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“Não fui eleito para ser base ou oposição, mas para defender segmentos e bandeiras”

Vereador explica os motivos que o levaram à oposição à prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro, e a troca do PSD pelo MDB

Diogo Fernandes, vereador de Palmas | Foto: Aline Batista
Diogo Fernandes, vereador de Palmas | Foto: Aline Batista

Diogo Fernandes é brasiliense graduado em direito pela Unip de Brasília (DF) e pós-graduando em gestão pública e sociologia pela UFT. Está radicado no Tocantins há mais de dez anos, onde exerce atividades empresariais.

Ele se candidatou, pela primeira vez, nas eleições de 2014, quando obteve 4.679 votos para deputado estadual, conquistando a suplência. Assumiu, por um ano, a Secretaria Municipal da Habitação. Foi eleito vereador em Palmas pelo PSD em 2016, com 1.636 votos. Candidatou-se a deputado federal em 2018 e obteve 17.170 votos, tornando-se o primeiro suplente da coligação. É pré-candidato à reeleição em 2020.

Nesta entrevista ao Jornal Opção, Fernandes expõe sobre política partidária, avanços obtidos como parlamentar, além de explanar as razões pelas quais tornou-se opositor da prefeita no parlamento municipal.

Na sua última entrevista ao Jornal Opção, o sr. já havia demonstrado sua insatisfação com o PSD e, na oportunidade, anunciou que na janela de transferências partidárias migraria para outra sigla. Por qual razão o sr. escolheu o MDB?

O MDB é um partido histórico não apenas no Tocantins, mas em todo o Brasil. As pessoas passam, mas a sigla fica, independente dos componentes. O partido teve, na história de criação e estruturação do Estado do Tocantins, um significado muito forte. O MDB foi protagonista.

Sou muito apegado a este contexto histórico, creio que isso precisa sempre ser lembrado e exaltado. Baseado nessa história de lutas do povo do norte goiano, podemos construir uma capital com melhor qualidade de vida, como também, contribuir com as transformações que uma cidade planejada pode oferecer à sua população. Por acreditar em tudo isso, optei pelo MDB.

Mesmo não contando com um candidato na chapa majoritária em 2018, o MDB conseguiu eleger cinco deputados estaduais, uma deputada federal e, posteriormente, um senador migrou para o partido. Na Câmara Municipal de Palmas, o MDB conta agora com três vereadores e, aliado a tudo isso, ocupa cargos importantes nas Comissões Permanentes. Como o sr. vislumbra esse crescimento da sigla?

Historicamente, o partido atrai muitas pessoas. Não apenas aquelas que detêm mandatos, mas também as que fazem militância. Esse movimento passa por gerações. A sigla tem um histórico baseado na democracia e foi protagonista na elaboração da nossa Constituição. No Tocantins, é o maior e o mais estruturado. Sob esse prisma, é natural que muitas pessoas se filiem e passem a debater as ideias e a política como um todo.

Verdadeiramente, o MDB é plural e democrático na sua essência e não tem um cacique ou dono, como em muitas outras siglas. A vontade da maioria é sempre respeitada e, ao contrário do que muitos dizem, não é que o MDB é um “balaio de gatos” e cada um pensa de um jeito. Na verdade o que há é o respeito extremo pela voz e pelas ideias de todos.

Esse, inclusive, foi um problema que enfrentei na sigla que estava filiado até março de 2020: a minha voz não era ouvida e, também, não havia espaço para novas ideias. Além do mais, nas alianças que o “cacique” entabulava, a base não era consultada. Muitas vezes, fomos surpreendidos ao percebermos que agora estávamos do mesmo lado de quem – até pouco tempo atrás – era um inimigo político.

Em relação ao próximo pleito, quais são as suas perspectivas em relação ao seu novo partido?

Acredito que a sigla tem um potencial enorme, vem forte para as eleições municipais e conseguirá eleger entre três e quatro vereadores em Palmas. Quanto à chapa majoritária, nos bastidores alimentamos a chama que lançaremos candidato próprio à Prefeitura de Palmas, podendo ser o recém-filiado Raul Filho ou mesmo o deputado estadual Valdemar Junior. A intenção é construir esse projeto e sermos vitoriosos porque o processo eleitoral de 2020, por enquanto, está aberto.

Naturalmente o sr. acredita que conseguirá se reeleger...

Farei todo esforço para que isso ocorra, visto que ainda faltam algumas coisas para serem construídas e realizadas, enquanto vereador. Defendo algumas bandeiras e segmentos e acredito que serei apoiado por eles.

Palmas é uma cidade com uma pauta infinita. Resolve-se três problemas e já surgem outros cinco. Há muitas discussões ainda para serem pautadas e a política é muito mais dinâmica do que parece.

Defendo o desenvolvimento pessoal dos nossos habitantes, por meio da geração de emprego e renda. A cidade tem grandes potenciais a serem explorados, mas também muitos detalhes que precisam ser discutidos, planejados e solucionados, como, por exemplo, o urbanismo, o turismo e o trânsito, sempre zelando pela nossa qualidade de vida.

Precisamos desenvolver possibilidades para que as pessoas possam morar melhor. Fortalecer as oportunidades de emprego para que elas permaneçam em Palmas, pois segundo os índices, muitas delas planejam empreender mudança para a capital, mas depois de um certo tempo – ante a tantas dificuldades – acabam indo embora. Precisamos mudar essa realidade, planejando nosso futuro com responsabilidade.

O segmento que o sr. mais defendeu durante o seu mandato foi mesmo o comércio?

Sim, foi o carro-chefe. O comércio gera oportunidades, negócios, empregos, etc. Acabei de apresentar um projeto, por exemplo, que concede incentivos fiscais aos comércios e indústrias que se instalarem ou expandirem seus empreendimentos ou mesmo que gerem, pelo menos, mais cinco postos de trabalho.

Diogo Fernandes "Quando o poder publico oferece estruturas, a
iniciativa privada faz a parte dela" 
| Foto: Mariana Ferreira
"Quando o poder publico oferece estruturas, a
iniciativa privada faz a parte dela"
| Foto: Mariana Ferreira

Precisamos desenvolver, também, o turismo na nossa capital, mas não apenas as visitas às nossas belezas naturais. É necessário incentivar o turismo de negócios, com exposições, congressos, feiras temáticas, etc. Quando o poder público oferece estruturas, a iniciativa privada também faz a parte dela com investimentos. Precisamos pensar e projetar Palmas não apenas para o nosso presente, mas também para o nosso futuro. Essa é a realidade.

O sr. propôs a criação da Frente Parlamentar do Comércio, que gerou bons resultados. Poderia expor alguns avanços que essa ação trouxe?

A Frente Parlamentar em Defesa do Comércio viabilizou, por exemplo, a criação da avenida Palmas Brasil Norte, que indiscutivelmente desenvolveu a região das ARNEs, outrora esquecida. Após a estruturação e duplicação asfáltica da via – através do projeto urbanístico e de paisagismo – o comércio se fortaleceu, as pessoas acreditaram, apostaram e construíram na região. Isso gerou, de forma imediata, emprego, renda. Lutei pela isenção do IPTU durante certo período, no sentido de incentivar as pessoas a investirem na região. Foi um projeto revolucionário.

A Frente Parlamentar também conseguiu fazer com que a avenida LO-23 fosse duplicada e estruturada, beneficiando toda a região da 906 e 1006 Sul. Outras obras já surgiram depois que o poder público iniciou a duplicação da via. Repito: o que a iniciativa privada espera do poder público são incentivos.

Tenho lutado também, junto ao poder público municipal, para que os lotes lindeiros – aquela área que fica atrás dos lotes comerciais localizados de frente para as avenidas – sejam vendidos aos comerciantes, porque apenas para eles aquela faixa de terras tem valor. Não tem sentido não poder usufruir ou construir naquele espaço, porque o lote lindeiro pertence ao município.

Apresentei projetos cujos conteúdos possuem modelos inovadores no que concerne ao Código de Posturas, bem como, melhorias e alterações na Lei do uso do solo.

Nos dois primeiros anos da legislatura, o sr. foi presidente da CCJ e, nos últimos dois anos, vice-presidente. Qual a importância disso para o seu mandato?

Enriquecedor, sem dúvidas. A Comissão de Constituição, Justiça e Redação é a comissão mais importante do parlamento, porque todas as matérias – antes de ir a plenário – precisam receber o aval da CCJ. Se isso não ocorrer, o projeto é arquivado. Neste caso, posso dizer que, além de encaminhar bons projetos para aprovação, consegui filtrar e inibir que maus projetos fossem transformados em lei.

Houve avanços e posso garantir que essa oitava legislatura foi, definitivamente, atuante. Projetos hoje de repercussão nacional – entre os quais a proibição do corte de energia aos finais de semana – nasceram em Palmas, mais especificamente dentro do meu gabinete. De forma pioneira, implantamos na capital e, posteriormente, o deputado Jorge Frederico apresentou na Assembleia para valer em todo Estado do Tocantins. Agora, o presidente da República acaba de sancionar em nível nacional.

Muitos questionamentos jurídicos pairavam sobre vários temas, mas como presidente da CCJ e agora como vice-presidente, contribuí para que os bons projetos fossem encaminhados, votados e colocados em vigor. Tenho orgulho, portanto, de ter contribuído para que a população pudesse usufruir desse benefício.

O sr. adotou discursos e ações oposicionistas em relação à gestão municipal nos últimos meses. Quais foram as razões que o levaram a agir dessa forma?

É o resultado das ações imprudentes e impróprias da prefeita Cinthia Ribeiro. Não fui eleito para ser base de ninguém ou oposição a ninguém. Fui eleito para representar e defender bandeiras. Criei um movimento político, expus minhas ideias e cheguei ao cargo de vereador. Não tenho compromisso com a prefeita ou com o governador, mas sim com os segmentos e com as pessoas que acreditaram no meu projeto político.

As condutas da prefeita exigiram de mim uma postura mais enérgica, no plenário da Câmara de Vereadores, em que pese eu sempre ter adotado um perfil mais independente. Debato os problemas da cidade, discuto cada uma das necessidades, mas foi necessário combatê-la porque ela foi muito infeliz nas suas ações, enquanto gestora.

No caso do combate à Covid-19, por exemplo, ela determinou o fechamento do comércio sem dados ou base científicas. Não houve critérios, coordenação ou planejamento. A prefeita não está aberta ao diálogo e chegou a multar comerciantes que manifestaram contrários às suas ações. Inobstante a isso, propôs aumento salarial para o primeiro escalão, em plena pandemia do coronavírus, enquanto o restante da população está impedida de trabalhar e passando fome. Que absurdo. Não posso concordar.

Eu fui eleito para representar as pessoas e estou no parlamento exatamente por isso. Fui, portanto, a voz angustiada da sociedade, que também se posicionou contra esse aumento salarial, por exemplo.

E quanto aos recursos federais que foram direcionados à cidade pelo governo federal?

Milhões de reais foram despejados em Palmas por conta da pandemia. No entanto, tudo que se esperava da Prefeitura – que eram as testagens em grande escala – não aconteceu. Solicitei a instalação de barreiras sanitárias, todavia, não fui atendido. A gestão não comprou testes suficientes e, nesse caso, o isolamento foi inútil. Porém, foi cômodo para a Prefeitura, que sequer sabia como agir e acabou causando caos social. Falências, suicídios, violência doméstica, entre outros problemas.

Até o dia em que a população foi às ruas, demonstrando que abominava a ideia de morrer de fome. O Covid – o fantasma da gestão municipal – passou para o segundo plano. Com a queda estratosférica da arrecadação, a gestora acabou cedendo, mas já era tarde demais. Vamos demorar, no mínimo, dois anos para recuperarmos tudo que perdemos nesses três meses. Enfim, a prefeita também não utilizou os recursos para compra de UTIs, deixando todo encargo para o Estado. São demonstrações de amadorismo e falta de planejamento e, por tal razão, é impossível acompanhar as proposições da prefeita no parlamento municipal.

“Estou elegível, mas a decisão de me candidatar a prefeito de Palmas ainda passa por reflexões”

Ex-deputado avalia o cenário político, expõe suas impressões sobre a gestão atual de Palmas e a possibilidade de voltar a disputar a prefeitura

Bares e restaurantes de Palmas reabrirão as portas nesta semana

Pesquisa realizada pela Associação de Bares e Restaurantes aponta que cerca de 31% dos estabelecimentos na capital fecharam as portas definitivamente

Vista panorâmica de Palmas | Foto: Aline Batista

Os donos de bares e restaurantes de Palmas estão se preparando para voltar a atender os clientes de forma presencial, a partir da próxima segunda-feira, 15, em obediência ao decreto municipal que flexibilizou a reabertura do comércio. Mas nem todos retornarão as atividades, apesar do decreto municipal autorizar. Ocorre que cerca de 31% dos estabelecimentos na capital fecharam as portas diante da crise e não conseguiram sobreviver à crise provocada pelo coronavírus, segundo uma pesquisa realizada pela Associação de Bares e Restaurantes.

Nesse período 1,2 mil trabalhadores do setor foram dispensados. A estimativa de bares e restaurantes que vão seguir fechados em todo o estado é maior, 40% não vão retomar os serviços. "A gente já vinha de um momento de crise, um ano muito difícil. Agora a gente acreditava muito em 2020, a gente tinha perspectiva muito boa para a atividade. Mas infelizmente, alguns já ficaram pelo meio do caminho. Essa passada de 80 dias foi muito difícil, já tinha gente com débitos, com uma saúde financeira bem comprometida e não vão voltar para essa atividade", disse a presidente da Abrasel, Ana Paula Setti.

Restaurantes, bares e lanchonetes estão na segunda fase do plano de reabertura da Prefeitura de Palmas. Várias recomendações terão que ser seguidas, incluindo o distanciamento entre clientes, álcool em gel e outras adaptações.

Prefeitura de Araguaína recebe primeira parcela do auxílio financeiro nacional

Foram depositados R$ 5,8 milhões para compensar a queda de repasses e arrecadação de tributos e mais R$ 653 mil exclusivamente para a saúde

Vista aérea de Araguaína: município receberá cerca de R$ 6,4 milhões | Foto: Divulgação

A Prefeitura de Araguaína recebeu na terça-feira, 9, a primeira das quatro parcelas do auxílio financeiro da União aos estados, Distrito Federal e municípios, para o combate aos efeitos econômicos e também à proliferação da covid-19. Foram depositados R$ 5.837.662.43 para cobrir a queda de repasses e arrecadação de tributos e mais R$ 653.460.56 destinados exclusivamente para saúde.

O recurso é proporcional a quantidade de habitantes de cada município do Brasil, dividindo um total de R$ 60 bilhões aprovados pelo Congresso Nacional. Da parte não vinculada diretamente à saúde, o Tocantins receberá R$ 203,5 milhões.  Levando em consideração que Araguaína tem 11,47% dos 1.572.866 habitantes do Estado, o valor das quatro parcelas para o Município soma R$ 23,3 milhões. A regra é a mesma para o total R$ 2,6 milhões destinados à saúde.

Segundo o secretário da Fazenda, Fabiano Souza, o recurso ajuda a compensar as perdas da arrecadação municipal, justamente as verbas que permitem ao Município dar continuidade aos projetos planejados pela gestão municipal. “O município perde a liberdade quando perde receita própria, que são as relativas aos tributos. O recurso vai ajudar, entre outras demandas, na contra partida para execução de obras e também na folha de pagamento, uma que o prefeito Ronaldo Dimas preferiu não demitir nesse momento de crise”, explicou.

Assembleia aprova empréstimo de R$ 300 milhões para obras de infraestrutura

Recursos serão investidos nas obras de duplicação da rodovia TO-080 – entre Palmas e Paraíso do Tocantins – e na construção da ponte sobre o Rio Tocantins

Sessão da Asleto que votou a contratação do empréstimo | Foto: Clayton Crystus

O Governo do Tocantins está autorizado a obter crédito na ordem de R$ 300 milhões, que serão investidos nas obras de duplicação da rodovia TO-080 – entre Palmas e Paraíso do Tocantins – e na construção da nova ponte sobre o Rio Tocantins, em Porto Nacional. A autorização para contrair a operação de crédito foi solicitada e encaminhada no início de maio deste ano, votados e aprovados no Plenário da Assembleia Legislativa (AL/TO) na quarta-feira, 10.

Os recursos serão aplicados da seguinte forma: R$ 150 milhões serão contratados no Banco de Brasília (BRB) para a construção da nova ponte de Porto Nacional e os outros R$ 150 milhões no Banco do Brasil para implementar a duplicação da TO-080, no trecho que liga Palmas a Paraíso do Tocantins. 

O governador do Tocantins, Mauro Carlesse (DEM), agradeceu o empenho dos deputados em autorizar a contratação de crédito para essas obras que beneficiarão diretamente à população. “São obras necessárias que facilitarão tanto a locomoção das pessoas quanto o escoamento da produção. Os parlamentares entenderam essa importância e nos deram esse aval para viabilizar essas obras”, afirma.

As obras da nova ponte de Porto Nacional já foram iniciadas com recursos próprios do Estado. A nova ponte faz parte do programa Governo Municipalista, que prevê a complementação da infraestrutura do Estado com construções em todos os 139 municípios.

Quanto à obra de duplicação da Rodovia TO-080, no trecho que liga Palmas a Paraíso do Tocantins, o governador Mauro Carlesse destaca que a região beneficiada se destaca como polo de produção de distribuição do centro do Estado do Tocantins, integrada pelos municípios de Palmas, Paraíso do Tocantins, Porto Nacional e Miracema do Tocantins, concentrando mais de 23% da população e 32% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.

“É uma rodovia que tem um tráfego muito grande, impactado pelo escoamento da produção que tem sua origem no aumento das safras. Com isso faz-se necessário também investir na duplicação rodoviária de forma a ajudar o produtor a escoar sua produção, diminuindo distâncias e custos. Sem falar na melhoria da trafegabilidade da população que diariamente faz uso desse trajeto”, explicou o governador.

Isenção de ICMS de armas e munições para agentes de segurança é aprovado

Texto inclui os agentes do Naturatins, do Fisco e de trânsito, membros do judiciário, Ministério Público e da Defensoria Pública

Olyntho Neto, autor da proposta | Foto: Koró Rocha

Aprovado no plenário da Assembleia Legislativa na quarta-feira, 10, o Projeto que estabelece a isenção do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na aquisição de armas de fogo e munições aos agentes de segurança pública, ativos, inativos e da reserva, assim também os atiradores esportivos, colecionadores e produtores rurais devidamente regulamentados. 

Pelo texto aprovado,  foram acrescentados ainda os agentes do Naturatins e os agentes do Fisco, membros do judiciário, Ministério Público e da Defensoria Pública, além de agentes de trânsito. "O custo para aquisição de uma arma de fogo é bastante elevado, por conta do ICMS, que sobre ela incide. Diante dessa barreira, a isenção do imposto será um grande avanço para que os agentes da segurança possam adquirir seu próprio armamento", explicou o deputado estadual Olyntho Neto (PSDB) autor do projeto em conjunto com os deputados Jorge Frederico (MDB) e Luana Ribeiro (PSDB).

A isenção inclui Policiais Militares; Policiais Civis; Agentes de Segurança Penitenciária; Agentes do Sistema Socioeducativo; Agentes da Agência Brasileira de Inteligência; Policiais Federais; Polícia Rodoviária Federal; Agentes da Agência Brasileira de Inteligência; Militares das Forças Armadas e  Guardas Civis Municipais. Ficam também isentos os caçadores, atiradores, colecionadores e produtores rurais devidamente registrados nos órgãos competentes.

Proposta do governo prevê volta às aulas presenciais só em agosto no Tocantins

Cronograma foi divulgado pela Secretaria da Educação e prevê retorno gradual às atividades acadêmicas no Estado

O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc), apresentou na quinta-feira, 4, proposta de retomada do ano letivo e avanço no novo modelo de educação durante e pós-Covid-19. A proposta foi construída pela Comissão de Estudos e Sistematização de Orientações e Normas, instituída em 29 de abril, com o objetivo de assegurar a reorganização do Calendário Escolar 2020, e passou por amplo processo de discussão com os diversos atores sociais ligados à Educação.

A proposta traz cinco pilares: a segurança dos profissionais da educação e dos estudantes; o respeito à diversidade da comunidade escolar do Estado; a garantia da conclusão do ano letivo para os estudantes da 3ª série do ensino médio dentro do calendário civil de 2020; a garantia da conclusão do ano letivo para todos os estudantes, independente do calendário civil; e a garantia de que o ano letivo de 2021 transcorra independente do cenário de 2020.

A secretária de Estado da Educação, Juventude e Esportes, Adriana Aguiar, destacou como ocorrerá, na prática, a volta às aulas. “Vamos retomar de forma gradual. Começaremos com o ensino não presencial para os alunos da 3ª série do ensino médio. Em seguida, progrediremos com eles para o semipresencial, com revezamento de turmas e, gradativamente, incluiremos os alunos das demais séries nesta modalidade semipresencial, de modo que até setembro, todos os alunos da rede estadual tenham voltado às aulas, no regime de revezamento”, explica a gestora.

Ensino não presencial

A proposta estabelece que os alunos do terceiro ano do Ensino Médio cumpram parte da carga horária no formato não presencial, entre os dias 29 de junho a 31 de julho.  O início das aulas não presenciais será precedido da realização de formação para os professores da 3ª série para orientações sobre a metodologia a ser utilizada e os mecanismos de acompanhamento dos alunos a serem utilizados.

Semipresencial

O formato semipresencial terá início também com os estudantes do terceiro ano do Ensino Médio e, gradativamente, será ampliado para as demais séries. Este formato está previsto para começar no dia 3 de agosto e consiste nos estudantes cumprindo sua carga horária parte não presencial e parte presencial. Para tanto, está prevista a realização de revezamento de turmas. Uma semana, metade da turma participa de atividades presenciais na escola, enquanto a outra metade desenvolverá atividades não presenciais, seguindo os roteiros de estudos, que serão validados na semana subsequente, quando estarão presencialmente na escola.

Conforme pontuou a gestora, a decisão de iniciar as atividades com os estudantes da 3ª série leva em conta os seguintes fatores: possibilitar a assimilação do formato pelas escolas e a comunidade escolar como um todo; garantir que estes estudantes concluam as horas aulas neste ano calendário, para não correr o risco de serem prejudicados em vestibulares e no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e, ainda, o fato de eles não estarem inseridos na rede estadual em 2021, visto que estão concluindo  esta etapa de ensino.

Cronograma

  • O cronograma a seguir apresenta o quadro de retorno gradual, que pode ser ajustado em determinados municípios, a depender do avanço ou redução da Covid-19.
  • 29 de junho a 31 de julho – aulas não presenciais para os 16.845 estudantes da 3ª série do Ensino Médio;
  • 03 de agosto – início das aulas presenciais para 50% dos estudantes da 3ª série do Ensino Médio;
  • 10 de agosto – revezamento com os outros 50% dos estudantes da 3ª série do Ensino Médio;
  • 17 de agosto – início das aulas presenciais para 50% dos estudantes da 1ª e 2ª série do Ensino Médio;
  • 24 de agosto – revezamento com os outros 50% dos estudantes da 1ª e 2ª série do Ensino Médio;
  • 31 de agosto – início das aulas presenciais para 50% dos estudantes do Ensino Fundamental;
  • 09 de setembro – revezamento com os outros 50% dos estudantes do Ensino Fundamental;
  • Até 31 de janeiro de 2021 – fim do ano letivo 2020;
  • Fevereiro de 2021 – início do ano letivo 2021;

ATM solicita ao Estado entrega rápida das máquinas já adquiridas

Associação Tocantinense de Municípios aponta que foram feitos investimentos da ordem de R$ 60 milhões para os 139 municípios tocantinenses

Jairo Mariano, presidente da ATM | Foto: Divulgação

Por intermédio da Associação Tocantinense de Municípios (ATM), vários prefeitos de todo o estado pedem ao Governo do Tocantins que inicie o processo de distribuição das máquinas, adquiridas via Emenda Coletiva de Bancada. Uma boa parte das máquinas já foi adquirida pelo governo, mas encontram-se estacionadas no pátio da Praça dos Girassóis, em frente ao Palácio Araguaia, em Palmas.

O presidente da ATM e prefeito de Pedro Afonso, Jairo Mariano (PDT), diz que há uma extrema necessidade dos Municípios em receber ás máquinas, haja visto a recuperação das estradas vicinais após período chuvoso. “As gestões municipais iniciam neste momento a restauração das estradas de chão na zona rural para oferecer trafegabilidade ao homem do campo, em especial nesse final do período de colheita de grãos”, disse. Com a entrega das máquinas, os Municípios estarão reforçados em ações de infraestrutura rural e, consequentemente, entregarão vias de qualidade para o escoamento da produção.

Há uma enorme expectativa dos municípios pela entrega das máquinas, afirma ATM, ao lembrar que em articulação da entidade com a Bancada Federal foi angariado recursos na ordem de R$ 60 milhões para a aquisição de máquinas aos 139 municípios do Tocantins. À época ficou acordado que a compra e entrega das máquinas se daria pelo Governo do Estado.

Os recursos foram colocados ao término de 2018 e recentemente o Governo do Estado divulgou a aquisição de 139 retroescavadeiras sobre rodas (mais de R$ 33,7 milhões), 80 pás carregadeiras sobre rodas (mais de R$ 21,9 milhões) e 12 escavadeiras hidráulicas com esteira (mais de R$ 4,7 milhões). Uma boa parte das máquinas já foi adquirida pelo governo e encontra-se estacionada em pátio da Praça dos Girassóis, em frente ao Palácio Araguaia, em Palmas.

Ônibus escolares

Outro benefício conquistado pelos Municípios após intensas articulações da ATM junto à bancada federal foi a aquisição de ônibus escolares para reforçar a frota de veículos à disposição dos alunos da zona rural e urbana. O Governo do Estado informou que adquiriu 433 novos ônibus escolares para os 139 municípios. Desse total de veículos, 203 já passaram por revisão na concessionária e agora seguem os trâmites administrativos para formalização da cessão, circulação e patrimônio. Outros 17 ônibus estão sendo enviados pela fábrica ao Tocantins, 99 já estão em fase de montagem e os demais 114 serão fabricados.

“Sou candidata à prefeitura de Palmas, com aval da executiva nacional do PSL”

Deputada estadual diz que o partido terá mais de 30 pré-candidatos a vereador em Palmas e que plano de governo será construção coletiva

Vanda Monteiro: "A única preocupação, agora, é com a pandemia" | Foto: Koró Rocha
Vanda Monteiro: "A única preocupação, agora, é com a pandemia" | Foto: Koró Rocha

Vanda Mon­teiro é tocantinense de Miranorte (TO), radicada na capital há mais de 20 anos. Atuou como microempresária no ramo da alimentação. Graduou-se em Práticas Jurídicas pela Unitins e também no curso de Direito pela Faculdade Objetivo de Palmas. Exerceu cargos de diretoria no PreviPalmas e também no ResolvePalmas, ambos na gestão do prefeito Carlos Amastha (PSB).

Vandelúcia Monteiro de Castro está filiada ao PSL e tem um sólido trabalho social na região sul da cidade, especificamente no bairro Santa Fé, em Taquaralto. Eleita vereadora em Palmas em 2016, com 1.825 votos, em 2018 deu um salto na carreira política, elegendo-se deputada estadual, após obter 7.796 votos.

Nesta entrevista, ela expõe sobre sua atuação parlamentar, como também discorre acerca da sua pré-candidatura a prefeita de Palmas (TO).

Em relação aos decretos de calamidade, enviados à Assembleia Legislativa em razão da Covid-19, de que forma a sra. votou? Quais foram as ações para aprovar esses decretos, como também as respostas das prefeituras em relação a aplicação dos recursos?
Com relação aos decretos de calamidade pública, votamos a favor de todos aqueles que atendessem os critérios técnicos e que, no mínimo, apresentassem um plano de aplicação dos recursos. Sobre o uso do dinheiro público – exclusivo para a pandemia – caberá aos gestores apresentar a aplicação aos órgãos fiscalizadores. A Assembleia está atenta a todas essas questões. Entendemos que as medidas são também preventivas, mesmo para aqueles municípios sem ocorrência de casos.

No tocante à preocupação de todos com a economia ante à pandemia, qual o seu posicionamento?
É inegável a gravidade da pandemia do coronavírus, que afetou todo o mundo. A doença já causou milhões de mortes e a economia sofre com as medidas de contenção. Na Assembleia, tenho atuado seguindo dois eixos: a saúde do povo e a manutenção da renda e do emprego. Destinei mais de R$ 1,5 milhão e tenho insistido no diálogo entre gestores e empresários, assim como líderes religiosos, para que a retomada das atividades ocorra de forma segura, consciente e fiscalizada. Acredito que nem os empresários e nem tampouco os consumidores devem ser penalizados, mas é preciso dialogar e encontrar uma solução democrática para o problema.

A senhora havia proposto um projeto de lei solicitando pagamento de incremento financeiro aos servidores do quadro da Saúde que atuam na linha de frente da Covid-19. Qual sua percepção sobre esse pagamento e ele é decorrente do seu projeto ou por conta própria do Governo Estadual?
Os guerreiros e guerreiras, servidores da linha de frente do Covid-19, estão colocando a vida em risco para garantir que o nosso povo tenha saúde e vença essa doença. Esse incremento financeiro é um reconhecimento desse trabalho e valorização profissional.

A Assembleia Legislativa trabalha em parceria com o Governo do Estado. Recebemos a informação do governo, após a apresentação do projeto, que o pagamento seria realizado. Acreditamos que nosso projeto tenha contribuído. A notícia chegou em ótima hora e sinto-me orgulhosa da proposição.

"Toda a economia foi impactada pelo
coronavírus" | Foto: Clayton Crystus

Por que sua preocupação com a categoria dos taxistas e mototaxistas, já que todas as classes foram afetadas pela pandemia?
Toda nossa economia foi impactada com a crise ocasionada pelo coronavírus. Essa classe também – já que transportar pessoas é estar diretamente exposto ao vírus. No caso dos mototaxistas, eles ficaram totalmente proibidos de desenvolver suas funções, devido uso obrigatório do capacete. Alguns não conseguiram adequação ao serviço de “delivery”, até mesmo pela grande concorrência. Este auxílio temporário daria a esses trabalhadores o direito de manter o sustento.

Reitero que, para as demais categorias profissionais, solicitei ao governo facilidades em linhas de crédito, prorrogação dos parcelamentos, quitação de dívidas anteriores e ainda prazo de carência para início do pagamento do crédito adquirido na Agência de Fomento. Procuramos de forma democrática ouvir todas as classes e apresentar projetos que fossem para o bem de todos.

No que se refere à sucessão municipal de 2020, a senhora confirma ser pré-candidata à prefeitura de Palmas?
Sou candidatíssima à prefeitura de Palmas e com aval e apoio da executiva nacional do PSL, que hoje é presidida por Luciano Bivar. Estamos fortalecidos e temos em Palmas um grupo com mais de 30 pré-candidatos a vereador dispostos – assim como eu – a trabalhar pelo bem do povo da capital.

Quais são, resumidamente, as suas propostas e oem que a gestão Vanda Monteiro seria melhor que a atual?
Conheço a cidade de Palmas como a palma da minha mão. Como cidadã, vereadora e, agora, deputada estadual, tive e tenho a oportunidade de vivenciar diversos gargalos que merecem atenção. Cito, por exemplo, a área da saúde, habitação, mobilidade urbana e geração de emprego de renda.

Mas, ao falar sobre o futuro, estamos dialogando com o grupo, discutindo o plano de governo de uma forma democrática e participativa. Penso que este é o momento de cuidar da pré-campanha, formação e fortalecimento do grupo. Adianto que estou preparada e que venho com muita vontade de trabalhar. Coragem e determinação andam lado a lado comigo.

Mas algumas propostas para solucionar a questão coleta de lixo e vazios urbanos são iminentes...
Estes são assuntos que, assim como todos os demais gargalos da capital, serão discutidos de forma democrática e técnica. Sabemos de todos os problemas que a gestão pública, como também a comunidade, sofrem com a questão da limpeza e os vazios urbanos.

Avalio que transparência nas decisões e contratos são fundamentais e decisivos para sanar esses problemas. Nosso compromisso é, exclusivamente, com a população palmense e não com empresas. Para o futuro é preciso não repetir erros do passado.

Pelo grupo político que formou, aproximadamente quantos vereadores a sra.  acredita que o PSL consegue eleger na capital?
O vereador Gerson Alves é um grande parceiro de partido e tem feito um trabalho reconhecido em Palmas. Além disto, estamos na fase de formação dos nossos pré-candidatos e adianto que temos nomes de peso em todas as áreas. Hoje o diretório do PSL em Palmas conta com professores, advogados, empresários, militares, líderes religiosos, representantes da comunidade e do seguimento artístico, que colocaram seus nomes à disposição para, juntos comigo, construirmos essa nova história da cidade.

A atual gestão tem enfrentado alguns problemas para se relacionar com a Câmara de Vereadores. Considerando que, se eleita, a sra. terá passado pelos parlamentos municipal e estadual, acredita que essa relação pode ser diferente, ou pelo menos, mais harmônica?
Assim como em qualquer relação, seja ela familiar, afetiva, com vizinhos ou no ambiente de trabalho, o diálogo é sempre uma das condições primordiais para que resultados positivos apareçam. Sou uma parlamentar do povo e dialogar com as categorias e companheiros de parlamento sempre foi uma bandeira que defendi. Não haverá problemas, portanto, neste particular.

Qual o seu pensamento sobre fundo partidário, uma vez que o PSL de Palmas será o partido mais fortalecido nessas eleições, como também sua percepção sobre a prorrogação das eleições?
Neste momento, a única preocupação do PSL, assim como os demais partidos do País, é a luta contra essa pandemia, a saúde dos nossos pré-candidatos e da população. Queremos nossa gente com saúde e com condições econômicas para tocarem em frente suas vidas, além de conseguirmos realizar uma pré-campanha e, futura eleição, em condições de disputa.

Neste momento, estamos focados no fortalecimento do grupo, atenção à legislação eleitoral e diálogo. O possível adiamento ou não, deverá ser decidido pelos órgãos competentes. A nós, resta cumprir o que for determinado.

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Recuperados da Covid-19 já somam 53,2% em Palmas

Dos 694 casos de contaminação pelo coronavírus confirmados no município, 369 pessoas já se recuperaram e 294 estão em isolamento

Paciente recuperado da Covid-19 | Foto: Reprodução

Em Palmas, 369 pessoas já se recuperaram da Covid-19, o que corresponde a 53,2% do total de 694 casos confirmados na Capital até o momento. Os dados divulgados pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde (COE Palmas Covid-19) apontam que no município há 294 (44,1%) pacientes em isolamento domiciliar e dez internados (1,5%). 

As informações do COE apontam também que em Palmas foram feitas 6.420 notificações de síndrome gripal, desse número, 2.963 casos deram negativo para o novo coronavírus.

Segundo a pneumologista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Patrícia Canto, para grande parte desses recuperados, os sintomas da Covid-19 terão ficado no passado, porém, para uma parcela deles, ainda será preciso acompanhamento profissional. Segundo ela, pacientes que tiveram poucos sintomas, com um quadro parecido com um resfriado ou uma gripe, se recuperam bem e não costumam ter nenhum problema depois desses 14 dias. “Os pacientes com quadro mais moderado não saem dos 14 dias e voltam ao normal. Eles têm recebido alta e procurado os serviços de saúde novamente, ainda em recuperação, muitos com uma sensação de cansaço, ainda sem conseguir voltar às suas atividades normais. Muitos ainda apresentam falta de ar.”

A especialista também observou que as consequências mais sérias têm sido observadas em pacientes que desenvolvem os quadros graves do vírus. “Nesse caso, as complicações muitas vezes vão além do pulmão durante a internação, com insuficiência renal e problemas de coagulação. Esses vão ter um período muito mais longo de recuperação”.

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