Imprensa
São 127 poemas de 44 autores, como Carlos Drummond de Andrade, Caio Fernando Abreu, Hilda Hilst, Lúcio Cardoso e Angélica Freitas
O presidente, com o apoio de João Figueiredo, aceitou as ponderações de generais, como Milton Tavares, de que deveria executar subversivos
Ele combateu a ditadura civil-militar e era editor de um jornal de circulação dirigida
“Maiakóvski viveu e morreu poeta. Ele colocou uma ‘bala como ponto final’ de sua vida, uma vida breve e clara como um relâmpago”, constata seu biógrafo
Mas dá para mandar para o banco de reservas Anna Akhmátova, Herzen, Bulgákov, Bródski, Blok, Andréi Biéli e Khlébnikov?
O magistrado que pôs a República de joelhos, e já votou em da Silva, garante que não vai disputar mandato político
“Transar é uma das minhas dicas, assim como aproveitar o máximo que puder nos dias de folga”
O general Milton Tavares, ligado ao ministro do Exército, mantinha um oficial no cenário da guerrilha, o coronel Léo Frederico Cinelli, com o objetivo de matar todos os guerrilheiros
Historiadora francesa afirma que oficiais participaram do golpe de 1964 e, depois, foram enquadrados pelos generais. A teoria da guerra revolucionária não foi influência americana
O jornalista Ronaldo Coelho deve ser remanejado para outro cargo
Enquanto a mídia discutia a demissão do técnico do Alviverde, a RBC dava a informação mais importante — o nome de Ney Franco
Sensação do time inglês, como o jogador atuará no meio do Ramadã?
O jovem jornalista faz comentários qualificados sobre política internacional
A dica é do escritor Aureliano Martins: “Estranhas Catedrais — As Empreiteiras Brasileiras e a Ditadura Civil-Militar: 1964-1988” (Eduff, 444 páginas), do historiador Pedro Henrique Pedreira Campos. Segue sinopse colhida no site da Livrara Amazon: “Um histórico sobre os ‘gigantes que nunca dormiram’ é a inspiração e fio condutor de ‘Estranhas Catedrais’. A análise crítica identifica na ditadura civil-militar brasileira do período 1964-1988 a origem da inserção, contaminação e subordinação do tecido orgânico do Estado aos interesses do segmento dos empreiteiros. O livro foi vencedor do Prêmio Jabuti 2015, na categoria ‘Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer’. “Em foco, o crescimento e consolidação das principais empresas do setor de construção pesada no Brasil, numa articulação que, segundo o autor, propiciou o desenvolvimento expressivo, a modernização capitalista e a internacionalização das ‘gigantes do setor’. “Ao demonstrar as injunções políticas, estratégias e práticas que permeiam as relações da iniciativa privada e poder público e sua legitimação por ‘intelectuais orgânicos’, a publicação constata e fornece elementos de compreensão acerca de ‘Estado, Poder e Classes Sociais no Brasil’, conforme sugere o prefácio, assinado pela historiadora Virgínia Fontes.” Perguntado sobre o motivo de ter colaborado para “matar” a ditadura, o presidente-general Ernesto Geisel, um homem de rara decência, não titubeou: a ditadura, depois de Castello Branco, e talvez mesmo com o líder cearense, havia se tornado uma “bagunça”. O livro custa 58 reais e acaba de entrar para minha extensa lista penelopiana (é feita e desfeita com frequência).
Ministro Gonçalves de Oliveira inspirou-se em decisão da Justiça Militar para beneficiar o governador de Goiás. Mas o STF não tinha como segurar a linha dura

