Ciência
Sinais aéreos podem ajudar plantas a se defenderem de possíveis ameaças
Fenômenos no céu neste ano incluem 12 chuvas de meteoros, conjunções planetárias, eclipses lunares e solares, além de superluas
O Mars Rover Curiosity gravou pela primeira vez na história um vídeo mostrando como é um dia em Marte
De acordo com a organização, a prática não é higiênica e pode resultar na dispersão de substâncias e micro-organismos
Risco de impacto na produtividade agrícola é particularmente significativo em países como Brasil, China, Índia, Indonésia e Filipinas
Cruzamentos entre espécies diferentes podem ocorrer na natureza ou com intervenção humana
Pesquisa nos EUA descobre que pacientes com a modalidade longa da doença têm seus níveis de serotonina diminuídos
Mãe era uma graxaim, enquanto o pai era um cachorro de raça não definida
Apesar do nome, não há nada de paranormal no estudo, mas algo que pode revolucionar campo energético
Artigo conta com a colaboração do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Ecologia, Evolução e Conservação da Biodiversidade (INCT EECBio) da Universidade Federal de Goiás
Premiação é realizada por um revista americana que realiza uma sátira de períodicos científicos
Material estranho consegue superar vários tipos de obstáculos, como escadas e paredes, mesmo com forte campo magnético
Animal morreu no início do ano, mas foi o primeiro cruzamento identificado entre as duas espécies
Cientistas da Agência Espacial Norte Americana (Nasa, em inglês) conseguiram capturar uma imagem de um fluxo supersônico de uma estrela jovem. Segundo os pesquisadores, esse “Sol bebê” possui 8% do tamanho do nosso Sol e ainda pode crescer mais. O flagrante foi realizado pelo telescópio espacial James Webb.
De acordo com os especialistas, a imagem é de uma região luminosa que fica em volta de estrelas recém-nascidas, conhecido como Herbig-Haro (HH). Esse fenômeno é formado por jatos de gás expelidos por corpos logo após o nascimentos, o que forma ondas de choque com muito brilho e alta velocidade.
Batizado de HH 211, a Nasa pontua que as imagem da estrela recém-nascida é importante para os estudos envolvendo o tema. Considerando que o evento em questão ainda possui a foto ideal para a observação, por conta da emissão de infravermelho que penetra o gás e a poeira do objeto. Ainda oferecendo uma chance para compreensão de como é início da vida de uma estrela semelhante ao nosso Sol.
Há um milhão de anos, 99% dos indivíduos aptos para reprodução pereceram, reduzindo seu número de 100 mil para meros 1.280 sobreviventes

