vitor Hugo Araújo (PSL) e com o Professor Alcides (PP).
Para realizarmos essas ações que melhorem a vida das pessoas que moram e trabalham em Aparecida, precisamos do apoio de cada um dos parlamentares, principalmente aqueles que receberam os votos de confiança dos aparecidenses. Pois desta forma, eles poderão contribuir com nossa cidade, destinando emendas parlamentares que serão empenhadas nesses projetos, beneficiando os 600 mil habitantes da cidade”, explicou o prefeito Gustavo Mendanha.
Ao lado de outros 18 colegas de trabalho, o presidente da Câmara de Vereadores, Vilmarzinho (MDB) apontou que o Poder Legislativo de Aparecida trabalha para contribuir com a gestão municipal, aprovando projetos, fiscalizando ações e também buscando a liberação de verbas para obras importantes na cidade.
“Nós do Poder Legislativo viemos em uma força-tarefa para juntamente com o Executivo visitar cada gabinete dos deputados eleitos com votos em Aparecia de Goiânia. Buscamos emendas para a cidade, pois embora muito já tenha sido feito, muito ainda há de se fazer e, para isso, contamos com o auxílio daqueles que nos representam aqui em Brasília”, apontou o parlamentar.
Com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Henrique Canuto, e o deputado João Campos, o prefeito Gustavo Mendanha e demais lideranças trataram sobre o repasse de recursos destinados para obras de recuperação da erosão no Jardim Mont Serrat, que foram autorizadas pelo Governo Federal. Durante a reunião, também foi discutida a assinatura de contrato que irá beneficiar uma cooperativa habitacional em Aparecida.
FNDE
Ainda em Brasília, o grupo aparecidense cumpriu agenda no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) onde cobrou celeridade nos trâmites burocráticos para liberação de recursos destinados à construção de 12 Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) que já estão licitados e aguardam o repasse para que seja dada ordem de serviço para o início das obras que irão beneficiar milhares de crianças e reduzir o déficit na Educação Infantil, que atualmente é de cerca de dez mil vagas.
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Em documento de outubro de 2018, empresa havia projetado mortes, custos e até causas de um possível colapso

As investigações sobre a tragédia de Brumadinho ganham novos detalhes a cada dia. Um documento que está sendo usado pelo Ministério Público de Minas Gerais, mostra que a mineradora Vale, dona da barragem 1 da Mina do Córrego do Feijão, já tinha calculado os gastos que teria em caso do rompimento da estrutura.
O documento interno de outubro de 2018 previa que o valor da tragédia chegaria a 1,5 bilhão de dólares, cerca de R$ 5,6 bilhões. O documento também projetava as possíveis causas do rompimento, que seria a erosão e a liquefação da barragem.
O relatório avaliou que a empresa teria o mesmo prejuízo com questões econômicas se houvesse ou não um alerta antes do acidente. Entretanto, assim como aconteceu na tragédia do dia 25 de janeiro, as consequências para a segurança e a saúde das pessoas envolvidas e o potencial de perda de vidas eram bem maiores caso as sirenes não fossem acionadas.
A Vale informou que os estudos de risco e demais documentos elaborados por técnicos consideram, necessariamente, cenários hipotéticos para danos e perdas. Ainda segundo a empresa, não existe em nenhum relatório qualquer menção a risco de colapso iminente da barragem.
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As vagas vão do Ensino Médio aos alunos de graduação
O Instituto Promover (Iphac) está com 150 vagas de estágio remunerado para estudantes de Ensino Médio e graduação. Entre as vagas estão oportunidades para estudantes dos cursos de Letras, Administração, Recursos Humanos, Engenharia, Publicidade e Propaganda, Marketing e Design Gráfico. As bolsas Variam de R$700,00 a R$900,00.
Confira as vagas disponíveis
30 Vagas – Ensino Médio
Horário: 5 horas e 30 minutos por dia.
Bolsa auxilio: R$ 500,00 + 270,00 (ajuda de custo).
20 Vagas – Psicologia
Horário: 5 horas por dia.
Bolsa auxilio: R$ 980,00 + vale transporte (8,00 reais por dia).
40 Vagas – Ciências Contábeis (a partir do 3° período)
Horário: 6 horas por dia.
Bolsa auxilio: A partir de R$ 700,00 + vale transporte (8,00 reais por dia).
10 Vagas – Pedagogia / Letras (a partir do 3° período)
Horário: 6 horas por dia.
Bolsa auxilio: R$ 570,00 + vale transporte (180,00 reais).
25 Vagas – Administração / Gestão de Recursos Humanos
Horário: 6 horas por dia.
Bolsa auxilio: R$ 600,00 + vale transporte por dia.
15 Vagas – Engenharia
Horário: 6 horas por dia.
Bolsa auxilio: R$ 700,00 + vale transporte por dia.
10 Vagas – Publicidade e Propaganda / Marketing / Design Gráfico
Horário: 6 horas por dia.
Bolsa auxilio: R$ 980,00 + vale transporte por dia
Os interessados devem se inscrever no site ou pelo número (62) 3931-6312.
Líder do governo na Câmara tenta crescer para ser mantido no posto

Mariana Guimarães
Especial para o Jornal Opção
Alvo de ataques e críticas por ser considerado inexperiente, o deputado federal Major Vitor Hugo (PSL) segue na tentativa de se fortalecer como líder de governo na Câmara dos Deputados. Entre confraternizações com integrantes da Casa Civil e promoção de jantares para aumentar seus vínculos no partido, o parlamentar está atrás do apoio dos militares na União para estreitar o relacionamento com figuras como a do vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB), por exemplo.
Em entrevista ao Jornal Opção, o líder do PSL na Casa, deputado federal Delegado Waldir Soares, afirmou que Major Vitor Hugo “tem de buscar se fortalecer mesmo”. “É o papel dele como líder de governo estreitar laços com militares, políticos e civis”, declarou.
Questionado se a saída do presidente Jair Bolsonaro (PSL) do hospital interferiria na condição de Major Vitor Hugo como líder do governo na Câmara, Delegado Waldir afirmou que não cabe a ele como deputado opinar sobre isso. “Aí já passa à ser interferência em outros poderes”, concluiu.
Entre apoios e reprovações, parlamentar goiano afirma que decisão não cabe ao Supremo

Mariana Guimarães
Especial para o Jornal Opção
Atualmente a homofobia não é crime, entretanto, essa situação pode mudar devido ao julgamento que ocorre nesta quarta-feira, 13, no Supremo Tribunal Federal (STF) de uma ação protocolada pelo Partido Popular Socialista (PPS) que pede a criminalização do preconceito contra a comunidade LGBTQI+.
A ação causou rebuliço no Congresso Nacional, uma vez que, juntamente com um mandado apresentado pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), acusa o Legislativo nacional de omissão em relação à votação e aprovação do projeto de lei que especifica esse tipo de preconceito como crime.
O deputado federal goiano Francisco Júnior (PSD) afirmou que o julgamento do STF pode atropelar os tramites do Congresso e entrar em choque com o que for legislado no futuro. “Como pode a Suprema Corte julgar contra a lei? O melhor caminho é que a legislação seja definida e que paute o assunto de forma adequada”, disse.
O parlamentar teme que a medida seja abrangente demais e possa ser usada de forma imprecisa. “A lei nunca tem apenas o artigo. Ela tem os parágrafos. Delimita ao máximo para poder tipificar o crime”, afirmou.
Além disso, Francisco Júnior e outros membros da Câmara afirmam que o País ainda não está preparado para discutir o assunto. Por isso, a criminalização precisa passar pelo Congresso, declarou o parlamentar.
“Há uma profunda discussão: toda pessoa deve ser respeitada. A opção sexual da pessoa ou a sua situação de vida não faz dela uma vítima maior ou menor em relação ao crime. Matar alguém é algo gravíssimo. Matar alguém por algum motivo é um agravante”, concluiu o deputado.
Ex-vereador, Mizair Lemes Júnior, foi nomeado novo secretário de Assistência Social

O ex-vereador Mizair Lemes Júnior (PR), nomeado pelo prefeito Iris Rezende (MDB) nesta terça-feira, 12, como novo secretário de Assistência Social já marcou o legislativo por pautas polêmicas como um projeto de lei que obrigava a leitura de trechos da bíblia antes das aulas na rede pública de educação.
Na época, para o Jornal Opção, Mizair afirmou que sabia que a proposta era polêmica, mas que recebeu aprovação "da maioria das pessoas". Além disso, para defender a matéria, o ex-vereador, chegou a dizer que era “um projeto positivo, ao invés de kit gay, de questões de ideologia de gênero", se referindo a um caso comprovado de fake news.
Sobre o novo secretário
Graduado em Direito, Mizair também já foi diretor do Jardim Botânico de Goiânia, presidente do Diretório Metropolitano do MDB e diretor de planejamento da Comurg.

