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Secretaria de Assistência Social promove campanha de combate à violência sexual infantil em Aparecida

Objetivo é chamar atenção da população para este crime que "assola nossa sociedade", diz secretária

[caption id="attachment_184684" align="aligncenter" width="620"] Foto: Reprodução[/caption]

Em referência ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado em 18 de maio, a Prefeitura de Aparecida de Goiânia, por meio da Secretaria de Assistência Social, realiza nesta quinta-feira, 16, às 16h, a blitz educativa “Faça Bonito”.

A ação ocorrerá na Avenida Independência, em frente ao Parque da Família, no Setor Serra Dourada e tem como objetivo conscientizar e sensibilizar a população sobre a importância de combater esse tipo de violência.

Condutores, ciclistas e pedestres que passarem pela Avenida Independência, no Parque da Família, serão abordados pelas equipes e vão receber material educativo sobre o enfrentamento ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

“Fazemos uma campanha preventiva durante todo ano no sentido de proteger nossas crianças e adolescentes contra todo tipo de violência. Acompanhamos diversas crianças que já sofreram algum tipo de violência sexual. Essa blitz tem objetivo de chamar a atenção da população sobre este crime que precisa ser combatido e que assola nossa sociedade”, afirma a secretária de Assistência Social, Mayara Mendanha, que estará também na mobilização.

Segundo a superintendente de Proteção Social Especial, Vânia França Matias, o objetivo da campanha é trabalhar a prevenção através da informação e sensibilizar a população para importância de denunciar casos de violência sexual.

Para ela, “a intenção é mobilizar a nossa população a participar dessa luta em defesa da dignidade das nossas crianças e adolescentes, pois nenhuma família está livre de ser atingida por essa situação. É preciso formar uma consciência, através de uma informação educativa, para romper com esse ciclo de violência e proteger meninas e meninos de Aparecida”, destacou ao também afirmar a necessidade da população fazer denúncias pelo Disque 100. O serviço é gratuito e sigiloso.

A mobilização é resultado de uma ação conjunta da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Guarda Civil, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Juizado da Infância e da Juventude, Conselho Tutelar de Aparecida e Secretaria de Mobilidade.

Sintomas

Perceber os sinais apresentados por crianças e adolescentes que sofrem algum tipo de violação dos direitos sexuais é fundamental para identificar o agressor e tratar as consequências provocadas pela violência. “Na maioria dos casos, a vítima busca o isolamento, apresenta mudanças de comportamento, evita pessoas e alguns locais, chora com frequência, se mostra triste, diminui o rendimento escolar e sofre com irritabilidade e medo.

Esses sintomas devem ser averiguados por profissionais da saúde ou membros de órgãos que compõem a rede de proteção como o Conselho Tutelar, Centro de Referência em Assistência Social (CRAS), Polícia e demais órgãos”, aponta a psicóloga Catyane Sousa.

Abuso ou exploração sexual?

A violência sexual pode ocorrer de duas formas distintas. Abuso sexual é qualquer forma de contato e interação sexual entre um adulto e uma criança ou adolescente, em que o adulto, que possui uma posição de autoridade ou poder, utiliza-se dessa condição para sua própria estimulação sexual, da criança ou adolescente ou ainda de terceiros, podendo ocorrer com ou sem contato físico.

Já a exploração se caracteriza pela utilização sexual de crianças e adolescentes com a intenção de lucro, seja financeiro ou presentes. São quatro formas em que ocorre a exploração sexual: em redes de prostituição, pornografia, redes de tráfico e turismo sexual. O abuso acontece quando a criança ou adolescente é usado para satisfação sexual de uma pessoa adulta.

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Estados Unidos suspendem voos comerciais e de carga para a Venezuela

ordem foi dada em acordo com os departamentos de Estado e de Segurança Interna

[caption id="attachment_70071" align="aligncenter" width="620"] Foto: Reprodução[/caption]

O governo dos Estados Unidos (EUA) nunciou na última quarta-feira, 15, a suspensão imediata de todos os voos comerciais e de carga que tenham a Venezuela como origem ou destino, citando como justificativa preocupações com segurança nos aeroportos venezuelanos.

O Departamento de Transportes americano informou, em comunicado, que a ordem foi dada em acordo com os departamentos de Estado e de Segurança Interna.

"As condições na Venezuela ameaçam a segurança dos passageiros, das aeronaves e da tripulação que viajam para ou a partir desse país", diz uma carta enviada pela pasta de Segurança Interna à de Transportes solicitando a suspensão dos voos.

A secretária de Transportes, Elaine L. Chao, justificou a medida com base em uma lei federal que autoriza a suspensão dos serviços de companhias aéreas estrangeiras e americanas entre os Estados Unidos e outro país, quando houver condições nos aeroportos que ameacem "a segurança de passageiros, aeronaves ou tripulação".

A medida é adicional à notificação feita no último dia 1º de maio pela Administração Federal de Aviação, que proibia os operadores de aeronaves e pilotos certificados pelos Estados Unidos de voarem abaixo de 26 mil pés sobre território venezuelano, também por razões de segurança.

A medida deve ter mais impacto nos voos de carga e menos no transporte de passageiros, já que, em meio à crise no país, muitas companhias aéreas internacionais já haviam parado de voar para a Venezuela, mencionando preocupações com segurança, bem como disputas financeiras com o país, que estaria devendo dinheiro a elas.

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Na Câmara, Ministro da Educação joga culpa dos cortes em governos passados

Weintraub afirma que não houve evolução no segmento, mas “involução”, nos últimos anos

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

Durante sua participação na comissão geral no plenário da Câmara dos Deputados, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou que a gestão Bolsonaro não é a responsável pelo atual corte de gastos nas universidades. Segundo ele, a evolução no segmento, nos últimos anos, foi "involução" e não teve nada a ver com o governo atual.

“Nós não somos responsáveis pelo contingenciamento atual. O orçamento atual foi feito pelo governo eleito de Dilma Rousseff (PT) e do Sr. Michel Temer (MDB), que era vice. Nós não votamos neles. Então, nós não somos responsáveis pelo contingenciamento atual. Nós não somos responsáveis absolutamente pelo desastre da educação básica brasileira”, afirmou o ministro.

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Debate

A afirmativa de Weintraub veio após a fala do deputado Orlando Silva (PCdoB-RJ), que falou da necessidade da fundamentação e justificativa dos cortes no orçamento das universidades federais, nos institutos federais, bem como nos cortes realizados no orçamento da educação básica, no que a União participa.

"Esta sessão não tem como objetivo conhecer o Plano Nacional de Educação, as suas metas e a sua evolução no último período, até porque, sobre as metas, inclusive, as metas em que o Brasil evoluiu, essa evolução não tem nada a ver com o atual Governo. Ao contrário, o risco é de que o Brasil não evolua no cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação, a seguir a lógica orçamentária, os cortes dos investimentos nas universidades brasileiras", disse o deputado.

Visita obrigatória

O ministro foi convocado e teve que comparecer de forma obrigatória após votação a favor de 307 deputados a 82. Sua ida foi motivada para que pudesse justificar os cortes de 30% no Orçamento das universidades e institutos federais, nos gastos não obrigatórios.

Pedro Cunha Lima (PSDB-PB), deputado e presidente da Comissão de Educação da Câmara, ao abrir a sessão falou em "guerra ideológica e polarização que busca revanchismo idelológico".

Para ele, "a Comissão de Educação não vai deixar de cumprir o seu papel de fazer resistência, de proteger o orçamento da educação e de esperar que o rumo dado sejam soluções técnicas”. Ele pontuou, também, que as questões são sólidas e técnicas.

"Os diagnósticos são escancarados e precisam de solução. Queremos com o espírito de colaboração fazer mudanças. Queremos ajudar a construir essas soluções, mas para isso não podemos sacrificar o orçamento do MEC e não podemos fugir do debate evidente”, completou.

Fala inicial

Por 30 minutos, Weintraub explicitou brevemente a educação brasileira. De acordo com ele, 50% das crianças passam pelo ensino fundamental sem aprender a ler, escrever e fazer contas. Em sua dissertação, também defendeu o ensino técnico, que ele garantiu ser prioridade "no resto do mundo".

Para Abraham, o ensino superior é o setor da educação onde o Brasil está melhor. Porém, isso ocorre, segundo ele, por conta do crescimento das universidades privadas. Mais uma vez ele citou que o intuito do governo é priorizar o ensino básico e técnico - que também tiveram cortes, vale ressaltar.

Ainda nesse momento inicial, o ministro falou a favor de investimentos em pesquisas nas áreas de ciências da saúde, ciências exatas, biologias, engenharia e agricultura, em comparação com pesquisas em ciências sociais e linguística. Ele disse que as primeiras citadas têm menos investimento e geram mais impacto na comunidade científica.

Goiânia integra projeto-piloto de Moro para combate à violência

Ministro da Justiça e da Segurança Pública anunciou municípios nesta quarta-feira, 15. Critério foram os elevados índices de homicídio

[caption id="attachment_184635" align="alignnone" width="620"] Sergio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública | Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil[/caption]

Goiânia integra a lista de cidades que farão parte de um projeto-piloto do Programa Nacional de Enfrentamento à Criminalidade Violenta, concebido pelo ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública). O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 15. Além da capital goiana, estão incluídas Ananindeua (PA), Cariacica (ES), São José dos Pinhais (PR) e Paulista (PE).

Segundo o ministro, o critério de escolha das cidades é a alta taxa de homicídios por 100 mil habitantes. De acordo com o Ministério da Justiça e da Segurança Pública, as taxas dos municípios selecionados, em 2017, foram: Ananindeua, 68,2/100 mil; Paulista, 47,4/100 mil; Cariacica, 42,3/100 mil; São José dos Pinhais, 40,1/100 mil; e Goiânia, 33,6/100 mil. A média brasileira, naquele ano, foi de 30,3 por 100 mil.

O projeto prevê ações conjuntas entre forças federais (Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal), estaduais (polícias Civil e Militar) e municipais (Guardas Civis). Além da repressão em bairros considerados violentos, o governo federal pretende que sejam levadas políticas públicas das três esferas.

Moro, contudo, não divulgou metas de redução da criminalidade. “É algo [sobre o qual] não se pode ter um prognóstico absoluto. Vão ser realizadas medidas tendentes a reduzir essa criminalidade de maneira significativa”, disse o ministro, em entrevista coletiva.

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