Imprensa
Luiz Cláudio Hum #Relato hoje os famosos CTRL+C e o CTRL+V fizeram uma vista a redação do jornal O Popular. E não poderia ter sido pior, na minha opinião, é claro. O site do jornal O Popular veicula HOJE que: Senado aprova diploma obrigatório para jornalistas... não "péra"... isso foi em 07/08/2012... mas como assim? Requentando matérias, Cileide Alves? Ou foi castigo por terem demitido grandes figuras do jornalismo impresso? Isso mesmo, o jornal O Popular veicula matéria sem se atentar para #InformaçõesBásicas e #Credibilidade da sua fonte. Apenas copiou e colou... deu no que deu... errou... Hoje estávamos lutando pela aprovação na Câmara dos Deputados. A informação do Senado é velha... bem antiga... lá no "patrásmente"... E o melhor foi ver colegas sendo induzidos ao erro de compartilhar a notícia velha como se fosse atual. #SóAchoQue por ser uma redação que tem jornalistas, deveriam estar mais atentos para as lutas de nossa classe. Hoje estávamos lutando NA CÂMARA FEDERAL para a APROVAÇÃO da PEC do Diploma. Qual é mesmo o slogan do Jornal O Popular? Se o jornalista tivesse procurado a fonte mais confiável que é a entidade que o representa não teria cometido este erro: http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=4298 Luiz Cláudio Hum é jornalista profissional. [O texto foi transcrito do Facebook do jornalista. O título é de responsabilidade do Jornal Opção.]
Tachado de opositor ideológico de Israel, Norman Finkelstein sustenta que o Holocausto nazista foi “recriado” para defender Estado judeu e enriquecer instituições judaicas
O Portal Imprensa diz que “O Estado de S. Paulo” deve demitir 125 funcionários. O Portal dos Jornalistas menciona um número bem maior — 200 pessoas deverão ser cortadas nas redações do jornal em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Entre os demitidos estão estrelas da redação, como Lourival Sant’Anna, repórter especial com experiência internacional, e Jotabê Medeiros [foto acima], experimentado repórter e crítico de música do “Caderno 2”. Roldão Arruda e Fábio Brandt (da sucursal de Brasília), da cobertura política, foram afastados. Saíram também: Sílvio Barsetti, de “Esporte” (sucursal do Rio de Janeiro), Gabriel Perline, do caderno “Divirta-se”, Caio do Valle, de “Metrópole”, e Andrea Pahim, editora de arte. Três repórteres juniores da seção “Guia” do “Caderno 2” estão na lista do passaralho.
[Roldão Arruda: um dos mais experientes repórteres do jornal]
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo disse ao Portal Imprensa que os cortes isolados são uma “tentativa de ‘mascarar’ um processo de demissão em massa”.
O diretor do "Estadão", Ricardo Gandour", não se pronunciou sobre as demissões. Mas comenta-se entre os demitidos que o Grupo Estado quer trabalhar com equipes mais compactas e mais baratas. Para o público externo, deve-se alegar a crise do país, daí a necessidade de redução de custos.
O “Estadão” demitiu na segunda-feira, 6, um dos mais respeitados repórteres da imprensa brasileira, Lourival Sant’Anna.
Formado pela Universidade Federal de Goiás, Lourival Sant’Anna passou uma temporada na Inglaterra e, em seguida, se tornou repórter, editor-executivo e, atualmente, repórter especial de “O Estado de S. Paulo”.
Lourival Sant’Anna é brilhante por vários motivos. Dois deles: sua seriedade como repórter é exemplar e escreve muito bem (com livro publicado).
Sem a pretensão de fazer jornalismo literário, suas reportagens são geralmente mais densas, aprofundadas e, sem pieguice ou melodrama, “humanas”. No “Estadão”, com mais liberdade (e mais espaço) para escrever, desenvolveu seu imenso talento de contador de histórias, de olhar amplamente perceptivo, avesso a clichês.
Notabilizado por suas coberturas internacionais, por exemplo no Oriente Médio, dificilmente Lourival Sant’Anna ficará fora do mercado por muito tempo.
O repórter é irmão da ex-deputada Marina Sant’Anna, do PT. Curiosamente, nos últimos tempos, Lourival Sant’Anna se tornou mais crítico do PT.
A “GQ” listou os 20 publicitários supostamente “mais influentes” do Brasil. Para elaborá-la, a revista consultou executivos das 30 principais agências que atuam no Brasil. A reportagem é de Marili Ribeiro
Quando a medicina não é suficiente, recorre-se ao mundo dos espíritos — no fundo, o da esperança, de fato, a última que morre, quando morre. Oscar “Mão Santa” Schmidt, o maior jogador de basquete do país em todos os tempos, trava uma batalha renhida contra um adversário implacável: um glioma, câncer no cérebro. Desde 2011. Na edição de 29 de março do “Estadão”, em entrevista ao repórter Gonçalo Junior, conta que, paralelo ao tratamento oncológico, “consulta” os médiuns Paulo Neto, de Minas Gerais, e João de Deus, de Abadiânia, Goiás.
“Já fui no João de Deus (foto acima, com Marisa e Lula no porta-retrato) e no Paulo Neto. Sempre aparece alguma coisa e acabo indo. A gente não pode ficar em casa fazendo só o que os médicos mandam. Também não posso deixar de tomar o Temodal. Aí, eu morro mesmo”, relata Oscar. Como quase todos os brasileiros, Oscar mantém um pé na ciência e o outro na igreja ou no “terreiro”.
Perguntado pelo repórter se “acredita nos médiuns”, Oscar diz que é católico e que não vai deixar de ser. “Mas esses lugares [os centros espíritas] têm uma energia muito boa. É de graça. Tem 1300 pessoas que vão lá. Vou e levo uma garrafa de água para ele [o médium] energizar. Vou em quantos aparecerem na minha frente. Sei que tenho a doença, mas se ficar sentado dentro de casa vou morrer. Eu preciso me mexer. Quem cura é você. É a cabeça que cura.”
Oscar diz que não se incomoda em falar sobre sua doença. “Todo mundo vai morrer. Minha vida foi linda e cheia de desafios. Esse é mais um. Faço um monte de piadas comigo mesmo, mas ultimamente diminuí porque minha mulher e minha filha não gostam. Elas sofrem mais do que eu.” Além dos medicamentos tradicionais, como Temodal, Oscar usa, no seu jogo mais difícil, remédios naturais, como o mundo espiritual e o humor. “Vou morrer, mas vou atirando. Não vou ficar sentado em casa. O que aparecer de tratamento eu vou fazer. Quem cura é a cabeça”, afirma.
O tratamento não impede que Oscar jogue futebol. “Faço até gols de cabeça.”
A coluna Bastidores, do Jornal Opção, chamou a secretária da Fazenda do governo de Goiás, Ana Carla Abrão Costa, de “Joaquim Levy de Goiás” e “Ana Carla Mãos de Tesoura” — referente ao rigoroso ajuste nas contas do Estado — e o mais importante jornal de economia do país, o “Valor Econômico”, também denominou-a assim na reportagem “Ana Carla Abrão, a ‘Levy de Goiás’, comanda choque de gestão fiscal”. A reportagem de Leandra Peres saiu na edição de sábado, domingo e segunda-feira. Na terça-feira, 7, a coluna “Giro”, do “Pop”, citou o “Valor”, porém esqueceu de mencionar que as criações são do Jornal Opção.
Aracy de Almeida (1914-1988) ficou na história da música como uma espécie de viúva artística de Noel Rosa, um dos maiores compositores do Brasil. Porém, a cantora também gravou músicas de Ary Barroso, Wilson Batista, Ismael Silva, Antônio Maria, Assis Valente, Lamartine Babo, Ataulfo Alves, Orestes Barbosa, Caetano Veloso, entre outros. Araca gravou mais de 300 músicas. Não há uma grande biografia da artista. Depois de “Araca — Arquiduquesa do Encantado, um Perfil de Aracy de Almeida” (Edições Folha Seca), de Hermínio Bello de Carvalho, sai “Aracy de Almeida — Não Tem Tradução” (Veneta, 214 páginas), de Eduardo Logullo. Não são textos ruins, mas não são biografias exaustivas. A de Logullo nem se pretende biografia, e sim recortes sobre a vida e a música da “noelista”.
Respeitada pelo escritor Mário de Andrade, estudioso da música brasileira, pelo compositor, músico e cantor Paulinho da Viola, Aracy de Almeida tornou Noel Rosa mais popular e abriu as portas para novas cantoras, em geral tributárias de suas primeiras “adaptações”.
O livro de Logullo discute se Aracy de Almeida era homossexual — usa-se a palavra “sapatona”. Mas nada conclui, optando por citar Hermínio Bello de Carvalho, que a vê como “pan-sexual”. A cantora foi casada com o José Fontoura, goleiro do Vasco, mas o deixou. “... O homem dos meus sonhos nasceu morto”. Era boêmia, num tempo em que isto, para uma mulher, não era bem-visto.
Os mais jovens, quando conhecem, lembram-se de Aracy de Almeida como jurada de programa de calouros, notadamente de Silvio Santos, dono do SBT. A cantora foi jurada dos programas de Pagano Sobrinho, Aérton Perlingueiro, Bolinha, Chacrinha e Silvio Santos. Ela morreu, em 1988, aos 73 anos.
Os trechos abaixo estão no livro de Logullo.
Paulinho da Viola ressalta afinação de Ary de Almeida
“Isso é uma coisa muito comum, a pessoa está acostumada com determinado timbre. Então, quando ouve uma coisa diferente... Tem aquela coisa de já rejeitar um pouco assim, né? Se sentir mal, não gostar de tudo. É um passo para dizer que não gosta. Todos podem desafinar ao cantar. Aracy, nunca.”
“Entre tantas coisas do Noel que ela gravou, quase todos eram sambas de complexidade harmônica. Noel tinha muitos sambas que não eram para qualquer um, não.”
“Emocionante ver Aracy cantando. E o que mais me toca é a afinação nessa região tão aguda e com timbre tão bonito, não é? Tão afinada, tão diferente de tudo. É muito emocionante.”
[Depoimentos de Paulinho da Viola em “Mosaicos: a arte de Aracy de Almeida”, documentário dirigido por Nico Prado, com coordenação musical de Fernando Faro e produção de Fernando Abdo. TV Cultura, São Paulo, 2009.]
Aracy de Almeida por Mário de Andrade
O escritor Mário de Andrade, numa conferência de 1943, elogiou “os nasais e a pronúncia vocálica da cantora”:
“Mais vagos, ao nosso ver como regionalismo de caráter vocal, ainda surgem numerosos cantores brasileiros, bem constantemente nasais. É, por exemplo, o sr. Mota da Mota (“Vou Girá”, Victor, 33380), embora exagere um pouco a maneira rural de entoar. É o nasal admirável do sr. Raul Torres nesse dolente e brasileiríssimo ‘É a morte de um cantadô’ (Odeon, 11238, https://www.youtube.com/watch?v=nwq32LUYkFE). É o sr. Gastão Formente que no ‘Foi boto, Sinhá’ (Victor, 33807, https://www.youtube.com/watch?v=R6ZI51QHlCY), apesar de sua voz bastante ingrata, adquire uma cor nasal perfeitamente nossa. É também a sra. Aracy de Almeida (‘Triste Cuíca’, Victor, 33927, https://www.youtube.com/watch?v=o3UgmSIZQck), com ótima cor de vogais e menos feliz prolação de consoantes. Neste disco, se apresenta um bom exemplo de variabilidade de pronúncia do ‘não’, bem claramente ‘nãum” quando mais vigoroso, e na outra face do disco, escurecendo-se na dicção mais rápida, até que, num quase presto, chega a soar quase exclusivamente ‘num’. As variantes melhores estão no fim da música (“Tenho uma rival”), após refrão instrumental.”
[Trecho da palestra de extraído de “Aspectos da Música Brasileira”, de Mário de Andrade, Nova Fronteira, 2012.]
A editora-chefe de “O Popular”, Cileide Alves [foto de seu Facebook], ao se despedir dos quatro jornalistas que foram demitidos recentemente — Karla Jaime, João Carlos de Faria, Rosângela Chaves e Wanderley de Faria —, informou que não haverá novas demissões.
Cileide Alves, profissional correta, certamente está repetindo aquilo que os dirigentes do Grupo Jaime Câmara lhe disseram. Mas, nas demissões anteriores, a editora-chefe avisou que novas demissões não seria efetivadas, mas, como se vê agora, quatro jornalistas do primeiro time foram demitidos.
As despedidas dos afastados foram marcadas por muito choro, notadamente de Karla Jaime.
Ao se despedir de Wanderley de Faria, um dos jornalistas que trabalhavam há mais tempo em “O Popular”, Cileide “Ice” Alves, considerada uma chefe durona e fria, também chorou. O motivo é simples: sua geração (colegas, amigos) está indo embora.
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Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto: Editora Schwarcz e Penguin controlam a obras dos dois maiores poetas brasileiros[/caption]
As editoras Companhia das Letras e Objetiva, símbolos de qualidade editorial, fundiram-se na semana passada. Ambas são dirigidas pela Editora Schwarcz e pela Penguin Random House.
O grupo, com 19 selos editoriais — como Companhia das Letras, Objetiva, Alfaguara —, está sob o comando de Luiz Schwarcz, Sergio Windholz, Lilia Moritz Schwarcz, Elisa Braga e Matinas Suzuki Jr. Roberto Feith, ex-dono da Objetiva, será consultor. Os editores são Marcelo Ferroni, Otávio Marques da Costa, Júlia Moritz Schwarcz, Bruno Porto.
A Editora Schwarcz, de propriedade de Luiz Schwarcz e Fernando Moreira Salles, controla 55% das ações do grupo e fica no comando da gestão. A Penguin Random House detém 45% das ações.
Companhia das Letras e Objetiva comercializaram 7,5 milhões de exemplares de livros impressos e e-books no ano passado.
Alguns prosadores editados pelo grupo: Ana Maria Machado, Bernardo Carvalho, Chico Buarque, Erico Verissimo, João Ubaldo Ribeiro, Jorge Amado, José J. Veiga, Lygia Fagundes Telles, Milton Hatoum, Otto Lara Resende, Raduar Nassar, Milan Kundera, Amós Oz, David Foster Wallace, Donna Tartt, George Orwell, Haruki Murakami, Ian McEwan, Italo Calvino, J. M. Coetzee, Jorge Luis Borges, José Saramago, Mario Vargas Llosa, Orham Pamuk, Philip Roth, Salman Rushdie e Vassili Grossman. Poetas publicados: Carlos Drummond de Andrade, João Cabral de Melo Neto, Fernando Pessoa, José Paulo Paes, Manoel de Barros, Mario Quintana, Paulo Leminski, Ana Cristina Cesar e Vinicius de Moraes.
Autores de não ficção: Amartya Sen, Andrew Solomon, Drauzio Varella, Fernando Morais, Gay Talese, Jon Lee Anderson, Lira Neto, Ruy Castro, Simon Sebag Montefiore, Thomas L. Friedman, Tony Judt e Zuenir Ventura.
Intelectuais, notadamente de esquerda, tendem a avaliar que o narrador esportivo Galvão Bueno, da TV Globo, é meio bocó. Seria o primeiro beócio a faturar bem mais do que 1 milhão de reais por mês (ganha mais do que William Bonner e só perde para Faustão Silva).
Na verdade, o rei das copas e da Fórmula 1 não deixa ninguém indiferente — é amado e odiado na mesma proporção. O jornalista Ingo Ostrovsky lança, com apoio do próprio Galvão Bueno, o livro “Fala, Galvão” (Globo Livros, 312 páginas). É um misto de biografia e autobiografia. Portanto, é um relato “oficial” — não é uma biografia isenta.
A primeira e a segunda parte da obra registram a experiência bem-sucedida de Galvão Bueno como narrador de jogos de futebol e corridas de Fórmula 1.
A terceira parte resgata, se existe, o “jeito Galvão Bueno de ser”. Rico, é um bon vivant e ex-mulherengo.
"Um Safado em Dublin” (L&PM, 335 páginas, tradução de Mário Mascherpe), de J. P. Donleavy, saiu sem alarde no Brasil. Mas é um romance do balacobaco. Pense num James Joyce menor, mais boca suja e elétrico. Leitores de estômago e cérebro frágeis devem evitá-lo. Porém, se querem ler um romance vivaz, divertido e até delicioso, não podem passar ao largo.
James Patrick Donleavy nasceu nos Estados Unidos, em 1926. Filho de irlandeses, naturalizou-se irlandês em 1967. Estudou ciências no Trinity Coller, em Dublin. “Um Safado em Dublin” (“The Ginger Man”) foi publicado em 1955 — há 60 anos — e se tornou um romance cult. Donleavy é autor de romances, peças teatrais e contos.
V. S. Naipaul, Nobel de Literatura e mais poderoso “velhiceticista” em atividade, escreveu sobre J. P. Donleavy: “Divertido, indecente e delicioso. É um dos desses livros magníficos desde a primeira linha. ‘Um Safado em Dublin’ permanece célebre há meio século e sua fama continua crescendo”.
O médico e historiador Ademir Hamu lança em setembro o segundo volume do livro “De Goyaz a Goiás — Biografias de Vilaboenses”, como Leolídio Caiado, Pedro Ludovico, Domingos Vellasco, Edla Pacheco, Maria Luíza Póvoa e, entre outros, Alberto Berquó. São 25 biografias. A principal descoberta de Ademir Hamu é a certidão de nascimento do escritor Hugo de Carvalho Ramos — um dos pais literários tanto de Guimarães Rosa quanto de Bernardo Élis. Na certidão o nome que aparece é Hugo Juvenal Ramos. O documento foi descoberto pelo pesquisador infatigável na Cidade de Goiás.
A Band demitiu sete jornalistas do programa “Café com Jornal”. A apresentadora Aline Midlej será aproveitada no núcleo de telejornalismo da rede. O blog Na Telinha, do UOL, informa que a equipe do “Café com Jornal” ficará com apenas 15% dos jornalistas. Noutras palavras, o programa jornalístico será quase extinto. No Rio de Janeiro, a Band extinguiu “Os Donos da Bola RJ”, “Jogo Aberto RJ” e “Brasil Urgente RJ”. Os programas eram apresentados, respectivamente, por Larissa Erthal, Sandro Gama e Fábio Barreto. A Band rescindiu o contrato com Luiz Bacci, que foi para a TV Record, e cancelou o “Agora é Tarde”. A rede dirigida pela família Saad deve demitir, ao todo, 200 profissionais em São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Presidente Prudente e Campinas. É o passaralho.
João Bosco Rabello deixou o “Estadão”. O repórter, que assinava a coluna “Direto de Brasília”, trabalhava no jornal há quase 40 anos. Em 2013, João Bosco havia sido substituído por Marcelo Moraes na direção da sucursal de Brasília, ficando como colunista. Ele trabalhou no “Correio Braziliense”, em “O Globo” e no “Jornal do Brasil”.

