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Para uns, a Lava Jato já deu o que tinha que dar. Para outros, ela precisa ser preservada
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17/11/2017- Rio de Janeiro - Protesto pede manutenção das prisões do presidente da Alerj, Jorge Picciani e dos deputados estaduais Paulo Melo e Edson Albertassi, ambos do PMDB
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil[/caption]
As críticas feitas à Lava Jato nesta semana pelo procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras, trouxeram a operação da Polícia Federal novamente para o centro das discussões e fizeram com que as opiniões se dividissem. Aras declarou que era hora de "corrigir os rumos para que o lavajatismo não perdure" e que a operação federal é uma "caixa de segredos" que guarda dados sigilosos de 38 mil pessoas.
O posicionamento do PGR desencadeou uma série de reações no meio político. O ex-ministro da Justiça e ex-juiz federal Sérgio Moro rebateu Aras através das redes sociais. Moro chegou a dizer que "a operação sempre foi transparente e teve suas decisões confirmadas pelos tribunais de segunda instância e também pelas Cortes superiores, como STJ e STF".
Já o deputado federal petista Paulo Pimenta disse que a declaração de Aras "não é uma especulação qualquer" e que uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) precisa ser criada para investigar a Lava Jato.
O que pensam deputados de Goiás
Parlamentares goianos no Congresso defendem a operação, mas alguns com restrições. É o caso do deputado federal e pré-candidato à Prefeitura de Goiânia pelo PSD, Francisco Júnior. Segundo ele, a Lava Jato é importante e chega a ser simbólica no combate à corrupção. Entretanto, o deputado acredita que a operação precisar encontrar seu desfecho e outras ações com o mesmo objetivo serem executadas. "Ela tinha que ser exemplar, não só uma lava jato. Por que ficar a vida inteira insistindo na Lava Jato? Não vou falar Lava Jato, mas ações como ela são muito importantes e precisam ser preservadas. A Lava Jato foi desdobrando, desdobrando e ela não acaba. Ela precisa ter um final", avaliou. O deputado federal Glaustin da Fokus, do PSC, é outro que diz reconhecer os feitos da Lava Jato. Glaustin afirmou que a operação "recuperou bilhões do dinheiro público", mas está reticente quanto a manifestações de apoio. Um exemplo é o ato virtual que está sendo organizado pelo deputado federal José Nelto, do Podemos, de apoio à Lava Jato. "Não concordo [com o ato]. De modo algum", disse. Já o deputado federal Delegado Waldir, do PSL, revelou que não foi convidado para nenhum ato virtual, mas que apoia '"de forma intransigente a Lava Jato, Sérgio Moro e a Polícia Federal". Waldir rejeita as críticas feitas pelo PGR à Lava Jato e afirma que a união feita em defesa de Aras lhe é estranha. "Estou vivo para ver o centrão, o PT, o Psol e os aliados do presidente Bolsonaro, deputados federais da ala de extrema direita do PSL, todos eles defendendo o Aras e defendendo o fim da Lava Jato", finalizou.
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Reabertura está liberada a partir do dia 14 de agosto
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Município de Pirenópolis | Foto: Wikimedia[/caption]
Um decreto publicado pela Prefeitura de Pirenópolis, em Goiás, na última sexta-feira, 31, determina a volta do turismo na região e a reabertura de pousadas, casas de aluguel, campings albergues, agências de viagens e atrativos a partir do dia 14 de agosto. Entretanto, conforme a determinação, os estabelecimentos não poderão funcionar com sua capacidade normal.
De acordo com o decreto de nº 3.485/20, para poderem reabrir, os meios de hospedagem deverão utilizar "até o máximo de ocupação diária de 65% das Unidades Hoteleiras (UHs) e dos leitos em disponibilidade". As demais atividades deverão utilizar 50% como capacidade máxima de carga.
O distanciamento físico de 2m fica mantido, assim como o treinamento de funcionários e colaboradores para que sigam as normas de segurança.
A prefeitura informou, ainda no decreto, que os estabelecimentos receberão um prazo para o sanamento das irregularidades e realização das adequações e, assim, receberem o atestado de conformidade.
Além do pagamento de indenização ao motorista, a magistrada condenou as menores envolvidas a se retratarem publicamente, no prazo de 72 horas
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Caso foi julgado por juíza da Comarca de Rio Verde | Foto: Reprodução[/caption]
Acusado injustamente de ter agredido e roubado uma passageira, um motorista de aplicativo do município de Rio Verde, na região Sudoeste de Goiás, será indenizado no valor de R$ 15 mil, após a juíza do caso julgar procedente a ação movida pelo autônomo. A passageira teria inventado e compartilhado em redes sociais a história da agressão para não admitir que, na verdade, havia sido agredida pelo próprio pai, como forma de "correção".
Também na sentença, os pais de uma colega da adolescente também foram condenados a pagar outros R$ 7,5 mil. O caso foi julgado a favor do motorista pela magistrada Lília Maria de Souza, da 1ª Vara Cível da comarca de Rio Verde.
Consta no processo que o autor da ação, que é motorista de aplicativo, transportou a adolescente ao destino indicado por ela, algum tempo depois, foi pego de surpresa por telefonemas de amigos informando que postagens feitas no Facebook e Twitter que davam conta de que ele havia molestado, roubado e agredido a jovem.
As postagens, que geraram uma grande repercussão negativa para o motorista, haviam sido feitas pela própria adolescente, junto com uma colega, que publicaram dados pessoais e fotos do homem num grupo do Facebook chamado "Feira do Rolo Rio Verde-GO".
Porém, na verdade, a adolescente, para não contar aos amigos que o seu pai havia lhe "corrigido" de maneira física, resolveu jogar a culpa das lesões e a subtração do aparelho celular no motorista de aplicativo.

