Últimas notícias
Quadros de depressão precisam ser acompanhados em consultórios, mas isolamento social se tornou barreira para o tratamento
Vereador Marden Júnior destaca medidas voltadas para reabertura do comércio com preservação da saúde dos moradores
No veículo havia uma criança de 4 anos, que acabou sendo atingida de raspão
Apesar da pandemia, a Agência Goiana de Insfraestrutura e Transporte continua serviços para manter trafegabilidade e segurança de motoristas goianos
Relatos dão conta que vítima estava deprimida. Ela havia chegado recentemente do Rio de Janeiro
Governador anunciou nas redes sociais que quem precisar sair de casa deverá utilizar o acessório, que pode inclusive ser feito em casa
Vítima é um homem de 71 anos, diabético e sem histórico de viagem. Boletim atualizado da situação na capital mostra oscilação dos números
Companhia apresentou lucro líquido 21,4% maior que em 2018. Lener Silva Jayme, presidente da empresa, credita crescimento a esforços da gestão técnica
De acordo com a Caixa, 24 milhões de brasileiros serão beneficiados com o auxílio emergencial que somam R$16,3 bilhões até segunda, 20
Parlamentares analisam possíveis prejuízos que podem ser causados devido ao impacto nos estudos durante a pandemia
Acordo assinado entre Secretaria Nacional do Consumidor e Associação Brasileira de Supermercados tem validade de 60 dias e deve fiscalizar abusos de preços
Estado de Goiás não registrou novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e letalidade cai para 4,8%. Já no Brasil, taxa de mortes chega a 6,4%
Três gestores são alvos de ações de improbidade administrativas. As dividas previdenciárias do município ultrapassam os R$ 9 milhões
Empresa deverá permanecer fechada durante sete dias. Procedimentos de limpeza e desinfecção foram realizados. Vigilância Sanitária irá analisar reabertura
Regra foi apresentada e aprovada pela Alego. Após dois dias em vigor o Legislativo recua da medida e favorece o relaxamento das ações de controle e combate a Covid-19
Assembleia Legislativa de Goiás divulgou nesta sexta-feira, 17, que vai pedir a revogação da Lei que limita a compra de itens essenciais, como alimentos e produtos de higiene, durante a pandemia. A norma foi apresentada e aprovada pela Casa, e o governador Ronaldo Caiado (DEM) a sancionou na última quarta-feira, 15. Apenas dois dias após entrar em vigor o Legislativo recua da medida de contingenciamento ao abastecimento favorecendo um relaxamento.
A nota divulgada pela Alego que informa a revogação é por que "ela não se faz mais necessária". Lembrando que a Lei foi sancionada há apenas dois dias e o estado ainda segue implementando ações de combate a pandemia. A medida é um contraponto ao que o Estado tem promovido, já que o governo ainda edita decretos de controle de consumo e formas de controle social para a crise sanitária que ainda não demonstra estar chegando ao fim.
O informe divulgado pela Alego faz crer que o os deputados apostam no imediato relaxamento das medidas de enfrentamento a Covid-19 no Estado. "A realidade que estamos vendo agora mudou em relação a quando a Lei foi feita. Quando apresentada víamos um momento em que as pessoas estavam afoitas e buscando estocar alguns itens. Os deputados também estavam recebendo muitas denúncias em que estabelecimentos estavam estocando produtos e aplicando sobrepreço", explica o presidente da Alego, Lissauer Vieira.
De acordo a nota, a propositura foi discutida pelos deputados na primeira sessão extraordinária remota da Assembleia, realizada no último mês de março, e em um período de grande procura por produtos alimentícios e de higiene pessoal.
Na prática os deputados devem apresentar um novo Projeto de Lei que anula o primeiro. Esse deve ser colocado em votação logo após o feriado de Tiradentes (dia 21 de abril). Senado aprovado, segue para sansão do governador, que caso ocorra, promove a invalidação da Lei estadual que limita compra de alimentos e itens de higiene pessoal durante a pandemia do coronavírus.
Na integra
NOTA DE ESCLARECIMENTO
A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) esclarece que a Lei nº 20.768/2020, que prevê a limitação da compra de itens de alimentos e higiene, já sancionada pelo governador Ronaldo Caiado e aprovada pelo Legislativo goiano durante a primeira sessão extraordinária remota, deverá ser revogada.A matéria foi deliberada pelos deputados em um momento de alta procura por alimentos e itens básicos pela população. No entanto, com a mudança de comportamento dos consumidores goianos diante à pandemia, a Assembleia Legislativa reconhece que a lei já não se faz mais necessária e, por isso, providencia a sua revogação.

